I let my guard down and you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved
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I let my guard down and you pulled the rug
I was getting kinda used to being someone you loved
Someone You Loved - Conor Maynard
Sinto falta da cor
Do teu sangue, Da sua cara envergonhada, Da sua tinta, Do seu coração, Da tua voz no meu ouvido, Sussurrando paixão E me jurando promessas Que eu queria tanto cumpridas.
⟡ - Voz de Garganta
Eu, que nunca lembro de nada, não consigo esquecer você. Minha memória falha para datas, nomes e promessas, mas guarda você com uma precisão quase cruel. É como se cada detalhe seu tivesse escolhido morar em mim: sua voz no fundo da minha mente, seu riso preso nos meus dias, seu silêncio ocupando espaço demais no meu peito. Esquecer? Impossível. Tem pessoas que a gente não lembra; a gente carrega.
"Ter logo muito de uma coisa me parece preferível a ter pouco continuamente: mais valem 10 dias de paixão intensa do que uma vida inteira de um morno pseudo-amor, meio indiferente, meio triste, você não acha? Oh, sim! Mas é claro que vale mais ainda uma eternidade de amor ardente por Nelson."
Simone Beauvoir em Cartas a Nelson Algren (1947)
Eu tinha muito medo das pessoas que cagavam virtudes, pois eu sabia o quão pior elas podiam ser...
Uma ideia maluca
E
Se o mundo fosse uma coisa só, estamos isolados, cercados por ilhas de lixo, sobrevivente de um cenario pos apocalíptico, só que ao inves de zumbis, estamks cercados por plastico nos oceanos, meteoros e desastres em volta do planeta, aquecimento global, corrupção e falta de entendimento sobre o espectro da natureza humana.
Nós humanos variamos de comportamento num espectro
Metaforicamente
De "Jesus" a "Hitler" por assim dizer...
Mas não sabemos como funcionamos e nem a melhor forma de nos organizarmos societariamente como uma raça e um planeta de forma a que todo mundo possa ser feliz..
[Eu disse que era uma ideia maluca...]
Mas
A sociedade humana, na minha visão é hoje, meio parecida com um adolescente que ainda não entende exatamente o que quer e ainda não se entende como pessoa responsavel pelo seu bem-estar e felicidade.
Mas
Uma coisa que todos tem em comum é:
Queremos ser o protagonista de nossa história.
E embora o capitalismo tenha sido divertido.
Não é mais viavel...
Ja passou da hora de comecar a pautar sermos planeta só.
Pra mim pelo menos.
Sometimes we don't want to heal, because the pain is the last conection to something we have lost
Existe uma saudade estranha, que não é daquilo que morreu, mas daquilo que continua vivo e, mesmo assim, não é mais nosso.
É olhar para alguém que segue respirando, vivendo, sorrindo, mas de um jeito que já não nos inclui. É ver uma fase que ainda existe no mundo, mas que já não nos pertence. E isso dói de uma forma silenciosa, porque não há fim oficial para chorar, só a constatação de que tudo mudou.
É estranho sentir saudade de alguém que está tão perto e, ao mesmo tempo, tão distante. É como ver uma fotografia que se move, mas que já não tem mais o mesmo brilho para você. O coração confunde, porque a pessoa está ali, acessível, mas a conexão que existia já não pode ser tocada. E a gente se pergunta: como é possível sentir falta de algo que ainda existe?
A resposta, talvez, seja que a saudade não é só da presença física, mas do que era vivido. A pessoa pode estar do outro lado da cidade, pode ainda responder mensagens, pode até sorrir como antes, mas não é igual. O tempo muda a intensidade, os caminhos mudam a sintonia. E o que sobra é essa nostalgia agridoce por um “nós” que já não cabe mais.
Esse tipo de saudade não se resolve com reencontros. Porque não é sobre rever, é sobre reviver, e isso não acontece. Podemos nos encontrar quantas vezes forem necessárias, mas não voltaremos a ser o que fomos naquele exato tempo, com aquela mesma ingenuidade, com aquela mesma força. Saudade do que ainda está vivo é, no fundo, saudade de uma versão de nós mesmos que não existe mais.
E dói aceitar isso. Dói perceber que não temos controle sobre o que permanece e o que se perde, mesmo que nada tenha, de fato, “acabado”. A vida segue, as pessoas continuam respirando, mas já não ocupam o mesmo espaço dentro de nós. E a gente aprende que o coração também tem gavetas, onde guardamos vivos que já não fazem parte da nossa rotina.
Com o tempo, essa saudade vai se tornando menos cortante e mais contemplativa. A gente passa a entender que ela existe para nos lembrar da intensidade que já vivemos, do quanto fomos capazes de sentir. Não é mais uma ferida, mas uma cicatriz que carrega lembranças bonitas e, às vezes, um aperto no peito. É sinal de que algo foi real, mesmo que já não seja presente.
E, de certa forma, isso também é bonito. Porque mostra que tivemos algo tão forte que continua vivo mesmo depois de mudar de forma. Essa saudade é a prova de que não vivemos em vão, de que nos entregamos, de que estivemos inteiros em algum momento. Ela nos lembra que ainda somos capazes de criar laços profundos, mesmo que alguns se transformem com o tempo.
No fim, sentir saudade do que ainda está vivo é uma forma de agradecer por ter vivido. É aceitar que a vida é movimento e que nada fica igual para sempre. É deixar ir sem apagar, é guardar sem se prender, é reconhecer que nem toda ausência vem da morte, algumas vêm apenas da vida que segue.
poem by gazan poet nadine murtaja—(nadine.with.dr on instagram) shared on ig by majazz project
NA CARA NÃO
July 28, 2025
North Myrtle Beach, SC
the worst part about grief is that it feels like the world should be horrendously earth shatteringly changed, and to an extent it IS but its also the same. to everyone else it's just another tuesday. the world moves on. you have to go grocery shopping.
Como em um passe de mágicas a gente desconhece totalmente alguém, esse que já fez toda a diferença na sua vida, mas você se escolheu ao invés de insistir em algo que doía.
Carolina Alves