amo gabriel fernando, tô altamente obcecada, e não sei se é loucura da minha cabeça, mas ele me passa muuuuuito a vibe da música talvez você precise de mim do veigh
então, se você se sentir inspirada, pode escrever algo nesse estilo?
████████ɴᴏᴛɪɴʜᴀ ᴅᴀ Sᴜɴ: FAZER UM PEDIDO DO GABRIEL FERNANDO COM VEIGH FOI DE MATAR, TÁ??? EU AMOOO!!! Fiquei tão maluca pra escrever isso que não consegui escrever nada — e tudo que eu escrevia parecia ruim. Então eu literalmente só sentei aqui e escrevi sem pensar se tava bom ou não. Ficou autêntico. Espero que você goste, meu amor!!! ♥️
— Tá, eu fui grosseiro contigo, eu admito — você escutou Hyuck dizer enquanto o seu salto fazia barulho na calçada. Sentia raiva dele, mas adorava quando ele te seguia daquele jeito, como se fosse um cachorrinho perdido, encantado por um transeunte — mas, porra, me ignorar assim vai adiantar alguma coisa? Você me ama, eu te amo. Vamo fazer as pazes, dá um bolo nas tuas amigas e vamo sair juntos.
Você se virou finalmente, olhando pra ele. Odiava aquele homem com todas as forças do universo. Odiava como ele tinha as respostinhas prontas, como beijava o ponto pulsante do teu pescoço e te fazia derreter nos braços dele. Odiava que ele fizesse tão o seu tipo, odiava o quanto ele era despojado, se fazia de desentendido, desinteressado, quando na verdade queria. Queria muito.
E ele te queria demais. Tanto quanto você queria esganá-lo e depois beijá-lo forte — infelizmente não podia fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
— Me desculpa, eu tava num dia ruim e joguei tudo em você. E você tava... — você esperou ele dizer, com a mão na cintura, as sobrancelhas erguidas e a língua no céu da boca.
Haechan suspirou. Sentia tesão em você até quando você era uma gostosa maldosa com ele, vestindo um vestidinho minúsculo, folgado, e sandálias de salto alto. Tinha pintado as unhas de vermelho só pra provocá-lo, porque ele amava a cor em você — contrastava com a sua pele que ele sabia, era macia feito algodão.
— Você tava com os hormônios à flor da pele por causa da tensão pré-menstrual.
Você sorriu, e Haechan sorriu também, feliz por ter acertado alguma palavra no diálogo.
Ele se aproximou, olhou ao redor — estavam em frente à casa da dona Ângela, que naquela hora já devia estar dormindo. E Haechan tinha crédito, já que absolutamente todas as velhinhas do bairro adoravam aquele ser irritante.
Te pressionou de levinho no muro, os rostos iluminados pela luz meio amarelada do poste. Acariciou sua face, afastou um cachinho perfeito teu pra trás e beijou suavemente sua bochecha como ponto de partida — mas queria mesmo era chupar teu lábio.
— Eu preciso de você... Preciso de você quando acordo, no decorrer do dia e, principalmente — Haechan desceu com a boca pro teu pescoço, te deixando desorientada com a língua que lambeu e a boca que sugou tua pele devagarinho, sem pressa. A mão afundando na tua cintura enquanto suas mãos passeavam por toda parte do corpo dele que podiam alcançar. Você sentiu o sorriso dele no teu pescoço, o ar quente sair da boca dele quando apalpou a bunda perfeitinha abaixo daquele jeans. Vocês eram dois safados diplomados — principalmente de noite, quando eu quero meter nos teus seios e percebo que você não tá na minha cama pra gente foder.
— Eu te odeio.
— Você me ama, isso sim. E talvez precise de mim também.
Teus olhos se cruzaram com os dele — quentes, intensos, te despindo sem precisar tirar tua roupa. Era a habilidade secreta dele. Você passou os dedos pelo maxilar levemente áspero por uma barba que ele não tinha feito — o que era ótimo. Te lembrava que, mesmo com aquela carinha de criança, o seu homem tinha 26 anos e condizia com toda frase safada que saía da boca dele.
Beijou de levinho, pressionando os lábios, mordendo o lábio inferior dele, brincando, provocando, instigando da forma que você sabia que ele era viciado.
— Acho que eu preciso de você sim. Senti sua falta. Promete que não vai ser mais babaca? Apesar de você ser homem.
— Tá triste com isso?
— Na verdade, não — você ri, abraçando-o, enterrando os dedos nos cabelos dele que cheiravam a shampoo. Segurou-o pela camiseta, puxando pra Haechan ficar bem pertinho. Sussurrou com os rostos colados, as bocas se roçando — amo você e amo a sua peça.
— Você é ridícula — ele sussurra também, voltando a beijar seu pescoço, fazendo você derreter com o cheirinho doce dele. Haechan tinha gosto e cheiro de açúcar, caramelo puro. Ele era cachorro também, o que combinava perfeitamente. Convincente como o diabo, cair no papinho dele não era escolha, era certeza — essa versão tua aí fui eu quem criou.
Haechan sorriu, pertinho da sua boca. Fez que ia te beijar, você se inclinou e ele se afastou, os olhos semicerrados, sexy pra caralho. Você revirou os olhos e ele segurou teu queixo, depois pressionou suas bochechas só pra você fazer aquela careta de peixinho e ele beijar o biquinho que teus lábios formaram.
Com um sorrisinho sacana, enquanto te encurralava cada vez mais com o próprio corpo contra a mureta, Haechan falou pra ti:
— Hora de agradecer ao teu criador. De preferência, de joelhos.
── .✦ɴᴏᴛɪɴʜᴀ ᴅᴀ sᴜɴ: tô com “mooo!” da Doja na cabeça e eu não sei por quê, mas tava pensando muito no Mingyu num contexto country club, touro mecânico, essas coisinhas… aí escrevi isso!! espero que vocês gostem!!
P.S.: por culpa da Cece, eu não consigo mais escrever com o Mingyu sem pensar em rosa, então é isso — ela é minha maior inspiração pra escrever com esse homem KKKKKKK mas não sintam ciúmes!!! escrevo pra todas vocês.
beijocas!! muah!! 💋✨
— eu não quero bebida, quero aquele combo que a gente pede no Mc, batatinha com cheddar e bacon e o milk-shake de morango — você gritou no ouvido de Mingyu enquanto uma loirinha de chapéu igual ao seu, com a exceção de que o seu chapéu sertanejo rosa parecia ter sido enfeitado por uma garotinha de dez anos, repleto de plumas e uma coroinha de plástico prata, saía da plataforma do touro mecânico aos risos. Ela piscou pra você, porque tinham se conhecido no bar daquele country club e você adorava fazer amizades com pessoas desconhecidas, sem saber nome, profissão ou idade; eram apenas duas almas se entrelaçando por coincidência do destino.
Porém, com Mingyu a situação era um pouco diferente. Se conheciam desde que ele tinha os dentinhos tortos; você acompanhou cada namorada, cada rolo, enquanto os seus lances aconteciam também. Nunca entravam em sintonia: se um tinha um ficante, o outro estava solteiro, e quando enfim aparecia alguém, o ficante desaparecia. Mas não agora, não no seu pré-aniversário de vinte e seis anos. A tradição era a mesma, se repetia a cada ano: um dia antes do aniversário de vocês, vocês sempre arranjavam um tempo pra comemorar só os dois e, em todos aqueles anos, aquele tempo de qualidade não apresentava risco algum. Até hoje.
— pronto. é o tempo de você subir nesse touro e ficar, sei lá, uns 30 segundos? — Mingyu ajeitou teu chapéu na sua cabeça, capturando a cordinha que terminava no seu decote com os dedos, indo até o final e encostando a pele na sua, de levinho, embora tenha sido o bastante pra acender alguma coisa dentro de você. Sinceramente? Era uma surpresa que vocês ainda não tivessem se pegado em ocasiões feitas aquela. Mentiria se não dissesse que não sentia o friozinho no estômago com medo de estragar tudo o que tinham, mas as duas cervejas que você bebera mais cedo tornavam tudo menos preocupante, provavelmente pra Mingyu também, considerando as bochechas suavemente vermelhas.
— tá insinuando que eu não monto bem? — você questionou, se aproximando um pouco mais, queixo erguido. Mingyu sorriu, desviando o olhar por alguns segundos, como costumava fazer diante de alguma atitude petulante sua. Você tocou o rosto dele com as pontas dos dedos, guiando-o de volta a você — olha pra mim. Tá querendo dizer que eu não sou uma boa amazona?
— como eu vou dizer alguma coisa se ainda não tive a chance de te assistir cavalgando? — Mingyu indagou pertinho do seu ouvido, passando dois dedos no passante do cinto da sua calça jeans cintura baixa. Você abriu a boca, incrédula. Aquela era a primeira vez que falavam de baixaria um com o outro, porque obviamente você não se referia à sua capacidade pouco eficaz de montar um cavalo e muito menos um touro bravo, e você se sentia nas nuvens, sem saber dizer se a vontade de fazer xixi era consequência do álcool ou do tesão — um pouquinho dos dois.
— 5 minutos — você disse de repente, saindo do transe quando percebeu que você era a próxima na fila a brincar no touro. Mingyu fez aquela carinha típica que dizia “do que você tá falando, sua maluca?”, enquanto você sorria com malícia — te conto depois.
Você teve certeza de que provavelmente só duraria 30 segundos mesmo, ou até menos, em cima daquele touro no primeiro tranco que ele deu, mas conseguiu fazer sua meta de pelo menos levantar uma mão e segurar a aba do chapéu de cowgirl toda boazuda enquanto girava no brinquedo. Conseguiu visualizar Mingyu te gravando de soslaio; se perguntava se ele prestava atenção no seu rosto sorridente, nos seios que praticamente saltitavam da regatinha rosa-choque ou no seu quadril, no seu bumbum belamente excepcional naquela calça jeans dos demônios.
Na verdade, Mingyu prestava atenção em cada mínima coisa que te formava, e esconder aquilo naquela noite estava sendo insuportável.
A primeira coisa que fez quando saiu do touro — na verdade, você caiu dele, de um jeito vergonhoso como todo mundo, quase perdera o próprio chapéu — foi procurar Mingyu no balcão do bar, e realmente o encontrou no cantinho com uma entrega clandestina do iFood, o que você pedira pra ele em troca de subir naquela geringonça.
— desculpa, não consegui te ver cair porque o pedido chegou. Timing de merda, né? — você sorriu, colocando o chapéu no tampo do balcão, meio grudenta de suor. Certamente Mingyu não estava esperando seu abraço, que veio meio sem pensar, embora você não visse a hora de fazê-lo; sentir tal urgência era assustador, como todo sentimento novo costumava ser.
Você ergueu a cabeça e Mingyu afastou uma mecha do seu cabelo pra trás, a mão roçando de leve na sua orelha, o bastante pra te fazer tremular como nunca antes. Ele respirou fundo, lambeu o lábio inferior e depois mordeu-o com os dentes; seu corpo sabia exatamente o que fazer, a mente nem tanto, o coração concordava com o seu corpo grande.
— não gosto de jogos — Mingyu começou. Naturalmente, você deslizou os braços ao redor do pescoço dele, aproximando os corpos, enquanto ele enlaçava tua cintura com as mãos o dobro da sua; as mesmas mãos que você sentia um tesão do caralho e não podia revelar, porque ele era o seu único melhor amigo do sexo oposto. Seria como ir contra algum valor da cartela de regras de melhores amigos de sexos opostos, embora naquela noite você estivesse ávida pra quebrar toda e qualquer regra existente — gosto pra caralho de fazer piadinha suja com você, mas não gosto da ideia de te querer e não te ter no fim da noite. Então, se você tá só brincando, se você não quer que eu te coma hoje, por favor, fala.
Você gostava do contraste: a forma como ele te falava naquele palavreado sujo enquanto esbanjava olhos pidões e boquinha brilhante da própria saliva, porque ele lambia os lábios num tique de nervosismo que parecia ter adquirido naquele momento, por sua causa.
— não tô brincando...
Um sussurro, um sussurro seu, e no instante seguinte as bocas se encontravam, com fome. Mingyu orgulhosamente te guiava, subindo a mão em direção ao teu pescoço, a língua deslizando contra a sua, sem pressa e, ao mesmo tempo, sem muita delicadeza. Você se deixava ser levada, embora os dedos tenham se enroscado nos cabelos da nuca dele, puxando com cuidado cruel, fazendo-o descolar a boca da sua apenas para suspirar, safado.
— 5 minutos — Mingyu disse, meio ofegante, acariciando tua bochecha, o polegar pertinho da sua boca.
— o quê?
— o que você me disse mais cedo — você sorriu, querendo muito mudar de assunto, mas sabia que ele te infernizaria até saber o que aquilo significava.
— ah, geralmente vocês, caras, duram isso quando eu tô... você sabe — Mingyu sorriu também, desenhando os seus lábios enquanto passava o dedo por cima deles.
— montando? quicando? sentando?
Seus lábios se abriram num sorriso envergonhado, ao mesmo tempo em que você tentava em vão desviar o olhar pra não ficar tão quente.
— vou ganhar tua sentada e nem é meu aniversário. E você...
Mingyu chegou próximo do teu ouvido, como havia feito antes, com a diferença de que seu coração parecia prestes a saltar da boca.
