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@a-moraesteixeira
Drawing entirely from PAMM’s collection, this exhibition presents a series of works by American master artist, Robert Rauschenberg (b. 1925, Port Arthur, Texas; d. 2008, Captiva, Florida)...
13.9 - Action plan
- imprimir imagens de referencia
- escrever quais sao as ideias de referencia (texto Rauschenberg)
- procurar imagens dos simbolos que representam a associação com a frase
Robert Rauschenberg Cuban Diary (Diario Cubano) / ROCI CUBA
Overdrive
Untitled (Salvage)
Joseph Cornell Central Park Carrousel, in Memoriam 1950
- symbols: arame farpado (perigo, se afaste), vela (solidão)
https://www.theguardian.com/artanddesign/2016/dec/04/robert-rauschenberg-review-the-combine-master-uncut-thrilling-retrospective
Estate, 1963 Robert Rauschenberg
Images of collision, crashes, buildings exploding
Mixture of signs, symbols in the streets (that communicates for everybody)
Composition chaotic.
AND
other posters could be the continuation of this symbols or the contrary.
PLAYING WITH ASSOCIATIONS
Weingart: My Way to Typography
Observando este video podemos aprender a utilizar la técnica de la encáustica.
Encáustica, em grego enkaustikos quer dizer: esquentar, queimar, gravar com fogo. Tem como matéria prima básica a cera natural de abelha e resina Damar (seiva vegetal cristalizada), acrescida de pigmentos. Fazendo jus ao nome, o calor é essencial ao longo de todo o processo. Mantida aquecida em estado líquido, a fórmula é aplicada com pincel em suporte resistente ao calor. Para entender a encáustica é importante conhecer um pouco de sua história. Acho que é assim para tudo na nossa vida. Para entendermos alguma coisa é preciso conhecer para podermos perceber suas qualidades e beleza. Foi na Grécia antiga que se inicia a história de encáustica que conhecemos. A princípio os gregos usavam a encáustica para calafetar os navios. Ao perceberem que a mistura de cera quando adicionada a pigmentos oferecia uma bela cobertura para os seus navios, começaram a usá-la para pinturas das embarcações de guerra. Dois séculos Antes de Cristo, no Egito Greco-Romano, a encáustica foi muito usada para fazer os retratos das múmias. Eram máscaras mortuárias pintadas sobre madeira acopladas ao sarcófago onde a pessoa era sepultada. Essas máscaras são conhecidas como os Retratos de Fayum, nome do oásis Egípcio onde foram encontradas. Tive a oportunidade de ver algumas dessas máscara no MET – Metropolitan Museum de New York, preservadas em toda sua beleza, força e colorido. Acredita-se que a mistura utilizada pelos pintores de Fayum era a cera de abelha, pigmento, resina, muito parecida com a mistura que usamos hoje. Na parte de ferramentas, acredito que era bem mais trabalhoso. Usavam o uma ferramenta para entalhe e para escavar, uma espátula aquecida para fazer a fusão e um braseiro de carvão para derreter a cera. A encáustica era uma técnica lenta e difícil, embora oferecesse uma qualidade e durabilidade muito maior do que a tempera que também começava a ser desenvolvida nessa época. A tempera era um processo mais rápido e barato. Em razão disso, no decorrer dos séculos a tempera foi crescendo na popularidade e a encáustica foi sendo esquecida quase chegando ao desaparecimento. No Renascimento, aproximadamente entre meados do século XIV e o fim do século XVI, começou um novo interesse pela técnica da encáustica greco-romana, dentro do espírito geral da época de recuperação de soluções técnicas e artísticas da antiguidade clássica. Encontramos em 1504 a primeira tentativa conhecida de reconstruir a antiga técnica por Leonardo da Vinci. Segundo Anonimo Gaddiano, Anonimo Magliabechiano ou Anonimo Fiorentino, autor do Códice Magliabechiano, um manuscrito com 128 páginas, das décadas de 1530 e 1540, Leonardo da Vinci decidiu pintar com encáustica sua mais importante comissão de pintura: a pintura mural da Batalha de Anghiari, no Salão do Conselho do Palazzo Vecchio de Florença (1505), destinada a enfrentar a Batalha de Cascina comissionada a seu grande rival, Michelangelo. Leonardo desenvolveu uma técnica de pintura em cera que parecia funcionar adequadamente em trabalhos menores. Mas quando aplicada em uma grande parede, a técnica se mostrou incontrolável e Leonardo abandonou a pintura inacabada. Figura 1- Leonardo da Vinci. A Batalha de Anghiari, 1504. Cópia de Peter Paul Rubens (1603) da parte central do mural pintado por Leonardo em encáustica; o trabalho ficou inacabado devido a problemas de execução com a técnica de pintura empregada. Com as descobertas nas cidades de Herculano (1730) e Pompéia (1748) das pinturas murais muitas delas