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acordei pensando na explicação do filme de backrooms e sobre como é um (não) lugar que lembra de todos os lugares que já existiram só que quanto mais ele lembra, mas distorcido e distante fica da coisa original e só tô pensando nisso porque sonhei que tava na casa da minha avó, mas foi muito estranho... talvez porque os sonhos funcionem do mesmo jeito, o cérebro nos faz lembrar TANTO que vai ficando distorcido e distante da coisa original.
now HOLD ON HOLD ON eu estivesse pensando sobre backrooms e "não-lugar" desde que vi o filme
acho que já tá bom de sentir tristeza por hoje, gostaria de voltar a sentir tesão se possível...
Oiiee
Adorei seu perfil, sua escrita é ótima e bem viciante 🥰
Por acaso o bonito, lindo, maravilhoso, suculento, gracioso Olise chama sua atenção o suficiente para escrever algo com ele?
Muito obrigadaa pelo elogio hihihi𖹭 escrevi essa pensando na personalidade que eu inventei pra ele.... espero que gostem. Boa leitura!!
──── 𝑼𝑳𝑻𝑹𝑨𝑽𝑰𝑶𝑳𝑬𝑵𝑪𝑬
[🫐] Bf!Michael Olise x leitora୨ৎ
.𖥔 ݁ ˖ preview: após uma derrota em um jogo importante, você precisa consolar o seu namorado de alguma forma...
⋆ ˚。୨୧˚ᵎᵎavisos: smut, size kink, dirty talk, rough sex, squirting, multiple orgasms, apelidos e unprotected sex.
Add: nessa história a França ganhou da Inglaterra na disputa pelo 3° lugar
Sua pernas se fecham com força em torno da cintura de Olise, tentando trazê-lo o mais perto possível do seu calor.
Suas mãos vão pra trás do seu corpo, tentando se apoiar no mármore frio da mesa em que está apoiada, ele te abre com força e você pode sentir os músculos da suas pernas resistirem enquanto seus joelhos se aproximam cada vez mais do seu peito.
Olise te segura como uma boneca, seu peso não parece ser nada pra ele, te penetrando com força, as veias do braço saltando, os quadris se chocando asperamente contra os seus, fazendo seus peitos balançarem a cada estocada.
Seus braços envolvem seu pescoço enquanto ele te empurra cada vez mais perto de um orgasmo, a mesa se mechendo no ritmo dos seus corpos.
Seus olhos se desviam pra imagem atrás de Olise, o vidro das janelas do seu apartamento espelhando a forma bruta que ele te come.
As costas largas de Olise cobrem quase todo seu reflexo, os dedos agarrando com força sua bunda, seu pau te abrindo sem piedade e da melhor forma possível, sua buceta se esforçando pra acomodar cada um dos centímetros.
Olise era grande, você precisava de vários minutos pra se acostumar com o seu tamanho mas essa noite a leve ardência no seu ventre não parecia importar pra nenhum dos dois.
Você podia ver suas roupas espelhadas por vários lugares da sala pelo reflexo no vidro, pequenas lágrimas enfeitam os cantos dos seus olhos e embaçam sua visão, o prazer se acumulando dentro de você violentamente.
Suas unhas delicadas cravam nas costas de Olise, tentando descontar um pouco da dor e do prazer intenso que você sente. Seus olhos reviram atrás das pálpebras saboreando o encaixe apertado que você dá a ele.
Ele parece tenso, sua mente vagando em algum lugar distante entre gols sofridos e as estupidas medalhas de terceiro lugar, o bronze brilhando nas suas memórias, a raiva preenchendo o seu corpo enquanto ele parecia descontar em você, o aperto no seu quadril começando a doer.
"Olise?", você diz baixinho, o nome dele deslizando pelos seus lábios como uma súplica, a voz saindo com dificuldade, quase não se sobressai ao barulho molhado de pele com pele, sua atenção finalmente se desvia pra você, os olhos mais escuros que nunca, seu peito subindo e descendo furiosamente.
Algo diferente desperta dentro dele, como se ele percebesse o que estava fazendo. Ele agarra seus rosto, e seus olhos se encontram, ele parece tão cruel assim, rindo convencido do quão destruída você se parece, o cabelo bagunçado, gotículas de suor escorrendo por entre suas clavículas e seios, os olhos perdidos e bochechas coradas, as sombrancelhas franzidas enquanto você morde os lábios de prazer, marcas avermelhadas enfeitando toda a extensão do seu pescoço.
Seus dedos afundam na pele macia das suas bochechas enquanto ele te trás pra perto, os lábios se chocando num beijo cortante, ele se enterra mais fundo em você, gemendo rouco durante o beijo, a língua invadindo sua boca com desejo e urgência.
