Could you do a Sweeney Todd Au?
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Could you do a Sweeney Todd Au?
Mas você não precisa fazer tudo sozinho. Olha, eu to de férias da faculdade e sozinho em casa. Se quiser que eu passe mais tempo te ajudando…
Imagina, não quero te atrapalhar! Eu devia era colocar aqueles inúteis dos meus irmãos para fazer alguma coisa, pra variar.
Não precisa gastar suas férias com isso.
Você é mãe do Peter sim, não adianta negar. Ele veio até te dar um presente de da das mães que eu sei.
Idade é estado de espírito.
E-Eu---- T-Tá. Talvez. Um pouco. Mas é só coisa de criança.
Idade é o que está no seu documento, mas vocês todos são um caso perdido.
Você é um só e está se esforçando muito, Arthur.
Eu sei. Mas não posso deixar de me preocupar. Tem muita gente que depende de mim.
Duvido. Não! Mas é do Seamus que estamos falando. Ele já deve ter algum nome pro polvo que combine com o do Bob.
Eu acho isso lindo. Você é uma mãe, basicamente.
Hey! Eu só estava querendo ser um knight in shining armor. Me deixa ser feliz.
Disso eu tenho certeza. Espero que esteja querendo dizer isso como um elogio. Não sou mãe de ninguém, só faço meu dever de irmão mais velho.
Você já esta muito velho para isso, Allistor.
Não tem que pedir desculpas. Quer dizer, parece ser uma boa tentativa de começar a evoluir de novo. Quem sabe um dia conseguimos ter quatro braços ao invés de dois pra fazer mais coisas? Você seria o gênio que começou tudo.
Se fosse fácil assim, Shun...
Mas realmente preciso desacelerar. Não posso ficar sofrendo acidentes a toa assim com tantas coisas para fazer ainda.
Não, mas você pode ter feito coisas suspeitas. Porque ela gosta de animais marinhos, ué. Eu acho que no aquário? Eu ele pega na praia mesmo.
Tá vendo? E você principalmente, é a mommy dele.
Eu nunca fiz nada suspeito. Você está sugerindo que ele roube de um aquário? Não deve ser tão fácil assim, se fosse seria normal as pessoas terem polvos.
.... É, eu sei.
.... Mas isso não significa que você deveria ficar pegando os brinquedos dele para brincar.
Arthur, você já foi e é apaixonado por alguém que achava impossível, não queria discutir as provas de amor do seu irmão.
Eu não vejo problema. Peter voltou, eu tenho que dar todo o carinho e amor que não pude.
Você não me vê adquirindo animais vivos suspeitos pro Francis, vê? Eu só quero entender porque um polvo. Eu nem sei onde ele vai arranjar um ainda vivo!
.... Bom argumento. Eu... Eu sinto o mesmo.
MAGIC TRIO AND A FRANCE THAT RUINS THEIR MAGIC °•°
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Acho que isso resolve. Devia tomar mais cuidado.
Desculpa, eu realmente não deveria ter tentado fazer tudo ao mesmo tempo... Foi bem idiota, não foi?
Ainda bem que você estava por perto...
E o que o Seamus pode fazer? Pegar a espada e fingir que é um príncipe para impressionar a prima do Francis?
Vou falar que a espada dele se aposentou e comprar uma nova.
Não sei, mas depois da história desse tal polvo que ele quer arrumar, não duvidaria mais de nada.
Bom, se está disposto a gastar dinheiro com isso, não falo mais nada.
Por que você acha que vou me machucar? Essa espadinha é do meu irmão!
Não vai se machucar, mas vai dar ideias idiotas pro Seamus e esse sim vai se machucar. Ou isso ou você vai quebrar isso aí e quero ver o que você vai falar para o Peter depois.
{Flashback} Happy mothers day, mommy two! ll Peter & Arthur
Sentia falta de Arthur tanto como sentia falta dos outros irmãos, mas ele tinha um amor especial por ele. Afinal, foi Arthur quem o criou e deu todo o amor que uma criança de dois anos precisava. E também era de quem tinha as melhores memórias, já que ele se vestia um pouco melhor do que os outros irmãos (e tinha um comportamento melhor também, já que preferia ser criado por um punk do que um emo ou um hippie).
– Não! Mama e papa estão aqui também! – apontou para os dois, logo depois percebendo que Arthur já os vira ali.
– Boa tarde, Arthur! Como você está? – Tino perguntou alegremente, com um belo sorriso no rosto. Berwald permaneceu quieto, e Peter sabia que não era falta de educação. Ele podia ser bem tímido quando queria, ainda mais perto de pessoas que não via a anos. Mas o garotinho também tinha noção que ele estava se divertindo um pouco a situação. Seu papa podia ser assim as vezes.