— vai ganhar minha pica de presente.
vocês pediram, eu trouxe porque sou cadelinha de vocês, beijusss!!! @yeriimroom @gigirassol-i @krixii
você tem um fetiche específico. ser tomada por seu namorado, enquanto ele usa uma fantasia de fantasma. em uma noite de sexta-feira 13, na festa a fantasia que promovem, seu desejo se torna realidade. ou ao menos parte dele; já que é tomada pelo ghostface, mas não necessariamente seu namorado, e sim o melhor amigo dele.
avisos; sexo sem proteção, oral!masc, traição.
Alguma música do Pitbull tocava as caixas de som jbl espalhadas pela casa em uma só Jam. O som parecia relativamente distante, do quarto fechado de sua amiga, dona da casa. Era uma festa pré halloween, em uma sexta-feira treze, em um outubro mais frio que o normal. As folhas já estavam todas no chão, as árvores secas, mas para você, o clima era agradável. Gostava do frio.
Seus pés balançavam no ar, sentada na beirada da cama, enquanto vestia sua fantasia de Velma, do Scooby Doo, versão sexy. Ansiosa, aguardava seu namorado. Uma vez, já alta, havia admitido para ele — em uma roda de amigos, jogando verdade ou consequência, que tinha fetiche em ser fodida pelo Ghostface, personagem da franquia de terror. Imaginava a sensação de ser amada, tocada, acariciada, por um personagem que fora criado para dar medo. Parecia loucura, mas qual fetiche não é? Aquele era o seu.
Aproveitaram então a festa a fantasia para realizarem aquele sonho despudorado. Sua amiga havia lhe emprestado o quarto, já que estava muito ocupada em amassos dentro do carro de Mingi, o bonitinho fantasiado de pirata. Por isso, estava ali só aguardando Wooyoung.
Quando a música se torna relativamente mais alta, entende que a porta havia sido aberta. Por isso levanta o olhar, encontrando um corpo forte, alto, ombros largos, totalmente vestido de preto, uma capa com capuz cobrindo as costas tão largas quanto. E a maldita máscara ali, tampando o rosto bonitinho.
Rosto esse que era munido de covinhas, e olhos carinhosos. Choi San era melhor amigo de seu namorado. Viviam juntos. Cresceram juntos. No dia em que você admitiu seu desejo, San era um dos que estavam na rodinha. A troca de olhares rápida com Wooyoung não foi percebida, mas eles se entendiam.
E era por isso que Wooyoung estava em algum lugar da festa trepando com um garota qualquer, e ele estava ali, no quarto. Olhando seu rostinho confuso, captando cada detalhe do corpo dele. Era mais forte que Woo, era fato. E talvez sua confusão se devesse a isso.
San caminha devagar, após trancar a porta do quarto. Para em sua frente, ainda sentadinha na beirada da cama. Não diz nada. Estende a mão, protegidas por luvas também negras, e pega sua mão pequena. A leva até o próprio pau, coberto por camadas de roupa. Esfrega de cima para baixo, suspirando baixinho. Seus olhos grandes o encaram com tesão, curiosidade, e nunca pareceu tão quente ali, de baixo daquela fantasia.
Ele coloca o joelho na cama, forçando-a a se deitar debaixo dele, e amaldiçoa levemente a máscara que usa, mesmo que seja o motivo daquilo tudo, porque queria poder beijá-la.
A primeira peça que ele retira, é a capa. Apenas de calça e camisa social, você finamente entende que não é Wooyoung ali. Conhece seu namorado. Por isso seus olhos se arregalam em um pânico crescente.
Isso o interessou.
O cheiro da máscara vinilica contrastava com o perfume másculo, com um toque cítrico, que você conhecia de algum lugar. Tinha certeza. A mão dele sobe devagar por seu pescoço, não para feri-lá, mas para marcar território. Como se ali, estivesse dizendo que você era dele.
Sua respiração falhou quando a mão livre dele tocou sua cintura com força, e mesmo com as luvas, você conseguiu sentir um anel em seus dedos.
Tão perto que você sentia a respiração dele por trás da máscara, lenta, controlada… como se estivesse se divertindo com cada segundo da sua espera. E aquela aura não lhe era estranha. A mão dele subiu devagar, traçando o caminho do seu braço até entrelaçar seus dedos, prendendo-os acima da sua cabeça contra a parede. O gesto não era bruto… era deliberado. Controlado.
Como tudo que era feito por… San. San! Não tinha como não ser.
“— Sannie… O que…?” — ele solta uma risada baixa, quase intima.
“— Surpresa.” — a voz grossa confirma suas suspeitas. É ele ali. Em carne e osso. A confusão nubla seus olhos a medida em que ele põem o próprio tronco ereto, para abrir botão por botão de sua camisa.
O nome do Choi quase sai de sua boca em tom de gemido. Percebe que ele ainda está com a pelve colada na sua.
Quase.
“— Você ‘tá louco? Cadê o Wony?” — você sussurra, se sente sem forças para tentar tirá-lo de cima de você.
“— Trepando com qualquer uma pelo quintal da tua amiga.” — o peso da resposta cai como uma sentença, dói. Você sabia que seu namorado não era nenhum santo, mas escutar isso da boca do melhor amigo dele era demais. “— Ô, linda… Não fica tristinha. Sannie ‘tá aqui pra vingar você.”
“— E-ele confia em você…”
“— Eu sei.” — San responde sem hesitar, a voz abafada pela máscara.
“— Então por que você tá aqui?” — sua voz falhou. “— Por que eu?”
“— Porque eu tentei ignorar… Juro… Tentei ser só o amigo, aquele que protege, aquele que não deseja… E porque toda maldita vez que aquele filho da puta te beijava na minha frente, eu desejava estar no lugar dele. Te beijar, te tocar, te foder. De te ter pra mim.”
“— Isso é errado.” — murmura. Nem ao mesmo você acreditava nas suas palavras. O estômago revirava em um misto amaldiçoado de culpa e desejo.
“— Eu sei. E mesmo assim você continua se esfregando no meu pau.” — você enfim percebe que ondulava o próprio quadril na direção do pau ereto de San, que ainda estava deitado por cima de você. Você sentiu as lágrimas ameaçarem cair, não de medo — mas de conflito.
“— Eu amo o Wony.” — diz, como se precisasse convencer a si mesma.
“— Eu sei, amor… É isso que me destrói… Porque eu sei que eu seria bem melhor pra você do que ele.” — acaricia seu rosto, desta vez sente uma real ternura. “— Você tem que pedir pra parar. Porque se eu continuar, não vai ter volta. Pra nenhum de nós três.
Você respirou fundo. Uma. Duas vezes.
Levou as mãos até o peitoral malhado, arranhou de levinho, vendo os pelos do braço dele se arrepiarem. Odiava o fato de que parte de você se sentia segura com ele aqui, como se fosse o correto. Odiava o fato de que ele estava certo, já que estava molhada demais, esfregando-se nele como uma cachorrinha necessitada.
Você fechou os olhos por um segundo. Pensou no seu namorado. Pensou em tudo que podia perder. Pensou em quem você estava se tornando naquele instante.
Quando abriu os olhos de novo, não se afastou. Ele considerou um sim. Abriu o botão da calça social, a descendo com a cueca, de uma vez só.
“— Presta atenção. Você vai me mamar agora, bonitinha, e se fizer certinho, eu te fodo. Entendeu?”
A cena seguinte se desenrola em arfares descontrolados vindo de San, e o comprimento dele em sua boca. Era grosso, grande, gostinho salgado de pré gozo no topo. Ele te colocou de joelhos no chão, enquanto permanecia de pé, impulsionando o quadril para frente e para trás, tentando ir o mais fundo possível. Você tentava relaxar a garganta, mas era quase impossível, uma vez que as investidas eram rápidas e fortes. San se sentia no céu. Te ter ali, ajoelhada para ele, tão entregue, por pura e espontânea vontade o mamando, enquanto o imbecil do namorado dela estava lá fora a traindo.
Eram amigos? Sim. Mas não impedia San de apontar os erros de Wooyoung, ou até de corrigi-lo.
“— Caralho… Que boquinha gostosa, amor. Vai me fazer gozar assim.” — a manha na voz de San a fazia pulsar. Tudo era tão proibido, te trazia um misto de sensações perigosas.
Ele agarra seu cabelo, formando um rabo de cavalo, e a levantando. A calça está aberta, o membro para fora, e a visão dele sem camisa era surreal. Ele joga seu corpo na cama, subindo por cima de ti novamente, e levanta sua saia minúscula, apenas para poder colocar sua calcinha para o lado, e entrar de uma vez em sua bucetinha molhada.
“— San!” — geme mais alto do que parecia ser permitido para aquele momento, então logo ele retira a luva de uma das mãos, e tampa sua boca, para abafar sua voz.
“— Fica quieta, porra. Quer que encontrem a gente assim?” — a voz dele soava baixa demais através da máscara. “— Quer…? Quer que vejam você, a menina boazinha, fudendo com o melhor amigo do namorado, ahn? Quer que saibam que eu te comi? Nã, ãn… Vai ser nosso… Vai ser nosso segredinho, ouviu?” — as palavras de San pareciam afetar ele tanto quanto afetavam você. Eram ditas de maneira dengosa, arrastada, entre gemidos gostosos. Queria poder ver o rosto dele, beijá-lo.
“— San… Eu quero te ver.”
“— Porra, não me pede isso.”
“— Eu preciso.” — tão necessitada. Não era capricho, não era desejo. Precisava vê-lo. As estocadas eram tão fortes, nunca havia se sentido daquela maneira antes.
Sabia que quando ele tirasse a máscara, seria diferente. Seria uma confirmação visual da traição, de como foi fácil se entregar para ele. O ritmo diminui, porém não a força. Continua, desta vez devagar, fundo.
A mão dele subiu até a máscara. Parou. Desceu. Subiu de novo. Indecisão misturada com desejo mal contido. Ele puxou a máscara devagar, sem pressa, como se quisesse que você sentisse cada segundo. Primeiro a boca, pequena, mas como se sempre estivesse com um biquinho dengoso. A mandíbula tensa. A respiração pesada. Depois o nariz, o contorno do rosto que você já conhecia bem demais, agora carregando outra intenção. As malditas covinhas estavam ali, na bochecha dele, enquanto ele apertava os lábios em uma linha reta, sinal de tensão.
Os olhos dele estavam presos nos seus, atentos à sua reação, avaliando, dominantes. Não havia culpa ali naquele instante. Só consciência do que estavam fazendo. A proximidade ficou insuportável. O ar quente entre vocês.
“— É isso que você queria, amor? Me ver te comendo?” — por mais que as palavras sejam carregadas de sensualidade, há um toque de ternura ali.
“— É.” — responde rápido. “— Era isso.”
Os olhos dele desceram por você lentamente. Avaliando. E novamente torna a meter, desta vez podendo beijá-la. A língua macia e quentinha em um contato desesperado com a sua, como se fosse engoli-la.
“— Sannie…” — geme novamente, baixinho, os lábios grudados nos dele.
“— Isso, geme meu nome, geme… Goza pra mim, goza em mim.” — totalmente descontrolado, San te abraçava, metia, com uma possessão fora do normal. Você não era dele. Mas ele gostaria muito que fosse.
Na manhã seguinte, o mundo continuava funcionando como se nada tivesse acontecido. O sol entrava pela janela. O celular vibrava com mensagens comuns demais. E quando seu namorado apareceu, sorrindo, te beijando na testa como sempre… a culpa veio como um nó na garganta.
“— Você tá estranha.” — Wooyoung comentou, sentando ao seu lado. “— Dormiu mal?” — você assente rápido demais.
“— Pesadelo.”
“— Hmm… Depois a gente descansa. A festa ontem foi demais. Desculpa por ter sumido, Mingi passou mal, né.” — diz, descarado. Sabia muito bem onde Mingi estava, e ele não estava passando mal. E sabia muito bem onde Wooyoung estava. Dentro de alguma garota. “— Se arruma lá, a gente vai na casa do San. Pessoal tá lá fazendo um churrasco.”
Seu coração quase parou.
Horas depois, quando você chegou, ele já estava lá. Sem máscara. Sem sombra. O melhor amigo do seu namorado levantou do sofá e sorriu, o mesmo sorriso de sempre. Familiar. Inofensivo. Com as covinhas carinhosas e fofas adornando suas bochechas.
Mas os olhos encontraram os seus por um segundo a mais do que o normal.
Só você percebeu o aviso silencioso neles.
Não olha pra mim assim. Ele vai desconfiar.
“— Tá tudo bem?” — Wooyoung passa o olhar entre vocês dois.” — Parecem tensos.”
“— Tudo.” — ele respondeu rápido demais.
“— Tudo.” — você repetiu, sentindo o estômago embrulhar.
Wooyoung dá um olhar mais longo para o amigo, provavelmente com medo de San ter dito a você onde ele estava na noite anterior.
Ah, ele fez bem pior. E agora estava sentado ali, rindo das mesmas piadas, dividindo a mesma cerveja.
E você soube, com um arrepio lento: a verdadeira traição não era o que tinha acontecido.
Era o quanto ainda poderia acontecer, e o quão fácil você cederia.
⊹ ࣪ ˖ avisos: + 18, smut, sexo desprotegido, hongjoong dom e bigdick!! sizekink, consumo de bebida alcoólica, tapinhas, spitkink, leitora é chamada de puta, relacionamento não estabelecido, e a leitora é uma SAFADA :)
“Joongie, você pede mais um desse pra mim?” Você se apoiou nos ombros do rapaz ao seu lado; a voz embargada já denunciava o efeito dos dois últimos drinks que havia tomado.