Você pode sentir a sua decepção, sua frustração pelo seu time ter recebido um título que não merecia depois de tanto trabalho duro e dedicação, ele voltou da coletiva de imprensa essa noite com um gosto amargo na boca, precisando de algum tipo de afago, então você se ofereceu pra ajudá-lo.
Ele tem gosto de whisky e algo mais primitivo, você se afasta do beijo tentando recuperar o fôlego, mordendo um dos lábios carnudos dele. Seus quadris vacilam quando seus orgasmo te invade de maneira brusca, sua buceta pulsando ritmicamente em torno do seu pau grosso.
Olise encaixa o rosto na curva do seu pescoço, sentindo o seu cheiro e mordendo seu ombro enquanto recupera a velocidade dos seus movimentos impiedosos, sem esperar que você se recupere do seu orgasmo, seu pau encaixando no seu ponto G a cada estocada, fodendo com a sua sanidade.
Você geme seu nome mais alto, as unhas agora arranhando a sua pele, luz distante desenhava um brilho suave sobre sua pele escura, destacando os contornos do peitoral.
"Amor...É muito, porra—", seus dedos dos pés se curvam em total êxtase, a coluna se arqueia como a de uma gatinha, seus pensamentos oscilando em tentar afastá-lo ou trazer Olise mais pra perto.
"É demais—caralho", sua vagina ainda muito sensível, você se sente tão cheia, como se estivesse prestes a explodir, os estímulos te deixando a beira de um colapso.
"Ah é?Mas você aguenta 'né? Minha putinha sempre aguenta" sua voz soa rude quando ele finalmente rompe o silêncio, dando tapinhas no seu rosto, o polegar invadindo sua boca, pressionando sua língua macia enquanto te vê chupando sua digital, como a vadia que ele sabe que você é.
Uma sensação nova invade seu corpo, se acumulando a cada estocada, é diferente de qualquer outra coisa, você se sente estranha, como se fosse transbordar a qualquer momento,
Você pode sentir o momento que aquela linha que te separava da destruição se rompe, sua buceta esguicha e molha completamente o abdômen dele, um pouco a mesa e o chão gelado em baixo de vocês.
Você ouve a risada seca dele, vibrando sobre a sua pele, a boca pressionando seu pescoço, realmente se divertindo com o seu desespero.
Suas pernas se fechando em espasmos fortes, tentando tirá-lo de dentro de você.
Você fecha os olhos com força, os dedos tateando o abdômen dele tentando parar seus movimentos, tirá-lo de alguma forma da sua buceta cansada, agora mais apertada pelos espasmos.
Ele se despeja dentro de você com um ruído gutural, deixando todos os pelos do seu corpo arrepiados, seu esperma te preenchendo calorosamente.
Vocês se olham meio confusos e entorpecidos, as respirações voltando ao normal aos poucos, o cheiro de sexo ainda presente no ambiente escuro.
Ele se afasta lentamente de você, se retirando do seu interior enquanto seu gozo escorre de dentro da sua buceta quente.
Olha pra bagunça no meio das suas pernas e sorri convencido pra si mesmo, os dedos indo em direção ao seu buraquinho, coletando um pouco do seu próprio prazer e enfiando de volta pra dentro de você, a buceta agora mais espaçosa depois de acomodá-lo.
Você sorri cansada, a respiração vacilando enquanto se esforça pra dizer: "Melhor agora amor?", ele faz que sim com a cabeça, as sombrancelhas arqueadas de forma arrogante , o queixo se levanta enquanto seu sorriso se alarga, como o filho da puta pretensioso que ele é.
Notas: escrevi essa pensando no Erick e acho que eu me empolguei...um pouquito
Mô...me consola?
keito nakamura × fem!reader (pornografia sem enredo!)
Notas: Essa aqui estava guardada há um tempinho. A ideia era postar mais pra frente, mas a derrota do Brasil me deixou tão abalada que resolvi publicar agora. Keito agora eu que preciso ser consolada😭💔💔
Keito nakamura • smut • namoradinho
Avisos: Proibido para menores! porra no rosto, Choking, Praise kink, garganta profunda, sexo oral (m.recebendo), spit roasting (implícito, sexo oral seguido de vaginal), relacionamento estabelecido, degradação leve, cum play e acho que só.
quando eu não tô com tesão, eu tô triste… isso não existe
( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝗯𝗲𝘁 ── “𝐃𝐔𝐎.”
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “A aposta só começou a parecer crível quando 𝗝𝘂𝗱𝗲 fez questão de conduzir a embarcação para o meio do mar e tornou-se 𝗿𝗲𝗮𝗹 quando você finalmente se ajoelhou no meio das pernas dele.”
