ooc: Acabei minha parte e tenho que arrumar umas coisas so.. bye. Desculpem aparecer só agora e tal.
No title available

PR's Tumblrdome

Kaledo Art

titsay
Game of Thrones Daily
hello vonnie
Sweet Seals For You, Always

Janaina Medeiros

blake kathryn
will byers stan first human second

⁂
wallacepolsom

❣ Chile in a Photography ❣
art blog(derogatory)
tumblr dot com
styofa doing anything
noise dept.

tannertan36
Mike Driver
DEAR READER

seen from Italy
seen from France

seen from Malaysia
seen from Malaysia

seen from United Kingdom
seen from South Korea

seen from United States

seen from United States
seen from Denmark
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States

seen from T1
seen from Netherlands

seen from Norway

seen from South Korea
seen from United States
seen from United States

seen from Finland
@violet-morris
ooc: Acabei minha parte e tenho que arrumar umas coisas so.. bye. Desculpem aparecer só agora e tal.
Ataque - Grupo 1 (Emma, Joel, Violet, Andrew) - Introdução
Foi mais rápido do que eu pensava, mas agora tinha problemas maiores. A empousai estava voltando á ativa. Seu olhos demoníacos se voltaram para mim como quando uma criança olha para doces. Por um momento, cometi o erro de ficar sem ação. O medo havia me paralisado.
Ela me encarava, e eu a encarava, ela tinha uma expressão maldosa no rosto, mas que aos poucos, foi se tornando mais suave e até mesmo bonita. Era uma mulher comum, e eu havia quase me esquecido do porquê da briga. -Está com medo, criança? -Ela perguntou, e me trouxe de volta a realidade, ela já não tinha o rosto bonito de segundo atrás, quando estava deitado. Suas feições voltaram ao normal, e ela havia se levantado e agora, estava ao meu lado, com o facão em minha garganta. Deuses, ela iria me matar se não pensasse em algo. “Adelzinho”, ela murmurou, e então, eu a empurrei.
Ela sorria deixando suas presas a mostra. Um fio de sangue saía de seu rosto. Ela correu até mim, e com uma força surpreendente, seu facão quase atravessou meu ombro esquerdo. Não senti nada momentaneamente e pensei que meu braço fosse cair. Não caiu. Senti dor, mas depois dessa dor veio a raiva devastadora. Com a mão direta, peguei o machado e ataquei-a tantas vezes que perdi a conta. Nenhum dos golpes foi fatal. Nenhum conseguia atingir onde eu queria. Ela continuava rápida, mas estava cansada. Eu estava fraca e exausta, mas mal ligava para isso.
A atingi fortemente nas pernas, ela caiu. Aproveitei e pisei com força a sua cabeça. Ela se transformou em pó que foi levado com o vento em questão de segundos.
-Divirta-se no tártaro -falei, segurando em meu ombro machucado. Precisava alcançar a enfermaria.
Ele xingou a empousai enquanto chutava o mais forte que podia a empousai para longe, o que na verdade aconteceu foi que a empousai apenas deu um pulo provavelmente levou um susto e em consequência pulou para longe dele. Ele ainda reclamava com dores que irradiavam em seu corpo, não conseguiria se manter em pé por muito tempo, mas tinha que ficar.
Uma ideia maluca veio a sua cabeça que poderia usar o seus poderes mesmo que ficasse cansado depois, olhou bem no fundo para a empousai que estava se transformando ou a névoa queria que aquilo se transformasse em uma líder de torcida com a roupa toda cortada, Joel teria gostado daquela vista se não soubesse quem ela realmente era.
Fez que seu plano seguisse em frente se concentrou e pensou que a empousai estava bebendo várias garrafas de vinho e o que deu certo, começou a cambalear como se estivesse bêbada e sorriu com essa imagem, caminhou devagar com a imagem ainda em mente e sorriu enquanto enfiava várias vezes sua adaga nas costas do monstro, parou somente quando viu o monstro se torna pó dourado e cair em seu pé. Caiu sentado no chão cansado daquilo tudo e olhou em volta para ver seus companheiros de luta, ele estava tão cansado com os ferimento e por uso dos poderes que a qualquer momento poderia apagar de cansaço. Mas antes que pudesse acontecer isso se levantou e foi caminhando até a enfermaria, rezou pelos deuses que aquele local não fosse tão longe.