“Mais um, gatinha?” Ele arregalou os olhos num sorriso travesso. “Você aguenta mais?”
Você riu boba da pergunta, a frase soando indecente na sua cabeça. Talvez fosse a bebida… ou simplesmente o fato de ter Hongjoong tão pertinho, olhando pra você daquele jeito encantado.
Assentiu de forma exagerada, pegando a taça com o líquido azul e virando de uma vez o restinho da bebida.
Hongjoong riu, puxou uma de suas mãos dos ombros apenas para dar um beijinho carinhoso nela, observando você com diversão estampada no rosto.
Ele se afastou um pouco com a cadeira, fez sinal para o garçom que passava e fez o pedido. Você nem conseguiu ouvir direito, afogada pela música alta que explodia nas caixas de som atrás de você.
♡
As saídas de sexta à noite eram sagradas para o grupo. Sempre escolhiam algum bar diferente para passar horas entre comida, gargalhadas e bebidas, geralmente até o estabelecimento fechar.
E você não costumava beber tanto assim… pelo menos não no ritmo daquela noite. Mas o clima parecia perfeito, e os drinks coloridos e docinhos te conquistaram rápido demais. Depois da segunda taça decorada, você já estava mais que feliz. E qual era o problema de beber uns golinhos a mais de vez em quando? Seu Joongie estava ali, então não havia motivo para se preocupar.
E, em meio a uma mesa cheia de bêbados, Hongjoong era o único sóbrio. A responsabilidade de dirigir era toda dele, então passou a noite no refrigerante. E, ao contrário do que muita gente imaginaria, ele não se incomodava nem um pouco. Na verdade, achava até divertido observar os amigos perderem a timidez conforme as bebidas chegavam.
Mas ele tinha seus favoritos.
Sentar ao seu lado, com o privilégio de ver você solta, leve e totalmente à vontade perto dele, era a melhor parte da noite. Vocês já tinham saído milhares de vezes e não era a primeira vez que ele te via altinha. Mas, nas últimas semanas, algo entre vocês tinha mudado. Os dois decidiram manter em segredo, afinal, não era nada demais aquela relaçãozinha sem-vergonha que escondiam dos amigos, então pra que comentar?
Ainda assim… o jeito que ele olhava pra você, com aquele sorrisão aceso enquanto te assistia cantar na cara dele como se fosse a melhor cena do mundo, era coisa de gente apaixonada. E sorte a de vocês que seus amigos estavam bêbados demais para notar os olhares e toques trocados, porque aquilo ali definitivamente já não era coisa de melhor amigo.
O drink azul chegou à mesa acompanhado de uma garrafinha de água. Hongjoong colocou a taça na sua frente e a garrafa de plástico ao lado.
“Você bebe essa aguinha também, tá bom?”, disse suave, quase roçando a boca no seu ouvido.
Você forçou um bico, manhosa demais, principalmente com ele. Antes que pudesse protestar, ele continuou:
“Você vai me agradecer amanhã…” Ajustou uma mechinha rebelde que insistia em cair sobre o seu rosto.
Não deixou nem você abrir a garrafa. Ele mesmo fez questão, colocou um canudinho pra fechar com chave de ouro o tratamento de princesa que ele tanto amava te oferecer.
Quando ele te ofereceu a água, você bebeu pelo canudinho sem desviar os olhos dele. Foi inocente da sua parte… mas não pra ele, que arqueou as sobrancelhas, apertou os lábios e desviou o olhar no instante em que a mente dele conectou a imagem a memórias não tão inocentes assim.
“O que foi?” Você soltou o canudo com um estalinho, se divertindo com a carinha envergonhada dele.
“Nada, meu amor. Toma sua aguinha.” Ele deu uma olhadinha discreta ao redor, checando se algum amigo estava vendo a cena.
Por sorte, o grupinho já tinha se dispersado pelo bar. Vocês dois ficaram sozinhos sem nem perceber; Hongjoong estava tão focado em você que não notou os outros levantando.
“Jongie…” Você deitou a cabeça no ombro dele. “Dá beijo?”
Ele te olhou de cima, riu baixinho. “Amor, aqui não pode.”
“Jongie, por favooor!” Você choramingou, batendo os pezinhos no chão com drama.
Ele riu abafado e deu outra olhada ao redor. Viu que estavam seguros, longe dos olhares dos amigos, e se aproximou. Depositou um beijinho molhado nos seus lábios.
“Quero mais.”
“Depois, tá bom?” Ele passou o braço ao seu redor, te puxando pra mais perto e deixando um beijo casto no topo da sua cabeça.
Não era que Hongjoong se importasse com os amigos verem. Ele mesmo vivia dizendo que não dava a mínima pra isso. Mas respeitava a sua vontade de manter as coisas entre vocês no sigilo… mesmo nos dias em que você esquecia que tinha tomado essa decisão.
Bebeu mais um pouco do drink em goles longos. A sensação pesada na cabeça já não te deixava ficar ereta na cadeira por mais de um minuto, te fazendo desabar molinha sobre o corpo do amigo.
Hongjoong percebeu o cansaço estampado no seu rosto e, pelo horário e pelo estado geral da mesa, já estava mais que na hora de irem embora.
Quando os amigos voltaram, ele pegou sua comanda junto da dele e se levantou.
“Vou ali pagar nossa conta, já volto, tá bom?”, murmurou no seu ouvido, enquanto a mão dele pousava naturalmente na sua coxa descoberta, fazendo um carinho discreto.
Ele sumiu entre a multidão, e você aproveitou a deixa para virar o restinho do drink. A embriaguez, antes divertida, agora dava sinais de que queria te derrubar, e o clássico “por que eu bebi tanto?” martelou na sua cabeça.
Apoiou o rosto nas mãos, fechando os olhos pesados. Se ficasse mais três minutos naquela posição, dormiria ali mesmo sem culpa alguma.
Do outro lado do bar, Hongjoong pagava a conta, sempre com os olhos te acompanhando no meio da multidão. Chegou a rir sozinho, achando fofo o seu jeitinho bêbado, lutando contra o sono sentadinha na cadeira.
Quando voltou à mesa, parou atrás de você, colocou a própria jaqueta sobre seus ombros e se abaixou para falar perto da sua nuca:
“Vamos?”
Você soltou uma risadinha preguiçosa. A voz dele naquele ponto sensível do seu pescoço te arrepios suaves. Se ajeitou rápido e segurou firme a mão dele para se levantar.
O peso do corpo parecia ter triplicado, e a visão turva também não ajudava. Claramente não tinha sido uma boa ideia beber tanto tempo sentada.
Segurou nos ombros de Hongjoong, que te amparou pela cintura no mesmo instante.
“Tudo bem?”, ele perguntou, preocupado, ainda que o sorriso canalha não deixasse o rosto dele.
Você assentiu tímida.
Nem pensou em pegar a bolsa; Hongjoong já tinha colocado no próprio ombro. Vocês se despediram dos amigos e seguiram para a rua, ele com a mão firme e cuidadosa na sua cintura durante todo o caminho.
“Vou te deixar em casa, tá bom?”, afirmou enquanto te ajudava a ajustar o cinto de segurança.
“Não, Jongie…” Você choramingou manhosa. “Cê precisa ficar lá comigo!”
Hongjoong ponderou por alguns segundos. Nas condições em que você estava, o melhor seria mesmo não te deixar sozinha. Mas ele também te conhecia… principalmente nesse estado.
“Você promete se comportar?”, perguntou autoritário.
Seu biquinho teatral virou um sorrisinho malicioso na mesma hora.
“Como assim, Jongie?”, você perguntou com uma vozinha fingidamente inocente, encarando ele com os olhos brilhantes.
“___, tô falando sério!”, ele repetiu, mais firme. A voz grave vibrou dentro do carro e desceu direto para o lugar onde você menos queria que ele percebesse. Tomara que ele não tivesse notado o jeito que você apertou as coxas.
♡
As provocaçõezinhas durante todo o trajeto não surtiram efeito algum sobre Hongjoong. Inclusive, começaram a deixar o moreninho um tanto irritado. O que, para o azar dele, só aumentava ainda mais o seu fogo.
O máximo que você conseguiu foi um beijinho bem sem graça, para o seu gosto, dentro do elevador enquanto subiam para o seu apartamento.
O efeito da bebida não dava sinal de que iria passar tão cedo, mas mesmo sob ele, você percebeu a paciência de Hongjoong esvaindo à medida que o atormentava cada vez mais.
“Jongie, mas eu só quero um carinho…” Suas mãos passeavam pelo abdômen musculoso enquanto você o abraçava por trás. Podia sentir os músculos travando ao seu toque.
“Eu já falei que não.” Ele tentava te afastar delicadamente com uma mão e abrir a porta do apartamento com a outra.
Você bufou impaciente ao entrar no apartamento, jogando os saltinhos em um canto qualquer e correndo para o banheiro.
Emburradinha, se enfiou lá sem nem olhar para trás. Hongjoong acompanhou a ceninha, revirando os olhos e murmurando um “mimada pra caralho…”
Ele fechou a porta e pegou seus sapatos, levando-os até o quarto para guardar no lugar certo.
Parou na frente da porta do banheiro: “Não se tranca aí dentro, cê não tá em condições…”
“Sai daqui! Tô braba com você!” murmurou você de dentro do cômodo. Ele não podia te ver, mas conseguia imaginar o bico enorme que você fazia enquanto falava isso.
Ele se sentou na frente do banheiro, encarando a porta, pronto para te socorrer caso precisasse.
“Você tá braba porque eu não quero te comer?” Não conseguiu conter o riso ao perguntar isso. Parecia até piada, mas não para você, que ficou ainda mais irritada ao notar a graça na voz dele.
“Sim, Hongjoong… Sai daqui!” Você falou mais alto, numa tentativa de soar imponente. Ele só achou ainda mais graça.
Depois de muita dificuldade, finalmente conseguiu tirar o vestidinho apertado e entrar no chuveiro.
A água quente relaxou ainda mais o corpinho. Você tentou ser rápida, mas a coordenação atrapalhada não ajudava muito.
♡
Quando saiu do banheiro após o banho, já vestida com o pijaminha estampado, deu de cara com Hongjoong estendendo um cobertor rosa pink no sofá.
“O que tá fazendo?” murmurou ainda bicuda, embora já nem lembrasse direito o motivo de ter ficado brava com ele.
“Minha cama, ué!”
“Você não vai dormir comigo?” perguntou triste, as sobrancelhas franzidas em uma carinha de cachorrinho que perdeu o rumo.
Ele te encarou impaciente, de novo, como se a resposta fosse óbvia.
“Hoje não…” Voltou a atenção para a cama improvisada na sala.
“Mas, Jongie, eu vou me comportar…” Você se aproximou devagarinho, abraçando-o por trás.
“Você já disse isso antes…” Ele te repreendeu com as palavras, mas não fugiu do seu abraço.
“Mas eu me comportei!” Você bateu o pezinho insistente.
“Pedir pra chupar meu pau enquanto eu dirijo não é se comportar…” Ele segurou suas mãos, afastando-as gentilmente enquanto se virava para te encarar com um sorriso.
Você bufou, murmurou algo inaudível, mas não conseguia pensar em um argumento válido para ganhar aquela discussão. Então apelou.
“Mas e se eu precisar de você de noite? Eu ainda não tô totalmente sóbria…” Abraçou-o novamente, apoiando o rosto molinho no peito dele.
“Sim, e é por isso mesmo que eu vou dormir aqui, bem longe do perigo que é você.” Ele riu e puxou seu rosto entre as mãos para dar um beijinho suave na pontinha do nariz.
“Jongiee… Por favorzinho?” O biquinho e os olhinhos brilhantes, quase de gatinha, eram golpe baixo.
“Você promete que vamos deitar e você vai dormir?” Perguntou sério, estreitando os olhos para você.
“Prometo!” respondeu rápido, mal conseguindo disfarçar o sorriso malicioso nos lábios.
♡
Hongjoong deitou ao seu lado na cama de casal, mantendo uma distância “segura”, nas palavras dele. Estava praticamente caindo pela beirada.
“Vem mais pra cá, não vou te morder!” reclamou manhosa, com o rosto afundado no travesseiro fofinho.
Hongjoong te espiou pelo canto do olho, como se realmente estivesse com medo de que você fosse morder ele. Talvez fosse…
Ele se aproximou devagar, ainda cauteloso, deitando de barriga para cima, os braços dobrados sob a própria cabeça.
“Dá beijinho de boa noite?” Você levantou um pouquinho o rosto, empinando o biquinho na direção dele.
Ele riu soprado. Não viu problema em encostar um selinho estalado nos seus lábios.
“Por que não tá me beijando direito?” O biquinho triste amansou um pouco a firmeza dele, que quase cedeu.
“Poxa, gatinha, você sabe onde isso vai parar, não sabe?” Acariciou sua bochecha com carinho.
“Só uns beijinhos. O que tem demais nisso?” resmungou.
“Amanhã te dou todos os beijinhos que você quiser.” Ele roubou mais um beijo molhado no cantinho dos seus lábios.
Você resmungou, aceitando a derrota, e se virou para o outro lado, de costas para o amigo.
“Jongie, pelo menos uma conchinha eu ganho?” O tom meloso era teatro puro.