─── 𝗯𝗳! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮 × ??? 𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 1853. 𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: espanhola, jude MUITO boca suja, degradação, oral, jude ciumento , exibicionismo, menção à anal & surpresinha no final. ─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: obrigada anon que deu essa ideia!
chuta pro gol olise
𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚 — 𝐣𝐮𝐝𝐞 𝐛𝐞𝐥𝐥𝐢𝐧𝐠𝐡𝐚𝐦 ㅤ ೀ⠀
jude!namoradinho x leitora, smut!!!!, oral (f), jude meio pussy drunk, menção a choro, acho que é isso ⁘ wc: 800 ⁘ a/n: minha pequena contribuição a judemania, talvez teremos mais coisas depois :p
dia do chute maluco pro olise
──────── 𝐀𝐍𝐆𝐄𝐋
Bf! Erick Pulgar x leitora
Gênero: smut curtinho
Avisos: MDNI, sexo explícito, oral (fem), apelidos, overstimulation (?), linguagem imprópria
Notas: uma consolação da nossa derrota de hoje contra a Noruega ‹/𝟹
Além disso eu ainda perdi todo o texto que eu tinha escrito que tava maravilhoso (eu literalmente tinha terminado de escrever),me desculpa se não tiver tão bom gente, é muito muito frustrante tentar escrever a mesma coisa de novo, é isso, vai sem revisão essa prr vtmnc.
Boa leitura!!
Suas coxas doíam enquanto você tentava evitar fechá-las em torno da cabeça de Erick, afundada no meio das suas pernas.
Seus mamilos estavam rígidos por baixo da camisa dele, ele não pode evitar estender a mão prende-los entre os dedos, apertando com força.
Desde que seu namorado chegou do Chile tudo o que ele tem feito é te dar atenção, comprando seus doces favoritos, tomando banhos longos com você, massageando suavemente suas pernas enquanto vocês assistem filmes, distribuindo beijinhos quentes pelo seu rosto e pescoço, e com mais frequência do que o comum, chupando sua buceta toda vez que você acorda.
Antes de você ele não se considerava exatamente um fã de sexo oral, alguns diram até que ele era egoísta ou preguiçoso, mas com você... Ele simplesmente não consegue evitar abrir seus lábios com os dedos, a boca salivando pra te tocar, ainda mais em momentos como esse: um fim de tarde perfeito depois de um dia inteiro na piscina conversando e bebendo com você, suas bochechas avermelhadas por causa do sol, os lábios rosados e o cabelo bagunçado espalhado pelo travesseiro, o corpo quente por causa das cobertas que agora têm seu cheiro, a pele ainda mais macia depois do cochilo, usando aquele short de dormir que ficava mais curto a cada movimento seu. Perfeita pra caralho.
Ele ama te observar durante suas sonecas, como você se aconchega em sua cama grande, dando selinhos nele como despedida e sussurrando palavras desconexas antes de dormir, o peito subindo e descendo tranquilamente. Você parece tão linda, como um anjo.
Ele ama todas as pequenas coisas que fazem o que vocês têm parecer mais real, que te fazem parecer mais dele: a maneira como você anda pela casa com as camisas dele, espalhando seus livros e coisinhas por todos os lugares, deixando sua escova em cima da pia e avisos de post-it no espelho pra não se esquecer de algo, todas as coisas que fazem você ser quem é. Ele tinha que te agradecer de alguma forma por ser sua namorada.
"Se fechar as pernas vai ser pior, entendeu mi amor?", ele puxou suas pernas pra apoiá-las nos ombros com uma das mãos tatuadas enquanto a outra pressionava sua coxa com força, te mantendo bem aberta pra ele.
A ordem aumentando seu prazer, te fazendo morder os lábios pra segurar um gemido, seu cenho se franze levemente enquanto você assentia febrilmente, tentando se controlar.
Ele era tão bom nisso, a língua deslizando suavemente da sua entrada até seu clitóris sensível, coletando seu mel e pressionando os lábios no seu monte macio como num beijo.
Ele parecia tão perdido quanto você, seus olhos se revirando por trás das pálpebras enquanto saboreava seu gosto, fazendo barulhos molhados e altos que só te deixavam mais corada. Seu bigode começava a crescer, deixando a fricção ainda mais intensa, a sua lubrificação se espalhando desde a ponta do seu nariz até o queixo dele, começando a escorrer pelo pescoço.
Suas mãos apertavam a carne da sua bunda com força, os dedos cravados na sua pele bronzeada, abrindo os olhos pra poder te admirar.
