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@weaslouis-blog
FLASHBACK; Messed up. #louis and callum
Quando se tratava de quadribol, Callum sempre dava o melhor de si, afinal, aquele esporte era uma das maneiras que o garoto tinha para se sentir livre e sem responsabilidades. No momento em que Callum subia em uma vassoura, ele deixava de ser Callum Sinclair e passava a ser Callum, o batedor. Entretanto, apesar de ser seu esporte preferido, ficava um pouco difícil dar o seu melhor, quando estava com uma puta dor muscular, e devido aquilo, um balaço quase acertara Louis. “Desculpa.” pediu na hora, mas aparentemente o colega não havia escutado, já que só faltara engoli-lo por aquilo. Fora apenas um erro. Um. Não era como se o Weasley também nunca errasse.
“Aquilo foi um balaço, pensei que você soubesse reconhecer ao menos as bolas do jogo.” disse de forma irônica apenas para irritar o colega. Não estava nem um pouco interessado em pedir desculpas para ele quando era tratado de forma grosseira.
Seus olhos quase fumegaram de raiva quando o outro à sua frente pareceu lidar com a pergunta do Weasley de forma irônica, quase com desdém. Louis rapidamente levou uma das mãos para afagar os cabelos, como se em um momento de tentar se acalmar, pois, exatamente pelo mesmo motivo que tinha sido expulso de Beauxbatons, e não jogaria uma segunda chance na lama por pouco. “E eu pensei que você soubesse jogar para estar no time. Estão tão necessitados assim de jogadores, para, simplesmente, aceitar qualquer um?” Soltou, de forma impassível e até mesmo infantil, diria Vic, se soubesse.
Certamente levaria um sermão da mais velha caso se metesse em discussões bobas como aquela, e ele tinha consciência disso, mas o modo como fluía o estresse dentro de si, era quase impossível não revidar.
18. Do you want children?
Com toda certeza eu quero.
46. Will you see the thestrals carrying the carriages?
Espero que não, né.
24. Which part of the castle will be your favorite?
A torre de astronomia.
amo seu sotaque
Merci. Maman não me desacostuma nunca.
9. How tall are you?
1.78, imagino. Ou algo perto disso.
4. What is your zodiac sign?
Miçangas?
Para qual time de Quadribol você torce?
Para o que eu estiver.
Mentira, #TeamMontroseMagpies.
23 de fevereiro, 2023. Palácio de Beauxbatons -- Cannes, França.
Rosa mais bela do jardim mais rico,
Essa talvez seja a décima carta que lhe escrevo. Por que ainda o faço? Quem sabe seja para manter o rosto lindo da mulher que me afeiçoei, intacto. Talvez seja porque eu sinto que foi um erro deixá-la, mas você não entenderia de primeira, por isso essa é a última tentativa de mantê-la viva em meus pensamentos. Mais do que isso: é uma tentativa de nos manter vivos.
Não faço ideia do porquê não recebo respostas às minhas respostas, mas não é como se eu escrevesse para um fantasma... Ou é? De qualquer forma, você deve saber isso por mim. Não por minhas irmãs, meus primos, ou qualquer outra pessoa ligada à minha pessoa; mas por mim.
Devo começar pelo dia em que cheguei de Beauxbatons, você foi a primeira a me acolher como um desconhecido conhecido. Não tinha qualquer parentesco comigo, tampouco amizade de infância, mas mesmo assim foi me acolher quando eu precisei de um ombro amigo que há tempos não tinha ou via. Mais do que isso, você foi o suporte quando as coisas com minhas irmãs pareciam desabar. Foi você, também, quem me auxiliou quando eu tornei a me preocupar com quem eu estava sendo, alguém repugnante. Foi esse mesmo você quem me ajudou a conseguir a vaga de goleiro no time, isso eu jamais vou esquecer. Aliás, há várias coisas em você que eu jamais vou ser capaz de esquecer. O seu perfume doce; seu sorriso; a risada; o cabelo, que você teimava em prender em um rabo de cavalo porque achava que estava feio (mas nunca esteve); seu modo de vestir, como quem gosta de receber elogios, e eu nunca os poupei; o modo como você me conhecia mais que a mim mesmo, sempre descobrindo pontos em mim que eu nunca fui capaz de perceber... Tudo o que faz parte de você, eu nunca vou esquecer.
Mas, infelizmente, as minhas responsabilidades tocaram à porta e eu não tive escolha. Eu juro, se pudesse voltar atrás e desfazer tudo o que me faria separar de você, eu o faria, sem pestanejar. Agora, você nunca entenderia isso de uma forma menos dramática, mas espero que, ainda assim, compreenda o que quero dizer. Você se lembra quando descobriu tudo de uma vez? Aposto que sim. Meus pais descobriram que eu fui atacado por um lobisomem, só não sabiam que Vic tinha acobertado tudo. Um colega meu morreu e eu vi com meus próprios olhos, bem na minha frente. Foi minha culpa, eu não deveria tê-lo deixado sair e tampouco tê-lo seguido. Eu não vou ser capaz de esquecer isso nunca. Por culpa minha, eu encorajei o medo em meu pai, pelo simples fato de agora ter traços lupinos. Nunca desejei isso, mas foi o que aconteceu. Me sinto horrível por ver como maman está triste.
