[ text ]: Be proud of drunk me. I managed to only eat HALF of a large pizza this time.
[ text ]: Meus parabéns? [ text ]: Agora, please! Não me mande mensagens quando estiver bêbado. [ text ]: Ou melhor: não me mande mensagens, stalker.
Not today Justin
Sade Olutola
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@allienando
[ text ]: Be proud of drunk me. I managed to only eat HALF of a large pizza this time.
[ text ]: Meus parabéns? [ text ]: Agora, please! Não me mande mensagens quando estiver bêbado. [ text ]: Ou melhor: não me mande mensagens, stalker.
Holidays - do you prefer Halloween, Thanksgiving, or Christmas?
❝—— Natal! Eu amo o conceito da gente se arrumar todinho para ficar na sala. ❞
❝ i like seeing you smile. ❞
❝—— Então me segue no instagram, eu sorriso bastante lá. É @curtisallie. ❞ A resposta grosseira escapou de forma natural, antes de um sorriso sem mostrar os dentes ser direcionado à River. Oh, sim, ela já havia até mesmo aprendido seu nome. Mas disso para se tornarem amigos, era uma grande caminhada. Ainda mais considerando o humor de Curtis. Mas a verdade é que havia gostado do elogio, ainda que não fosse admitir isso em voz alta.
Costume - do you like to dress up for Halloween? Do you have a go to costume?
❝—— Really? ❞ Estreitou os olhos levemente na direção alheia, como se buscasse por algum sinal de que ele estivesse brincando consigo. ❝—— Oh dear, me fantasiar é uma das minhas maiores diversões. ❞ E, de fato, era. Por isso a carreira de atriz combinava tanto com a Curtis, que desde criança assaltava o armário da mãe e apresentava peças para a família assistir, na pequena sala da residência. ❝—— Então eu não gosto, eu adoro me vestir para o Halloween. E se o prefeito @nckhil não for organizar nada, pode deixar comigo. E mesmo se ele for, eu vou me sentir honrada em auxiliar na organização! ❞
Send “ø” for a LATE NIGHT text. (to Fran)
[ text ]: Eu ainda não senti nada, e isso é estranho, não é? [ text ]: Quer dizer... minha mãe morreu, Francis!! [ text ]: E eu não chorei, não gritei, não senti nada... [ text ]: Isso me torna uma psicopata? [ text ]: Ai droga, a tequila acabou, já volto!
peguei seu numero no resorte!
[ text ]: Vou fingir que isso não é completamente estranho. [ text ]: E adicionar seu contato como stalker.
[ text ]: I realise we were joking at the time but are you considering a stripping career?
[ text ]: Você entendeu TUDO errado. [ text ]: Eu disse que fui stripper para um papel, em um filme. [ text ]: Não que eu considerava isso como carreira. [ text ]: Aliás, como conseguiu meu número?
𝐀𝐥𝐥𝐢𝐞 𝐋𝐲𝐧𝐧 𝐂𝐮𝐫𝐭𝐢𝐬 • 🇦🇨🇹🇷🇪🇸🇸 • 𝟚𝟜 𝕪𝕠
Lucian odiava e se esforçava muito para não ser aquela pessoa. Mas simplesmente não conseguia evitar. Por mais que fosse algo que fizesse a maioria das pessoas ter raiva dele, o Hartell era aquele cara inconveniente que não conseguia calar a boca quando assistia a algum filme. “Ei. Quem é esse cara mesmo?” Sussurrou para a pessoa ao seu lado. “O loiro, abraçado com a… Anna? Eu acho. Ele é importante? Faz alguma coisa legal? Tô entediado.”
Ela não gostava de ser a pessoa que se levantava no meio do filme, atrapalhando assim a visão de outros, mas a pipoca estava tão boa que até tinha aceitado que extrapolaria suas calorias diárias ao buscar o segundo saquinho. Voltava para seu lugar quando fora interrompida pelo garoto, demorando um breve instante para o reconhecer. No momento em que o fez, contudo, ela abaixou-se, para que não atrapalhasse ainda mais quem desejava realmente assistir ao filme, para que respondesse a dúvida levantada. ❝—— É o Kristoff! Ele salvou a Anna no primeiro filme e, nesse, bem, eu não sei, porque não é tão bom quanto o primeiro e eu... ❞ Seus olhos focaram nos dele, estreitos, relembrando-se de que Lucian sempre fazia aquilo. ❝—— Eu não acredito que você ainda faz isso, Hartell. ❞ Apontou, antes de sentar-se ao lado dele, desistindo de voltar para o lugar onde outrora se sentou. Ela não podia acreditar que ele estava ali, em carne e osso: seu melhor amigo. Desde que se mudara haviam mantido a amizade à distância, chegando até a recebê-lo algumas vezes em Nova Iorque. Mas agora... as coisas eram diferentes! E sem que pensasse muito bem, ela o abraçou com força. ❝—— Eu não acredito que esteja mesmo aqui! ❞
O momento mais aguardado por River naquele dia era com certeza o momento do cinema. Por isso, ele tinha decidido arrumar um local para assistir com antecedência, mas o drive in já parecia estar lotado e quando finalmente achou um local, deparou-se com os fios loiros já conhecidos a sua frente. Parecia karma que desde o seu primeiro encontro, vivesse cruzando com @allienando, a simpatia pela loira cada dia diminuindo mais. Assim que terminou de arrumar suas coisas e prendeu Cosmo, seu cachorro recém adotado, o mesmo que tinha atacado Allie no outro dia, as pernas da cadeira, ele abriu um sorriso e inclinou-se um pouco para frente. “ Deve ser duro para seu ego, não é? Ser uma atriz e não ter um sucesso de bilheteria. ” sequer sabia se aquilo era verdade, mas bilheteria sempre era um ponto fraco para atrizes, certo?