Ele riu pelo nariz e se aproximou. Você sentiu o corpo bem maior se encaixando atrás do seu, os braços envolvendo sua cintura.
Deu um cheirinho na sua nuca, arrancando um arrepio gostoso: “Boa noite, linda.”
Você se aconchegou ainda mais no corpo quente dele, colando seu corpo ao dele, rebolando um pouquinho, roçando a curva do bumbum no membro adormecido.
“Quietinha!” Ele beliscou sua barriga descoberta pelo pijaminha curto.
“Só tô me ajeitando!”
E roçou de novo, dessa vez devagarzinho, curvando os quadris em direção a ele. Sentiu a respiração de Hongjoong travar e o membro endurecer contra sua bunda.
“Vou dormir no sofá!” Ele repreendeu, apertando forte sua cintura, tentando afastar você da ereção que começava a crescer dentro da cueca.
“Já parei!!” Você bufou derrotada, fechando os olhos com raiva na tentativa de dormir logo, até finalmente adormecer.
♡
Acordou no dia seguinte com a fenda teimosa de luz atravessando a cortina. Piscou devagar, deixando os olhos se acostumarem, até perceber Hongjoong dormindo tranquilo, abraçado em você como se fosse um ursinho.
A garganta ardia de sede. Vasculhou o quarto com o olhar e quase sorriu ao ver a garrafinha cheia sobre a mesinha. Presentinho silencioso do Hongjoong da noite anterior.
Se afastou com cuidado do abraço dele, tentando não acordá-lo, mas bastou o colchão afundar para ele despertar, esfregando os olhos sensiveis a claridade.
“Cê tá bem?”
Você apenas assentiu, ocupada demais virando a garrafinha até o fim.
“Dor de cabeça?” insistiu, dessa vez com aquele tom de preocupação genuína.
“Não, só sede.” Você riu, deitando de frente para ele novamente.
Hongjoong passou os dedos com carinho pela sua bochecha e selou um beijinho ali.
“Se lembra de alguma coisa?” provocou, com um sorriso que já prometia encrenca.
“Me lembro de tudo, seu chato!” Você deu um soquinho no braço dele.
“Lembra do jeito que você encheu meu saco?”
“Eu só queria um carinho…” Sua expressão safada entregava que lembrava sim. E que não se arrependia nem um pouco.
“Você quase chorou por pau ontem. Tava impossível.”
“Eu tava bêbada! Para.” Tentou jogar a culpa no álcool, mas ele arqueou a sobrancelha de imediato.
“Tu é sempre assim. Nem tenta colocar isso na bebida.”
Você pensou seriamente em bater nele.
“Carente…” Ele roubou um beijinho rápido nos seus lábios. “Ficou braba comigo porque eu não quis te comer.” Outro beijo.
Você abriu a boca para rebater, mas os beijos começaram a ficar lentos, quentes, e sua linha de raciocínio se dissolveu a medida que os beijinhos se espalhavam por você.
“Cê me tirou do sério ontem, sabia?” A mão dele pousou no seu pescoço, firme o bastante para te manter quietinha no lugar.
“Desculpa, Jongie…” sussurrou, sem conseguir soltar a voz inteira.
Ele afastou só um pouco o rosto, o suficiente para te examinar de cima, as sobrancelhas arqueadas em desafio.
“Agora vai me pedir desculpa?”
Você assentiu com a cabeça, embora o movimento fosse quase imperceptível com o aperto crescente no seu pescoço.
“Ontem você tava cheia de marra pra cima de mim. Onde é que ela foi parar?” Falou autoritário com a voz rouca. Esperou alguns segundos por sua resposta, mas nada.
“Responde!” Rosnou no seu rosto.
“Não sei, Jongie…” Você choramingou baixinho, sentindo o corpo inteiro ferver.
O calor subiu pelo rosto, escorreu pelo peito, alcançando o lugar onde a mão dele queimava na sua garganta. E de lá desceu, rápido, direto para o centro das suas pernas, te obrigando a apertar as coxas uma contra a outra numa tentativa frustrada de aliviar a tensão que latejava entre elas.
Ele acompanhou a forma como seu corpo enrijecia e soltou uma risadinha quando viu suas pernas tremendo, o quadril se movendo contra o colchão em busca de qualquer atrito.
“Você parecia uma puta ontem, implorando por pau.” A mão que antes prendia seu pescoço deslizou pelo seu corpo devagar. Os dedos roçaram de leve sobre os biquinhos dos seios marcados no pijaminha e seguiram até o seu baixo-ventre, parando no cós do short.
Seu quadril subiu imediatamente, oferecendo o corpo a ele, completamente entregue.
“Jongie, por favor…”
“Por favor o quê?” A voz baixa, preguiçosa, como se já soubesse a resposta.
“Me beija, e m-mete um dedinho” Você choramingou, a voz falhando de necessidade, os olhos brilhando de pura fome.
Ele riu sem graça nenhuma, apenas apreciação pela cena desesperada, olhando para o seu quadril ondulando contra o nada.
“Não. Hoje você só vai ganhar pau.” E deu um tapinha na sua intimidade por cima do tecido encharcado.
Se levantou e se posicionou entre suas pernas, ajoelhado. Puxou suas coxas com firmeza, alinhando você certinha debaixo dele, fazendo seu corpo cair inteiro de costas no colchão.
“Mô… assim eu não aguento…” O biquinho e o tom manhoso não tinham mais efeito, não depois da noite anterior.
“Como é que não aguenta?” Ele franziu as sobrancelhas, irritado. “Ontem tava implorando por pau e agora não aguenta?”
Desceu as próprias calças até o meio das coxas, liberando o membro duro, pesado, já brilhando na ponta.
Hongjoong puxou um dos travesseiros, dobrou e encaixou debaixo da sua lombar, levantando seu corpo na altura perfeita. Sua entradinha latejante ficou alinhada ao pau dele, tão exposta que parecia pedir sozinha.
Puxou o shortinho e a calcinha de uma vez, jogando tudo no chão. A visão da sua bocetinha escorrendo fez ele gemer baixo.
Segurou o próprio membro pela base e passou a cabecinha inchada por toda a sua intimidade, lenta, provocante. Subiu pelo seu clitóris, fazendo seu corpo arrepiar inteiro, e desceu até a entradinha, pressionando o suficiente para ameaçar entrar.
Ele bateu a cabecinha sensível contra sua intimidade, produzindo um barulhinho molhado que se misturou ao gemido rouco que escapou da boca dele.
“Quer dentro, amor?” Perguntou enquanto deslizava toda a extensão pela sua bucetinha encharcada.
“Sim, Jongie… por favor…”
“Pensei que você não aguentava.” Ele riu, provocando mais uma vez, roçando a ponta melada bem na sua entrada.
“Sonsa do caralho…” Ele empurrou o membro contra a sua entradinha apertada sem dó. Enterrou tudo até o fundo, e suas paredes internas pulsaram em volta dele, tentando receber um tamanho grande demais para o que você conseguia suportar.
Você soltou um gemido alto, sem conseguir segurar, tomada pelo choque da invasão. O pau dele preenchia cada milímetro do seu canalzinho apertado. A sensação de ser aberta por ele era devastadora e viciante, e o corpo pedia mais.
Ainda de joelhos, segurando seu quadril, ele te encarou de cima. “Mostra os peitinhos pra mim.”
Você puxou o pijaminha para cima, expondo os seios empinadinhos e sensíveis para o olhar faminto dele.
Hongjoong começou a se mover devagar, saindo de dentro de você com cuidado, encarando sem disfarce como sua bocetinha melava todo o pau dele enquanto ele saía.
“Mete, Jongie…” você choramingou, tentando empurrar o corpo de volta contra ele.
Ele voltou com uma estocada forte, empurrando o quadril para frente e para trás até encontrar o ritmo perfeito. Começou colocando só metade, depois um pouco mais, e a cada investida seu corpo cedia mais, até conseguir receber ele inteiro, fundo, onde você já sentia a glande bater naquele ponto que te desmontava.
A pélvis dele chocava contra a sua, roçando no seu clitóris sensível e arrancando gemidos toda vez que ele enterrava tudo. A pressão no ponto certo te fazia perder o fôlego.
Hongjoong segurou firme seus quadris, te mantendo encaixada enquanto acelerava os movimentos, hipnotizado pelo jeito que seus peitinhos saltavam a cada estocada.
Era intenso demais. Os gemidos escapavam sem controle, e você mordeu o próprio punho para tentar abafar o barulho.
“Era isso que você queria?” Ele estalou uma tapa forte na sua coxa direita.
Você respondeu um “sim” entrecortado de gemidos sôfregos, os olhos marejando com a onda quente que começava a apertar seu âmago.
Ele sentia a bucetinha apertar cada vez mais forte o membro, notava o jeito que os dedinhos do seu pé se curvavam a cada estocada bruta que ele dava.
Hongjoong cuspiu um fio grosso de saliva sobre seu clitóris sem parar de socar na bucetinha, misturando o líquido viscoso com os fluidos de vocês dois.
Você gemeu ainda mais alto com a cena, e a sensação da saliva escorrendo pelas dobrinhas apertou ainda mais o nó no seu ventre.
“Porra, Joongie!” Engasgou entre os gemidos. “Eu v-vou gozar!”
Hongjoong sorriu, aumentando o ritmo das investidas, socando o pau até o fundo da bucetinha maltratada. Aproveitou a lubrificação para esfregar os dedinhos sobre seu clitóris, intensificando ainda mais a sensação.
E quando você arqueou as costas do colchão, ele soltou a mão do seu quadril para pressionar a palma sobre o baixo-ventre, conseguindo sentir, sobre sua pele, o membro batendo fundo contra você.
O aperto te arrancou um gemido alto e sôfrego, liberando seu orgasmo, fazendo a bucetinha melar ele, até escorrer pelo colchão. E ele não parou até sentir o canalzinho apertar o membro ao máximo, socando tudo até o fundo enquanto esporrava dentro da bucetinha, gozando quase que ao mesmo tempo que você.
Os jatos brancos te preencheram até a borda. Hongjoong só se deu por satisfeito quando pôde ver o líquido esbranquiçado escorrer pelas suas perninhas, só então cessando os movimentos e desabando o corpo exausto sobre o seu.
Ficaram abraçados por alguns instantes, recuperando o fôlego até que as respirações pesadas se acalmassem.
Hongjoong levantou um pouquinho o pescoço, somente o suficiente para depositar um beijinho molhado nos seus lábios.
“Era isso que você queria?”
“Por quê? É só isso que você consegue?” Você provocou com um sorrisinho malicioso nos lábios.
A expressão de Hongjoong mudou, e antes que você pudesse comentar:
“Se vira.” Ele se levantou de cima do seu corpo, se retirando de dentro de você sem se importar com sua sensibilidade.
“Oi?” Você questionou rindo, ainda meio confusa com a mudança repentina.
“Se vira, porra! De bruços.” Deu um tapa na lateral da sua coxa. “Vou te comer até tu engolir essa tua marra toda!”
vega, vi seu post de coisas que o haechan diz durante o sexo e vim te atentar pedindo uma versão do sannie, teria como? 🥺
amo seus trabalhos ❤️
claro que tem!!!! eu ia até comentar aqui que não tô conseguindo escrever nada que não tenha a ver com o san, porque tô totalmente obcecada por ele kkkkkk e obrigada ❤️
fonte: ces já sabem
“— quer que eu vá por cima?” — diz com frequência, acariciando sua cintura e quadril enquanto você senta. não quer que você se canse.
“— shh, shh, vai passar… só relaxar.” — se preocupa sempre no início, quando você se esquece do quão grande ele é, e demora até se acostumar de novo
“— minha princesinha linda… que bunda gostosa.” — enquanto estão no banho, você de costas para ele apoiada na parede. ele com o corpo molhado, te segurando pela cintura para que você não caia.
“— quer que eu vá dentro, amor? posso? posso gozar dentro?” — isso sim acontece com frequência. até pq ele ama essa intimidade de gozar dentro, ama te imaginar grávida, ama SE imaginar sendo o marido, o pai do ano, o homem que te protege.
“— te amo, amor.” — aham, ele fala que ama enquanto transa. naquele papai e mamãe lentinho, no dia de chuva, embolados pelo edredom, com ele ofegante, pertinho de gozar, já meio biruleibe das ideias, vai falar que ama, todo manhoso, dengosinho.
repara que ele sempre te inclui nas decisões e primeiro pergunta o que VOCÊ quer. ele é do tipo soft soft soft dom. maridão carinhoso
Notinha da Sun | seguinte, não sei se deu pra perceber mas eu sou completamente APAIXONADA por praia, e eu tenho um fraco pelo litoral norte, mais especificamente Caraguatatuba, porque eu passei minha infância lá praticamente. Então dessa vez tô honrando minhas raízes paulistas 🙏
Obs: eu esqueci de explicar ontem porque tava com sono KKKKKK o Fofão é o da carreta furacão, é que em Caraguá, no centro, tem aqueles ônibus sabe? Eu lembro que quando eu era criança, SEM QUERER toquei nas partes do Snoop e a minha mãe CONSEGUIU tirar uma foto desse momento, pena que eu não tenho mais a câmera KKKKKKK
ele é seu melhor amigo desde sempre. a pessoa a quem você recorre, seu porto seguro, seu meio de paz. lá no fundo, talvez, você sempre tivesse tido a noção de que ele era bem mais que isso. ele era tudo.
avisos. um tico 🤏🏼 assim de angst, issooo é uma br!au que se passa no meu país rj. dryhump, menção à sexo… hmmm @sunshyni essa é pra você 🫰🏼
As nuvens negras de início apareceram tímidas por volta das quatro horas, ao norte do núcleo carioca. O dia havia sido de um calor descomunal, céu azul, praia, cheiro de protetor solar. Finalmente o verão havia chegado. Já às cinco, as nuvens haviam triplicado, e coberto metade do céu, como uma onda quase roxa, destoando do céu azul do outro lado.