Ele pressiona dois dedos na sua entrada e os enfia profundamente, logo estabelecendo um ritmo perfeito, pressionando aquele pontinho macio dentro de você, te fazendo arfar, os espasmos aumentando, todo seu autocontrole por um triz.
"Goza no meu rosto, ¿puedes hacerlo por mí, princesa?", a sua voz rouca vibrando por toda a sua buceta, seu hálito quente fazendo os pelos do seu corpo se arrepiarem, aquele foi seu fim.
Todo seu corpo vibrava quando seu orgasmo te atingiu com força, a visão ficando embaçada, pequenas lágrimas brilhantes se acumulando nos seus longos cílios. Você sussurrava uma bagunça de pedidos e agradecimentos pra Erick, sua buceta se apertando com intensamente em torno dos seus dedos.
Depois que suas primeiras ondas de prazer foram embora você podia sentir a dor nos ossos do seu quadril, coxas e peitos, desejando internamente que tenham ficado marcas, querendo admirá-las no espelho mais tarde.
Seus olhos se abrem e encontram os dele, já fixos em você, eles se fecham suavemente enquanto ele sorri, te puxando pela cintura pra mais pertinho, agora gentilmente, distribuindo beijos molhados por seus joelhos, na parte interna das suas coxas e por fim no seu clitóris.
Ele te olha com devoção, observando a maneira como sua buceta estava brilhante e rosada ainda sob seu toque, completamente satisfeita e exausta, completamente dele.
Ele tira os dedos de você, fazendo um estalo molhado, e sobe lentamente, descansando a cabeça no seu peito, seus dedos se entrelaçando nos fios escuros do seu cabelo.
Você poderia ficar daquele jeito pra sempre, o mundo anoitecendo lá fora e os tons quentes do fim de tarde desaparecendo no céu, enquanto o calor do seu corpo se esvai e o frio do ar-condicionado se torna mais real.
Os polegares dele fazendo carinho na sua pele, te pedindo desculpas por ter te machucado, elogiando seu cheiro e gosto.
Agora seria sua vez de recompensá-lo.
Tô tão chateada ◞‸◟
☰ 𝐀 𝐎UTRA 𝐂OVINHA!
🂱 sinopse — a próxima pergunta daquele jogo de cartas para casais parecia inofensiva à primeira vista, só parecia mesmo...
[⌕] conteúdo — seungcheol × f!reader, relacionamento estabelecido, sugestivo, o cheol é doidinho pela pp, diferença de idade não especificada (obviamente a pp é maior idade!), 0.9k palavrinhas e eu acho que é só isso!!
[✴︎] notinha da gabz, a sua preferida — no flop ou não, eu continuo escrevendo porque, novamente, felizmente ou não, eu amo escrever então vocês vão ter que me aguentar por mais um tempinho. isso aqui é completamente inspirado nos boys da ali hazelwood porque eu só tenho lido os livros dela desde então e eu sempre fico muito inspirada quando eu leio livros dessa mulher. amo vocês!! obrigada pelos incentivos enquanto eu estive no vale da morte, provavelmente eu estarei mais vezes então não desistam de mim!! prometo que vou fazer valer a pena!! um beijo!! e muitos outros também!! 💋
— Tá, a pergunta da vez é: qual característica física você mais gosta do seu parceiro?
— Essa é fácil.
— Seungcheol...
Você mordeu o lábio enquanto o repreendia, com o tom de voz arrastado. Ele sorriu enquanto terminava de lavar a louça de vocês, usando suas luvas amarelas, e você finalizava secando um copo, colocando-o na ilha no meio da cozinha.
— Gosto da ponte do seu nariz, da curva do seu pescoço, da sua cintura e da cor específica dos seus olhos quando a luz bate em determinado ângulo — ele respondeu de uma só vez, sem pensar duas vezes.
Você sorriu, satisfeita, enquanto se encostava no balcão. Seungcheol se livrou das luvas, deixando-as ao lado da pia, para ficar ao seu lado, os braços se encostando.
— Mas, se for pra ser safado...
— Elabore — você incentivou, e ele molhou os lábios, que com certeza faziam parte da sua lista de características físicas favoritas nele.
— Gosto dos seus mamilos. São fofinhos.
Você riu, ficando vermelha, ao passo que Seungcheol te prendia entre ele e o material do balcão. Você respirou fundo depois do acesso de riso, olhando para ele fixamente.
— Sua vez.
Seungcheol também te encarava — na verdade, te comia com os olhos daquele jeito que era romântico e, ao mesmo tempo, predador, completamente o seu tipo.
— Gosto das suas sobrancelhas, porque são bem mais preenchidas do que as minhas, e eu te odeio por isso.
