Oi morcegos, sinto muito pela demora para dar um retorno. Queria ter vindo antes, mas situações adversas me impediram. A decisão é que não vamos dar continuidade com o theomenhq.
Muitas coisas aconteceram que nos afetaram em ooc, e o sentimento de ansiedade para entrar na central não era o que a gente esperava. A vida também interferiu no tempo das minhas ajudantes, e até no meu, e sem elas não existe esse lugar. Eu ensaiei essa mensagem na minha cabeça algumas vezes, mas agora para escrever é bem mais difícil do que eu esperava.
Tivemos ótimos players, personagens incríveis e carismáticos que adoraríamos ter visto mais coisas, mas mesmo assim já somos gratos pela oportunidade. Quem ficou até aqui, confiou e deu uma chance: muito obrigada, o the omen era sobre vocês e sentimos muito não dar continuidade ao projeto.
As minhas amigas que aceitaram arriscar moderar mais uma vez, a primeira vez com nós três: muito obrigada por tudo, vocês são sempre meu porto seguro, e minhas maiores apoiadoras.
Mas como nem só de coisas boas acontece uma despedida, tem algo que precisamos refletir.
Muitas coisas foram ditas de nós, inclusive de nós como pessoas, enquanto vocês nem mesmo sabiam quem éramos, nossos personagens ou quem somos como players. Mas da mesma forma, em anônimo para outros lugares, alguém se sentiu no direito de nos acusar. Até mesmo presumiram que um comentário de player havia sido uma de nós, ou só usou disso para difamar a moderação em blogs de terceiros. Não foi, a consciência de todas nós está limpíssima sobre nosso esforço em plotar e incluir cada um dos personagens que passaram por aqui. Ninguém tinha mais interesse em ver o sucesso dessa comunidade que nós, e não perdemos a chance de tentar tirar o máximo de todas as relações que podíamos.
Mas isso, que sentimos de vários players também, até a maioria por um tempo, se estendeu para todos? Infelizmente não. Infelizmente alguns de vocês mesmos se limitam quando são preguiçosos demais para plotar e desenvolver qualquer coisa além do básico, e olha que fomos diretamente em alguns de vocês (como players, pedindo uma chance, e como moderação sobre a falta de abertura.) E sinceramente, se vocês vão migrando de comunidade em comunidade para isso, se fechem em um nxn com seus amigos e parem de desperdiçar o tempo dos outros e o próprio. RPG não parece ser o que querem.
Toda e qualquer situação que fosse contra as regras ou o bom funcionamento do rp foi tratado diretamente com os envolvidos. E fizemos isso várias vezes, com reclamações diretas, precedidas com avisos ooc quando cabível. O que nos levava diretamente para players para pedir mudanças ou exigir que algo fosse abortado. Mas isso sempre foi e seria sempre tratado com respeito e discrição, nunca iríamos começar um linchamento público. Embora eu ache que é esse tipo de espetáculo sujo que alguns esperam, não seria da nossa parte. E algo ser tratado diretamente com o player, não é sinal de que nada estivesse sendo feito. Mas como já se esperam, nenhuma das pendências que fizeram vocês desanimarem dos personagens ou do jogo foi comunicado para nós, mas foi usado para difamação e afastar outros players daqui. Mantivemos um caminho aberto de diálogo, e tivemos isso com vários players incríveis. Aceitamos sugestões e queríamos crescer contando com vocês. Mas sempre há uma parte podre que estraga tudo, para todo mundo.
A tag está cheia de mentirosos, acho que todos já sabem disso, não se deixem sempre influenciar por isso; uma única pessoa faz bastante barulho em anônimo.
Eu agradeço para todos que foram ótimos players, e até para os que não chegaram a ser, mas estiveram aqui, eu também agradeço a chance de ter conhecido seus personagens e ser inspirada por eles.
Boas-vindas aos novos estudantes de Saint Benedict Hall. Vocês irão estudar sob o olhar sereno dos santos que jamais desviam o rosto, debaixo de séculos de tradição intelectual. Aquele que observa gostaria de lembrar que tudo o que é vivo, recorda.
Os seguintes personagens foram aceitos, e as vagas foram ocupadas:
BLAIR ELLIS: The World, Sabrina Carpenter.
AMBROISE DE VALOIS E LIECHTENSTEIN: King of Swords, Maxence Danet-Fauvel.
