Suponhamos que eu bata em sua porta, com uma mala e todo amor que cabe em mim, um pouco de café para os dias tristes e um cobertor para os dias frios. Você me acolheria?
Desconhecido. (via allaxg)
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Suponhamos que eu bata em sua porta, com uma mala e todo amor que cabe em mim, um pouco de café para os dias tristes e um cobertor para os dias frios. Você me acolheria?
Desconhecido. (via allaxg)
Ele explicou tudo. Ele foi claro. Ele me quer, mas preciso de mais. Preciso que ele me queira como eu o quero e preciso, e no fundo sei que não é possível. Estou triste.
50 Tons De Cinza. (via allaxg)
Me perdoe se eu errar, estou em um processo contínuo aprendendo a amar.
Jhonatan Stuartt. (via confortei)
But if you need to hear why I love you, I can go on all night.
Não pense muito Não espere muito Não ame muito Não sinta muito Porque no final vai se decepcionar muito mais.
Anônimo. (via de-sloca-da)
Ninguém abre a porta mas ele entra assim mesmo. O medo se instala em nossa vida e nossos olhos passam desconfiança. Existem muitos medos, o medo do perigo, do que é diferente, do desconhecido, mas talvez todos os medos se baseiem em um só, o medo de não sermos amados.
Estefania Villarreal. (via trovejo)
Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás.
Caio Fernando Abreu. (via subtraido)
Tenho o lado que brinca, que ouve, que transborda alegria. Tenho o lado amigo, que ri junto, que conversa facilmente, que aconselha com a verdade. Tenho o lado frio, que congela o coração, que se tranca pela falta de motivos, ou pelo excesso deles. Tenho o lado estranho, que confunde a todos, que enfurece alguns, e que machuca a mim. Sou muitas coisas diferentes, em momentos diferentes. Mas, o que me entristece, é não ter capacidade de ser uma coisa só: Eu mesmo.
Junior Lima. (via subtraido)
O amor é bem parecido com uma xícara de café, quando esfria, se requentar não tem mais o mesmo gosto.
Bruno Marques (via subtraido)
eu não vou te esquecer em questão de segundos, mas se continuar assim eu juro que sumo 👣💭
Não adianta. Eu nunca vou conseguir tomar sorvete sem me lambuzar feito uma criança de cinco anos. Eu nunca vou aprender a beber café, colocar água na forminha de gelo sem derramar, nem conseguir soltar uma gargalhada um pouco mais baixa. Eu nunca vou deixar de rir da cara daquelas menininhas estúpidas que saem de casa para caçar homens e não veem problema algum em sair dando pra meio mundo afora. Eu nunca vou parar com a mania de roer as unhas ou deixar um pouco de suco de uva no copo. Eu nunca vou deixar de sentir tremores em todos os andares do meu corpo ao perceber que estou sendo encarada por qualquer pessoa que seja. Não adianta, não há solução, não vim com devolução de fábrica. Eu sou assim e ponto. Nunca vou me acostumar em acordar cedo, como também nunca vou me acostumar com o fato de ter mais gente passando fome do que mais gente dando valor ao pouco que possui. Nunca vou entender porque algumas pessoas andam com o nariz empinado como se elas fossem as melhores do mundo, mesmo sabendo que não são. Nunca vou conseguir deixar de bater o dedinho do pé na quina, como também nunca vou conseguir entender o que o locutor de futebol na rádio está narrando. Eu nunca vou deixar de odiar o cheiro de cigarro. Nunca vou aprender a chupar laranja sem fazer algum barulho, como também nunca vou aprender a fazer as malas para uma viajem sem colocar todo o meu guarda roupa lá dentro. Eu nunca vou saber, de fato, receber um elogio. Quando eu não rio de nervoso, rio de ironia. E, ah, eu nunca vou conseguir deixar de ironizar tudo. Nem de falar sério, rindo. Nunca. Eu nunca vou me acostumar com a ideia de que, sim, existe quem seja capaz de maltratar um animal. Eu nunca vou entender porque a população ainda aplaude de pé ou abre a boca pra falar bem de algum político. Eu nunca vou compreender essa sociedade hipócrita em que vivo. Nunca vou conseguir olhar pra minha mãe e não ver a maior heroína de todos os tempos, como também nunca vou conseguir entender como alguém não consegue se afeiçoar a própria mãe. Nunca vou entender qual a tamanha graça em fingir sentimentos, usar pessoas e maltratar corações desamparados. Eu nunca vou ser a favor da aproximação por interesse, como também nunca vou ser contra a sinceridade de cara limpa. Eu nunca vou ser capaz de enxergar um motivo realmente bom para que a espécie humana ainda exista. Nunca, nunquinha. Eu nunca vou entender porque eu continuo escrevendo como se soubesse quem sou, mesmo sem saber.
Capitule, Eu nunca. (via introspectou)