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@thesparkawake
"Não te darei o black codex, porque independente do que vier, e mesmo que o império seja desmantelado, eu sobreviveria, não importa as medidas." - Agente imperial swtor
Build para Star Lord em Marvel Future Revolution
Fiz essa build focado em dano elétrico, não tanto em si pelo seu efeito elementar, mas sim pela rápida rotação e a enorme eficiência de distribuir grande quantidade de dano em área em pouco tempo, isso implica que é muito boa em missões PVE do modo história.
Só vejo build na internet voltada para o elemento fogo, ela é boa sim mas somente para operações ou boss, para o modo história ela é muito ruim pois a rotação distribui dano alto e rápido de inicio usando Pump it Up porém decai muito ao usar todas as habilidades e assim você fica no mínimo 10 a 12 segundos sem nenhuma habilidade para usar ate que uma ou outra começa a recarregar mas até lá já sofreu muito dano dos NPC. Devido não achar nenhuma build para limpar rápido e com eficiência grande área de inimigos, resolvi compartilhar a minha
- Blaster Elemental - Bala de tempestade elétrica - Pirata espacial - Chuva de Meteoros - Botas propulsoras - Explosão de jato - Canhão elementar - Disparo de canhão - Solucionador de problemas - Rebobinar
Lembrando que todos são voltados para elemento elétrico. A build gira bem rápido que é capaz de usar de 3 a 4 habilidades em menos de 5 segundos, o que ajuda na distribuição de dano massivo e em área.
A garotinha e....
Havia, distante de toda cidade, uma vila em meio a floresta, onde as pessoas preferiram se afastar dos outros para viverem em menor numero e em paz.
Dentre várias pessoas de todas as idades, uma certa garota, quando passava caminhando suave pela vila, causava admiração nas pessoas, era suave e bela, andava tão calma e serena, o sol refletia o brilho de sua pele e alguns detalhes do seu médio vestido branco e azul. Ela era filha do caçador da vila, então também era bem respeitada pelo histórico de seu pai e pelo seu belo talento em manusear armas de caça.
Em um dia aleatório, seu pai demorara a voltar, em torno de 1 dia e meio a 2 dias...e pela madrugada dentre esses, chegou em casa, eufórico , cansado mas com um sorriso no rosto... e com as mãos para trás, guardava uma coisa que trouxe para sua filha, e eis que ele mostra para ela, uma rosa, uma linda e cheia rosa, com cores tão vivas que a parecia fazer unica, e assim poderá ser mesmo. A garota se encantou muito profundamente, dificilmente tinha visto uma coisa da natureza tão bela e perfeita como aquela flor, ela buscava por inspiração para continuar a pintar alguns de seus quadros que fazia em horas vagas, e eis que surge então. A rosa foi posta em um vaso fino, numa mesinha de baixo e da altura da janela do quarto dela, e pela manhã, iria começar ansiosamente a retratar tal rosa.
Mais cedo que o normal, ela acorda muito muito feliz, sai de casa e vai saltitando ate um morador e vendedor da vila para adquirir mais um quadro e algumas tintas, e volta alegre, sendo ainda mais admirada por aquele sorriso encantador em seu rosto, lembrara um anjo quem sabe. Assim que chegou, seu pai estava arrumando uma mala, a chamou no canto e conversou com ela...ele foi chamado para ver o que estava havendo de um lado da floresta, pois estava ficando estranho a plantação daquele lado e se era algum animal novo na área que estava fazendo isso. Antes de partir, disse a sua filha que, essa rosa foi encontrada em um lugar tão lindo que nunca tinha visto na vida, era grande e la, havia um grande banquete, onde também ,escondido, se alimentou, e ao sair, viu no jardim uma rosa e resolveu trazer; terminou dizendo que não era para contar nada a ninguem pois pretendia voltar la assim que possível e ver se havia riquezas la para vender e trazer mais lucro e avanço para o povo da vila, e por fim, deu muitas tarefas de colheita para sua filha , e assim partiu.