Voltou a atenção para sua mommy, vendo a reação dele ao seu desenho. Peter não era um expert em desenho, mas ficou extremamente orgulhoso de si mesmo com o elogio de Arthur. Era um desenho simples, dos dois em um campo de flores, já que eles sempre fazia isso quando era datas comemorativas. Tino também tinha recebido um desenho desses, já que ele não tinha dinheiro para um presente.
– Não precisa chorar, mommy! – abraçou-o pela cintura, apertando-o o máximo que conseguia. Não gostava de ver as pessoas chorando, e sempre se sentia mal quando isso acontecia. Por isso nunca via filmes sentimentais demais com a família. Tino e tio Mathias sempre acabavam chorando no final. – Eu estou aqui e é isso que importa! E obrigado! E eu vim por causa do trabalho do meu papa! Todo mundo está aqui. Eu, mama, papa, tio Mathias, tio Lukas e tio Emil!
O sueco limpou a garganta, achando adorável a situação. Mas eles não tinham levado Peter lá apenas para ele ver Arthur nos dias das mães. – Não querendo atrapalhar o momento, Mas Arthur, você pode ficar com Peter por algumas horas? Eu e Tino vamos sair, e os meus irmãos são um bando de folgados e eu não confio neles para cuidar do meu precious little chair.
– PAPA!
- Boa tarde, Tino. Estou muito bem, obrigado, e vocês? - Ainda se sentia numa situação um tanto inusitada, com Tino e Berwald ali e Peter lhe abraçando. Mas era uma surpresa bastante agradável, mesmo que lhe fizesse lembrar de coisas do passado que era melhor deixar para trás. Ficara feliz em ver que os dois continuavam juntos, fazendo um casal talvez um pouquinho estranho, com o finlandês tão sorridente e educado e o sueco sempre estoico, mas opostos se atraem ou algo assim. E estava muito feliz em ver que Peter estava bem, era óbvio que tinha sido criado num ambiente de amor e respeito, como Arthur e os irmãos desejavam que ele fosse. Fora mesmo uma decisão acertada, por mais que tivessem sentido falta do irmãozinho - e que Arthur tivesse que voltar a conviver com o fato de ser o caçula em casa.
Acariciou os cabelos loiros de Peter enquanto limpava as lágrimas. - Me desculpa, eu sei que não precisa. - Ainda mantinha um sorriso no rosto. - Que bom, os outros vão ficar muito felizes de saber que você está por perto. É uma pena que estejam fora agora. - Podia imaginar a festinha que os irmãos fariam por ter de novo o irmãozinho com eles. Esse ano havia sido muito bom para a família, primeiro Erin voltando para casa e agora Peter no mesmo país que eles novamente. Tinham muita sorte, ou pelo menos estavam sendo abençoados. Deus com certeza estava olhando por eles.
Teve que segurar uma risada pela forma que Peter reprendera o pai. - Claro, Berwald, sem problemas. Será um prazer. Podem trazê-lo qualquer dia que vocês precisarem, sempre tem alguém em casa. - E por mais que reclamasse dos irmãos, eles cuidariam bem de Peter também. Até Seamus cuidaria bem. Não eram mais adolescentes passando por fases estranhas. Eram apenas adultos definitivamente estranhos agora, mas tudo bem, ninguém é perfeito.
Você sabe que quer.
E a minha também. Além que não quero que outras pessoas possam te ver de uniforme de faxineira.
Não quero não! Não sou um pervertido doente que nem você!
Francis Bonnefoy, se isso for algum fetiche seu, eu juro que---- Melhor nem falar. Você vai dar um jeito de interpretar no mal sentido.
Bem que poderia ser escravo pessoal meu de outra coisa, não acha?
Eu só estava brincando com você, mon cher. Meu namorado não pode ser faxineiro.
... Nem se atreva, seu frog pervertido.
Acho bom mesmo que pense assim. Tenho minha dignidade a manter,
Claro que posso. O restaurante é meu, e se você está com tempo de sobra, pode ajudar em outros setores.
Limpando. Arrumando mesas, levando as toalhas para a lavanderia do outro lado da rua.
Limpar?! Eu não me formei para acabar na limpeza! Isso eu já faço em casa! Não sou seu escravo pessoal!
Francis, você sabe que eu não quis dizer isso dessa forma.
Você acha? Desse jeito vou dobrar seu serviço no restaurante.
Você não----------- Você não pode fazer isso!
E não tem mais nada que eu possa fazer! Você mesmo disse que não se arrisca me pondo em qualquer lugar perto da cozinha.