A brisa, ainda leve, tocava seu rosto lhe dando um alívio a sensação abafada que sentia. E logo o vê subindo novamente a rua, sem camisa, com shorts de praia, kenner e um boné pra trás. Seu melhor amigo, Hyuck.
“— Coé, não tinha aquele de casquinha de chocolate lá no Manel não, aí peguei um de limão pra mim, e um de coco pra você.”
Vocês nasceram quase que no mesmo dia. Cresceram juntos. Mães vizinhas. Foram para a mesma escola, tiveram os mesmos amigos, se formaram ao mesmo tempo. Você não via sua vida sem Hyuck, e sentia o estômago embrulhar toda vez que pensava na possibilidade.
Ele te dá o picolé, e se senta ao seu lado na calçada de sua casa. A rua é alta, é um subúrbio humilde, mas muito aconchegante. Você o repara, alguns detalhes como a mini barba por fazer, e a pele bronzeada… Se lembra que antes mesmo de ser seu melhor amigo, Haechan foi seu primeiro amor.
Eram adolescentes, por volta da sétima série, e pela primeira vez em sua vida, sua mãe havia permitido que você fosse em uma “social”. Uma espécie de matinê onde a anfitriã jurava de dedinho que os pais estariam vigiando os adolescentes durante toda a festa. Mentira. Eles nem estavam em casa.
Seria a oportunidade perfeita para que você pudesse beijar pela primeira vez. E beijar pela primeira vez seu crush, de cabelo bem cortadinho, cílios enormes, e o título de garoto mais bonito da sala: Daniel Fontes. Todas as meninas da oitavo ano A suspiravam por ele, e você não era diferente. Mas o problema real é que nunca havia beijado, e o nervosismo provavelmente estragaria seu momento. Foi aí que entrou Hyuck, seu melhor amigo bochechudo.
Quando indagado, Hyuck disse que sim, já havia beijado. Você estranhou já que ele nunca havia comentado sobre antes, mas deu de ombros e seguiu com o plano. Se ele te beijasse primeiro, talvez não ficasse tão nervosa quando fosse a vez de beijar Daniel.
Então durante a tarde, poucas horas antes da festa, no quintal de Hyuck, em baixo do pé de manga carregadinho, sentaram-se. Observaram o local para ver se realmente estavam sozinhos, e deram o primeiro beijo. De ambos. As bochechas vermelhas de Hyuck esquentaram quando seus lábios se encostaram nos dele. O coração acelerou, e se sentiu quisto. Tanto que quando terminou, ele se esticou para novamente lhe dar um selinho.
E nunca mais falaram sobre isso.
“— Ô, meus filhos, dá um beijo na mãe de vocês.” — Dona Nizete, que mora no fim da rua, diz, enquanto caminha com seu carrinho de feira.
“— A Senhora quer ajuda?” — Hyuck já diz se levantando, e ela nega.
“— Não, filho, obrigada. Não vou interromper o namoro de vocês não.” — ela ri, subindo a rua, e Hyuck só falta enfiar a cara no chão.
“— Dona Nizete tem cada papo torto.” — ele diz. É quando o celular dele, que está em cima do seu colo, junto com o seu próprio, vibra. Uma mensagem. Talita, que você não faz a mínima ideia de quem é.
“caraaaa, eu tô doida p a gnt ficar msm… quer vir aqui em casa hj a noite não? minha colega vai sair, a casa vai ser só minha.. a gnt bebe uma cerveja, troca uma ideia… e aí podemos desenrolar essa nossa meta na cama rs”
Você o encara boquiaberta. Ele está igual. Desesperado pega o telefone de sua mão, desliza pela notificação para que ela suma da tela inicial, e guarda o celular no bolso. Não consegue esconder o ciúme gritante em sua expressão de desgosto, como assim desenrolar essa meta na cama? Ele tava ficando com alguém e nem tinha te falado? Ele estava gostando dela? Ele já tinha transado com ela? Ele já tinha deixado de ser VIRGEM?
Eram tantas perguntas, tantas emoções, ciúme, medo de perdê-lo, de tudo mudar, que o choro acaba preso na garganta. Os olhos queimam, e antes que passe vergonha derramando lágrimas na frente dele, você se levanta.
“— Vou entrar.” — ele se desespera.
“— Han? Entrar?” — ele se levanta com você. “— Entrar pra que? Por causa disso aqui? Ah, que isso… Eu nem falo direito com essa garota, emocionadona ela.”
“— Você não me deve satisfação não, Hyuck. Vou entrar pra ajudar minha mãe a tirar as roupas do varal que já já vai chover.” — suas palavras tentam passar um ceticismo irreal. Você gagueja, a frase fraqueja em meio ao iminente choro.
“— Pô… Para… Cê acha que eu vou te deixar pra ir atrás de mulher? Falei que ia ver filme contigo, e vou ver filme contigo.”
Você concorda com a cabeça, teme dizer algo e acabar chorando, por isso prefere o silêncio. Algo em como ele vai abaixando o tom, a voz se tornando mais doce, faz seu coração acelerar.
A cabeça a milhão, o coração confuso, por que se importa tanto?
“— Você quer assistir filme de terror com esse toró lá fora, relampejando, já já a Enel mostra serviço e falta luz. Ai eu quero ver.”
“— Nossa, você é muito cagão.”
Você revira os olhos procurando o controle. A luz da sala apagada, o ventilador é a peça chave para que não morram de calor dentro da sala abafada de sua casa. Sua mãe estava de plantão na UPA — era enfermeira, e seu pai de plantão na segurança do prédio que trabalhava. As noites em que os plantões de seu pai coincidiam, eram as suas noites de filme com Hyuck. Aquela era uma dessas.
Ele estava largado no sofá ao seu lado, apenas de: short de tactel, um boné virado para trás, qual volta e meia ele retirava apenas para ajeitar seu cabelo com as mãos, o jogando para trás, e seu óculos de grau.
Você havia acabado de sair do banho, com o cabelo ainda molhado, de pijama baby doll. Um balde de pipoca na mesa de centro, uma garrafa de coca zero, e dois copos. Foi sendo a noite de vocês. Isso até… A luz piscar uma vez, e assim apagar totalmente.
“— Caralho, você é muito boca de sacola. Olha aí! Fica rogando praga pra faltar luz.”
“— Hein? Agora a culpa é minha? Dona Rosana enche o poste aí da frente de gato, parece até ninho de passarinho, e faltou luz por que eu roguei praga?” — soa indignado.
Você chega a rir um pouco lembrando da vez que o poste pegou fogo por conta do gato que a vizinha fez, os fios derretiam, e Haechan estava desesperado te puxando para o mais longe possível.
“— Vamo’ na cozinha pegar umas velas, vai. Acho que tem algumas em alguma gaveta.” — ele te acompanha, mas encontram exatas três velas, e as colocam em lugares específicos. Duas na sala; uma na cozinha.
“— E agora? A gente faz o que?” — você pergunta. Os pés em cima da mesa de centro, a cabeça jogada para trás no encosto do sofá. Se sente irritada, e peguenta pelo calor. Saudades ventilador.
“— A gente…” — ele começa a falar mais baixo, e sua pele já arrepia, imaginado o que se tratava. “— A gente podia conversar sobre o que aconteceu de tarde. Por que você chorou? Eu vi.”
“— Hyuck…”
“— Sério. Eu não tô pegando ela não. Ela é amiga da namorada do Nana, a gente foi na pedra do sal e ela ficou me lançando vários papos. Só que eu nem quis… Você não quis ir no dia, e…”
“— Hyuck, você não me deve explicação nenhuma. Você fica com quem você quiser. Eu não tenho direito de achar ruim.” — você diz. A respiração presa na garganta, parecia que iria explodir.
“— Então me responde. Por que você chorou?” — ele diz. Se levanta da poltrona em que estava para se sentar ao seu lado no sofá. “— Me fala. Pode me falar.” — a voz é suave, baixinha, te acalenta e tranquiliza.
“— Eu… Fiquei com medo. De você, sei lá, arrumar uma namorada e a gente se afastar. Eu nem sabia que você já fazia essas coisas.”
“— Essas coisas?”
“— Aham. Sexo.” — você dá de ombros e ele solta uma lufada de ar em formato de risada.
“— Tá com ciúmes?”
“— Não quero ficar falando sobre isso com você.”
“— Você que tá aí toda braba, porque a mulher queria que eu comesse ela. Não precisa se preocupar com nada disso. Não mesmo. Você sempre vai estar em primeiro lugar pra mim. Independente de qualquer coisa, de qualquer um, primeiro sempre vem você.” — ele dizia tão sincero, puxando uma mechinha de seu cabelo e enrolando nos dedos.
“— Droga, não fala essas coisas.” — fecha os olhos com força, totalmente sem graça, e envolvida pelo momento. As bochechas queimando, e as borboletas dançando em seu estômago por ouvi-lo.
“— ‘Cê também se sente assim as vezes? Tipo, sei lá… Como se não fosse suficiente. Como se fosse pra… Ter mais.”
“— Agora eu que não tô te entendendo.”
“— Tipo… Tipo aquele papo lá da Dona Nizete.” — ele diz, relembrando a vizinha que disse que vocês eram namorados. “— Querer… Ter mais de você. Te tocar… Te beijar..” — você nem ao menos consegue respondê-lo.
Pelo reflexo de luz que a vela vos dá, você vê os olhos castanhos de Haechan te mirando. O coração aperta, se sente tão nervosa, mas não desvia o olhar. Porque se sente exatamente da mesma maneira.
“— Então por que você não beija, Hyuck? Por que não me toca?” — finalmente diz. Sente a mesma sensação do primeiro beijo dos dois, quando ele finalmente cola os lábios nos seus depois de anos.
De início o ósculo é calmo, molhado, leve. Você não sabe onde pôr as mãos, se deve tocá-lo ou não, mas as coisas vão acontecendo em seu próprio tempo. Até que você esteja sentada no colo dele, uma perna de cada lado, e as respirações misturadas em um beijo bagunçado.
“— Que beijo gostoso, amor.” — murmura bêbado de vontade. Os lábios já inchados dele te deixam em alerta. Sabe que aquilo pode sair do controle facilmente, uma vez que você espera aquilo por muito tempo - só não sabia.
“— Hyuck, cê sabe que eu sou virgem, né.” — você diz de uma vez, zero vergonha de acabar com o clima. Mas quando sente aquela coisa dura em baixo de ti, se desespera.
“— Fica calma. Não precisamos fazer nada se você não quiser.” — acaricia seu rosto. O cabelo bagunçadinho quase te faz sorrir. “— Ou a gente pode só se beijar… E continuar assim. Tipo… Só pra aliviar.”
“— Só pra aliviar?” — repete perguntando, meio desconfiada, mas a calcinha molhada diz outra coisa.
“— Isso. Só pra a gente…” — torna a te dar selinhos.” — Se aliviar…”
Volta a te beijar, as mãos em seu quadril forçando você a rebolar no colo dele. É como se você estivesse cavalgando, os panos entre seus corpos, e mesmo assim tudo já parecia tão quente, tão molhado. Os gemidos baixinhos viravam uma sinfonia com os sons molhadinhos e estalados de seus beijos. Você não se lembrava mais de Talita, da situação a tarde, ou das garotas que Hyuck possivelmente já transou. Naquele momento era só vocês dois, a oportunidade de descobrir o prazer ao lado da pessoa que você mais confiava na vida.
Ganha confiança e passa a se mexer sozinha, necessitada de mais contato. O short fininho de Hyuck já estava molhado, e você desejava demais estar sem nada, pra poder senti-lo melhor.
“— Ai, Hyuck…” — você murmura, totalmente alheia a qualquer coisa. Os ouvidos começando a zumbir, os movimentos acelerando.
“— Continua, continua.” — ele passa a mexer o próprio quadril de encontro ao seu, o beijo uma bagunça, até que sente melar a própria bermuda com os jatos quentes do próprio gozo. Você vem em seguida, arrebatador, as unhas fincando nos ombros do moreno enquanto você chega ao ápice de uma maneira que nunca sentiu antes.
Parece que correram uma maratona. Falta ar, o suor desse pela testa dele, pelo vão entre seus seios. Acabou de gozar se esfregando no seu melhor amigo, e ao menos sabe o que dizer. Deita a cabecinha no ombro dele, e mesmo com o corpo colando de calor, ele te abraça forte, beijando seu ombro desnudo. Nada dizem por alguns minutos, só ficam ali, quietinhos. Você recebendo um carinho gostoso na cintura, e ele um cafuné no cabelinho bagunçado.
“— Acho que eu nunca gozei tão gostoso. Eu sou apaixonado por você por inteiro. Tipo, cabeça, coração… E o pau também.”
“— Hyuck, pelo amor…” — você ri abafado, com a cabeça ainda no pescoço dele. Ele ri também.