Seungcheol sorriu, roubando um beijo seu — rápido, o bastante para te deixar ainda mais em combustão. Provavelmente, te deixar em chamas era um hobby que ele havia aperfeiçoado nos últimos tempos em que vocês viviam juntos — fosse na sua casa, na casa dele, nos rolês com os amigos, tanto os seus quanto os dele. Na verdade, os seus amigos já eram amigos dele também naquela altura, e vice-versa.
— Gosto da sua boca, dos seus olhos... às vezes você parece um peixinho, e é atraente pra caralho.
Cheol te beijou de novo — agora o seu pescoço, seu colo, seu ombro. Os dentes encontraram sua pele de leve, só com o intuito de te provocar. Ele te impulsionou para cima do balcão, os beijos se intensificando à medida que as mãos dele te desbravavam, e as suas puxavam o moletom que ele usava para cima, removendo-o tão fácil quanto sua memória havia se livrado do intuito da pergunta: a resposta, obviamente.
— E o que mais? — Cheol perguntou, com a boca na linha do seu maxilar, os lábios curvados em um sorriso diabólico, lindo e cheio de luxúria.
Era possível — na verdade, era certo — que Cheol nunca se cansaria de te comer, ou, melhor dizendo, de fazer amor com você em cada uma das superfícies que achasse apropriado. E, para ele, meio que todas eram.
— Acho que...
— Quero sua versão safada.
— Cheol, eu... — você apertou o bíceps dele, as bochechas queimando — conseguia sentir. Os lábios entreabertos, o coração disparado, a respiração ofegante. Vocês já tinham se pegado no mínimo umas mil vezes, e seu corpo nunca se acostumava com o de Seungcheol pressionando o seu — especialmente porque você o conhecia, confiava nele, sabia do que ele gostava e do que não gostava. Na sua frente, ele era só Choi Seungcheol, um cidadão comum como qualquer outro — com uma libido extraordinária.
— Gosto dos seus músculos, cada um deles.
Seungcheol tirou o rosto, até então enterrado na sua pele, e te observou. A língua passou pelo lábio inferior enquanto ele exibia uma expressão que dizia, com todas as letras: “você não precisa censurar, meu bem”. Você desviou o olhar. Costumava ser sincera com ele na maior parte do tempo, e, quando não era, era por pura timidez — especialmente por ele ser mais velho, mais experiente em muitas áreas da vida, como a sexual.
Mas, quando estava com você, ele se sentia um adolescente pervertido preso no corpo de um homem de trinta anos. Não conseguia disfarçar a excitação; ficava obcecado por cada barulhinho seu. Era facilmente atingido por uma ereção toda vez que você gemia ao provar algum doce novo de que gostava. Te ver concentrada no trabalho fazia com que quisesse te puxar para algum canto só para te chupar inteirinha, deixar marca no seu pescoço como um neandertal. Adorava quando você começava a divagar sobre um assunto inteligente, com o cabelo preso em uma trancinha estratégica que ele tanto gostaria de puxar.
Mas Seungcheol se continha — na maior parte do tempo. Trabalhava seu autocontrole com afinco desde que te conheceu.
— Querida, não precisa sentir vergonha — ele incentivou, os olhos presos nos seus, observando cada tremorzinho de pálpebra, cada rubor intensificado que surgia nas suas bochechas lindas, com um viço natural, rechonchudinhas de um jeito que o deixava completamente apaixonado.
— Gosto da covinha que você tem na bunda.
— Eu já imaginava.
Você escondeu o rosto nele, de vergonha — e porque tentava reprimir o sorriso que não saía por nada dos seus lábios. As maçãs do seu rosto iriam doer depois, mas você não se importava naquele momento.
— Gosto de te apertar lá também, encher as mãos enquanto você...
Seungcheol te beijou de novo, com uma intensidade que curvou seu corpo para trás. Uma sequência de beijinhos foi depositada nos seus lábios quentes e vermelhos antes de ele dizer, completamente satisfeito com você, com a sua resposta, com o que vocês tinham — com o amor que sentia por cada pedacinho que te compunha:
— Ah, eu te amo, garota!
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( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝗽𝗿𝗶𝘇𝗲 ── “𝐂𝐎𝐍𝐒𝐎𝐋𝐀𝐓𝐈𝐎𝐍.”