Ainda respirando com dificuldade devido ao que eu acho que seja uma -ou umas- costela quebrada devido ao peso daquela coisa, sabia que precisava ajudar quem precisasse. Assim que me levantei senti a dor me atingindo, minha adrenalina, pelo visto, voltou ao normal e eu sentia cada corte e cada pancada. Fiz uma careta de dor e consegui por fim me fincar direito e ficar em pé.
Olhei ao redor e felizmente os campistas pareciam ter dando contra do ataque. Tentei andar mas era bem difícil. O corte de meu joelho sangrava bastante. Olhei a distância da enfermaria e fui mancando, na tentativa de chegar lá, mas quando se está num estado crítico, alguns metros podem parecer milhões de quilômetros. E cada segundo tornava a dor mais agoniante. Olhei para baixo e vi o líquido escarlate descer constantemente. Isso talvez fosse preocupante. Olhei para a distância até a enfermaria. Estava quase lá. Continuei mancando e cada vez que chegava mais perto, minha visão embaçava mais e mais, ficando escura e me deixando sem rumo.
Cheguei, finalmente, até os degraus, e quando fui subi-los o meu joelho falhou e eu caí, sem forças para levantar de novo. Para minha sorte, no entanto, um filho de Apolo estava lá e me ouviu caindo. Me ajudou a levantar e me colocou na maca. E de lá apaguei.
Ataque - Grupo 1 (Emma, Joel, Violet, Andrew) - Introdução
Tenho que aprender a fazer plantas mais resistentes nascerem. Se eu soubesse fazer isso, já estaria praticamente livre de tais monstros, mas não, tinha que não treinar meus poderes. Parabéns, Emma. Parabéns. O monstro havia torcido meu braço com tanta força que pensei que ela havia o quebrado. Por sorte, consegui desvia-lo de algum modo que nem eu mesma entendi. Peguei o machado do chão e comecei minha segunda briga da festa.
Desferi alguns golpes e também fui acertada por alguns golpes, mas no momento, de alguma forma que não conseguia explicar, estava com uma vantagem imensa sobre o telquine. Ele era mais lento que eu, em compensação, era mais forte. Era quase um empate, mas por enquanto, estava conseguindo me manter bem na luta.
De vez em quando, lançava um olhar para a empousai que continuava imóvel, provavelmente, esperando alguma chance para se levantar e atacar. Por precaução, resolvi fazer as plantas crescerem em volta dela, e enquanto lutava com o telquine tentei mentalizar o que eu queria, mas não deu certo, já que nada durante em ataques dava certo para mim.
O telquine me derrubou, caí no chão de costas, com o machado ainda em mãos. Ele veio para cima de mim, a foice pronta para ser cravada em meu peito. Mas dessa vez, eu o surpreendi. A lâmina de meu machado o alcançou primeiro, e antes de qualquer coisa, ele já havia se transformado em pó.
Olhou para baixo e viu que sua barriga estava com pequenos cortes, não estava saindo muito sangue mas aquilo deu uma pequena vertigem em Joel, mas tinha que continuar a lutar se não fizesse aquilo poderia acabar morrendo e aquilo não seria nada heroico para o garoto moreno. Ele não havia se lembrado que estava lutando com duas empousais até senti um soco ou algo parecido em suas costas fazendo o desequilibrar por um momento no, entanto, voltou rapidamente em pé virado para a segunda empousai ainda viva com um sorriso em seu rosto mostrando as presas.
Olhou em todas as direções em busca que pudesse ajuda-lo alguma videira, mas tudo parecia está indo contra o filho de Baco que estava buscando uvas ou vinhos para puder tentar se curar com eles mesmo que pudesse cansar e ter uma pequena desvantagem na luta com aquele terrível monstro.