Exatamente por isso que meu pai temeu que eu sofresse mais quando descobrissem. Quando ele soube que eu havia lhe contado, prontamente deu um jeito de me colocar de volta para Beauxbatons e, consequentemente, para a França, o quanto antes. Não tive nem tempo de ao menos dizer “até logo”, porque ainda somos jovens e um “adeus” não calharia bem. Não sei o que aconteceu com minha irmã, desde então não falo com ela, mas também não recebo respostas suas e a sensação é a mesma. Por sorte, ainda tenho um pouco de você em mim; seus vestígios me mantém a salvo e minha fera interior acalma. Não acho que possa me transformar, ou pelo menos espero que não, ou então seria meu fim... Mas eu sei que posso confiar em você, Miranda, eu sempre o fiz.
Por isso que eu ainda tenho esperanças ao mandar essa milésima carta. Tenho esperanças porque, mesmo à distância e sem contato, você me faz querer continuar. Eu sinto a sua falta todos os dias... É como se um pedaço faltasse e isso amargasse meus momentos. Acho que já contei várias vezes como me sinto andando por esse castelo. Meus antigos amigos não são mais tão próximos, eu não tenho a quem recorrer. Me sinto impossibilitado e a culpa é toda minha. Se eu seguisse as regras, se eu fosse alguém melhor, talvez não tivesse me metido nessa e, consequentemente, te magoado. Pardon, mon chéri, não sei mais como desfazer tudo isso. Minhas cicatrizes doem por não ter você para cuidá-las. É como se o latejo em meu peito ecoasse por todo meu corpo e me deixasse fraco, mas ao mesmo tempo a lembrança de seu rosto mantém-me forte. Não posso fugir da minha descendência, você deve saber.
Do rapaz que faria de tudo por um beijo,
seu Louis.
Thanks for the memories. #pov
Não era inverno, mas seu coração estava frio. A respiração calma era contraditória à sua ansiedade, que excedia as expectativas de horas mais cedo. Antes de pegar o primeiro expresso, Louis teve de mostrar quem realmente era para seus pais, para que então conseguisse a confiança dos mesmos. Ninguém sabia o que tinha acontecido com ele e era melhor assim, pois o francês tinha um dom, dentre tantos outros, em guardar segredos, ainda mais os seus próprios. A determinação dele se fez presente quando, por um dia, voltou para casa, depois de algumas semanas na França. Shell Cottage ainda era o mesmo conjunto de velharias que ele se lembrava, se não fosse pelo interior da casa, que havia melhorado muito. “Maman...” Ele murmurou quando encontrou sua mãe logo na entrada de casa. Os olhos brilharam de saudades, e também pela angústia da culpa anterior. Ainda sentia-se culpado pelo pequeno desespero que causou em sua progenitora, mas ela não parecia lembrar disso quando agarrou o filho em um abraço apertado.
Your love shines the way into paradise, so I offer my life as a sacrifice.
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Quando uma pessoa reage de forma inesperada em sua vida, é como se sua casa, com seus parentes e demais familiares, não fosse sua casa, de fato. O conforto da cama, passa a ser os braços de um alguém. Quando sente calor ou frio, independente do clima, sua morada é exatamente onde os olhos podem ver: é exatamente onde ela se encontra. Louis estava naquela sala, mas sua cabeça estava indo diretamente para o perfume doce de sua amada Miranda. Os olhos fechados só traziam mais meticulosidade ao que tomavam naquele momento; o desejo à flor da pele e, consequentemente, uma situação que Louis tentou evitar para não piorar sua situação.
No entanto, quando ele parou e ela percebeu que tinha algo de errado, tudo o que fez foi formar uma careta, balançando a cabeça no ato. Ela passou os delicados dedos pelas marcas e ele se jogou para o lado, ainda frente a frente dela. Até mesmo Louis teve de olhar para suas cicatrizes antes de abrir a boca e tentar balbuciar algo. “Eu não queria que tivesse chegado à esse ponto, não assim...” Comentava em um tom abaixo que o normal, mas por estar próximo à ela, não seria difícil da mesma entendê-lo. “Na verdade, esperava não ter que te contar até que a verdade fosse difícil de esconder, mas... Foi antes de nos beijarmos a primeira vez. Só a Vic sabe disso e eu prometi à ela que não contaria a mais ninguém. Mas eu sei que posso confiar em você, então... Uma noite, quando eu estive meio estranho com você e com todos os outros, fui até a floresta proibida com um colega. Mas eu não queria ir, juro por tudo, eu só não iria deixá-lo ir sozinho e como me preocupei, acabei cedendo. Acontece que eu descobri e presenciei algo terrível. Aquela nossa conhecida da sonserina era uma lobisomem. Na hora, Cedric foi atrás dela porque queria confirmar o que já sabia, só que nós não esperávamos que ela tivesse tanta experiência. Ela atacou ele na minha frente, estraçalhou meu colega de casa e eu não pude fazer nada pra impedir, Miranda. Eu vi ele morrer e eu o levei até Vic... Cieux! Eu meti minha própria irmã em um beco sem saída! Ela poderia muito bem ser expulsa se descobrissem que me acobertou, e mais do que isso ninguém pode saber que eu fui atacado, mas é meio impossível com isso...” Gesticulou para as feridas recém cicatrizadas. “Agora não sei se eu vou virar uma fera ensandecida, ou... sei lá!” Não gostava nada de como o andamento daquela tomava. Era como se ele estivesse machucando a si mesmo enquanto dizia aquilo. “E agora...” Simplesmente não conseguia terminar, os olhos pressionando fortemente enquanto ele passava uma mão no rosto.