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Você já havia deixado 𝗝𝘂𝗱𝗲 derramar as próprias frustrações no seu ombro, então não teria problema com elas 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝗻𝗱𝗼 na sua língua.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮. 𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 1503. 𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: boquete de consolação, cum eating, mouth-fucking (he's a head pusher), jude um tantinho mais cruel e introspectivo. ─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu avisei que ia entregar só dois parágrafos de mamada e ia dormir tranquila.
a frança tomando na minha posição fav
────⠀· ❛ 𝐁𝐄𝐒𝐓𝐈𝐄𝐒
(Ningning x Leitora)
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐺𝑒̂𝑛𝑒𝑟𝑜: Smut.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, wlw, 69, amigas com benefícios, sexo oral, masturbação explícita, dirty talk, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Oi sapatinhas do tumblr.com
Yizhuo tem absoluta certeza que é hétero, que não sente qualquer tipo de atração por outras mulheres. No entanto, é curiosa, ao menos essa tem sido a desculpinha dela pra pegar a melhor amiga.
────── 𝐑𝐄𝐃 𝐂𝐀𝐑𝐃
Erick Pulgar x leitora jornalistaᵎᵎ 🍒
Gênero: smut
Avisos: MDNI,sexo explícito, apelidos carinhosos como princesa,amor, gostosa etc. Bem levinho
Notas: essa é a primeira história que eu publico, então tô morrendo de vergonhakk.Queria agradecer a @highflyingcami porque ela é minha musa inspiradora e me ajudou a criar coragem e postar, é bom ter um obsessão diferente do oasis,boa leitura˚. ᵎᵎ
Você se impressionava com a habilidade dele de fazer tudo aquilo parecer tão natural: os copos de bebida abandonados sobre a mesa, a iluminação baixa em tons quentes que se espalhavam pelo quarto, uma música claramente da playlist que ele fazia com cuidado tocando ao fundo e, durante os últimos minutos, a mão dele subindo gradualmente pela parte interna da sua coxa, infiltrando-se pela barra do seu pequeno vestido enquanto sussurra no seu ouvido o quanto você está linda, o quão gostosa você é e o quanto ele quer te comer.
Você ri internamente pensando no quão incrível ele deve estar se sentindo por levar alguém como você para a cama, no quão esperto ele acha que é por finalmente conseguir levar a mulher mais teimosa do mundo para o seu quarto e no quanto ele deveria estar grato por isso.
E você não está errada, na verdade.
Acontece que, nas últimas semanas, a única coisa em que ele consegue pensar é no quão fria você parece, não só perto dele como de qualquer outro jogador do seu time; no quão distante é a possibilidade de você ceder para ele, parar de ser tão orgulhosa assim e finalmente aceitar alguma de suas diversas investidas.
Mas você não é como as outras mulheres que ele já teve a chance de ter. Ele sente isso pelo jeito que a sua pele vibra ao encontrá-la no vestiário após os jogos, pela maneira como você mexe no cabelo, tirando-o do pescoço enquanto entrevista alguém,pela forma como você entra em um ambiente, curvando todo o espaço-tempo no lugar em que você se encontra.
Você não é como as outras, puta merda, não mesmo. Não há fama ou dinheiro capazes de fazê-la negociar aquilo que construiu.
────୨ৎ────
Você costumava ser comentarista em outra emissora, falando de futebol feminino, mas chamou tanta atenção com as suas opiniões polêmicas, gerando recortes virais nas redes sociais, o que acabou levando empresas maiores a te procurarem e, inevitavelmente, te contratarem para um cargo de maior visibilidade e peso na mídia.
Inicialmente, você pensou que deveria ter sido promovida pelo seu profissionalismo e relevância dentro da área, mas também não podia reclamar dos resultados que essa fama de encrenca te deu.
Sua função mudou praticamente na mesma época em que Erick assinou contrato com o Flamengo, após fracassos em ligas europeias.
Seria difícil que, especificamente nessa profissão, você não esbarrasse com homens medíocres, de autoestima elevada e ego inflamado; homens que tinham mais escândalos do que presença de jogo.
Apesar de mais quieto e reservado do que outros jogadores, Erick Pulgar não parecia nada diferente aos seus olhos e, se pensasse mais no assunto, era um jogador que não merecia tanta visibilidade quanto estava recebendo.
Sinceramente.
"Certo, para encerrarmos a noite, a pauta mais levantada pelas enquetes nas nossas redes sociais: o novo volante do Flamengo chegou em campo e anda chamando atenção pela sua estatura e qualidade de marcação", os outros comentaristas voltam sua total atenção para você, como algo natural. "Mas sejamos sinceros aqui: como jogador, ele tem mais pontos negativos do que positivos".
Você prossegue:
"Ele possui instabilidades físicas, o que gera oscilações de ritmo e longos períodos afastado dos gramados. Eu entendo toda a atenção que ele vem recebendo dentro e, principalmente, fora do jogo". Seus colegas de trabalho deixam escapar algumas risadas. "Mas será que é isso mesmo que um time excepcional como o Flamengo precisa?".