Mesmo tremulo avançou para o segundo monstro a sua adaga estava tremendo, mas tentou se controlar não mostraria fraqueza para nenhuma pessoa nem mesmo para um monstro quem nem era considerado uma pessoa. Sorriu confiante, o que conseguia demonstrar, e seguiu com a sua arma na direção do monstro. Não tinha uma direção em mente, mas a sua mão parecia está viva e seguiu em direção ao coração do monstro, mas não foi o que ele pensou que poderia acontecer mas o que realmente aconteceu a adaga do garoto se encaixara perfeitamente entre duas costelas ou algo parecido com aquilo, ouviu ao longe um grito não percebeu de quem era até sentir a dor que irradiava de seu ombro e olhou para empousai que estava com a mão apertando dolorosamente o ombro do garoto.
E a razão disso foi que antes mesmo de averiguar meu estado, eu vi um telquine vir em minha direção, rugindo. -Que lindo. Falei para mim mesma, com grande ironia, porque apesar de ser muito fã do mar e de cachorros, a combinação não era lá minha favorita. Rapidamente tentei ver meu estado. Vários cortes, mas só dois ou três realmente profundos e talvez preocupantes. Um deles era no joelho então não contaria com minha rapidez. Estava com a espada e minha adaga tinha ido parar um pouco longe dali. É, poderia ser pior.
Respirei fundo e ergui a espada, que agora parecia mais pesada e.. ensanguentada. Maravilha. O rosnado do telquine me fez voltar a realidade e com um grito comecei a avançar, atacando e tentando cortá-lo. Mas aquela coisa era rápida e desviava bem. Investi em enganações simples e ele caiu, mas infelizmente o corte que fiz o deixou mais irado. Ele jogou todo o peso contra mim, me empurrando em direção a tal árvore na qual eu já tinha batido. Ouvi meu maxilar estalar e senti mais gosto de sangue na boca. Antes que me levantasse, porém, desta vez ele já estava em cima de mim. Rolei para o lado quando ele investiu, fugindo assim do ataque. No entanto, logo antes de levantar senti uma dor profunda e perfurante no tornozelo. Olhei para baixo em direção ao meu pé e pelo amor, só podia estar de brincadeira! Aquele cachorro me mordeu. Se antes já não podia contar com a velocidade, agora menos ainda.
Respirando fundo, tentei me focar e usar um pouco de poder. Pra ter mais tempo de levantar, comecei a falar com ele, o induzindo de que essa não era a coisa certa de se fazer, que ele deveria recuar. Isso me deu tempo o bastante para que eu me levantasse com dor e esforço, mas ainda assim consegui. No entanto, meu poder perdeu efeito quando gritei e ele acordou do transe e lembrou porque estava ali. Para me matar. Em um segundo pensei em correr e me virei, vendo minha adaga a alguns metros. Olhei de volta e vi o telquine avançar correndo. Me transformei numa pequena ave e voei em direção a adaga, já que não tinha mais minha espada, arrancada da minha mão tempos atrás. Fiquei como ave tempo o bastante para chegar ao lado da adaga e cai por cima dela, a pegando e me virando bem a tempo de ver o monstro por cima de mim pronto pra me morder novamente, quando enfiei até o fim em seu pescoço. Ele se desfez em cinzas em cima de mim e eu soltei o ar que não percebi que havia prendido.
Ataque - Grupo 1 (Emma, Joel, Violet, Andrew) - Introdução
O telquine se debatia de uma forma engraçada, as plantas eram fortes o suficiente para o manter preso ao solo por alguns minutos, e eu tinha que aproveitar esse curto período, para, pelo menos, acabar com a empousa.
Desferi alguns golpes ás cegas, mas tentei manter todos eles com uma ordem. Primeiro tentava atingir a cabeça, depois as pernas, e por último o centro de seu corpo. Repeti essa sequência duas ou três vezes, e ela não parecia se cansar. Com um facão, ela investia para cima de mim, era quase desnecessário ela usar uma arma com aquelas garras.
Ela me golpeava várias e várias vezes seguidas, sem me dar tempo para fazer outra coisa a não ser recuar, havia me cansado um pouco por ter feito as plantas crescerem. A cada golpe por ela desferido, me sentia mais fraca e zonza, definitivamente, precisava treinar mais. Em um momento de descuido dela, cortei sua barriga. Não a matou, mas a deixou tonta o suficiente para que caísse depois de um único chute em suas pernas.