“— Quer tomar um banho geladinho? Tá maior calor.” — ele pergunta, e sente você meio tensa. “— Você toma primeiro, eu tomo depois. A gente não precisa ter pressa, sério…”
“— E, Hyuck… O que a gente tem?” — pergunta tirando a cabeça do pescoço dele, tentando encará-lo mesmo sob a luz fraca da vela.
“— O que eu sei, é que eu sempre fui seu. Sempre. E acho difícil que um dia eu deixe de ser. Então, você escolhe. Eu te namoro, eu caso contigo, eu continuo sendo seu melhor amigo, sou seu amante… O que você quiser que eu seja, eu vou ser. Eu só preciso ser seu. Só preciso ser seu.”
O pagode rolava alto na caixa de som no quintal extenso de sua família. O calor era típico de um dia de novembro no Rio de Janeiro, o sol estupidamente forte bronzeando a pele de todos ali, que confraternizavam no churrasco de domingo.
Você, por infelicidade, estava sentada na varanda, a pressão baixa, se escondendo na sombra, tentando se refrescar um pouco.
Os motivos variavam entre o tempo sem comer; o calor, e o bebê em sua barriga.
Não se considerava jovem, mas era a caçula de sua geração na família, e seu namorado, também não havia passado dos 30 ainda.
Mingyu tinha um ar juvenil, sempre rindo. Seus tios o veneravam. Estava com um copo de cerveja na mão, uma correntinha no pescoço, sem camisa, apenas com uma bermuda de piscina e descalço, papeando com dois de seus tios e seu pai. Até que te percebe quietinha na varanda, sentada com um leque se abanando.
Pede licença ao grupo que conversa, e segue até você, pisando rápido pelo piso quente.
“— Que foi, mô?” — pergunta se abaixando ao seu lado. O olhar preocupado aquece seu coração.
“— O calor. Acho que minha pressão abaixou, tô me sentindo super enjoada.”
“— Ô amor, pô, pera aí.” — ele deixa o copo de cerveja no chão mesmo, e entra para sala. Alguns minutos depois, você observa ele sair com um ventilador, e um extensão.
Ele prepara tudo, e coloca o ventilador virado pra você. Logo depois, pega um banquinho e deixa seus pés no alto. Mesmo se sentindo enjoada, você não deixa de sorrir com carinho pelos cuidados dele.
“— Vou pegar um pratinho com carne, pra você comer uma coisa com sal, tá? E uma água de coco geladinha.”
Você assente, sorrindo fraco, cansada, mas feliz. Ele traz tudo pra você, e se senta no banquinho onde está seus pés, os colocando em cima do próprio colo, e passando a massagear com uma mão, enquanto continuava tomando cerveja com a outra.
“— Gyu, não tô te atrapalhando não? Interrompi seu papo.” — você murmura com um biquinho. Gosta de ver ele interagindo com sua família.
“— Claro que não, pô. Vou deixar minha mulher passando mal nada. André! Desce uma aqui pra mim.” — ele grita seu tio, levantando o copo de cerveja.
Logo seu tio vem com mais uma longneck geladinha, despejando no copo do seu namorado.
“— Saiu pãozinho de alho, quer que eu pegue?” — ele pergunta, e você assente.
Enquanto ele vai até a churrasqueira encher seu pratinho com mais alguns itens, sua mãe se aproxima de ti, se sentando no banco que antes ele estava.
keeho x leitora 1.3k
dry(?) humping, dirty talk, sem muito contexto
o que esse homem é gostoso é uma putaria viu
n/a: como sempre, nada revisado. td que escrevo é um desabafo da minha semana fértil.. aproveitem!
Nada é tão difícil quanto sentir a calcinha grudando ao admirar seu melhor amigo jogando num fim de tarde preguiçoso no meio de semana.
O que exatamente fez seus devaneios irem para esse lado? Tudo que consegue pensar é absurdo, enquanto ele está tenso com a porra de um video game inútil.
“Porra! Que caralho de nível difícil pra porra!” — Exclama, frustrado, largando o controle de qualquer jeito em algum canto do sofá.
Ele se esparrama nas almofadas aconchegantes, suspira alto e esfrega as têmporas com os dedos longos.
Você aproveita a oportunidade para se aproximar e, talvez num ato de loucura, se senta no colo dele — Keeho não esconde o susto, os olhos arregalam no mesmo momento. No entanto, tão logo sente suas coxas envolverem seus quadris, repousa as mãos na sua cintura.
“Isso é… novo. Tudo bem?” — Certo rubor pinta as bochechas dele, ainda que um sorriso cafajeste esteja em seus lábios.
“Não.” — Você faz um drama. Mas como admitir que o que te aflige é simplesmente tesão?
“Que foi? Cê tá… quente.” — Com parcial inocência, Keeho enfia as digitais por baixo da sua blusa. Não que ele já tivesse entendido o seu problema, ele só quis tirar uma casquinha — você também estava tirando uma dele, sentando em seu colo, afinal. “Tá com febre?”
“Não… tô normal. É que–”
“Fala logo, porra.” — Ele pede, ansioso e curioso. Você normalmente não é de ficar tímida na frente dele.
Em vez de usar as palavras, você decide demonstrar e testar os limites de Keeho. Qualquer coisa, estaria apenas sendo carinhosa. Começa com um carinho pelos antebraços, arranha a pele de levinho conforme sobe até os bíceps, ombros e pescoço. “Só queria um carinho.”
“Que tipo de carinho?” — Ele observa suas mãos passearem pelo peitoral, descendo até o abdômen, e voltarem devagar até o pescoço. Keeho aperta sua cintura num movimento involuntário.
Ainda sem saber como se expressar, você segura o rosto do melhor amigo com afeto, acariciando seu lábio inferior com o dedão. Ele te mira com curiosidade, porém, sem esconder que a vontade que você tem está o contagiando.
“Assim.” — Depois de muito deliberar, você pressiona os seus lábios contra os dele num selinho cheio de intenção – é a primeira vez na vida que se beijam. Os lábios macios e cheios de Keeho têm gosto do balm de cereja que ele normalmente usava, tornando muito, muito difícil se separar dele.
A adrenalina da investida faz o seu centro melar mais um bocado, mas o olhar de Keeho sobre você te faz pulsar. Ali tem desejo demais, te desconcerta de uma forma gostosa.
“Vem cá.” — Diz, enlaçando os dedos nos fios sedosos da sua nuca. Com delicadeza e firmeza, te puxa para iniciar outro beijo. Um de verdade, desta vez.
Seus lábios se conectam com vontade. O ritmo é lento, mas a intensidade é o oposto. Keeho brinca com seus sentidos com o jeito que te beija, sentindo a língua deslizar pela tua com sensualidade – sua respiração fica mais pesada conforme se aprofundam e se permitem.
Seu carinho se estende por onde suas mãos alcançam, e ele afaga seu torso desde os quadris até a base dos seios. Sem aguentar mais, Keeho interrompe o beijo para remover seu vestido levinho e a própria camisa. Ele admira tua pele antes de trilhar um caminho pelo seu colo até voltar aos seus lábios novamente.
Keeho desfaz o fecho do sutiã entre o beijo, apertando seus seios livres logo após. À medida que seus mamilos endurecem em seus dedos, o beijo fica mais bagunçado e mais molhado – você não consegue, nem quer, reter os gemidos que atiçam o amigo.
“Era isso que você queria?” — Pergunta perto de sua boca, provocando cada sentido teu.
“Há muito tempo.” — Finalmente uma dose de coragem te ajuda, e além de respondê-lo verbalmente, seus quadris também respondem.
Você esfrega as intimidades bem, bem lentinho. Keeho também já estava morrendo de tesão, seu pau duro rela gostoso na sua lingerie úmida.
Ele assiste os movimentos, completamente tomado pela luxúria do momento. Apesar das camadas, a sensação lhe causa arrepios.
“Tá molhada assim pra mim?” — Ele provoca, visto que seu short começa a manchar com a sua lubrificação.
“Só pra você.”
A confissão mexe com o ego de Keeho, mas também o enche de compaixão.
“Você tá tão gostosa rebolando assim…” — Ele espalha beijos generosamente sensuais pelo seu corpo, sentindo o seu ritmo acelerar. — “Tira isso, suja meu short.”
“Mas–”
“Shh-” — Keeho te beija outra vez. — “Só me usa agora. A gente tem muito tempo.”
“Keeho…” — É mais um gemido do que um protesto, você está completamente entregue ao prazer.
Você atende ao pedido do melhor amigo, levantando-se brevemente para remover a última peça que ainda te cobria. Ele se inclina para frente, lambendo sua intimidade sem quebrar o contato visual. Queria apenas matar a curiosidade do teu gosto, mas o gemido que saiu de ti o motivou a continuar.
Keeho dá uma linguada ainda mais generosa na sua intimidade encharcada, beijando-a com fervor. O barulho da sugada ecoa pela sala junto com a sua respiração descompassada.
Ele puxa suas coxas para te trazer de volta ao próprio colo, sentindo ainda mais umidade no seu short.
Você abaixa o elástico, pelo menos uma camada a menos para senti-lo melhor. Ele não negou, apreciando a sensação da sua buceta ainda mais quente sobre a ereção latejante dentro da cueca.
“Esfrega, vai.” — Keeho guia seus movimentos, preocupado em não te cansar, completamente vidrado em te dar prazer. — “Assim, porra…”
Ainda que o tecido retenha parte do seus fluidos, você ainda escorrega com muita facilidade. A fricção começa a inchar teu clitóris, os seus nervos pulam com cada esfregada, os seus quadris perdem o controle. À medida que seu orgasmo se aproxima, assim também o do amigo, que reveza entre beijar tua boca, teu pescoço, ou apenas admirar o que estão fazendo.
“Tão gostoso, Kee… porra, você é gostoso.”
Ele sorri convencido, mas o pau lateja com o elogio. Você não faz ideia do que está fazendo com a cabeça dele. O tanto de merda que esse momento desbloqueou na imaginação fértil dele, você não perde por esperar. Mas agora ele só quer que você rebole essa buceta nele até melar a cueca dele toda.
“É? Me queria desde quando? Ficava pensando em mim pra tocar uma? Imaginando a gente assim, gozando junto?” — Keeho te atiça sem pena, reconhecendo que falta pouco para os dois.
“Se eu te contasse tudo que eu já pensei.” — Você confessa seriamente, e ele engole em seco. O tesão te faz perder qualquer pudor, e ele está encantado. “Já gozei tantas vezes pensando em você.”
“Não brinca comigo.” — O aperto dele fica mais firme, e ele sente outra onda de prazer. “É verdade?”
Você solta um arzinho pelo nariz, sem forças. “Eu só gozo quando imagino você. Me comendo, me chupando, gozando na minha boca.”
Isso é loucura.
Keeho usa a destra para envolver teu pescoço como um colar. Certa possessividade toma conta dele, e ele impede o ar de entrar completamente. Você geme, acelerando os quadris.
“Safada pra caralho.” — Ele está completamente bêbado de tesão, assim como você e muito, muito perto de gozar.
Você o beija uma última vez, usando uma brecha para sugar a língua do melhor amigo, causando seus quadris a encontrarem os teus em movimentos involuntários.
“Ah! Keeho, assim… bem aí.”
Bastou mais alguns movimentos para que você pulsasse descontroladamente no pau de Keeho, que jorrou o gozo segundos depois de você. Enquanto se recuperavam do ápice, roubaram mais alguns beijinhos um do outro entre sorrisos satisfeitos.
“Promete que a gente não vai ficar estranho?” — Você pergunta com inocência.
“Estranho é a última coisa que a gente vai ficar.” — Ele solta uma risada gostosa, seu peito vibra com antecipação. “Isso aqui tá só começando.”
— Você tá com ciúmes? — Você questionou Haechan, elevando o tronco e se apoiando nos cotovelos. O sorrisinho sacana desenhava-se nos seus lábios. Você tinha se esfregado em Jaemin a noite toda, propositalmente, só para vê-lo daquele jeito. Os olhos inocentes de Gato de Botas eram pura encenação, mero fingimento.
— Não tô. Não sinto ciúmes de puta — Haechan começou, livrando-se do corta-vento. Ele se aproximou de você, que estava deitada na cama. Para os olhares de todos, ele era só o garoto gentil do bairro, o "muleque de cria". Mas você tinha a visão privilegiada dos olhos em chamas, a postura mais ereta, parecendo até maior. Só de olhar para a largura dos ombros dele, você sentia todos os pelos se arrepiarem.
Devagar, ele tirou seu saltinho de tiras, correu os dedos pela sua perna até o final da sainha cinza que o deixava louco, e agora estava por cima de você.
— Eu me garanto, você sabe — Ele distribuiu beijos calmos pelo seu pescoço, sem pressa. A mão acariciava a lateral do seu corpo, descendo para as suas coxas, indo em direção ao meio das suas pernas. — Você fica excitada me deixando puto, né?
— Aham.
— E você admite, vadia? — Você sorriu, e ele pegou seu queixo, levando sua boca de encontro à dele. O beijo era lento, a língua te sugando de levinho, te molhando ainda mais. Mas quando você tocou a barriga dele por baixo da camisa, Haechan puxou sua mão para fora.
— Acha que tá merecendo? É você quem vai ficar sem roupa — O que, você sabia, não era sacrifício algum. Rapidamente, as mãos dele subiram para sua blusa; o tecido foi descartado em um instante, regado por beijos e mordidas aqui e ali. Haechan te adorava enquanto te xingava baixinho. Filha da puta, vadia, puta gostosa. Os sussurros não paravam, mesmo quando a boca dele estava ocupada com a sua pele, com o seu seio, com a sua boca.