A garota logo desanima com o fato das tarefas, pois não poderia então começar naquele momento a retratar a bela rosa. Vestiu um macacão, pegou luvas e bota e logo partiu para a parte de colheita da vila , e la passou quase que o dia todo plantando coisas, cuidando e colhendo, fez com certa pressa para voltar logo em casa e começar sua pintura. Durante o caminho, olhava pensativa para a floresta a fora, sobre o lugar que seu pai falou e se era verdade mesmo, quem sabe alucinação por ficar fora de casa dias ou não ter se alimentado direito. Chegou em casa então, porem muito exausta, concluiu que merecia um bom banho e deitar então, pois cansada assim não iria conseguir fazer com excelência sua arte.
A garota se deita e dorme então serenamente... mas, passado algumas horas, logo após um tempo da meia noite, ela acorda meio assustada com os vários trovões que ecoam pelo local da forte chuva que caia. Ela vira de lado e fica olhando a rosa na janela, os clarões iluminam ela, a deixando mais linda com aquele brilho intenso. Por uns minutos e voltando a ficar pensativa, encara a rosa...ela se levanta, pega seu quadro em branco do canto do quarto e poem próximo a rosa, e então decide pinta-la assim mesmo, se sentia em paz com a chuva caindo e o tom que a rosa ganhou com a claridade dos trovões. Começa então a fazer um esboço, de leve passa o lápis pelo quadro para fazer o contorno da rosa...suavemente ela vai e vem, seus movimentos calculados e profissionais começam a desenhar uma rosa que está tao linda, que se pensar nele pintado, ficará idêntico e belo como a flor de verdade.
Num piscar de olhos e questão de segundos, ela arregala os olhos, se desconcentra do desenho que acaba sendo borrado pelo peso das mãos sobre o quadro...um dos trovões, foi tao forte e intenso que brilhou muito, e não sabe se foi por loucura, mas viu uma sombra na janela de um tipo de corpo alto e largo, e no topo da figura, parecia ter dois tipos de pontas, uma de cada lado. Num segundo trovão, bem mais barulhento dessa vez, ela cai de susto no chão sentada, poem a mão nos peitos pela euforia e torna a olhar para a rosa que, não estava mais dentro do vaso, e a janela estava minimamente mais aberta dessa vez. Seu coração dispara, sua pele começa ficar mais pálida de susto, e começa vir sensação de desmaio... mas ela se mantem firme e aos poucos e muito assustada vai se levantando, de pouco ate os cantos do quarto como se escondesse, e assim vai chegando perto da mesinha que ficava a rosa, e realmente ela não estava mais ali. Muito confusa e com o corpo a mil e sua cabeça nas alturas, lentamente ela se deita ainda com a cara de espanto, as vezes se pergunta se estava delirando igual seu pai e se era de família. Controlando a respiração, vai se acalmando e tentando focar ao som da chuva, e devagar vai caindo ao sono suavemente, se convencendo que nada aconteceu e que poderia ser um sonho.
Pela manhã. ela acorda, com o cabelo todo bagunçado, babando e cansada. Se levanta olhando para baixo e volta o olhar para a janela, respira fundo ao ver que a rosa não estava mesmo la. Ela engole seco, e corajosa igual seu pai, começa a pensar em adentrar a floresta e ver se encontrava o local que a rosa foi retirada. Novamente, tinha que ajudar na colheita, pegou seu macacão e o restante do que precisaria, e foi fazer seu serviço. Mais rápido ainda que no outro dia, ela terminou ainda no meio da tarde, deixou os equipamentos no chão mesmo onde trabalhara e partiu de caminhando de pressa para a floresta... perguntavam onde ela ia com pressa e ela respondia que tinha que resolver um assunto pendente na área das macieiras.