Ela desabou e eu rapidamente me aproximei dela, que ainda parecia viva demais para o meu gosto. Ela murmurou algo que pareceu um “não vai ser tão simples”, e em resposta falei um audível “vamos ver”. Levantei o machado, e quanto estava prestes a finca-lo na cabeça da monstruosa mulher demoníaca, algo segurou meus braços evitando que conseguisse fazer qualquer coisa.
Droga, o telquine havia se libertado!
A adaga de Joe passara raspando no que podia dizer que era barriga do monstro, a empousai não era babaca como previra. Tentou atacar com uma cotovelada em sua cabeça, mas o moreno conseguiu escapulir em último momento deixando apenas o braço passando direto a onde estaria a sua cabeça e o chapéu voando até o chão, olhou para outra empousai que estava começando andar em sua direção. "Estou realmente em encrenca…" pensou enquanto desviava da primeira empousai que foi de encontro com a segunda. - Isso realmente foi engraçado, qual é a próxima cena? - disse se afastando dos dois monstros e voltou a ficar sério.
Olhou para a primeira empousai a mesma que foi seu primeiro alvo, olhou com um olhar cruel e enfiou a adaga no pescoço da empousai, mas não foi morta de imediatamente o corte não foi fundo mas Joe continuou afundando ainda mais sua adaga naquele pescoço nojento. Mas quanto mais aquilo se tornava fácil para terminar sentia algo tentando perfurar sua barrigas, eram garras da empousai tentando machuca-lo em parte aquilo estava acontecendo. O garoto fez uma coisa que ele mesmo se impressionou girou a adaga em direção horária, e viu o monstro se tornar pó em sua frente ou melhor abaixo dele, se afastou daquele pó nojento sentido algumas dores na barriga e nas pernas.
"Mas que sorte eu tive aqui, uma semideusa das deusas antigas. E sozinha." Foi o que ouvi quando a empousa se aproximou ainda mais. Olhei para o lado e não vi mais a garota, o que me aliviou, porque caso algo acontecesse comigo, ela não estaria perto. Voltei minha atenção para a empousa novamente, e esta sorriu -um sorriso horroroso e diabólico, por mais que ainda estivesse em sua forma bonitinha de líder de torcida para enganar homens-. Dei um sorrisinho de deboche e a provoquei -E ainda assim você virará pó.
Isso pareceu deixá-la com mais raiva. Partiu pra cima de mim e consegui me esquivar do primeiro ataque, e do segundo, até que ela conseguiu rasgar parte do meu antebraço com as garras. Mordi o lábio forte para não gritar e ela notou isso também, porque só a fez sorrir mais. Só que aquilo estava me irritando. Fui pra cima dela atacando com a espada e ela desviava muito bem e em uma das manobras me cortou de novo, mas desta vez mais profundo e longo. Gritei e rasguei seu braço com a espada, chutei seu joelho e ela desequilibrou. Rosnou e me atacou de novo, fazendo um corte na barriga que não consegui desviar. Apesar de boa, consegui dar um soco nela, provavelmente não minha melhor ideia, já que ela me jogou contra uma árvore e eu senti o gosto de sangue na boca. Limpei rapidamente e me levantei, atacando ferozmente com a espada e consegui enganá-la e perfurá-la, e não parei até que ela tivesse parado de resmungar e me cortar, virando pó. Rosnei e tirei o cabelo da testa ensanguentada. -Eu disse que isso acabar com você virando pó.
Infelizmente, meu tempo de glória por ter estado certa não durou muito.
ooc: Desculpa, eu tive um pequeno problema com minha lerdeza e confundi umas coisas aqui e.e juro que vou mais rápido
ooc: Tudo bem, é que não apareceu na festa e nem deu nenhum aviso, pensei que não estava aqui
ooc: É porque eu meio que não tava. Cheguei agora pro ataque e.e
gracevollhunt replied to your post: ooc: Lara, a owner da Violet está aqui mesmo?
sim, ela já vai, sorry
ooc: eu to perguntando isso, porque ainda vou jantar e não sei se volto aqui e não sei se vai dar tempo para terminar tudo, queria saber por causa disso
ooc: Desculpa, eu tive um pequeno problema com minha lerdeza e confundi umas coisas aqui e.e juro que vou mais rápido
Ataque - Grupo 1 (Emma, Joel, Violet, Andrew) - Introdução