— Quero ver seu corpo — Você sussurrou enquanto ele beijava sua barriga. Ele puxou sua saia junto com a calcinha e as deixou no seu tornozelo. Haechan sorriu. Aquele sorrisinho de lado ridículo que te fazia sentir uma inexperiente, uma menininha. Parecia a primeira vez que faria sexo. E quando a boca que esboçava aquele mesmo sorriso de escárnio encontrou o meio das suas pernas, a língua te lambendo de baixo para cima inicialmente, você quase choramingou.
— Vai ver o corpo do Jaemin.
— Porra, Haechan. Quem é que tá me chupando agora? — Ele adorava te deixar irritada, tanto quanto você adorava deixá-lo zangado. Haechan subiu, os lábios molhadinhos com sua própria lubrificação.
— Eu.
— Quem? — Você questionou. Ele sabia o que você estava fazendo: inflando o ego de um homem que, por natureza, já era barulhento e convencido.
— Eu, porra! É o Lee Haechan que te chupa, caralho! — Você sorriu, lambendo a bochecha dele. Haechan sorriu também, capturando sua mão para beijar o dorso, subir até o dedo médio e colocá-lo na própria boca, fazendo uma ceninha enquanto olhava para você. Ele o tirou, levando-o até os seus lábios inferiores, misturando saliva e excitação.
— Fala de novo. — Haechan estava temendo desmaiar só de ver seu corpo entregue, seus olhos estreitos, olhos de felina. Você sabia exatamente o que estava fazendo, tinha o controle da situação, e ele adorava ser controlado.
꒰♡꒱ avisos: challengers!au, patrick!jeonghan, art!seungcheol, exibicionismo, spit kink, a leitora é chamada de vagabunda uma vez, objetificação, sugestivo, duvidoso e não revisado.
꒰♡꒱ notas da autora: nada vai conseguir me trazer a mesma felicidade que eu senti vendo a cena do hotel pela primeira vez...
seungcheol e jeonghan. jeonghan e seungcheol. a dupla dinâmica, queijo e goiabada, fogo e gelo.
dizer que eles estão acostumados a dividir tudo um com outro não seria exagero. amigos desde os quatorze anos já passaram por diversas situações juntos e se viram na necessidade de dividir algumas coisas: quartos, raquetes, roupas, comida e talvez algumas garotas no caminho...
jeonghan tinha apenas uma intenção, e era te foder até você esquecer seu próprio nome, já seungcheol... as palavras podem parecer precipitadas, mas ele estava apaixonado. ele assistiu sua partida com corações no lugar dos olhos, assim como um personagem de desenho animado.
por isso quando jeonghan solta uma piadinha de como ele deixaria você foder ele com uma raquete, seungcheol não fica surpreso, nem um pouco na verdade, jeonghan é assim.
você é importante pra caralho. bolsa de estudos na stanford, parceria com marcas gigantes, e isso é só o começo. mas a dupla não é desconhecida por você, recentemente venceram o torneio masculino nos estados unidos, muito impressionante, se sua opinião vale alguma coisa.
mas agora é jeonghan que te têm, não foi difícil cair no papinho dele. o yoon é encantador e além disso foi mais rápido que o choi em tomar uma iniciativa séria, e você honestamente acha engraçado o jeitinho que seu namorado coloca vocês em certas situações pra ver a reação do melhor amigo.
como por exemplo quando você vai assistir o treino dos dois, jeonghan gruda em você de uma maneira quase nada apropriada em público, te beija como fosse te engolir ali na quadra, as mãos passeiam por lugares arriscados demais, e ele sorri quando tira todo seu ar, mas mantém o olhar fixado no outro.
sem contar com as diversas vezes que o choi encontrou vocês em posições comprometedoras no apartamento que eles dividem, e jeonghan segue o mesmo roteiro. te olha com um sorrisinho de canto, te dá um beijinho na bochecha, aí sim foca o olhar no amigo e diz um: "desculpa cheollie, é que a princesinha aqui tava precisando de ajuda, sabe como é né?" e na maioria das vezes ele que armava o circo todo sabendo que seungcheol pegaria vocês no flagra.
um dia depois de terem sido vistos por ele de novo, você vira pra jeonghan e pergunta:
"hannie, você não acha que ele vai se chatear com você... com nós dois? você é muito mau com ele."
"eu sou mau com ele, é?" você concorda. "mas foi você que me escolheu, princesinha. é você que me deixa te comer em qualquer lugar, quando eu quero e na posição que eu quero, não é minha culpa..." ele diz todo sonso.
"você me entendeu." ele ri.
"olha, se você acha isso, dá pra fazer um bem bolado... e sei lá..." ele mexe as mãos vagamente.
"a gente tá pensando na mesma coisa?"
"bom, não sei você, mas eu acho que a gente pode agradar ele um pouquinho... o papel de voyeur não combina com ele."
"hannie, eu tava pensando em pedir desculpas e tentar dar uma segurada..." você para e pensa. "mas isso também serve, eu acho." jeonghan ri e te chama de pervertida ou algo parecido, mas a ideia já foi plantada na sua imaginação perversa.
jeonghan decidiu organizar uma noite filmes entre vocês, e inventou uma desculpa qualquer antes que seungcheol conseguisse pensar em dar um bolo em vocês dois.
seungcheol escolheu o filme e você honestamente não poderia se importar menos com isso, em determinado momento jeonghan te sentou no colo dele e não consegue tirar os lábios da sua pele, devora sua boca, marca o seu colo e pescoço e volta e meia cola os lábios na sua bochecha suavemente.
o suspiro frustrado do choi é alto.
"olha, eu entendo se vocês querem fuder, mas não dá pra fazer isso no quarto? sem contar que você encheu a porra do meu saco pra ficar em casa essa noite, qual foi? vai me fazer assistir você comer a sua namoradinha de novo?" assim que você registra as palavras de seungcheol, seu quadril roça contra a coxa do seu namorado que levanta os olhos pro amigo com uma expressão impagável de satisfação.
"tipo isso, cê sabe, pra relembrar os velhos tempos... e pra me redimir com você por jogar na sua cara que nós estamos juntos... a princesa queria que eu pedisse desculpas, mas isso combina bem mais com a gente, né?" a expressão emburrada que seungcheol usa toda vez que você e seu namorado estão se engolindo na frente dele some instantaneamente.
"é..." mas seungcheol ainda hesita, não por causa do yoon, mas sim de você. ele não tem certeza se você concorda com o plano mirabolante do cuzão que ele chama de melhor amigo.
"ah, já sei. meu bem, fala aquilo que a gente combinou, lembra?" você concorda e vira diretamente pro outro.
"cheollie, eu posso mamar seu pau?" e é aqui seungcheol tem certeza de que a pressão dele desceu. "por favor... o hannie disse que é grande pra caralho." ele normalmente questionaria o motivo de jeonghan ter te falado sobre o pau dele, mas de novo, é o jeonghan e ele é assim.
ele troca um olhar rápido com jeonghan que confirma novamente com a cabeça e toma a decisão. "vem princesa, pode vir." você se prepara para levantar do colinho do seu namorado, mas ele te para.
"abre a boquinha primeiro, vai." ele aperta as suas coxas. "pro seu hannie." ele completa com um sorriso dócil demais. quando você abre a sua boca, ele faz questão de te fazer esperar um pouquinho, passa o polegar pelos lábios, fazendo charme por alguns segundinhos, até ele decidir cuspir na sua boca e te fazer engolir.
"uhum, isso... vai lá e beija o cheollie." você se levanta tontinha de tesão, e se acomoda no colo espaçoso do choi e cola os lábios desesperadamente com os dele.
"tão boazinha... agora sim, pode ir mamar." jeonghan aprova. "mas faz do jeitinho que eu ensinei, eu sei do que o nosso cheollie gosta, não é?" ele pergunta agora olhando para o amigo com um sorriso de orelha a orelha. "aproveita que ela é boazinha, e gosta de ser tratada igual vagabunda. pode comer, se você for bem pode até virar nossa marmita."
“Como assim você nunca gozou com um cara?” — A cara incrédula de Taeyong já estava começando a te irritar, como se fosse tão difícil assim entender o que você tinha acabado de dizer.
“Nunca, ué” — Você respondeu impaciente, já se arrependendo amargamente de ter compartilhado esse detalhe da sua vida.
“Tá, mas tipo… nunquinha mesmo?”
“Nunca, Taeyong. Que saco!” — Você pegou a primeira almofada que viu e lançou direto no rosto do seu melhor amigo.
“Desculpa! Eu só achei… estranho” — Ele deu de ombros enquanto passava a mão no rosto, como se a almofada fofa tivesse realmente machucado.
“Estranho por quê? Vai me dizer que toda garota que transa contigo goza?” — Você soltou um riso nasal, carregado de deboche.
“Sim!” — A resposta veio imediata, como se fosse óbvia, o que só te irritou ainda mais.
“Taeyong, cala a boca” — Agora você levantava o controle da TV como ameaça.
Ele revirou os olhos, e você se remexeu no sofá, se encostando melhor no canto e jogando as pernas preguiçosamente por cima dele, como quem encerra a discussão mas, no fundo, só está começando outra.
“Por isso tu tá sempre de mau humor…” — Ele murmurou, desviando o olhar pra TV, mas não rápido o bastante pra esconder o sorrisinho convencido no canto dos lábios.
“Como é que é?” — A provocação dele te acertou em cheio, exatamente como ele queria.
“É isso que tu ouviu! Por isso tu tá sempre com esse bico aí” — Ele apontou com a cabeça na sua direção, e só então você percebeu que realmente estava bicuda.
“E o que a minha vida sexual tem a ver com isso?”
“Quem sabe se tu saísse com alguém que te comesse direito…” — Ele deixou escapar baixinho, rindo de um jeito malicioso.
“Tipo quem? Você?” — Você riu alto e debochada, mas a risada morreu no meio do caminho quando percebeu que ele não riu junto.
“Pode ser” — Ele deu de ombros, como se tivesse acabado de sugerir pedir pizza.
Seus olhos se arregalaram, o choque estampado no rosto enquanto você encarava Taeyong, completamente incrédula.
“Ah, para com isso. Não é como se a gente nunca tivesse feito nada…” — A naturalidade dele era quase ofensiva e, de algum jeito, muito perigosa.
E, de fato, não era como se vocês nunca tivessem feito nada. Pelo contrário: de vez em quando — e até com uma frequência suspeita — acabavam esbarrando uma boca na outra. Às vezes um pouco mais que isso. Mas nunca o suficiente para chegar no ponto da proposta que Taeyong acabara de fazer.
Você ponderou por alguns segundos. Taeyong era seu melhor amigo, te conhecia melhor do que qualquer pessoa, e, convenhamos, vocês já tinham ficado mais vezes do que consegue se lembrar. Isso já era meio caminho andado. Além disso… você estava curiosa. E talvez — só talvez — duvidasse um pouco de toda aquela conversa convencida que ele carregava no peito.
“Tá bom. Como a gente começa?” — Você se sentou de frente pra ele.
“Quê?” — O sorriso convencido dele evaporou na hora. “Você quer mesmo? Agora?”
Os olhos escuros dele estavam arregalados, não esperava que você aceitasse a proposta indecente assim.
“Sim. Ou você tem coisa melhor pra fazer agora?” — Você aproveitou a vulnerabilidade dele, agora era a sua vez de provocar.
Ele riu baixinho, meio envergonhado, olhando pros lados como se buscasse coragem no ar.
“Tá… vem cá” — Ele se ajeitou, sentando de pernas cruzadas bem na sua frente.
“Como assim vem cá? Você que é o cara, você que tem que tomar a iniciativa”
“Ué, tu não é toda empoderada? Então vem tu!” — Ele se explicou rápido, quase tropeçando nas próprias palavras.
“Ai, meu Deus…” — Você revirou os olhos e, antes que ele tivesse qualquer chance de retrucar, simplesmente o beijou.
Segurou o rosto dele com firmeza, afundando seus lábios nos dele. Suavemente, você sugou o lábio inferior até senti-lo ceder, abrir a boca e te dar espaço para aprofundar a língua, iniciando um beijo de verdade.
As mãos de Taeyong foram direto para a sua cintura, apertando de leve conforme o beijo ficava cada vez mais intenso.
Ele chupava seus lábios devagar, às vezes puxando de leve entre os dentes, distribuindo mordidinhas que arrancavam de você pequenos suspiros involuntários.
Você enfiou os dedos nos fios curtos do cabelo dele, se firmando enquanto a boca dele deixava os seus lábios e descia para o seu pescoço, espalhando beijinhos quentes e lambidinhas preguiçosas por toda a pele.
Ele puxou a alcinha da sua regata com a ponta dos dedos e depositou uma trilha de beijos pelos seus ombros, enquanto as mãos grandes deslizavam por suas costas, entrando por baixo do tecido com uma calma.
Os beijos foram descendo, lentos, até o seu colo. Ele parou no decote e levantou o olhar pra você.
“Posso?” — A voz saiu baixa, rouca, cheia de intenção.
Você assentiu e o puxou de volta para perto, guiando-o rapidamente para o mesmo lugar de antes, mas dessa vez sem nenhuma barreira.
