É que você faz parte de mim. E coisas assim, como fazer parte de alguém, duram pra sempre.
Casebre.
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É que você faz parte de mim. E coisas assim, como fazer parte de alguém, duram pra sempre.
Casebre.
Quis escrever sobre você, sobre o seu nome, sobre seu sorriso, sobre todas essas linhas imaginárias que de um jeito ou de outro sempre me puxam de volta para tudo isso que assusta e conforta ao mesmo tempo. Quis contar que a culpa por eu estar escutando a música mais triste de todos os tempos é sua. Quis compartilhar contigo que o espaço vago entre os astros me lembra o vazio que de repente somos, e a distância que adquirimos, my baby, é da espessura dos cometas que se perdem entre as estrelas. Quis escrever sobre qualquer coisa que não seguisse a trilha pesada da nossa história mal escrita e cheia de vírgulas. Mas a música triste estava a um clique de distância e o peito, subitamente afogado por uma nostalgia branda, quis te escrever. E não haveria de ser sublime ou, sendo otimista até demais, feliz. Porque somos nós, o frio da Antártida inexplorada e doente. Mas inexplicavelmente também somos a alegria da primavera, somos uma promessa. Sunshine, baby, é o que somos, ou éramos, ou ainda podemos ser. Porque além da perda tivemos ganhos e o que seria de mim sem você para me ensinar a compactuar com tuas ideias e assistir aos teus filmes preferidos? Me diz, o que seria de mim sem a inocência das tuas canções que falam sobre amor e o desastre que é ter presenciado tuas aulas de violão? Não há paz em um mundo aonde a chuva não vem acompanhada de alguns trovões e relâmpagos. Não seríamos tão frios se algumas vezes não fossemos tão quentes. E quanto ao que eu quis escrever e ao que de fato escrevi, você me conhece, baby, eu quero tantas coisas e quero tão pouco ao mesmo tempo. Mas no momento estou incompleta porque meu sol está nascendo e tua lua ainda dorme. Não tivemos um fim e esse texto também não.
Lunara.
Quis escrever sobre você, sobre o seu nome, sobre seu sorriso, sobre todas essas linhas imaginárias que de um jeito ou de outro sempre me puxam de volta para tudo isso que assusta e conforta ao mesmo tempo. Quis contar que a culpa por eu estar escutando a música mais triste de todos os tempos é sua. Quis compartilhar contigo que o espaço vago entre os astros me lembra o vazio que de repente somos, e a distância que adquirimos, my baby, é da espessura dos cometas que se perdem entre as estrelas. Quis escrever sobre qualquer coisa que não seguisse a trilha pesada da nossa história mal escrita e cheia de vírgulas. Mas a música triste estava a um clique de distância e o peito, subitamente afogado por uma nostalgia branda, quis te escrever. E não haveria de ser sublime ou, sendo otimista até demais, feliz. Porque somos nós, o frio da Antártida inexplorada e doente. Mas inexplicavelmente também somos a alegria da primavera, somos uma promessa. Sunshine, baby, é o que somos, ou éramos, ou ainda podemos ser. Porque além da perda tivemos ganhos e o que seria de mim sem você para me ensinar a compactuar com tuas ideias e assistir aos teus filmes preferidos? Me diz, o que seria de mim sem a inocência das tuas canções que falam sobre amor e o desastre que é ter presenciado tuas aulas de violão? Não há paz em um mundo aonde a chuva não vem acompanhada de alguns trovões e relâmpagos. Não seríamos tão frios se algumas vezes não fossemos tão quentes. E quanto ao que eu quis escrever e ao que de fato escrevi, você me conhece, baby, eu quero tantas coisas e quero tão pouco ao mesmo tempo. Mas no momento estou incompleta porque meu sol está nascendo e tua lua ainda dorme. Não tivemos um fim e esse texto também não.
Lunara.
Quando você não esperar vai doer e eu sei como vai doer e vai passar como passou por mim e fazer com que se sinta assim, como eu sinto, como eu vejo, como eu vivo, como eu não canso de tentar. Eu sei que vai ouvir, eu sei que vai lembrar, vai rezar pra esquecer, vai pedir pra esquecer, mas eu não vou deixar.
Fresno.
Passa, sabe? Você acha que não, que vai doer pra sempre, que o buraco foi cavado fundo demais dessa vez e que a sua essência foi roubada. Mas tudo volta. O buraco volta a ser preenchido em uma manhã que nem precisa ser ensolarada pra ser bonita. Você percebe que tá com saudade, mas que não dói mais. Você vê quem tanto recebeu seu amor e sua dedicação pela rua e tem vontade de abraçar porque ela conseguiu tirar o melhor de você, mas nem tudo. Você não guarda rancor ou ódio, e com um pouco de tempo só lembra das brincadeiras e de como o riso saía fácil. Felizmente se dá conta, enquanto conhece uma pessoa nova, que consegue sorrir bem mais do que sorria com a sua pessoa antiga. E seu peito, subitamente, se abre de novo e descobre que ainda tá inteiro e com espaço de sobra pra amar de novo.