Boas-vindas aos novos estudantes de Saint Benedict Hall. Vocês irão estudar sob o olhar sereno dos santos que jamais desviam o rosto, debaixo de séculos de tradição intelectual. Aquele que observa gostaria de lembrar que tudo o que é vivo, recorda.
Os seguintes personagens foram aceitos, e as vagas foram ocupadas:
SADE AMAHLE NIA OKORO-BENNET: The Justice. Chase Infiniti.
uma formiga pediu para perguntar se não pensam em liberar o terceiro personagem
Olha, talvez no futuro. A rotatividade tem sido média, mas alguns players tem sido bem fieis e presentes. Vocês são tudo de bom! Eu vou conversar sobre isso com as meninas, e vemos sobre a possibilidade, ok? Teria a regrinha de duas semanas de atividade antes do terceiro, pra garantir, mas é possível que venha aí.
A noite seguiu exatamente como o planejado; nenhum drama exagerado, nenhuma intercorrência que não pudesse ser ignorada apenas ao olhar para longe. Exatamente como o instituto mais precisava naquele momento. Alunos felizes, significava menos perguntas, e que eles esqueceriam mais rápido da tragédia. Não era por isso que a universidade queria ser lembrada, e gastariam todos os seus recursos para sumir com essa reputação.
Ao menos, seguiu assim até os sinos da capela tocarem três vezes. Não era o programado, e a maioria dos alunos sequer ouviu por acima da música que inundava o salão, mas eles, não tiveram essa escolha. O som invadiu a mente de alguns. Apenas os marcados tinham tal sensibilidade, e ao fim do terceiro toque, eles já não respondiam por si mesmos. O olhar de cada um dos especiais ficou vidrado, sem brilho e foco, e sequer souberam o que os guiou noite adentro, abandonando o que faziam no meio, e incapazes de dar uma satisfação para quem os viu mudar de atitude abruptamente.
Um a um, os mesmos estudantes que se reuniram naquela outra noite, — a noite da primeira festa, a que os tornaram marcados, — marcharam em direção a onde tudo começou. Alaric Montague foi o primeiro a romper pelo corredor mal iluminado, seguido por Jolene Elderwood, alguns passos atrás. Eles não interagiram, mas foram os únicos a serem capturados pelas câmeras de segurança. Jolene ergueu o olhar para a lente, e foi seu rosto a última imagem gravada antes da tribulação que precedeu a falha técnica. A imagem só voltaria a ser registrada pela manhã.
Alaric pode ter aberto a porta, mas foi James Kirkham quem a fechou depois que todos já estavam reunidos. A câmera não o filmou, mas os olhos curiosos de uma caloura o seguiram até a imagem do homem sumir atrás da madeira escura. Poderia ter sido chamado de Déjà vu, se algum deles pudesse se lembrar. A questão principal era que, nenhum deles tinha a intenção de fazer nada disso. Ninguém planejou um encontro camuflado pela noite festiva, ou soprar segredos em uma sala vazia. Sequer notaram os próprios corpos agindo alheios a suas vontades, não havia consciência ou culpa. E sem consciência, também não sabiam quanto tempo se passou desde que suas mentes e corpos foram sequestrados, até que, em um estalo, o controle pareceu ser devolvido.
Mas o quão assustador é descobrir que não se tem controle sobre si mesmo?
Quando se deram conta, estavam em outro lugar, sem saber como chegaram ali. Reunidos na companhia das mesmas pessoas com quem compartilharam os riscos de um jogo que não compreendiam. Sobrou apenas a confusão verdadeira quando o transe se encerrou. Trocavam olhares perdidos, procurando nos rostos familiares alguma explicação que os ajudasse a entender o que aconteceu. E foi em meio aos sussurros hesitantes, que murmúrios de incômodo tomaram vez entre os outros. Lentamente notaram o cheiro metálico do ambiente, e a voz de Roswitha Delacroix que denunciou o sangue que escorria dos braços de Ruyan Hao, chamando atenção do grupo para ela. A preocupação se dividiu entre eles quando notaram que não era apenas Liberti quem tinha cortes irregulares espalhados pela pele, — alguns apenas arranhões avermelhados, e outros tão fundo que o sangue escorria em fio, pingando no carpete escuro. — Moon Seonghan também tinha os cortes, a fantasia agora manchada de vermelho vivo, e aos poucos, outros notavam também terem as mesmas marcas, embora bem menos agressiva que dos dois.
