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@afantasiabrasil
Feminismo não é moda, é memória e estrutura.
Até 1962, no Brasil, uma mulher não podia abrir conta bancária, assinar contrato, trabalhar ou viajar sem autorização do marido o chamado “poder marital”, revogado apenas com o Estatuto da Mulher Casada (Lei nº 4.121/1962).
Até 1932, as mulheres não podiam votar. O Decreto nº 21.076, assinado por Getúlio Vargas, garantiu o sufrágio feminino, mas o voto pleno, sem restrições de estado civil ou alfabetização, só veio em 1946.
O divórcio só foi legalizado no Brasil em 1977.
O assédio sexual só se tornou crime em 2001.
A Lei Maria da Penha só foi sancionada em 2006.
Isso significa que nossas avós nasceram sem direitos básicos sem autonomia financeira, jurídica ou até mesmo corporal.
E muitas das conquistas que hoje parecem óbvias são, na verdade, lutas de menos de 60 anos.
As mulheres que abriram caminho enfrentaram não só o patriarcado que as silenciava, mas também a resistência de outras mulheres, conformadas, temerosas da mudança, que confundiam submissão com segurança e ajudavam a sustentar o próprio sistema que as oprimia.
Hoje, vemos essa dinâmica se repetir sob novas máscaras, mulheres em posição de influência digital que, por falta de consciência histórica ou por conveniência social, alimentam discursos antifeministas, reforçando preconceitos e negando as mesmas lutas que lhes deram voz e visibilidade.
O feminismo garantiu a liberdade para que toda mulher tivesse o direito de opinar, existir e ser dona de si, inclusive para discordar.
Mas é importante lembrar: essa liberdade não veio de “graça”, e sim do sangue, da coragem e da lucidez de gerações de mulheres que ousaram dizer “basta” e lutar, as feministas.
Celebrar e respeitar essas conquistas é um ato político e exemplo essencial para a educação.
Esquecer delas é um retrocesso.
📖 Lançamento de “Scripts Culturais, Gênero e Emoção”, de Valeska Zanello.
A DIFERENÇA ENTRE SABER E SER
Um neurotípico pode estudar cinco anos de psicologia, buscando no título o que lhe falta em empatia.
Mas jamais verá o mundo com a lente de quem sente, de um neurodivergente, que pensa diferente.
O que pra uns é teoria e repetição,
pra nós é instinto, é pura sobrevivência em ação.
Enquanto uns decoram o que é ser humano, nós vivemos o peso e o mistério do engano.
Sentimos o outro até a exaustão, sem diploma, vaidade ou aprovação.
Porque não há curso que ensine o que dói,
nem ciência que alcance o que o silêncio constrói.
THE DIFFERENCE BETWEEN KNOWING AND BEING
A neurotypical person may study psychology for five long years,
seeking in the diploma what they lack in empathy.
But they will never see the world through the lens of someone who feels —
a neurodivergent mind,
wired to think differently.
What for some is theory and repetition,
for us is instinct —
pure survival in motion.
While some memorize what it means to be human,
we carry the weight
and the quiet mystery
of misunderstanding.
We feel the other
to the point of exhaustion,
without needing a title,
a performance,
or approval.
Because no course can teach what hurts,
and no science can reach
what silence
builds.
A FARSA DA VAIDADE E O ABISMO DO INVALIDADOR
Quando o trabalho de um indivíduo nasce da tentativa de diminuir o de outro,
em sua origem o invalidador já é uma farsa.
Usurpador que tenta galgar atenção com a ilusão do esforço alheio,
mentiroso sem escrúpulos que sustenta um corpo oco,
voando na brisa da própria enganação.
De todas as vaidades,
quem flutua em ilusão é sempre o primeiro a colidir com o muro da realidade.
Atravessam o tempo apenas aqueles que cultivam o esforço e, sem intervalos,
falam a verdade no silêncio, sem necessidade de cúmplices ou testemunhas.
Afantasia para hiperfantasia
Aphantasia to hiperfantasy
Nem esse planeta é eterno, quem dirá as vaidades.
O CANTO E A MEMÓRIA
O canto do pássaro só dói no ouvido que insiste
que as lembranças antigas não passarão, só passarinho.
O pássaro não muda, na realidade, o tom do assobio; Quem muda é a memória, que tinge de cinza aquilo que, por natureza, é lindo.
Nunca faltou, nem faltará, beleza ao canto; Falta coragem para amar de novo, sem o medo do antigo desencanto.
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