Tendo conhecimento da profissão de Allie, e sua paixão por cinema, não era surpreendente que houvesse chego mais cedo ali, para ajeitar-se em um ótimo lugar. Achava a ideia do drive-in um charme, e por isso havia gasto algumas horas se arrumando, uma foto sendo postada no instagram quando o ambiente ainda estava vazio. Agora, com uma quantidade considerável de pessoas ocupando diversos lugares, ela encontrava-se sentada de maneira confortável no puff, um saquinho com algumas pipocas sendo segurado, quando ouviu a provocação. Ela reconhecia o deboche de quando havia sido chamada de cachorrinho de madame, e por um instante, sua mastigação tornou-se mais forte, tentando controlar-se para não se virar para ele. Mas então ouvira as palavrinhas mágicas. Falta de sucesso. Olhou-o sobre o ombro, sem se dar o trabalho de levantar-se. ❝—— Oh sweet, deve pensar isso porque os ingressos são caros demais e nunca deve ter tido o prazer de me ver no cinema, suponho. ❞ Podia ser cruel quando provocada, e no momento ela estava se sentindo extremamente ofendida. ❝—— Mas se puder pagar por um streaming, pode me ver no hulu. ❞
depois de conferir a programação para mais tarde, os dois filmes escolhidos, drew soltou um assovio baixo. “frozen 2…” lembrava-se vagamente da animação, assim como de sua reação ao final do longa. “você prefere o primeiro ou o segundo?” virou-se para a pessoa mais próxima de si. “eu preferiria continuar na praia, mas ver um filminho também parece legal… shazam, no caso. vi frozen 2 uns anos atrás e nem curti.”
Os saltos, normalmente finos, haviam sido substituídos por plataformas para que pudesse combinar melhor com o ambiente praiano. E ainda que não fossem tão adequados para a areia quanto um chinelo, Allie se negava à ser vista sem eles! E preferia a parte da praia com as estacas de madeira, para que pudesse andar sem se desequilibrar nos bancos de areia, justamente por isso. Retrocedia para a calçada quando ouvira a voz masculina, à princípio, não dando atenção. Desinteresse pela vida alheia era, afinal, um dos defeitos de Curtis. A insistência no assunto, a fez rolar os olhos por baixo das lentes avermelhadas, mas foi com um sorriso que ela pendeu a cabeça na direção da voz. ❝—— A verdade, que ninguém tem coragem de dizer, é que o segundo filme não deveria existir. ❞ Não via problemas em confessar que assistia animações, ainda que estes fossem seus filmes escolhidos para a hora de dormir, quando desejava assistir algo que não precisasse pensar ou prestar tanta atenção. A fala seguinte do moreno, foi a porta de entrada para que Allie o provocasse, e como encenação era uma de suas artes preferidas, ela abaixou os óculos de sol, elevando a destra no ar como se pedisse que parasse, falso choque em suas feições. ❝—— Isso foi um convite para que eu fique na praia com você? ❞ Ela poderia até declarar seu amor por homens de alta classe, mas também tinha certo crush no estilo mais rústico. ❝—— Porque nós sequer nos conhecemos, e isso seria estranho. ❞
❝ — Será que alguma alma caridosa seria capaz de me ensinar a jogar futevôlei? Sei que é como vôlei, mas eu também não sei jogar vôlei normal, então… ❞ Francesca soava divertida, até porque estava realmente tentando se divertir e de alguma forma se enturmar como uma pessoa normal, mas é claro que ela não tinha experiências normais com falar com as pessoas, sequer com ter amigos ou outras relações do gênero e tudo estava se provando pior do que imaginava. ❝ — Eu juro que eu aprendo rápido!❞
❝—— Francis, querida. Esse jogo é para os suburbanos... ❞ Ela comentou à medida em que caminhavam pela calçada da praia, pouco preocupada em calcular suas palavras na companhia alheia. Talvez porque fosse uma princesa, e esperasse que ela entendesse do que estava falando. Ou então porque se conheciam há anos, por conta dos verões da loira por ali. ❝—— Mas se me convidar para uma partida de tênis. Ou até mesmo golf. Ai sim posso ser útil. ❞
detectiveandy:
