Eu te mostrei como você poderia ser amada, você me mostrou como eu deveria me amar mais.
No title available

❣ Chile in a Photography ❣
wallacepolsom
dirt enthusiast
AnasAbdin
Acquired Stardust
YOU ARE THE REASON
Keni
One Nice Bug Per Day
Not today Justin
art blog(derogatory)

roma★

PR's Tumblrdome
Cosimo Galluzzi
styofa doing anything
we're not kids anymore.
Stranger Things
Sade Olutola
$LAYYYTER

Kiana Khansmith
seen from Ukraine

seen from Malaysia
seen from China
seen from Türkiye

seen from Slovakia

seen from United States

seen from Albania

seen from United States

seen from China

seen from Albania

seen from United States

seen from T1

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Indonesia
@a-bismar
Eu te mostrei como você poderia ser amada, você me mostrou como eu deveria me amar mais.
Tenho que fingir o tempo todo que estou bem, que o nosso término não me afetou tanto assim. Tento convencer minha mente a não pensar em você a cada instante, mas é difícil. A sensação de não ter mais você por perto pesa, e eu me pego mascarando as lembranças que insistem em ficar, o toque, os beijos, os momentos que foram só nossos. Fingir que nada disso existiu parece mais fácil, mas a verdade é que existiu, e perder tudo isso me machuca mais do que eu gostaria de admitir. Sei que vou te amar por muito tempo, talvez para sempre. Só é triste saber que esse amor não terá mais um lugar ao seu lado.
Tenho que fingir o tempo todo que estou bem, que o nosso término não me afetou tanto assim. Tento convencer minha mente a não pensar em você a cada instante, mas é difícil. A sensação de não ter mais você por perto pesa, e eu me pego mascarando as lembranças que insistem em ficar, o toque, os beijos, os momentos que foram só nossos. Fingir que nada disso existiu parece mais fácil, mas a verdade é que existiu, e perder tudo isso me machuca mais do que eu gostaria de admitir. Sei que vou te amar por muito tempo, talvez para sempre. Só é triste saber que esse amor não terá mais um lugar ao seu lado.
Eu te mostrei como você poderia ser amada, você me mostrou como eu deveria me amar mais.
Tenho que fingir o tempo todo que estou bem, que o nosso término não me afetou tanto assim. Tento convencer minha mente a não pensar em você a cada instante, mas é difícil. A sensação de não ter mais você por perto pesa, e eu me pego mascarando as lembranças que insistem em ficar, o toque, os beijos, os momentos que foram só nossos. Fingir que nada disso existiu parece mais fácil, mas a verdade é que existiu, e perder tudo isso me machuca mais do que eu gostaria de admitir. Sei que vou te amar por muito tempo, talvez para sempre. Só é triste saber que esse amor não terá mais um lugar ao seu lado.
É como se a vida tivesse perdido as cores.
O meu maior medo é que a vida não melhore,
e que o caos seja constante.
Há feridas que doem tanto que não ousamos compartilhá-las com ninguém. Seguramos o grito na garganta, sufocamos as lágrimas e escolhemos carregar o peso da dor sozinhos. Mas que dor seria essa, tão funda, tão cortante, que nos faz preferir o silêncio ao consolo? Que nos impede de aceitar o ombro que nos é oferecido, como se dividir o fardo fosse nos despir de algo essencial? Quantas noites em claro já passamos, presos em nossos próprios labirintos? Pensamentos que nos roubam o sono, que nos envolvem como correntes invisíveis, apertando mais e mais até que a única coisa que reste seja o cansaço... e o vazio. Talvez sejamos todos como as bonecas Matrioshkas, aquelas bonecas russa. Por fora, um rosto pintado, um sorriso imóvel, uma expressão que o mundo vê e aceita. Mas, ao remover essa camada, surge outra — e depois outra, e outra, cada uma mais pequena, mais oculta, mais próxima daquilo que realmente somos. E no final, quando todas as máscaras caem, quando todas as camadas são retiradas, o que sobra? A menor de todas. Aquela que ninguém vê. Aquela que nem sempre temos coragem de encarar. E talvez seja por isso que escondemos nossa última boneca tão bem. Porque tememos que, quando alguém finalmente a encontrar, descubra que ela é feita apenas de vazio ou ate mesmo um emaranhado de coisas.
Há feridas que doem tanto que não ousamos compartilhá-las com ninguém. Seguramos o grito na garganta, sufocamos as lágrimas e escolhemos carregar o peso da dor sozinhos. Mas que dor seria essa, tão funda, tão cortante, que nos faz preferir o silêncio ao consolo? Que nos impede de aceitar o ombro que nos é oferecido, como se dividir o fardo fosse nos despir de algo essencial? Quantas noites em claro já passamos, presos em nossos próprios labirintos? Pensamentos que nos roubam o sono, que nos envolvem como correntes invisíveis, apertando mais e mais até que a única coisa que reste seja o cansaço... e o vazio. Talvez sejamos todos como as bonecas Matrioshkas, aquelas bonecas russa. Por fora, um rosto pintado, um sorriso imóvel, uma expressão que o mundo vê e aceita. Mas, ao remover essa camada, surge outra — e depois outra, e outra, cada uma mais pequena, mais oculta, mais próxima daquilo que realmente somos. E no final, quando todas as máscaras caem, quando todas as camadas são retiradas, o que sobra? A menor de todas. Aquela que ninguém vê. Aquela que nem sempre temos coragem de encarar. E talvez seja por isso que escondemos nossa última boneca tão bem. Porque tememos que, quando alguém finalmente a encontrar, descubra que ela é feita apenas de vazio ou ate mesmo um emaranhado de coisas.
que você ainda me queira, quando eu te mostrar o meu pior lado.
gorgatt
Às vezes você precisa sentir a dor arder. E só.
Psicoativos.
“Estamos todos condenados a sentir e a ser a saudade de alguém.”
— Poesia Sentida.
“Quero me casar com você porque é a primeira pessoa que quero ver ao acordar pela manhã e a única que quero dar um beijo de boa noite. Porque a primeira vez que vi essas mãos, não pude imaginar não poder segurá-las. Mas principalmente, porque quando se ama alguém como eu te amo casar é a única coisa a fazer.”
— Três Vezes Amor.
A morte é a dose mais pura da vida.