Henri Rousseau, selva, 4/5 PĂĄssaros
Three Goblin Art
trying on a metaphor

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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

Kaledo Art

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Stranger Things

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@abaraka-blog
Henri Rousseau, selva, 4/5 PĂĄssaros
Por Daniel Leite
Yinka Shonibare MBE Ă© um artista londrino, que aos trĂȘs anos de idade se mudou para NigĂ©ria. Nasceu numa famĂlia nigeriana de classe mĂ©dia em Londres, onde reside hoje. Se intitula verdadeiramente bicultural, explorando caracteristicas e formas de suas origens, tanto da Ăfrica, com tecidos coloridos, ainda muito usados como vestimenta, quanto de sua origem inglesa, criando modelos vitorianos. AlĂ©m disso, Shonibare explora em seu trabalho a pintura, fotografia, vĂdeo e performance.
www.yinkashonibarembe.com
Por Victor Mattos
Henri Rousseau, selva 2/5 Macacos
La rencontre des femmes
Por Daniel Leite
La plage
Por Daniel Leite
Henri Rousseau, selva 1/5 LeÔes
JosĂ© Medeiros foi um documentarista e fotĂłgrafo nascido em 1921 no PiauĂ. Trabalhou durante anos na revista O Cruzeiro, uma das mais importantes revistas do Brasil na Ă©poca.  Dentre suas inĂșmeras reportagens, em 1951 fotografou um ritual de iniciação no CandomblĂ©, que foi publicado na revista com um texto considerado sensacionalista. Com esse material, JosĂ© Medeiros publicou o livro CandomblĂ©, em 1957.
Por Victor Mattos
Etnia Malinkés
Por Daniel Leite
O documentĂĄrio âAtlĂąntico Negro, na rota dos OrixĂĄsâ, realizado em 1998 e dirigido por Renato Barbieri, mostra as semelhanças na religiosidade do Brasil e da Ăfrica e percorre o caminho dos escravos vindo para cĂĄ durante o perĂodo da escravidĂŁo. Num dos momentos mais fortes do filme, Pai Euclides, de SĂŁo LuĂs do MaranhĂŁo, oferece uma cantiga a um sacerdote na Ăfrica, e Ă© compreendido, confirmando uma total correspondĂȘncia entre as duas terras.
Por Victor Mattos
âSundiata Keita (ou Sundjata Keita, ou ainda Soundiata Keita) era o Imperador do Mali, nascido em 1190 em Niani (Reino Mandinga, atual GuinĂ©) e faleceu em 1255. Filho de NarĂ© Maghann KonatĂ© (tambĂ©m conhecido Maghan Kon Fatta ou Maghan Keita) e Sogolon Djata (a mulher bĂșfalo).
O Ă©pico de Sundjata Ă© contado pelos griots, atravĂ©s da tradição oral.â
Nesta foto um Griot com duas mulheres.
Por Daniel Leite
Marcha pelos direitos civis americanos Washington, 1963 Fotos de Robert W. Kelley Via Retronaut Por Carolina Casarin
No CandomblĂ© e nas demais religiĂ”es afro-brasileiras, o uso dos fios de contas, as chamadas guias, Ă© fundamental. AtravĂ©s delas podemos identificar os fiĂ©is, saber a que nação pertence, de qual OrixĂĄ Ă© filho, e assim por diante, revelando outras particularidades. As guias sĂŁo cuidadosamente preparadas seguindo as tradiçÔes de cada casa, lavadas e entregues aos filhos de santo em rituais especĂficos. Ao longo dos anos, ao passo que o filho de santo adquire conhecimento e mais anos dentro da tradição, o nĂșmero e as caracterĂsticas de suas contas aumentam, ganhando mais cores, mais volume, e mais significados. Durante toda a vida, os fios vĂŁo acompanhar e marcar a vida espiritual de seus donos, atĂ© sua morte, onde eles serĂŁo devidamente despachados e entregues nos rituais fĂșnebres.
Por Victor Mattos
O Lago Rosa - norte do Senegal
Por Daniel Leite
Natural fashion Tribal decoration from Africa Hans Silvester (Plantas - 4/4)
por Carol CasarinÂ
No Benin, os policiais ou guardiĂ”es sĂŁo conhecidos como Zangbeto, um espĂrito da noite que surge na aldeia estabelecendo a ordem. SĂŁo grandes cones de palha, por vezes usando tambĂ©m uma mĂĄscara, que se movem e dançam pelas ruas, levando uma multidĂŁo de pessoas atrĂĄs, querendo ao menos uma benção. Assim como os Egunguns (espĂritos dos mortos) sĂŁo respeitados e reverenciados. Dentre inĂșmeros motivos, que o fazem juiz, crĂtico, vigia ou policial, sĂŁo invocados quando se quer a purificação do povo, espantar os males, ou mesmo um pedido de proteção.
Por Victor Mattos
Baloji = Bruxo
Por Daniel Leite