⊰ ─── ⚜️ Havia muito de seu passado que Andrômeda não falava, vez ou outra agradecia pelo fato de Malta ser uma cidade pequena ao ponto de serem poucos aqueles que lhe reconheciam, então ela podia se manter no anonimato, em partes, porque sua nova carreira lhe rendia uma pequena fama, mesmo que fosse de uma maneira um tanto diferente. Na saída do trabalho a loira resolveu passar na confeitaria, talvez alguns cupcakes melhorassem aquele dia um tanto exaustivo, mal tinha entrada no lugar quando ouviu a gritaria que acontecia em um dos cantos. Sem sequer saber de quem se tratava a pessoa ali, ela foi em direção ao cachorro. - “Bash! Não! Chega, não é educado latir para as pessoas assim.” - sua voz era um tanto autoritária, e o cachorro pareceu escuta-la, rosnando uma última vez e saindo dali. - “Você está bem? O Bash é meio que uma celebridade por aqui, ele vive pelos estabelecimentos, mas não tende a ser agressivo, ele deve ter se assustado com algo.” - comentou se virando para a pessoa.
Suas bochechas coraram no mesmo instante em que os olhos desviaram-se do cachorro, para a dona dele. Ou o que imaginou ser a dona. Belle Morningstar. Quem não a conhecia? Ela era capaz de citar ao menos dez dos trabalhos mais premiados da garota, incapaz, apenas, de rankeá-los em questão de favoritismo, achava todos incríveis! Por isso, ao reconhecê-la, é claro que sentiu-se tola por toda a cena, oferecendo um riso nervoso à medida em que ajeitava-se em solo. ❝—— É claro que está tudo bem. Estávamos apenas treinando, não é mesmo, garotão? ❞ Parecia sempre ter uma saída para tudo na ponta da língua, e por mais que odiasse cachorros, e sua mão tremesse de forma sutil, ela chegou a tocá-lo nos pelos, de forma desajeitada, um carinho estranho, intenção de convencer. ❝—— E por falar em celebridade... ❞ Instigou, guardando as mãos nos bolsos da saia, ao voltar os olhos para a loira. Ainda não acreditava como havia tido a coragem de abrir mão da carreira para se tornar delegada, era inimaginável para Allie, mas de certa forma, se sentia agradecida. Afinal, por mais que lhe doesse admitir, a loira era boa. ❝—— Eu sou uma grande fã dos seus trabalhos. ❞
daczyh:
AFEITO À OBEDIÊNCIA DO USUAL COMPANHEIRO DE CAMINHADAS, não temia qualquer ferocidade por parte do animal. Apesar do tamanho, Dragan jamais encontrara besta mais dócil que o cão, razão pela qual o tirava para os passeios tranquilamente. Todavia, tão plena confiança provara ser um deslize da própria parte. Um instante de distração donde se permitira deixar da guia do animal meramente para amarrar um dos cadarços do coturno — Stipe jamais havia fugido e ocasionalmente o acompanhava livremente — bastara para que o husky se apartasse de si, avançando rumo à mulher. Ao precatar-se do que sucedia, o americano não tardara em trotar na direção de ambos, apressando-se em recuperar a guia à qual o cachorro ainda estava preso. — Ei, Stipe! Quieto, garoto. Senta. — Comandara em tom firme, contando com o adestramento do cão para tornar a estabelecer controle da situação. — Foi mal por isso, ele não costuma ser assim. E menos, por favor. Ele não é um demônio e tampouco vai comer a sua perna. Apenas se sobressaltou com algo, provavelmente algum animal que passou por aqui. — Tranquilamente, estudara o entorno, tratando de encontrar quaisquer possíveis desencadeadores para a reação de Stipe. — Você está ok? —
Ele era enorme! Essa era a única coisa na qual Allie conseguia pensar enquanto encarava o cachorro, os dedos cobrindo-lhe parcialmente o rosto como se tentasse proteger-se de possível ataque. Uma só arranhada, e ela poderia dizer adeus à Hollywood! Era compreenssível, então, que valorizasse tanto assim a beleza. Ao menos para si, era, afinal, era seu instrumento de trabalho. De todo modo, era assim que protegia-se do ataque canino, até o dito cão sentar-se, percebendo então de onde vinha a ordem. ❝—— Agradeço por controlar o seu cachorro. ❞ Comentou, a medida em que se recompunha, o leve passar de falages ajeitando os fios de cabelo que haviam escapado do lugar mediante agitação. Já em solo, preferiu manter-se próxima da cadeira, ainda que agora achasse estúpida a ideia. Pelo tamanho do cachorro, era visível que, se quisesse, a devovaria mesmo suspensa, além disso, corria o risco de ser derrubada por aquelas patas enorme. Piscou, ao notar estar observando por tempo demais, erguendo os olhos para o moreno. ❝—— Agora estou, obrigada pela procupação. Mas sugiro que se atende à coleira, para que ele não escape novamente. Imagine só se fosse uma criancinha, tsc, poderia causar grandes traumas. ❞ E, aparentemente, havia mesmo causado. Possuía medo de cachorros desde que se lembrava por gente.