Eu já estava esperando um ataque, tenho de admitir, afinal nada costuma dar certo para semideuses. Mas, por mais que estivesse “preparada” psicologicamente para isso, ainda tinha esperança de que, dessa vez, seria apenas mais uma festa comum entre nós. Nem preciso dizer que estava completamente enganada.
Quando os monstros entraram na festa, me levantei rapidamente largando os saltos no meio do caminho, e tirando a miniatura do machado que costumava usar da cintura. Imagine eu, como Morticia Addams indo à luta. Era cômico. Enquanto me aproximava dos tais monstros, tentei me manter próxima da terra e das plantas, sempre olhando para frente, onde a maiorias dos monstros e dos campistas lutavam, mas fui surpreendida por trás.
Um telquine e uma empousa me atacaram. Os olhares sádicos e medonhos me encaravam, mas tentei com todas as minhas forças não os encara-los de volta e me concentrar apenas nas plantas, afinal, eu podia domina-las se me dedicasse um pouquinho. E aos poucos, o plano pareceu funcionar. Enquanto me debatia no chão, desferindo golpes para afastar os monstros, sentia as plantas sob mim crescerem. Não demorou muito, elas se entrelaçaram nós pés do telquine, o mantendo imóvel, mas não funcionaria por muito tempo. Tinha que ser rápida.
Joe estava um pouco bêbado - não totalmente mas de uma forma que poderia divertir sem ninguém criticar, ele fazia isso mesmo mas a bebida parecia que aquilo se tornava mais divertido. Estava no meio da pista de dança com alguma garota morena ao seu lado, quando tudo começou a mudar gritos ao longe e pessoas correndo em direção a floresta do acampamento. Ele ia ficar ali curtindo a festa, mas mudou de ideia quando não havia mais nenhum semideus no local e correu relutante naquela direção.
Havia vários monstros saindo da floresta e indo na direção do grupo de semideuses que se formava no local. Joel olhou para duas empousais que estavam sibilando alguma coisa impossível de ouvir, estavam mostrando suas presas em um sorriso que fez os ossos do garoto congelarem e suas armas estavam prontas para atacar qualquer um, mas não foram em outros semideuses e sim para ele. -Estou sendo sexy demais? - disse com um sorriso brincalhão em seu rosto e avançou para as duas vampiras no mundo mitológico. Com a sua adaga nas mãos começou a correr na direção dos monstros. Ele não sabia como faria para derrota-las nunca foi um dos melhores lutadores que haviam ali, mas seguiu em frente atacando com a sua adaga na barriga de uma empousai o que não dera muito certo.
Eu não sei dizer se o ataque veio de fato de surpresa. Afinal, era de se esperar tal coisa, mas isso não queria dizer necessariamente que eu estava de boa e esperando algo assim. Havia semanas que eu só estava treinando e treinando, sem parar, e acho que parte disso foi porque algo me mantinha fora dos outros. Ou talvez não estivesse querendo morrer de tédio.
O fato é que quando ouvimos os monstros, quando os campistas correram para as armas, peguei uma espada e tinha minha adaga presa, fui tentar correr para uma campista jovem que parecia precisar de ajuda, e assim que cheguei pra ajudar ela só pediu pra dar a faca, a centímetros dela. Eu ia reclamar, mas uma empousa vindo em minha direção me fez desistir, calar a boca e jogar a faca pra garota, vendo-a matar e transformar em pó a criatura que antes estava em cima dela.
Alguém?
[Flashback] Once more | Violet e Matt
Ri de leve quando ele tentou fechar os olhos para me ignorar, e ainda um pouco mais com sua tentativa de ser indiferente. Naquilo eu quase caí. Bem, quase. Até que, por fim, ele me beijou. Foi um beijo calmo e tranquilo, mas eu sentia falta de beijá-lo assim também. Correspondi docemente sem tentar provocá-lo mais ainda.
A saudade que eu tinha dele realmente doía, deixava meu dia cada vez mais chato e de rotina. Fazer isso, aquilo, e mais tal coisa. Eu não saía mais cantando pelos cantos, mas agora eu estava com ele novamente.