"Eu entendo o que você quer dizer". Uma voz do outro lado da mesa te interrompe, e algo dentro de você se encolhe com asco. "Mas você não acha que está sendo muito dura com o garoto? Desde sua chegada ao time, Erick tem dado grande contribuição. Acho que você é muito crítica quando se trata do futebol masculino, não acha, s/n? Eu sei que você tem problemas pessoais com... homens, mas não pode deixar isso interferir na visão sobre o jogo de Pulgar", ele dá um sorriso pretensioso.
Não bastasse ter sua competência e contratação questionadas desde o início pelos colegas de profissão, ainda tinha que suportar caras como Wellington te rotulando como mulher infeliz romanticamente e sexualmente insatisfeita. Bom, era isso o que restava a caras fracassados na carreira como ele para criticar você.
Você tem mais anos de experiência do que ele tem de fios de cabelo sobrando e, ainda assim, todos os seus colegas ficam em silêncio, esperando seu próximo movimento.
Respirando fundo e engolindo palavras nada lisonjeiras que gostaria de dizer, você prossegue:
"Apesar de ser um nome de peso, é difícil ignorar a queda de rendimento,o excesso de força e a indisciplina, que culminam em cartões e suspensões", seus lábios se curvam em um sorriso educado. "Além disso, comparando o desempenho dele com outros jogadores do elenco, caras como Evertton Araújo e Léo Ortiz minimizam aqueles erros graves de saída, como no último jogo, que geram contra-ataques contra o Flamengo".
Uma pausa.
"Com relação ao que você disse anteriormente, eu tinha comentários menos rígidos a serem feitos para clubes femininos porque, em sua grande maioria, desempenhavam com excelência o seu trabalho. E, sobre minha vida amorosa, não penso que isso interfira no meu trabalho como o senhor deixou que acontecesse durante um... digamos, divórcio complicado".
Os olhos das outras pessoas alternavam entre você e Wellington, em um silêncio constrangedor, até que você prosseguiu com uma risada suave, olhando diretamente para a câmera.
"Eu espero não me decepcionar com seu próximo jogo, Erick. Você tem potencial, mas se distrai com as pautas erradas dentro do jogo, se deixa levar pela raiva, exagera na intensidade das divididas e acaba cometendo faltas infantis ou agressões que não se encaixam nesse contexto. Boa sorte para você. Você vai precisar". Finalizando com uma piscadela e se despedindo dos seus telespectadores.
Não demorou muito para que esse trecho do programa viralizasse e chegasse aos ouvidos do chileno a sua opinião.
No entanto... nenhuma resposta ou indireta agressiva.
Nem sempre o silêncio é sinal de indiferença.
────୨ৎ────
O estádio já se esvaziava, mas o calor do segundo tempo ainda permanecia dentro do vestiário, resistindo às brisas frias daquela noite.
Você e sua equipe já estavam esperando os jogadores com os equipamentos montados, começando as entrevistas assim que o jogo acabou: um empate.
Assim que a entrevista com Matheus Cunha terminou, seria a vez de Pulgar, que estava sentado em um canto isolado do vestiário, com os olhos percorrendo você até encontrar os seus.
"E por fim, Pulgar. Eu e nossos telespectadores gostaríamos de saber qual é o seu sentimento em relação a esse gol de empate nos minutos finais do jogo". Sua voz parecia controlada, mesmo com os pelos do seu corpo se arrepiando sob a atenção dele.
Depois que aquele trecho em específico se espalhou por toda a internet a semanas, você ainda não tinha tido a oportunidade de conversar com o jogador, mas tinha algumas hipóteses sobre o que ele devia ter achado da sua fala.
Em toda premiação, festa ou reunião com a imprensa, vocês se encontravam. Ele reconhecia sua presença,mas havia algo nele que a incomodava profundamente: uma sensação de tensão que se acumulava na base da sua coluna durante qualquer contato entre vocês,seu semblante sério. Ele nunca desviava o olhar primeiro.
Que irritante.
"O sentimento é de frustração por ceder o empate no fim".
Cara de poucas palavras.
"Certo, você voltou de uma lesão hoje, causada, como muitos devem lembrar, por um dos confrontos no jogo passado. Você acha que o seu comportamento intenso dentro de campo tem afetado negativamente seu time?".
"Fisicamente, me sinto muito bem, obrigado por se preocupar", uma pausa "Muitas pessoas que não sabem nada do meu jogo têm essa impressão, mas eu sei o que estou fazendo. Intensidade é o que contribui para a vitória do meu time".
Uma risada seca antes de você prosseguir.