Não bastasse toda a estranheza da situação, a atenção temerosa os atrasava de notar todos os problemas que os cercavam de uma vez. Não era apenas um acidente, algo os queria ali, e nenhum deles sabia como ou por quê. A sala de convivência, normalmente tão confortável, agora se apresentava em ruínas. Os livros foram espalhados no chão, as imagens religiosas vandalizadas com riscos grosseiros e os três crucifixos pesados pendiam invertidos nas paredes. Almofadas estavam cortadas e espalhadas em uma bagunça de espuma e tecido rasgado, gavetas reviradas e seus conteúdos espalhados pelo espaço.
Gideon Harrowgate foi o primeiro a notar a mancha carmesim escapando pela borda de onde o papel de parede fora rasgado, o topo do papel estava preso por um dos crucifixos deixando o papel com uma aparência estufada e amassada. E foi sua observação que levou Korn Veerapol a puxar o revestimento de uma vez, revelando a mensagem escrita em tinta vermelha fresca. Tinta não, a mensagem foi escrita com o mesmo sangue que vertia dos cortes de alguns estudantes, e o cheiro não deixava dúvidas.
Eu esperei por tempo demais, e agora vou tomar o que é meu. Vocês me convidaram a entrar e eu não vou embora de novo.
O silêncio tomou o espaço depois que a mensagem foi lida, talvez se prestassem atenção poderiam ouvir os batimentos cardíaco acelerado um dos outros, mas o medo era mais urgente. A necessidade de se protegerem era o sentimento mais forte que compartilhavam. Nem mesmo a dor poderia os distrair disso, e assim ninguém pareceu notar Friedrich Schulz-Weber e Mùchén Wang escondendo as mãos sujas de sangue nos bolsos, tentando afastar as suspeitas do que quer que tivessem feito.
avisos ooc:
Com isso encerramos nossa festa, podem interagir fora do evento ou continuarem em flashback.
Ok galera, o que acontece é que antes do fim da festa, perto do amanhecer, eles foram levados novamente até a mesma sala onde tudo começou. Dessa vez, não houve convite, eles não sabem o que os reuniu, ou quanto tempo ficaram em transe. Quando retomaram a consciência, se viram no meio de uma sala destruída, com alguns colegas machucados, e uma ameaça pintada na parede.
Como eles saíram dali, ou com quem, é escolha de vocês, mas Jolene, Alaric e James foram chamados na reitoria para responder sobre o vandalismo na sala, já que os dois primeiros foram filmados na cena do crime, e o James foi visto por uma testemunha. Se eles entregaram alguém, é com vocês. E se quer que seu muse seja pego também, pode dizer que eles foram vistos na procissão até o ponto de encontro deles.
A reitoria está decidindo a punição que os envolvidos sofrerão, mas ainda quer investigar quem mais está envolvido no vandalismo.
Mesmo sem ser citado, podem fazer seu muse ter marcas ou outros sinais que os façam estar envolvidos com o que aconteceu. Se precisarem de ideias, falem com a gente.
E obrigada para todos que se ofereceram para o plot drop, ainda tem muitos outros para citar vocês, então não se preocupem se não entraram nesse.
Boas-vindas aos novos estudantes de Saint Benedict Hall. Vocês irão estudar sob o olhar sereno dos santos que jamais desviam o rosto, debaixo de séculos de tradição intelectual. Aquele que observa gostaria de lembrar que tudo o que é vivo, recorda.
Os seguintes personagens foram aceitos, e as vagas foram ocupadas:
ELEANOR MAEVE CALLAHAN: Seven of Swords, Sadie Sink, presidente do clube de História da Arte.
A Reitoria lamenta informar o desaparecimento de estudantes da Saint Benedict Hall. Não houve registro de saída pelos portões, ainda assim a ausência é evidente. Caso não retornem em 48h com no mínimo 3 interações com players diferentes, o desaparecimento será dado como definitivo e o registro escolar encerrado.
Muse 1 nunca teve nada de forma fácil. Cresceu passando de abrigos em abrigos, e precisou crescer mais rápido que a maioria. E ainda assim, virou responsável pelos irmãos mais novos. Vir pra Saint Benedict foi um presente divino, resultado de muito esforço. Mas agora ele conhece uma vida completamente diferente, mais fácil, mais agradável, e está complicado não se perder. Sabe que ou se entrega para os prazeres do luxo, e de tudo que agora parece possível, mas antes nem mesmo em sonhos, ou se mantém fiel às origens e continua sendo responsável por todo mundo. Mesmo sem saber que todo esforço que fizer não vai salvar todo mundo.
