Openº| Let's go to the...shhº|
Realmente não estava cheio e pelo simples motivo de já ser tarde da noite. O escutou e logo depois sua a mão foi tocada pela dele. Estava um pouco fria e o fez arrepiar-se levemente, mas nada que o incomodasse. Deixou que ele o guiasse para onde quer que fosse, no normal não deixaria, mas mal sabia porque não o impediu. Quando se deu conta estava próximo a uma grande árvore e só nesse momento voltou a escutá-lo. O vermelho surgia aos poucos com a pergunta do outro e com o acelerar do coração. Desviou o olhar, nervoso. - E-Eu n-nã-… - Antes que terminasse a frase, o toque em seus ombros, empurrando-o até que sentisse as costas na madeira da árvore. Olhou para o outro, assim que escutou seu nome se chamado, virando o rosto em sua direção, acidentalmente fazendo com que seu olhar se fixasse nos dele. O rubro do rosto tornou-se mais intenso na medida em que ele se aproximava. “A-Acho que ele quer me matar de c-calor de novo" pensou. Até que… Podia dizer que sim, enfim, sentiu os lábios se tocarem. Os olhos arregalados, cercados pelo rubro, foram se fechando devagar como se deixar-se relaxar um pouco. Repousou as mãos sobre os ombros dele, tentando o afastar, o que não deu certo, seu corpo ainda não respondia direito ao que mandava. E por fim, retribuiu ao beijo, finalmente “O q-que eu estou fazendo?…" Pensou.
Como ele não havia resistido, ao menos não percebeu, decidiu continuar. Forçou a língua contra os lábios deste, os dedos se moviam pelo corpo do outro até encontrar com sua cintura. A envolveu, puxando para perto do seu corpo, sem deixar espaço para mais nada. O ar começou a faltar, então obrigou-se a se afastar, mas deu alguns selinhos antes de voltar a falar. - Ei, não vai me parar? - Abaixou a cabeça para poder dar alguns pequenos beijos no pescoço dele, que subiam até a orelha. - Eu realmente não me importo de continuar…
Estranhamente havia lhe dando a permissão para que continuasse. E por causa disso estava se estranhando, afinal, o que diabos estava fazendo? Mal conhecia ele, e muito mais: nem sabia seu nome. Vai ver que era o destino mesmo. Aproveitou quando ele se separou para também puxar ar. As mãos desceram até seus ombros, os apertando um pouco com a atenção dada ao seu pescoço. Rangeu um pouco os dentes, evitando que algum tipo de som escapasse. Até que o escutou e não sabia responder, não fazia ideia do que queria realmente, mas desviou o olhar nervoso e murmurou baixinho, franzindo o cenho e ficando vermelho: - N-Não... Não vou lhe parar...