A garota eufórica, caminha e caminha pela floresta, não imagina que a parte da colheita de maçãs era tão longe assim, talvez não estivesse acostumada igual seu pai a fazer isso quase sempre. Andou e andou até que chegou nas macieiras, as frutas brilhavam com a luz do sol, um vermelho forte que deixava as maçãs suculentas. Morta de fome, decide se aproximar da árvore para entao subir e pegar algumas frutas. Ela apoia as mãos no tronco e olha para cima, e antes de começar a por os pés e subir, nota em um dos troncos, uma sombra, um corpo, um homem. Ela vai frisando o olhar para tentar enxergar melhor... vê com dificuldade um rapaz, com um chapéu de palha, com as mãos apoiando a cabeça no tronco, ele estava meio que deitado, com as pernas entrelaçadas e uma palha na boca, seu chapéu cobria seu rosto, demonstrando estar descansando ou dormindo. Devagar para não fazer mais barulho, a garota vai se afastando da arvore e tenta não ficar pisando em alguns galhos ou folhas secas...abaixa devagar para pegar então uma das muitas maçãs do chão. Pega, limpa no macacão e vai se levantando, olhando para cima aos poucos para conferir se não acordou o rapaz mas, ao olhar, vê que ele não está mais ali...ela faz cara de duvida, de “ué como assim?” vai olhando de relance para os lados cuidadosamente, e devagar vai se afastando confusa do tronco da árvore, olha para os lados e nada, então rapidamente se vira para trás e por uns instantes o tempo para, passa muito lentamente, a brisa fica mais ouvida, a luz do sol mais intensa e o ar mais gelado... o rapaz está quase colado em seu rosto, quase encostando o nariz um do outro, ele a olhava intensamente e profundamente nos olhos, com um olhar castanho bem claro...metade de seu rosto apenas era visto devido a direção que o sol estava clareando...a garota então da um passo para trás e da um leve grito de susto e tropeça então em um galho, e vai caindo, seus braços indo para o ar e a maçã que segurava é jogada para cima. Ela vai fechando os olhos pela queda mas não cai, sente apenas sendo segurada pela cintura, e abrindo agitada os olhos, vê que o rapaz a segura delicadamente dando a volta em sua cintura para ela não cair. Ela engole seco enquanto ele da um leve sorriso de canto, com uma de suas mãos para trás, e então vai devagar trazendo a garota de volta para sua postura de pé, ela vai voltando e apoia as mãos no peito dele... olhou concentrada nos olhos do rapaz e de canto notava sua roupa... uma camisa xadrez vermelha e preta, seu macacão marrom escuro e suas botas....ela nota então onde pos as mãos e começa a corar, pisca rapidamente para voltar em si e vai se afastando engolindo varias vezes seco... tenta falar algo mas gagueja muito, está nervosa e sente no fundo um leve encanto... o rapaz então fala “cuidado por onde anda, está muito longe de casa menininha ^^” Ela fica mais vermelha ainda e afirma com a cabeça, ele a solta de vez e se vira, agora deixando a sua mão escondida de frente ao corpo para ela ainda não ver...e de costas para ela, ele joga algo para cima que estava nessa mão e sai andando, segurando e levantando de leve o chapéu, sinal de cumprimento ou despedida. Ela olha para cima e estende a mão e rapidamente a coisa cai sobre suas palmas...era a maçã que ela tinha jogado para cima ao quase cair... ele a pegou de alguma forma pois não chegou a tocar o chão, e deu uma mordida por sinal.
