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@2k234
Tem dias que acordo com um sentimento estranho dentro de mim. Um sentido de não sei muito bem o quê, com uma pitada de tristeza e um empurrão da ansiedade. Me observo por dentro, tentando entender o que é, o que traz, o que faz. Às vezes não sei bem o que é, outras vezes, como hoje, está bem claro. Só não consigo resolver o que sinto.
Já vi pessoas que acreditam que é problema de limpeza, outras que é problema de fé, outras que é problema de espírito, por algum tempo eu achei que fosse sorte. Mas não acredito em nada disso. Não há limpeza, fé, espírito ou sorte que resolva alguns problemas. Nada disso tira bundas de cadeiras para fazer o que precisa ser feito. Nem nenhuma esperança resolverá os problemas que trazem angústia, mas são fora de nós. Não há superstição que resolva as coisas de ordem prática, por melhores os pensamentos e intenções envolvidos nisso. Às vezes penso que essas coisas são uma forma de adiar o que não podemos resolver por conta própria, ou de pedir ou torcer pra que alguma outra coisa ou ser faça isso por nós.
Observando esses sentimentos ao longo dos meses e dos anos, vejo que não há muito senão algumas formas de fugir. Muito do que me faz sentir, não está ao meu alcance. Me resta saber lidar o melhor que puder para estar bem, na medida do possível. Essas formas de fé e limpeza nada mais são do que formas de tentar escapar. Gostaria de saber se me sentiria bem escapando, caso acreditasse. Ou se a frustração da não resolução me deixaria pior. Fugir dos meus monstros ou encara-los de frente? Nenhuma das opções parece ser uma solução. Mas só uma delas me dá a chance de enxergar com o que estou lidando.
Happy Together (1997)
083
various installations ~ chris engman photographer