"Não só eu, como também seus torcedores, encaram a sua inflexibilidade como um defeito, Erick. É muito importante, para todo o time, que os jogadores ouçam as críticas e melhorem, a partir delas, sua perspectiva de jogo, não acha?".
Ele solta uma risada abafada, encostando a cabeça na parede e franzindo levemente o cenho.
Você expira fundo ao encerrar a gravação, virando-se em direção à câmera, enquanto os olhos de Pulgar aqueciam suas nuca.
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Desde aquele dia, a aproximação dele ficou óbvia durante semanas: ele te observava durante os churrascos na casa de algum jogador, respondia aos seus comentários e críticas publicamente e até mesmo passou a te seguir nas redes sociais.
As suas provocações ficavam cada vez mais intensas: toques demorados, te seguindo pra cantos escuros nas festas e convites sugestivos para encontros.
Em uma dessas vezes, você aceitou. Vocês sairiam à noite.
E aqui está você: os olhos serrados, com uma respiração irregular escapando dos lábios entreabertos, o corpo de bruços pressionado contra os lençóis brancos, enquanto ele distribui beijos molhados por toda a extensão do seu pescoço, os dedos pressionando seu feiche de nervos pulsante.
Você pode sentir a sua arrogância enquanto seus dentes mordiscam sua orelha, a maneira como seus lábios se curvam com os sons que consegue tirar de você.
Arrogante do caralho.
ele enfia o pau dentro de você, preenchendo-a completamente, você não têm certeza de quanto tempo exatamente ficou aqui,ou quantas vezes gozou nos dedos e boca dele,mas o céu está clareando aos poucos lá fora.
Sua vagina se contrai incontrolavelmente enquanto ele agarra sua cintura e impulsiona os quadris contra os seus, seus olhos revirando a cada estocada brusca que empurra seu corpo para frente, se sentindo cheia demais dele, a tensão na parte inferior da sua barriga aumentando a cada instante.
Ele está ofegante atrás de você, respirações irregulares e quentes.
"Vamos,sé que puedes, princesa. Dame uno más." Sua voz rouca e embriagada.
"Eu—porra,acho que não consigo.É demais".
Ele ri do seu desespero e cospe no ponto de encontro entre vocês, já uma bagunça, o líquido escorre pela sua buceta encharcada e cheia, deixando o contato da pele com pele ainda mais sujo.
Você vira a cabeça por cima do ombro para olhá-lo.
Ele mordia os lábios com força tentando que ter um pouco de alívio, seus olhos estão escuros, e você pode sentir o quão perto ele está de perder o controle.
Hipnotizado pela maneira que você o aperta.
"Porra, você é tão gostosa".
Erick solta um suspiro pesado, inclinando a cabeça para trás, sobrecarregado, e um pouco tonto por te ter assim só para ele, o aperto em seus quadris começando a te machucar.
Você o engole inteiro, o líquido dos seus orgasmos anteriores escorrendo pelas suas coxas enquanto seu corpo acomodada cada centímetro, te abrindo como se você tivesse sido feita para isso.
Feita para ele.
"Porra—" Um gemido desajeitado e choroso escapa de sua garganta, abafado pelo travesseiro embaixo do seu rosto,o nome dele deslizando por seus lábios como uma prece, suas mãos se agarrando aos lençóis, tentando se segurar em algo para se manter estável.
Seus olhos reviram quando um prazer intenso te percorre, suas pernas tremendo em espasmos fortes, seu orgasmo te atinge em cheio, sua coluna arqueando como a de um gato, se inclinando em encontro dele, você consegue enxergar estrelinhas atrás de suas pálpebras.
Os dedos dele continuam a esfregar sua buceta inchada, tentando extrair tudo de você.
"Erick — é demais,porra,por favor", você arfa, se contraindo contra seu grosso comprimento.
Erick vem logo depois, derramando um sêmen quente e espesso dentro da sua buceta.
Completamente arruinada.
"Buena, amor. Sabía que podías" ele diz ofegante e tão destruído quanto você.
Você solta uma risada sem humor. "Filho da puta", você consegue sussurar, fazendo um sorriso malicioso surgir em seus lábios, ele se retira do seu interior, deixando uma sensação se vazio, e empurra o sêmen de volta para dentro de você com os dedos. Ele sabe do que você precisa — do que sua buceta precisa.
E ela precisava muito dele.
eu nunca fui muito fã de futebol, e portanto, não sei porra nenhuma, mas a Copa simplesmente lotou minha fy de jogadores bonitos, o Pulgar incluso (só não fica olhando muito tempo pro bixinhokkk) e essa ideia nasceu do nada por meio de pensamentos pensantes saborosos.
meu deus que depressão profunda