pintadas com encáustica, surgiu um novo interesse sobre essa técnica. Essa época tinha um grande interesse na recuperação da cultura, o chamado Neoclassicismo que nos brindou com o espirito científico do iluminismo. Entre 1750 e 1800 foram publicados mais de 60 estudos sobre encáustica. Duas dessas obras possuem um grande interesse. O primeiro deles foi apresentado pelo Conde de Caylus e o segundo por Vicente Requeno, ambos levando a discussões e escritos intermináveis. Em 1754 Caylus apresentou quatro técnicas: a aplicação de ceras derretidas em madeira encerada; a aplicação de ceras em pó suspensas em água, posteriormente submetidas a tratamento térmico para fixação da tinta; guache em madeira encerada coberta por carbonato de cálcio em pó, também com um tratamento térmico final para definir as cores; e pintura em guache coberta com uma folha de cera. Figura 2 - Dispositivo para manter as cores de cera em um estado fundido. Cilindros com cera colorida são mantidos dentro de uma caixa metálica fechada contendo brasas e equipados com duas pequenas aberturas para entrada de ar e exaustão de gás. Vicente Requeno na Itália, publicou em 1787 um estudo de recriação da técnica levando ao surgimento de várias escolas dedicadas à pintura encáustica. Requeno propôs várias técnicas, incluindo: uma que usava paleta com facas aquecidas para aplicar e espalhar ceras coloridas; outra com sabão de sódio e cera em água, com um aquecimento final da pintura; e uma terceira baseada em resina mastic, aplicada aquecida e completado por uma camada final de cera derretida, necessitando de um braseiro próximo à pintura. Desde o século XVIII até o século XX temos informações de algumas pesquisas e tentativas de recriação da técnica da encáustica. Foi no século XX com o advento da eletricidade que a encáustica começou a ser mais pesquisada e também um pouco mais fácil de ser trabalhada. A eletricidade trouxe ferramentas como paletas aquecidas, soprador de ar quente e ferros elétricos que incorporados ao processo da pintura encáustica ofereceram grande oportunidade de experimentação. O artista mexicano Diego Rivera incorporou encáustica em seu mural na cidade do México em 1922 -3. Figura 3 - Diego Rivera - La creación - Afresco com encáutica e folhas e ouro - Anfiteatro Simón Bolívar, Escuela Nacional Preparatoria, Colegio de San Ildefonso, Mexico City, Mexico. Nos anos de 1937 a 1955 Karl Zerbe chefia o Departamento de Pintura da Escola do Museu de Belas Artes de Boston se deparou com referencias aos retratos de Fayum e ficou muito entusiasmado em redescobrir os processos da encáustica. Por mais de uma década ele pintou com encáustica e deu aula sobre essa técnica. Muito é creditado a Zerbe a revitalização do uso da encáustica e a inspiração de uma geração de artistas. Foi Zeber por meio de suas pesquisas que chegou à mistura de encáustica muito usada hoje pelos artistas: oito partes de cera de abelha, uma parte de resina damar, uma parte de Teberentina de Veneza [1]). Figura 4 -Karl Zerbe - Melancholia - 1946 - Havard Universty Museum Referências GADDIANO, Anonimo Códice Magliabechiano. Disponível em: https://en.wikipedia.org/wiki/Anonimo_Gaddiano. Acesso em 02/12/2018 RANKIN, Lissa. Encaustic Art. The complete guide to creating fine art with wax. New York: Watson Guptill Publication, 2010. Reconstruction studies from the Renaissance. Disponível em http://www.encausticcuni.com/reconstruction-studies-from-the-renaissance/ Acesso em 02/12/2018 TUBIÈRES, Anne-Claude-Philippe de, comte de Caylus. Mémoire sur la peinture à l'encaustique et sur la peinture à la cire. Geneve, 1755. Disponível em https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k1172334.texteImage Acesso em 02/12/2018 MATTERA, Joanne. The Art of Encaustic Painting: contemporary expression in the ancient médium of pigmented wax”. New York: Watson Guptill Publication, 2001. [1] Líquido viscoso que não deve ser confundido com a terebintina tradicional. Amplamente usada pelos mestres da antiguidade, dá corpo à tinta com um tempo ideal de secagem. Atualmente tem sido substituída por um produto conhecido como Bálsamo do Canadá, mais fino e claro que a original. Ana Carmen Nogueira, Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie. Graduação em Artes Plásticas. Especialista em Educação Especial com aprofundamento na área de deficiência visual e Arteterapia. Desenvolve pesquisa de pintura encáustica, ministra cursos desta técnica e atua como Arteterapeuta no Ana Carmen Ateliê de Arte. Siga-nos nas redes sociais! 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Renato De Cara
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