O ar de repente tornou-se escasso, enquanto ele mesmo procurava uma forma menos dolorosa de dizer à ela. Decidiu então não amarelar e simplesmente a olhou. “Vic convenceu nosso pai de arranjar uma vaga em Beauxbatons de novo." Não precisou terminar a ideia da frase para que já soubesse que ela tinha entendido.
Your love shines the way into paradise, so I offer my life as a sacrifice.
Minhas mãos traçaram um caminho do pescoço de Louis, quecontinuava sentado a minha frente, fazendo com que minhas unhas um pouco maiscumpridas que o normal deixassem um rastro avermelhado pela pele alva do parte-veela,até a nuca, aonde meus dedos se embrenharam nos fios loiros, puxando-os, demodo que os lábios do francês estivesse na altura dos meus lábios. Minharespiração já estava um tanto ofegante, afinal eu queria aquilo com cada fibrado meu ser, e não só porque a expectativa de fazer aquilo era excitante, masporque era com Louis e isso mudava tudo completamente. Tomei os lábios dele comos meus, agora com mais intensidade, embora continuasse num ritmo lento,testando o gosto dele na minha boca com paciência e curiosidade, explorando comum misto de volúpia e carinho.
Eu não precisava abrir os olhos para saber que Louis estava nervoso, eu podia sentir isso em sua respiração, seu batimento cardíaco ena maneira como sua postura estava tensa e rígida. Então, devagar, meus lábios escorregaram dos lábios para o maxilar e depois para o pescoço. Beijando-lhe apele com uma lentidão exagerada, enquanto meu corpo ia cedendo a ponto de que eu já estava quase em seu colo quando ele pareceu ceder as carícias e com um giro me posicionou na cama, me arrancando uma arfada pesada assim que minhas costas se chocaram com o colchão. —- Achei que eu estava no comando, sr. Weasley. —- Brinquei, deixando que o loiros e posicionasse por cima de mim, apreciando cada momento com o goleiro, apenas subindo minha perna direita pela lateral do corpo do goleiro, fazendo o tecido fino do tecido escorregar de maneira nada recatada. Mas meu sorriso não durou muito tempo em meus lábios, de modo que foram tomados com destreza pelos dele, me deixando sem ar em pouco tempo.
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A compostura do francês se desfez com a atitude feminina. Os olhos captavam cada detalhe do corpo alheio, assim como também parecia inerte no olhar dela. Da travessia de sua perna até a barriga; do tórax até o topo de seus cabelos; ele percebia como ela era totalmente moldada. Santo Deus, ele iria sentir falta dela... Sua primeira reação com a investida de Miranda foi respirar fundo, enquanto procurava dar continuidade à sequência intensa de beijo que progredia cada vez mais para um rumo que ele mesmo não queria tomar, anteriormente. Em sua cabeça, palpitava a ideia de que não poderia fazer isso; era errado, dadas circunstâncias em que ele teria de tomar futuramente e que, também, metia Miranda no meio.
FLASHBACK; Messed up. #louis and callum
@callumsinclairrp
Aquela noite abrigava um tempo chuvoso, mas Louis não ligava. Fizesse chuva ou sol, ele estaria treinando. Uma das coisas que tinha mais apreço na escola era quadribol, portanto, se pudesse dedicar 70% de si para jogar, o faria sem pensar duas vezes. Estava em cima da vassoura apenas parado, percebendo o que ocorria no ar, até que um pequeno deslize o fez voar na direção de um balaço que, acidentalmente, fora arremessado por uma vassoura aliada. O francês de olhar penetrante encarou a figura próxima e rapidamente pestanejou sobre a atitude do mesmo, mas esperou até o final do treino para que, após tirar o capacete, fosse atrás do rapaz. Não era como se Louis fosse procurar briga, mas um erro daqueles custaria muito se fosse uma partida real, e ele já tinha um histórico bastante comprometedor em Beauxbatons por conta de quadribol. “Hey!” Esperou que a voz alcançasse o semelhante, um pouco mais alto que ele ainda, e então continuou. “Que merda foi aquela, dude?”