Ruim demais para ser "normal". Ruim demais para ter diagnóstico de transtorno mental. Como posso ser ruim em ambas as opçÔes?
- crisesdeluna

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Sade Olutola

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Three Goblin Art
trying on a metaphor

ç„æ„ / Permanent Vacation
he wasn't even looking at me and he found me
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Monterey Bay Aquarium
YOU ARE THE REASON

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ojovivo
Sweet Seals For You, Always
Aqua Utopiaïœæ”·ăźćșă§èšæ¶ă玥ă
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@transbordastes
Ruim demais para ser "normal". Ruim demais para ter diagnóstico de transtorno mental. Como posso ser ruim em ambas as opçÔes?
- crisesdeluna
SĂł por hoje atravessa essa distĂąncia em pensamento deita do meu lado, me envolve em seus braços e sussurra no meu ouvido que vocĂȘ nĂŁo vai embora
â Samara
Nem todo mundo se reconhece no reflexo dos olhos que admiram.
[18:18] VocĂȘ Ă© e sempre serĂĄ minha melhor escolha, o sentimento mais bonito que jĂĄ vivi, mesmo estando distante agora.
âNĂŁo Ă© errado mudar quando se ama alguĂ©m. As pessoas mudam umas para as outras o tempo todo. Em qualquer histĂłria de amor se vocĂȘ for ver, sempre houve mudanças. Mudar faz parte, eu mudei e puta merda, eu mudaria mil vezes por vocĂȘ.â
â Escriturias
Minhas lågrimas soletram C A N S A à O E meu cérebro grita SOCORRO! - Mas o peito arde em Paixão~! E as entranhas pedem Mais, mais!
⥠- Voz de Garganta
Nem todo viajante sabe que caminha carregando auroras. O espelho das ĂĄguas estranhas guarda imagens que ele nĂŁo crĂȘ. A chama treme, mas mesmo assim conduz pĂĄssaros noturnos ao abrigo das ĂĄrvores. SĂł nos olhos de quem passa o invisĂvel se torna forma, e a sombra revela a prĂłpria luz.
A Barca de TĂąnatos ConstituĂda de Minhas PercepçÔes
Morro cada vez que enxergas Cavo um disfarce com os dedos Viro essa assombração Ruminando meus ossos
Morro cada vez que me escutas Desmembrar para sempre minha Voz em dois espaços Um frĂĄgil e outro lĂșcido
Morro cada vez que me encontra E me reconhece e me lembra Que todos os pesares Ainda sĂŁo presentes
Morro cada vez que me lĂȘ Eu tenho a certeza que FrequentarĂĄ a volĂșpia Da qual derramo exageros
Morro cada vez me tocas Pois lembro de quando Morri pela primeira vez Quando a ingenuidade me foi arruinada
Corrompo minhas mortes Acumulo sĂmbolos Entranho violĂȘncias Um resto jĂĄ envelhecido
Morro ao acolher o desejo IncompreensĂvel virtude Promovo uma geografia Para fora dos ossos
Morro em cada interrogatĂłrio Meu Ăntimo Ă© sagrado e dispensĂĄvel Sepulto-o sempre que posso AtĂ© nĂŁo sobrar mais vestĂgio algum...
A gente vira nada quando deixa de ser novidade.
Apreciando a solidão dos dias chuvosos, o céu derrama seu pranto.
âEstar com vocĂȘ Ă© como ter um lugar especial no mundo.â
â Escriturias