Com o coração muito acelerado e tensa, ela se encosta no tronco da arvore e vai descendo ate sentar no chão, olha para a maçã e meio nervosa come um pouco, mas confusa e pensativa, larga a fruta, se levanta e de pressa corre em direção da floresta onde o rapaz havia ido. Anda e anda, corre bastante por um longo caminho, porem não chega em lugar nenhum, se abaixa um pouco e apoia as mãos sobre os joelhos, começa a ficar muito nervosa e assustada, não sabia onde estava, sua casa ja ficou muito distante, chama pelo rapaz mas não se ouve nada alem do vento soprando entre as arvores... e para ajudar, estava ficando bem escuro, a noite estava a vir. Em sua frente havia um tronco caído no chão, onde ela se senta e começa a chorar com as mãos no rosto... não sabe o que vai fazer naquele local escuro e frio, perdida e sem ninguém nem comida, passava pela sua cabeça a morte certeira então. Se levanta com raiva e chuta as folhas do chão , esperneando de nervosa, para e fica olhando para o chão muito ofegante, e , do nada e estranhamente, cai uma pétala de uma rosa em sua frente, ela olha confusa para cima e nada vê, devagar pega a pétala e a cheira, e é encantador o perfume daquilo, logo veio em mente a rosa que estava em sua casa, bem certamente era a mesma pois não havia como não reconhecer tamanha beleza da cor e do perfume. Em seguida a uma certa distancia, cai outra pétala, e ela caminha ate aquela, e mais em seguida outra, e outra, e assim vai caindo a certa distancia uma da outra, parecendo formar uma trilha. Ela anda e anda, ate que não cai mais nenhuma , e por fim, cai o caule da rosa, sem nenhuma pétala, ela anda mais um pouco a frente até dar em uma névoa densa...olha para cima e visualiza a tempestade que está por vir, o relâmpago ilumina o céu. Nervosa, corre para frente atravessando a névoa, ate que, de boca aberta e espantada, vê em sua frente uma estrutura enorme, parecia uma casa, uma mansão, não sabe direito mas é linda e enorme, porem parecia abandonada. Ela anda perplexa devagar ate a escadaria da entrada e vai subindo lentamente ate chegar ao primeiro piso antes da porta principal, e rapidamente olha para a sua esquerda e vê , um jardim, e nele havia rosas, diversas rosas, todas lembravam aquela rosa que seu pai lhe entregou, pensa então em correr e pegar todas que der, é encantadora aquela quantidade todas juntas...mas num rápido e alto estrondo de um trovão, ela se lembra que precisa correr e se abrigar. Sobe a segunda escadaria correndo e para numa porta alta, larga e duplas, e com dificuldade e muita força, empurra uma delas que parece meio emperradas, mas abre com sucesso e então , adentra na encantadora casa... Só da para ver mais ou menos, quando os relâmpagos que entram pela enorme vidraça ao fim de uma escada com tapetes vermelhos clareiam o local. Era enorme la dentro, parecia ter muitas salas ... muitas estantes altas e grandes de livros empoeirados...um piso muito brilhante e lisinho, era um sonho morar ali. Entra pela porta um vento muito gelado e ela se vira devagar para encostar a porta qual entrou, e de repente cai um trovão muito forte que ilumina a entrada, e num estante de segundo, ela vê novamente aquela figura que aparecera na janela de seu quarto na noite chuvosa, grande, larga e com possíveis orelhas pontudas... e num segundo trovão, a porta se fecha e bate forte. A garota levanta assustada e tenta abrir mas não tem sucesso, ficando presa ali por pelo menos essa noite e sem saber o que a acompanhava.
“Ela caminhou até o espelho e colocou no rosto um lindo sorriso, era quase um sacrifício vestir, mas ainda servia pra muitas ocasiões.”
— Sean Wilhelm.
The imperial summer palace, or Yuanming Yuan, evolved over time into the main residence of the Qing emperors. Eight miles north of the Forbidden City, it was constructed throughout the 1700s and early 1800s, as emperors successively added gardens, water features, follies, and eventually European-style palaces.
Yuanming Yuan was burned from October 18th to October 21s of 1860, during the Opium Wars, by the Anglo-British Expeditionary Force. These photographs were taken on October 18th before the palace was burned.
Frozen 2