Taeyong abaixou o tecido da sua regatinha, libertando seus seios, abrindo caminho para que a boca dele finalmente descesse até seus peitinhos sensíveis.
“Tá gostosinho?” — Ele perguntou olhando pra você por baixo dos cílios, enquanto circulava seu mamilo com a pontinha da língua.
“U-uhum…” — Você manhou de volta, deixando a voz macia enquanto jogava o corpinho levemente pra trás, se oferecendo inteira pra ele.
Taeyong alternava os estímulos entre seus peitinhos: chupava e babava um deles com vontade, enquanto apertava o outro na mão — e depois invertia, te deixando cada vez mais sensível.
Uma das suas mãos largou os cabelos dele e desceu direto para a bermuda, passando de leve pelo volume duro preso na cueca, cada vez mais apertada.
Taeyong arfou contra a sua pele, soltando um risinho soprado antes de segurar sua mão e afastá-la, te deixando confusa por um segundo.
“Eu não vou te comer…” — Ele segurou seu rosto entre as mãos e depositou um beijinho lento nos seus lábios.
“Hm?” — Você realmente não entendeu — e a sua expressão de decepção fez ele rir baixinho.
“Não assim, pelo menos” — As mãos dele desceram de novo para a sua cintura, dessa vez apertando com firmeza, puxando você mais pra perto.
“Tenho uma ideia melhor” — Taeyong guiou seu corpo para trás, te deitando no sofá estreito. As mãos dele subiram pelo seu torso num carinho lento antes de puxar sua regatinha por cima da cabeça e jogá-la em qualquer lugar da sala, te deixando apenas com o shortinho leve do pijama.
Ele se inclinou sobre você novamente, retomando o beijo, sugando sua língua devagar, como se saboreasse cada segundo, soltando pequenos murmúrios abafados contra a sua boca.
“Posso te chupar?” — A voz arrastada, rouca, e o sorrisinho de malandro nos lábios dele te tiraram completamente do eixo.
A sensação elétrica que percorreu seu corpo desceu direto para a parte interna das suas coxas, deixando sua calcinha um desastre.
Você assentiu devagar, tímida, fechando os olhos por um instante, intimidada por tê-lo tão perto.
“Quero te ouvir” — A ordem suave saiu soou no seu ouvido.
Você riu baixinho, enfiando o rosto no pescoço dele como quem tenta se esconder da própria reação.
“Sim, Tae…” — Murmurou manhosa.
A mão dele desceu pelos seus seios num carinho que te arrepiou inteira, seguiu pela barriga até arrancar um suspiro seu, e então entrou, sorrateira, no cós do seu shortinho.
A pontinha dos dedos deslizou para dentro da calcinha, passeando devagar pelas dobras já molhadas, arrancando de você um arfar trêmulo.
E, pra sua surpresa… arrancou um gemido dele também.
“Porra… cê já tá molhada assim” — Ele murmurou contra sua boca, incapaz de se conter. Você não fazia ideia do quanto aquela visão estava enlouquecendo Taeyong — nem de quantas vezes ele já tinha imaginado exatamente isso acontecendo entre vocês dois.
A pontinha do indicador começou a circular seu ponto mais sensível devagar, torturante, fazendo você morder os lábios dele para tentar conter os gemidinhos desesperados que insistiam em escapar.
Logo em seguida, um segundo dedo se juntou ao carinho, descendo pela sua bucetinha até a entradinha apertada, só ameaçando colocar a pontinha, o suficiente para te deixar sem ar.
Você suspirou fundo, o corpo inteiro implorando para ficar cheinha logo, mas a voz presa na garganta não deixava você pedir. Taeyong, claro, percebeu.
“Quer um dedinho?” — O sorriso malicioso dele se abriu ainda mais quando você murmurou um “sim” ansioso, quase suplicante.
Os dedinhos entraram devagar, te abrindo aos poucos. Sua bucetinha apertou em volta deles imediatamente, quente, latejante, e você desistiu de conter o que sentia, gemendo alto contra a boca de Taeyong.
Quando ele afundou os dedos até o fim, curvou a pontinha pra cima exatamente no ponto certo.
Você revirou os olhos, o corpo arqueando, enquanto ele massageava seu pontinho sensível por dentro com precisão, e gemia quase tanto quanto você, só por sentir o jeito que seu corpo se encaixava nos dedos dele.
A sua bucetinha pulsava e expulsava lubrificação sem parar, melando a mão de Taeyong e um pedaço inteiro do sofá. A sensação crescia no baixo-ventre de forma quase agonizante, avisando que você poderia gozar rápido, muito rápido, se ele continuasse.
Taeyong percebeu o jeito que seu corpo tremia por baixo do dele, seus olhinhos revirando tão perto… aquilo era exatamente o tipo de cena que ele já tinha imaginado mil vezes. Mas ele sabia o motivo de vocês estarem ali e, por isso mesmo, queria te mostrar o melhor que conseguia fazer.
Ele tirou lentamente os dedinhos de dentro de você, arrancando um suspiro manhoso da sua boca. Aproveitou para levar os próprios dedos até os lábios, provando o melzinho que escorria deles, lambendo com uma obscenidade deliciosa, soltando pequenos gemidos roucos enquanto fazia isso.
Em seguida, desceu a boca pelo seu corpo, distribuindo beijinhos preguiçosos pela pele quente, até parar na altura das suas coxas, te encarando com carinha de puto, arrastando a ponta dos dedos pelo cós do seu pijama.
Você assentiu antes mesmo que ele pedisse permissão, oferecendo tudo.
Taeyong sorriu de lado e puxou o pijaminha pelas suas pernas, jogando a peça no chão. Em seguida, tirou a própria camiseta num movimento único, deixando-a cair junto das suas roupas no tapete da sala.
Não era a primeira vez que você via Taeyong sem camisa, mas dessa vez era completamente diferente.
O corpo grande, os músculos bem definidos, as gotas de suor escorrendo lentamente até sumirem na linha do abdômen… tudo nele te incendiava. O calor subiu pelo seu corpo tão rápido que você quase implorou para que ele te comesse ali mesmo, sem mais um segundo de espera.
Taeyong se curvou sobre você, distribuindo selinhos molhados por toda a extensão da coxa. Lambia devagar a parte interna, subindo centímetro por centímetro, até parar exatamente sobre a sua intimidade pulsando.
A respiração quente dele batia contra a entradinha, fazendo seu corpo inteiro se retesar de antecipação.
Primeiro, ele beijou as dobrinhas meladas, saboreando cada uma delas antes de lamber os próprios lábios, apreciando o gosto.
Depois, passou a língua da sua entrada até o clitóris, e parou ali, fazendo círculos suaves com a pontinha da língua como se quisesse te desmontar bem devagarinho.
Você revirou os olhos para trás da cabeça, vendo estrelas. A sensação crescia rápido demais, a bucetinha latejando, pedindo, implorando… e então ficou insuportável — deliciosamente insuportável — quando Taeyong enfiou de novo os dois dedinhos curvados dentro de você.
Ele os socava até o fundo enquanto mamava seu clitóris entre gemidos abafados.
Reuniu forças para erguer a cabeça e encontrou o olhar dele, te encarando de baixo, com a boca toda melada, fazendo estalinhos molhados enquanto babava você inteira.
Ele sugou seu pontinho com força, te levando direto pro céu, enquanto os dedos afundavam o máximo possível dentro da sua buceta, fazendo as paredes apertarem e pulsarem contra ele, arrancando gemidos de vocês dois.
Você ergueu o quadril, desesperada por mais, mais fundo, mais rápido, não sabia ao certo. Só precisava. A sensação fazia sua cabeça girar.
Apertou os dedos em volta do cabelo curtinho dele, puxando Taeyong contra si, esfregando sua bucetinha no rosto dele sem conseguir controlar.
O ápice apertava no ventre, subindo forte, te deixando trêmula até nas pontinhas dos pés.
Taeyong acelerou a língua, alternando entre lambidas curtas e sucções firmes no seu clitóris já maltratado, enquanto continuava socando os dedos até a base sem te dar um segundo de descanso.
“A-assim, Tae… p-porra… e-eu vou” — Você engasgou nos próprios gemidos, a coluna arqueando forte contra o sofá.
Taeyong foi rápido em segurar seu quadril com a mão livre, te mantendo exatamente onde queria, empurrando tudo bem fundo na sua bucetinha que apertava e pulsava em volta dos dedos dele enquanto você gozava.
Ele gemia baixinho, desesperado, lambendo sua bucetinha rápido para beber cada gota do melzinho quente que você derramava pra ele.
Continuou até você soltar o último gemido trêmulo, enquanto a onda de calor se espalhava por todo o seu corpo, te fazendo contorcer e prender as pernas em volta do corpo musculoso dele.
Quando o estímulo ficou insuportável, você segurou a mão de Taeyong, implorando por uma pausa. Ele tirou os dedos com cuidado, mas não se afastou.
Em vez disso, passou a lamber suavemente por toda a entradinha, num carinho quente e paciente, fazendo questão de saborear cada gotinha que ainda escorria de você.
A superestimulação fez seu corpo inteiro espasmar contra o dele, arrancando um choramingo manhoso dos seus lábios antes mesmo que você pudesse contê-lo. Seu peito subia e descia rápido, pele arrepiada, e Taeyong afastou o rosto só o suficiente para te encarar com os olhos brilhando, curiosos, e aquela expressão orgulhosa por ter te desmontado.
“Eu falei que conseguia, não falei?” — Provocou baixinho, antes de se deitar sobre você de novo e encostar os lábios nos seus, agora num beijo lento e carinhoso.
“Tenho que admitir… você é muito bom nisso” — Você sussurrou entre um beijo e outro, ainda meio trêmula.
Ele ergueu uma sobrancelha, o tom ficando mais grave: “Sou tão bom… que consigo de novo”
“Ah é?” — Você sorriu, desafiando.
“Uhum” — Ele murmurou, os olhos descendo para sua boca enquanto o tesão começava a dominar o jeitinho dele outra vez.
Você o puxou pela nuca, juntando os corpos ainda úmidos, sentindo o calor dele colar no seu e a ereção dura, apertada dentro das calças, roçar de propósito no seu centro sensível.
por que o gabriel fernando é tão saboroso? (gabriel fernando pt.10)
𓏵 pra você que vive numa caverna provavelmente (aquelas, tô muito convencida KKKKK) gabriel fernando é o nome presente no cpf do haechan.
𓏵 ele é teu amigo desde sempre, mas as coisas mudaram quando se beijaram pela primeira vez na adolescência, num bequinho perto da escola de vocês.
𓏵 mas o que tinham não era exclusivo, haechan era um passarinho que pousava de ninho em ninho procurando rabo de saia, mas no final da noite ele sempre tava com você, no sofá, na cama, no chuveiro... colocando em prática e aprimorando todas as suas habilidades no seu corpo, de quebra podia dormir agarradinho contigo, contar suas pintinhas espalhadas pela sua pele macia e se deleitar com a sua visão adormecida.
𓏵 romântico e safado na mesma proporção, consegue te dedicar o poema mais bonito ao mesmo tempo que não se constrange em falar putaria explícita pra você no meio da rua, contanto que não estivessem perto de crianças, fosse esse o caso ele dava um jeitinho de censurar, como:
“me deixa esmagar tua rata, hoje?”
𓏵 e falando em crianças, ele é pirado por pirralhos, é tipo o papai noel para as crianças do bairro.
𓏵 tem o papo gostosinho, quando ri você se perde nos dentes alinhados que nem precisaram de aparelho fixo e quando percebe teu devaneio escancarado, haechan não consegue segurar alguma das propostas indecentes que possuía na ponta da língua quando o assunto era você.
“na moral, me olha assim não. fica esperta que eu te coloco pra mamar”
𓏵 pelo jeitinho de falar sobre sexo, até parece que haechan é bruto na coisa, mas sempre começa com beijinhos pelo seu rosto, pescoço, ombros, enquanto os olhares conversam, você não precisava de muito, bastava o sorrisinho dele pra te deixar de 4, mas haechan era fissurado por preliminares, te deixava ensopada antes mesmo da consumação.
𓏵 é o papai noel das crianças e o colírio das tiazinhas, haechan é gentil com a velha mais carrancuda e consegue ganhar o coração das senhorinhas num piscar de olhos, usa isso ao seu favor, garantindo bolo de fubá e goiabada num estoque de um semestre inteiro.
𓏵 theodore de alvin e os esquilos com alma de alvin.
𓏵 carioquinha.
𓏵 fala palavrão pra caralho, de 10 palavras, certamente, pelo menos umas 7 delas são palavrões, os favoritos dele são, em ordem de utilização: porra, caralho, foda (e todas as conjulgações existentes).
𓏵 ama falar no diminutivo, principalmente putaria no diminutivo.
𓏵 só paga de passarinho livre que quer voar, porque toda boca que beija pensa em você.
𓏵 exagerado prostrado aos seus pés, haechan, gabriel fernando é um romântico putinho emocionado, por ele casava contigo no dia seguinte só pra ter sua buceta de sobremesa todos os dias.
𓏵 sim, ele claramente escreveria o desejo num post-it neon e deixaria pendurado no espelho do seu quarto sem nenhum pudor.
𓏵 todos os prints de fake chats são criados enquanto eu escuto gaab ou rogerinho (não é a toa que o haechan é o moreno gostoso do 127, se é que me entendem), essa é a alma do gabriel fernando.