Não hesitei mais quando ele falou pra eu colocar roupa porque me levaria à praia. Afinal, eu amava aquele lugar, mais ainda depois de termos começado o namoro lá. Saí de cima dele, o deixando sair também, e fui no banheiro colocar biquíni. Quando saí, apenas de biquíni, parecia que o estava vendo falar novamente ‘vai colocar uma roupa’, portanto, me antecipei -Calma, colocarei uma roupa, está aí. Falei rindo levemente e apontando pra perto dele. A peguei e vesti por cima da roupa de banho. Sorri para ele e estendi a mão -Então vamos?
Fiquei observando o chalé, enquanto ela ia ao banheiro, se trocar. Fazia tempo que não a via, porém minhas preocupações agora não me ajudariam em nada. Assim que ela saiu do banheiro com a roupa de banho, lancei um olhar censurador a ela, do tipo: Eu falei roupa, ok? Ela pareceu entendê-lo, pois foi logo se desculpando, apontando a roupa ao meu lado.
Assim que estava vestida, sorri, levantando-me da cama, batendo em minha calça para ajeitá-la, e sorri assentindo. - Vamos. - concordei, e peguei sua mão. Incrível como sua mão se encaixava na minha, como se aquilo tivesse há muito predestinado. Meu sorriso aumentou com meu pensamento, mas tentei não deixá-lo me levar. Saímos do chalé, e seguimos em direção a praia.
Fiquei calado durante a maior parte do tempo, não tinha sobre o quê falar, e cada vez que eu iria dizer, ameaçava sair algo sobre como tudo estava horrível e sobre minhas preocupações. Achei melhor me manter calado, do que estragar a tarde com choros e suspiros de tristeza, da minha parte. Estava tudo indo de mal a pior. - Então… O que fez esse tempo todo sem mim? - indaguei, soltando um riso e olhando pra ela.
O observei se levantar e se ajeitar, oh deuses, eu sentia falta de tudo o que ele fazia? Até nas mais simples coisas? Eu já sabia aquela resposta. Devolvi o sorriso que ele me lançou e apenas aumentou quando ele pegou minha mão novamente, entrelacei meus dedos nos seus e saímos do meu chalé.
Notei que ele havia ficado estranhamente calado a maior parte do caminho. Eu ia perguntar o porquê, mas algo me disse que tinha a ver com as preocupações que o atormentavam. E esse mesmo algo me dizia que ele não gostaria de falar desse motivo agora, e não tinha certeza se eu gostaria de ficar preocupada também.
Fiquei aliviada quando ele finalmente falou, já estávamos chegando na praia, e ri de leve com o assunto -Pra falar a verdade, quase nada. Meu dia a dia tem virado uma rotina. Eu praticamente só tenho treinado e lido alguns livros.. Tentei montar novamente, mas só algumas vezes..-Deixei de lado que não havia dançado ou cantado durante esse tempo, deixei de lado minhas preocupações. Pretendia dividi-las com ele, mas não agora. -E você bonitinho? -Perguntei sorrindo com o modo que 'bonitinho' saía tão no automático quando eu falava com ele.
Once more | Violet e Matt
Obviamente notei que ele não gostaria de falar sobre suas descobertas, pelo menos, não agora. E para ser sincera, eu não sei ao certo se eu mesma queria saber. Se isso havia abalado ele tanto assim, será que eu gostaria de saber agora, quando finalmente consigo ter Matt de volta?
A resposta era, provavelmente, não. Portanto deixei por isso mesmo. Talvez parecesse egoísmo, mas eu queria e precisava de Matt. Depois desse tempo separados, eu só queria tê-lo sem nenhuma maldição, morte ou vilão para estragar nosso dia. Parecia justo.
Vê-lo tão triste me fazia voltar a pensar sobre querer saber logo quem era, mas deixei isso de lado novamente, eu não queria ficar assim. E também não queria ele assim, então me decidi que iria deixá-lo feliz por estar com a noiva novamente.
Quando ele finalmente se aproximou e me beijou, se esticando pela cama, estava pronta para corresponder, quando notei -infelizmente- que se tratava apenas de um selinho. Me aproximei novamente dele e dei um pequeno sorrisinho, provocando-o. -Quer mesmo que eu coloque?
