Já precisei das palavras tal como um parasita precisa de outrem para viver. Hoje não sou mais assim. Já busquei nas palavras um prazer vazio em escreve-las, mas hoje também não preciso mais disso. Já fui uma escritora fracassada, pois escrevia para quem jamais iria ler. Já precisei de foco, fé, força e um belo foda-se. E agora finalmente descobri que ser uma Vampira-de-Palavras é muito mais que isso. Não é algo isolado que me torna uma Vampira-de-Palavras. Aprendi a sugar a felicidade das pequenas coisas, e que viver semi-oculta não é ruim. Não preciso me exibir por ai, e eu não gosto quando a luz do Sol me obriga a trocar minha roupa preta. Talvez eu não soubesse viver de sangue, mas talvez as palavras pudessem ser meu alimento perfeito. Palavras constroem e destroem, alimentam e matam, criam e uma vez ditas ou escritas não é mais possível voltar atrás. Como diria Alvo Dumbledore “Palavras são nossa inesgotável fonte de magia” e eu acredito nisso. Não preciso parasita-las mais, mas ainda são uma importante parte de mim. E eu finalmente descobri que é possível ser uma Vampira-de-Palavras e ainda assim sorrir. E que, nessa vida, no final de tudo, os sorrisos que você deu por algo ou alguém são muito mais importantes que as lágrimas que você derramou, e que a Lei do Retorno pode tardar, mas jamais falhará. Vampira-de-Palavras
Sei que falo muito de Exu e Pombagira, mas eles não são as únicas entidades que existem! Acho ridículo esse povo que paga de macumbeiro e só fala de Exu e Pombagira! Depois quando a vida empaca, fica reclamando. Orixá é importante! E outras entidades também são!
Cada dia mais eu tenho certeza de que o que está faltando no mundo é a interpretação de texto. Você se queixa de “A” e a pessoa retruca “D” como se você tivesse dito “Y”.