Mike Driver

if i look back, i am lost
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we're not kids anymore.

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@umlugarpraserfeliz
“Então somos adultos. Quando isso aconteceu!? Como podemos parar?”
— Grey’s Anatomy
Olá
Estou tentando voltar por aqui, depois de bastante tempo...
Tentar recuperar o ritmo.
Se tiver alguém por aqui, fique à vontade :)
Todo mundo bem sabe que gosto de ler, acho que também sabem que gosto de escrever, visto o tamanho de algumas legendas por aqui, e algumas divulgações do meu blog. O que provavelmente não é de conhecimento de todos é que escrevi um livro! Acho que é comum a todos que gostam de ler, em algum momento em sua caminhada de leitor desejar escrever, assim foi comigo, e fiz inúmeros planos sobre diferentes gêneros e públicos, mas nunca na vida imaginei escrever para crianças. E olha como fui realizar meu sonho!? Escrevendo um livro infantil! Hoje é o #DiaDoLivro e no último dia 18 foi o #DiaDoLivroInfantil ... ainda não sou publicada, mas acho que já tenho o direito de expor a vocês a minha alegria em ver essa conquista se realizando. A minha gratidão a Deus e a cada um que me incentivou e tem me ajudado 🥰 Em breve posto divulgando a publicação e pedido a ajuda de vocês para comprar! Para hoje, basta que fiquem alegres comigo 🤩🥰 https://www.instagram.com/p/COBxlvODcyJ/?igshid=1w0j12q93kqb0
Ele. Família sólida. Pai, mãe e irmão mais velho. Cantor desde os sonhos mais antigos, e realizado. Ou melhor, em realização. Formado em engenharia florestal, um pouco apenas pela necessidade de ter uma graduação. Mas também motivado por outra paixão além da música. Era apaixonado pela natureza, trilhas, mato, cachoeiras e afins. Queria conhecer o mundo. Todo o mundo mesmo. Disse que pelo menos 5 lugares em cada continente. Mas na verdade quer muito mais. Eu. Casamento dos pais, não sei, nunca tive. Cada um com sua família e eu longe dos dois. Irmãos, sim, um time de futebol (de salão haha). Sonhava em ser médica, depois mudei para bióloga, pensei em me enveredar pela política, talvez me dedicar a causas sociais. Por um tempo foquei nas exatas, talvez economia ou computação. Poderia ser jogadora de futebol, e quando já era tarde para isso, pensei em ter um clube de futebol. Por fim, meu sonho era ter um sonho para sonhar. Formação. Sem formação. Apenas um acúmulo de inícios sem conclusões. Mas faz parte do sonhar. Apaixonada por ele. Mas eu não falei isso. Não pode dizer isso no primeiro encontro (apenas Ted Mosby falou, e não deu certo para ele por alguns anos, eu não poderia me arriscar daquela forma). Gosto da natureza também, mas pensei que pareceria que eu estava forçando a barra. Afinal nada mais pareceu se encaixar. Nada seria um assunto em comum. E eu nem gosto tanto assim da natureza. Minha paixão então é futebol. Não sei porque não falei logo. Sou mesmo apaixonada por isso, pela bola na rede. Pelos 22 malucos correndo atrás de uma bola. Pelos milionários que nem sabem que nós existimos, apesar de sorrirmos e chorarmos por eles. Sou apaixonada pela vibração do gol no final do segundo tempo, nos acréscimos. Sou apaixonada por acordar em dia de jogo já cantando que meu time vai ganhar, mesmo que não tenha a menor chance. É isso, sou apaixonada por futebol. E sobre viajar, bom, nunca foi um grande desejo. Até que me apaixonei por minha primeira viagem. Acho que eu toparia conhecer o mundo com ele
Ariane Machado
Ele não me conhecia. Não mesmo. Ele era um daqueles famosinhos em ascensão. Eu não era conhecida nem em minha cidade. Nos esbarramos num aeroporto. Eu poderia explodir de felicidade, mas não queria dar chilique de fã. Queria ter oportunidade de chegar perto dele. Eu poderia ter chorado, ter gritado, ter pulado. Poderia colocar tudo à perder sem conseguir me aproximar dele. Ou me aproximar e ser como todas as possíveis fãs que tinham a mesma oportunidade. Mas eu queria ser notada. Eu não pedi um autógrafo. E na era do digital, da tecnologia, das redes sociais bombando, também não pedi uma selfie. Eu falei que sempre quis conhecê-lo, e perguntei