Odiava quando ela fazia tal coisa, por que o sorrisinho? Era uma das maneiras mais práticas dela para me provocar. Fecho os olhos, tentando não ver, mas é quase impossível quando ela está apenas de toalha, na minha frente. - Por mim, tanto faz. - respondo, fingindo-me de indiferente. Era claro que eu não estava indiferente, mal conseguia manter meus olhos fechados. E no fim, acabo abrindo eles, puxando-a para mim e a beijando. Um beijo calmo, mas no fundo escondendo um desejo.
Havia quantas semanas que não a via? Muitas. Isso era demais para mim, principalmente com toda a preocupação pairando no ar. Nos separo dolorosamente, outra vez. Meu olhar sobre ela, e um riso nervoso. - Amor, vai colocar a roupa… To pensando em irmos para a praia. - insisto, levantando-me da cama, arrumando meu óculos.
Era tão difícil ter de fugir de Violet daquela maneira, mas só de estar com ela tudo já parecia um paraíso há muito tempo esperado. Era reconfortante tê-la perto de mim outra vez, mesmo com tudo o que estava acontecendo. Ela era a única pessoa em que Mathew confiava no momento, tirando a irmã, é claro.
Ri de leve quando ele tentou fechar os olhos para me ignorar, e ainda um pouco mais com sua tentativa de ser indiferente. Naquilo eu quase caí. Bem, quase. Até que, por fim, ele me beijou. Foi um beijo calmo e tranquilo, mas eu sentia falta de beijá-lo assim também. Correspondi docemente sem tentar provocá-lo mais ainda.
A saudade que eu tinha dele realmente doía, deixava meu dia cada vez mais chato e de rotina. Fazer isso, aquilo, e mais tal coisa. Eu não saía mais cantando pelos cantos, mas agora eu estava com ele novamente.
Não hesitei mais quando ele falou pra eu colocar roupa porque me levaria à praia. Afinal, eu amava aquele lugar, mais ainda depois de termos começado o namoro lá. Saí de cima dele, o deixando sair também, e fui no banheiro colocar biquíni. Quando saí, apenas de biquíni, parecia que o estava vendo falar novamente 'vai colocar uma roupa', portanto, me antecipei -Calma, colocarei uma roupa, está aí. Falei rindo levemente e apontando pra perto dele. A peguei e vesti por cima da roupa de banho. Sorri para ele e estendi a mão -Então vamos?
Hum.. olá?
Once more | Violet e Matt
Continuei a encará-lo um pouco. Até que vi sua maneira mais óbvia de escapar de mim, ele começou a olhar para os cantos, e então para o banheiro. O que me fez lembrar que estava de toalha. Que classe.
Cada coisa que eu ouvia, atiçava mais minha curiosidade, e mais pensamentos surgiam em minha mente. Poção da vida, mas não funcionava em amaldiçoados. Eu não sabia ao certo sobre o que causara e como era sua maldição, mas sabia que ele não morreria. Não importava o quanto falasse, eu nunca o escutaria, até porque eu havia falado sério em todas as vezes: Nem deus, nem monstro, mortal ou semideus vai te tirar de mim. Ou quando falei que seria capaz de fazer um trato com Tanatos. Tudo era possibilidade. Desde que Matt ficasse vivo.
Suspirei quando ele concluiu que não soube nada sobre a maldição, e apesar do pressentimento de que ele talvez apenas não me contasse, eu acreditava nele. Olhei perplexa para ele quando mencionou o assassino de Alex. -Do que está falando? Quem é? Perguntei apressada. Mas então algo me impediu de perguntar mais. Eu estava louca de saudades dele, não nos víamos há algum tempo, e ele não queria falar disso, tive a certeza quando o olhei nos olhos. E será que eu queria? Voltar a pensar sobre isso? Toda a dor, de novo?
Suspirei decidida -Você me conta depois. Que tal?
Ela perguntou sobre o assassino. Não respondi. Doeu em Sam, doeu em mim, mesmo eu tendo certeza há éons antes sobre aquilo. Doeu em todo o meu ser, por parte da Joh e da Sam, mas não doeu tanto graças a Katrina, de certa forma.
Não conseguia respondê-la, não conseguia formular uma frase sincera e calma que expressasse sobre o assassino e sobre o assassinato. Fora um choque grande demais, e seria mais choque ainda para Violet, no seu estado atual.
Até que enfim ela disse algo com eu concordei com ela. Contar para ela sobre aquilo, depois. Assenti vagamente, meus olhos fixos num ponto qualquer atrás de sua cabeça. Aquele assunto realmente me fragilizara, mesmo eu não querendo. Tentei manter a calma, suspirando pesadamente, e voltando meu olhar para ela.