Lunara. (via casebre)
Quis escrever sobre você, sobre o seu nome, sobre seu sorriso, sobre todas essas linhas imaginárias que de um jeito ou de outro sempre me puxam de volta para tudo isso que assusta e conforta ao mesmo tempo. Quis contar que a culpa por eu estar escutando a música mais triste de todos os tempos é sua. Quis compartilhar contigo que o espaço vago entre os astros me lembra o vazio que de repente somos, e a distância que adquirimos, my baby, é da espessura dos cometas que se perdem entre as estrelas. Quis escrever sobre qualquer coisa que não seguisse a trilha pesada da nossa história mal escrita e cheia de vírgulas. Mas a música triste estava a um clique de distância e o peito, subitamente afogado por uma nostalgia branda, quis te escrever. E não haveria de ser sublime ou, sendo otimista até demais, feliz. Porque somos nós, o frio da Antártida inexplorada e doente. Mas inexplicavelmente também somos a alegria da primavera, somos uma promessa. Sunshine, baby, é o que somos, ou éramos, ou ainda podemos ser. Porque além da perda tivemos ganhos e o que seria de mim sem você para me ensinar a compactuar com tuas ideias e assistir aos teus filmes preferidos? Me diz, o que seria de mim sem a inocência das tuas canções que falam sobre amor e o desastre que é ter presenciado tuas aulas de violão? Não há paz em um mundo aonde a chuva não vem acompanhada de alguns trovões e relâmpagos. Não seríamos tão frios se algumas vezes não fossemos tão quentes. E quanto ao que eu quis escrever e ao que de fato escrevi, você me conhece, baby, eu quero tantas coisas e quero tão pouco ao mesmo tempo. Mas no momento estou incompleta porque meu sol está nascendo e tua lua ainda dorme. Não tivemos um fim e esse texto também não.
Lunara.
É que você faz parte de mim. E coisas assim, como fazer parte de alguém, duram pra sempre.
Casebre.
Me dê nesse tempo corrido algo que permaneça.
Casebre
Eu vivia em um mundo onde o barulho de chuva me irritava enquanto acalmava o resto das pessoas. Eu buscava o que os outros esqueciam e guardava só o que era jogado fora. Eu sentia demais quando ninguém mais sentia nada. Eu era a minha própria ruína e você a plateia que dava risada da comédia romântica mais fracassada do mundo. Eu era diferente de tudo o que você já viu e a gente batia de frente como cães e gatos. De repente, eu não conseguia mais respirar e você não era mais oxigênio. Nós nos perdemos e eu não sinto nada por isso. Eu não sinto porque nós, ao contrário dos mocinhos, tivemos o que merecemos. Você bate forte e insiste em entrar, mas não há porta alguma. Você grita alto e profundamente, Nathan. Mas eu não consigo mais te ouvir.
Nathan and Lexie
Eu vivia em um mundo onde o barulho de chuva me irritava enquanto acalmava o resto das pessoas. Eu buscava o que os outros esqueciam e guardava só o que era jogado fora. Eu sentia demais quando ninguém mais sentia nada. Eu era a minha própria ruína e você a plateia que dava risada da comédia romântica mais fracassada do mundo. Eu era diferente de tudo o que você já viu e a gente batia de frente como cães e gatos. De repente, eu não conseguia mais respirar e você não era mais oxigênio. Nós nos perdemos e eu não sinto nada por isso. Eu não sinto porque nós, ao contrário dos mocinhos, tivemos o que merecemos. Você bate forte e insiste em entrar, mas não há porta alguma. Você grita alto e profundamente, Nathan. Mas eu não consigo mais te ouvir.
Nathan and Lexie
Eu vivia em um mundo onde o barulho de chuva me irritava enquanto acalmava o resto das pessoas. Eu buscava o que os outros esqueciam e guardava só o que era jogado fora. Eu sentia demais quando ninguém mais sentia nada. Eu era a minha própria ruína e você a plateia que dava risada da comédia romântica mais fracassada do mundo. Eu era diferente de tudo o que você já viu e a gente batia de frente como cães e gatos. De repente, eu não conseguia mais respirar e você não era mais oxigênio. Nós nos perdemos e eu não sinto nada por isso. Eu não sinto porque nós, ao contrário dos mocinhos, tivemos o que merecemos. Você bate forte e insiste em entrar, mas não há porta alguma. Você grita forte e profundamente, Nathan, mas eu não consigo mais te ouvir.
Nathan and Lexie
Eu disse que era complicado. Eu olhei no fundo dos seus olhos e disse que essa coisa toda de ser maior do que a gente pode ser ia dar problema. Eu disse que eu era a conta de matemática mais difícil do mundo e ainda assim você quis tentar resolver. Nós tentamos cavar esse buraco só pra ver se no fundo tinha alguma coisa, mesmo sabendo que não tinha nada. Você quis me segurar com seus beijos profundos, mas eu virei água. Eu evaporo, é isso o que eu faço, é isso o que eu grito. Em alguns momentos eu realmente quis ficar e tentar ser a pessoa normal que você precisa, mas eu simplesmente não consigo engolir meus traumas, muito menos digeri-los. Por isso e por todo o resto é que eu não consigo mais te olhar nos olhos. Por isso a calçada do lado oposto ao que você se encontra, se encaixa melhor nos meus pés. Por isso, meu amor, a gente acabou.
Nathan and Lexie
é madrugada, baby e andei e andei até que não soube mais como andar E não soube mais tropeçar E eu caí na sarjeta suja e fria e sem cor e sem cheiro sem suor pingando no meu pescoço ele não está aqui concluí porque os sapatos se foram e as roupas de repente não estavam mais e a sarjeta estava mais próxima de mim do que ele jamais esteve
Era um paradoxo. Quanto mais frio ficava, mais derretia.
A menina que roubava livros.
Era um paradoxo. Quanto mais frio ficava, mais derretia.
A menina que roubava livros.