se poderia lhe dar um abraço. De tudo o que eu tinha de especial, e a lista não era muito extensa, o que de melhor eu poderia oferecer a ele, naquele momento, era um abraço. Sabe aquela coisa de conquistar o cara pela comida? Primeiro, eu não sabia cozinhar. Segundo, se soubesse, no meio do saguão do aeroporto não era bem o momento propício para tal. Então o que melhor do que um abraço? Quais as reais chances de ele aceitar? Ele ou qualquer outro famoso? Não sei. Não ando esbarrando com famosos por aí, e muito menos oferecendo-lhes abraços. Não sei quem faz isso. Ou com que frequência são aceitos. Mas eu queria dar o meu melhor. E uma foto ou um autógrafo não acrescentaria nada para ele. Eu sei que meu abraço também poderia ser insignificante, talvez ele o recusasse. Ou aceitasse o meu, da mesma maneira que já aceitara outros 500, e fossem todos iguais para ele. Mas como eu ia saber? Só mesmo tentando. E eu tentei. Me apresentei e falei que amava o trabalho dele. Eu disse que sempre sonhei em conhecê-lo, e decidi dar um abraço se isso acontecesse. Ele sorriu, talvez me achou idiota. Ele não seria o primeiro. Nem o último. Mas ele foi legal. Eu explodia de felicidade, por dentro e por fora. Ele aceitou. Sim, ele aceitou receber um abraço de uma perfeita desconhecida, e maluca. E eu o abracei. Não um abracinho qualquer. Foi o melhor que eu poderia oferecer. Melhor do que qualquer abraço meu que já fora elogiado como “o melhor abraço que eu conheço” (eu já ouvi isso algumas vezes), e eu tinha orgulho do meu abraço. Mas aquele foi ainda melhor. Ele foi tão legal que me deixou realmente aproveitar o abraço. Não foi aquela coisa corrida. Eu o abracei, e pude ter certeza de que eu poderia me casar com ele ali, ou amanhã, porque era bem provável que meu abraço o teria conquistado. Na verdade eu não sei, mas eu acredito mais em meu abraço do que no meu rosto. Mas alguma coisa foi notável para ele. Ele não virou e foi embora. Ele ficou. Ele puxou conversa comigo! Eu, claro, como uma retardada mal sabia trocar duas palavras. Ele perguntou se eu estava chegando ou partindo. Para a nossa felicidade, os dois estávamos chegando! Qual a possibilidade? Eu sei, 50%, porque ou chega ou sai. Mas pareceu a maior coincidência do mundo. O maior arranjo do universo. “Vai para a capital, ou fica por aqui?” Ele me perguntou. E daí o universo desistiu de nós, eu ia para a capital. Ele não. Voltamos à realidade, quer dizer, eu voltei. O sonho terminaria ali, ou nos aguardaria para o próximo encontro. Mas afinal, parece que o abraço tinha sido realmente importante para ele, ou para nós. Ele insistiu em darmos um jeito. Eu estava a passeio, portanto, absolutamente livre. Ele estava de volta em casa, e não tinha compromissos para o final de semana, a não ser uma apresentação no final da noite de sábado. E que mal havia em eu o acompanhar em tal evento? Era inacreditável. Trocamos telefone. Ele precisava ir para casa. Eu precisava seguir viagem. Ele garantiu que poderia ir para a capital, me encontraria depois. Entraria em contato. Eu concordei com tudo. Mas quando me afastei, ainda em êxtase, pensei “Que ser humano depois de dizer que entrará em contato, entra em contato?”.
Ariane Machado
Não queira que os outros supram carências, que só Deus poderá suprir.
Nunca coloque uma pessoa na posição de essencial, afinal, alguns vão embora, outros ficam sem tempo, e a gente fica faltando um pedaço e sobrando saudade.
“Eu me sentia cansado, no corpo e na mente.”
— Charles Bukowski.
Os textos mais bonitos foram escritos por pessoas com corações partidos.
Planteador.
É claro que isso não aconteceu. Nada acontecia como eu imaginava.
Quem é você, Alasca?
Nunca fui muito sociável. Nunca me encaixei naquelas rodinhas de amigos onde cada um tenta se exibir mais que o outro, nunca gostei de ser o centro das atenções. Gosto de coisas simples, pessoas simples, amores eternos e amigos para a vida inteira.
A culpa é mesmo das estrelas?
Meu bem, você sabe eu nunca fui de falar, meu negócio era escrever.
Nanda Souza
Nota: qualquer número
O sentimento está acabando e as palavras também.