Ela estava muito longe. Seus lábios muito longe dos meus. Me curvei sobre a cama, até se aproximar mais dela, beijando-a e nos separando, dolorosamente. - Vá colocar uma roupa, antes que eu morra com um ataque do coração. - digo, um pequeno sorriso em meus lábios.
Obviamente notei que ele não gostaria de falar sobre suas descobertas, pelo menos, não agora. E para ser sincera, eu não sei ao certo se eu mesma queria saber. Se isso havia abalado ele tanto assim, será que eu gostaria de saber agora, quando finalmente consigo ter Matt de volta?
A resposta era, provavelmente, não. Portanto deixei por isso mesmo. Talvez parecesse egoísmo, mas eu queria e precisava de Matt. Depois desse tempo separados, eu só queria tê-lo sem nenhuma maldição, morte ou vilão para estragar nosso dia. Parecia justo.
Vê-lo tão triste me fazia voltar a pensar sobre querer saber logo quem era, mas deixei isso de lado novamente, eu não queria ficar assim. E também não queria ele assim, então me decidi que iria deixá-lo feliz por estar com a noiva novamente.
Quando ele finalmente se aproximou e me beijou, se esticando pela cama, estava pronta para corresponder, quando notei -infelizmente- que se tratava apenas de um selinho. Me aproximei novamente dele e dei um pequeno sorrisinho, provocando-o. -Quer mesmo que eu coloque?
ooc: Tenho que ir
Ahn... oi?
Sim. Mas ela é como uma tenente. Tem algo maior acima dela.
Isso é.. horrível. Mas porque Nana? Ela não fez nada! ~lágrimas nos olhos~
Violet e Joh || I am sorry
Observou a morena por um tempo. Seu olhar era distante, vazio e frio. Morto. Apenas isso já a fez sentir novamente as lágrimas crescerem em seus olhos. Mas respirando fundo, se obrigou a prosseguir com o estudo de sua amiga.
Ela estava toda cortada pelo corpo e rosto, mas notando melhor, Violet percebeu que eram arranhões, e temia em pensar que Joh podesse ter feito isso com ela mesma. Pior ainda quando notou que ela provavelmente havia tentado se matar. Se aproximou tristemente quando ela não lhe respondeu -Joh.. gemia sexy.. Falou com nostalgia, esperando que Ryan estivesse errado, será que a morena realmente achava que não ligavam para ela?
A morena nem havia percebido a presença de sua amiga no quarto, parecia estar prestando atenção na parede de tal forma que o mundo poderia acabar e ela não perceber. Mas isso foi ate o momento que a loira a chamou novamente, a morena olhou para ela como se fosse uma boneca, mal piscava, respirava lentamente e apenas encarava…
- O que faz aqui?- perguntou ela curta e grossa. Não estava muito afim de papear mas isso poderia mudar completamente, seus surtos a deixavam muito ‘bipolar’, podia ser uma criança delicada ou uma garota sedenta por sangue… Ela só ligava para duas coisas: Sair dali, e o seu irmão
A expressão de Joh ainda parecia sem vida alguma, e isso destruía Violet por dentro. A recepção fora ruim, como ela de fato esperava. Achava que a morena só queria saber do irmão, o que era muito compreensível.
-Eu vim te ver.. assim que soube. Estou preocupada contigo gemia. Sinto sua falta. Onde você está? Perguntou com o tom depressivo. Ela não falava de Joh em si, mas de sua essência, que sabia muito bem que não era aquela que estava vendo.
Ahn... oi?
Bonitinho ~abraça~
-beija- Tenho uma notícia para você. Sobre uma menininha…
~beija~ Sobre quem?
Savannah, a filha de Fortuna.
Nana? ~preocupada~ O que houve com a princesinha?
Ela foi sequestrada. -suspira-
~choque~ O QUE?
Isso mesmo, ela foi sequestrada. Sinto muito…. -abraça-
~abraça em choque~ Mas.. como?
Hécate é a vilã de tudo, descobrimos ela e ela quis se vingar.
É verdade? Hécate? A mãe de Joh?
Ahn... oi?
Bonitinho ~abraça~
-beija- Tenho uma notícia para você. Sobre uma menininha…
~beija~ Sobre quem?
Savannah, a filha de Fortuna.
Nana? ~preocupada~ O que houve com a princesinha?
Ela foi sequestrada. -suspira-
~choque~ O QUE?
Isso mesmo, ela foi sequestrada. Sinto muito…. -abraça-
~abraça em choque~ Mas.. como?