Muse 2 é artística! Grava vídeos caseiros desde que conseguiu sua primeira câmera, e o amor pela arte apenas cresceu. Se intitula documentarista, acredita que vai ter um documentário original indicado ao Oscar ainda. Só que até lá, ela precisa criar um nome. E descobriu que tudo que acontece em SBH atrai atenção. Sempre tem alguém interessado em se aproximar cada vez mais desses herdeiros, e ela tem garantido que registre tudo que pode, mesmo nunca tendo pedido autorização. Não é ético, ela sabe, mas se convenceu que é apenas um retrato da sociedade elitista em que está, e que, no futuro, poderá condensar tudo em um grande trabalho final.
Muse 3 é guiada por suas paixões, mas nada faz dela pior que a rejeição. Muse se vê como alguém apaixonada, faria tudo por amor. O problema é que tudo, é tudo mesmo. E quando o amor sufoca seus parceires, todo o amor vira o ódio mais destrutivo que alguém já conheceu. O dinheiro a protege de consequências, mas sua obsessão em vingança vai cada vez mais fundo, até mesmo sendo capaz de tentar ferir quem partiu seu coração, se não se sentir satisfeita depois de dar todos os prejuízos materiais.
Muse 4 não consegue sentir nada. Ele sabe, cansou de ouvir que tem algo errado com ele, que ele é quebrado. Mesmo assim, não sabe o que é a intensidade dos sentimentos. Seja a raiva ou o coração partido. Ele compartimenta cada sentimento esperado e aprendeu a fingir. Ele atua as reações, e observa nos outros aquilo que ele mesmo deveria passar. Mas mesmo assim, é só mentira. Ele mente muito para se poupar de todo o drama e caos que acompanha quem o observa a perto demais.
Muse 5 assitiu seu filho ser criado como se fosse seu irmão. Muse não teve escolha, seus pais não deixariam esse escândalo manchar a família, e uma gravidez na adolescência é mais do que podiam lidar. Tirar nunca foi uma opção, afinal a fé não os permitia. Não houve escolha, e seus pais o criaram como se fossem seu filho próprio, e os sentimentos sobre isso são confusos. Ela tem raiva dos pais? Tem raiva da criança que bagunçou sua vida? Está aliviada? Ou só está afundando em mágoa enquanto assiste às mentiras se empilharem? Ele vai ter que decidir, e rápido, porque seu filho agora precisa de um tratamento de saúde que apenas ela é compatível.
Muse 6 é o que sobra de uma mãe narcisista. Muse teve apenas uma criação cruel e cheia de chantagem emocional. Sequer conseguia entender isso até a vida adulta, mas tudo que passou destruiu parte de si, e parte de suas relações. Nunca foi o filho favorito, mas o filho culpado por tudo que deu errado para sua mãe. É a primeira vez que está longe das garras dela, mas ela ainda paira sobre ele como um fantasma. um obsessor que envenena em seus pensamentos com culpa e responsabilidades que ele não deveria se preocupar.
abigail cowen, aghniny haque, alisha newton, amber midthunder, asha banks, bahar şahin, ceren ayruk, courtney eaton, daniela avanzini, grace van patten, isabela merced, isabel may, jamie juthapich, jessica treska, kim yerin, laneya grace, lara aslan, lisa yamada, orm kornnaphat, sophie nélisse
algee smith, andré lamoglia, antonio cipriano, bright vachirawit, carson maccormac, charlie gillespie, drake rodger, dylan minnette, george sear, elias kacavas, chen zheyuan, jack champion, jack innanem, jung jaehyun, kaden hammond, kim jungwoo, lee wonjung, michael provost, miguel bernardeau, nicholas wang, rudy pankow, sang heon lee
uma recomendação é deixar o ask game rolando durante as festas de fim de ano, pra quem não comemora/não sai de casa
Eu gosto dessa ideia morceguinho, então deixaria mais pro final do mês? De toda forma, não pretendemos interromper as interações, para não atrapalhar quem não curte ask game.
A prioridade da Wilde é concluir o drop pra postar pra vocês, mas a nossa querida superior já demonstrou interesse em marcar uma data com vocês pra ver sim um ask game provavelmente semana que vem! Então vamos esperar o drop e aí depois vemos a data direitinho pro ask game, combinado?