agathayoon:
Não era raro encontrar Agatha trabalhando em alguns bicos aqui e ali, desde guarçonete, até passeadora de cães, como era o caso. Não era muito fã desses animais, por serem irritantemente dependentes, ao contrário de seus gatos, entrentanto, precisava admitir que possuíam certo charme, principalmente os que estava cuidando naquela tarde. Era o que pensava, antes de precisar correr atrás de um deles, que conseguiu escapar da coleira. Amaldiçoou a boca grande pelo comentário feito cedo demais e pôs-se a ir atrás do cachorro, encontrando-o em uma confeitaria. O escandalo da desconhecida apenas serviu para irritá-la ainda mais, revirando os olhos. Se aproximou para prender Toddy outra vez. – Ele não vai comer a sua perna, stop it. – Pediu. – Pode descer, ele só esta tentando te cumprimentar. –
Embora não houvesse sido mimada, por ter nascido em uma família que não lhe proporcionava isso, Allie sempre havia apresentado traços de dengosidade. E não gostar de ser contrariada fazia parte disso. Desta forma, ao menor sinal de repreensão da outra, ela se recompôs. Sobrancelha fora arqueada para observar a garota, e o cachorro teria até mesmo sido esquecido por Allie caso não estivesse no colo alheio. ❝—— I’m so sorry. Dramatizar está no meu sangue, por isso sou boa no que faço. ❞ Explicou-se, o tom superior, rotulados por muitos como esnobe, se fazendo presente na fala. Acompanhado de um aceno com os dígitos, ela expressou um leve sorriso, sutil enrrugar do nariz ao observar a garota com o cachorro. ❝—— Oi pulguentinho. Você poderia ter cumprimentado de longe, viu? Funciona. ❞ Direcionou-se para o cachorro, o tom levemente mais agudo, como se falasse com um bebê, ainda que não tivesse a prática. ❝—— Não deveria tirá-lo da coleira. ❞ Comentou, mas quem a conhecesse, saberia que era sua forma de apontar o erro alheio.
strnley:
stanley não era o mais atento em praias, iam pra ler em suas folgas ou horários livres. aquele fim de tarde não foi diferente, largando de um plantão, passou no seu lugar favorito e mais calmo e estava distraído em uma de suas leituras quando escutou - primeiro ao longe - alguém falar mais alto e latidos. como se despertar-se, demorou até entender o que estava acontecendo e caminhou meio lento até onde a mulher falava e o cachorro latia, puxando o animal pra longe dela com um lanche de máquina que tinha pego antes de sair do hospital. com o animal devidamente distraído, estirou a mão pra que puxasse ela dali. “acho que ele tava mesmo com fome, mas não a ponto de pegar sua perna.”
Em Nova Iorque, até mesmo os cachorros eram mais educados. E por mais insensível que fosse o pensamento, era o que corria na mente de Allie naquele momento. Nem mesmo quando estava atravessando a Liberty Avenue, no Queens, os cães avançavam sobre ela. No máximo, se aproximavam para cheirar, mas bastava um ruído para que se afastassem. ❝—— Sai daqui! ❞ Insistiu, como se isso fosse fazer o cachorro simplesmente entendê-la, e sair dali. Para sua sorte, no entanto, ele a deixou em paz, após ser atraído pelo homem, seu cavalheiro de armadura não tão brilhante, para longe dali. Ser puxada fora uma surpresa, e nem tivera tempo de raciocinar para se soltar, permitindo, desta forma, que fosse levada. ❝—— Porque? Minhas pernas estão avaliadas no seguro por dez mil euros! ❞ Ela brincou, surpreendentemente de bom humor, antes que parasse, observando o homem por um instante. ❝—— Muito obrigada por me salvar daquele vira-latas. ❞
staring-lua:
Lua estava andando com o cachorro do seu amigo enquanto ele estava resolvendo algo de uma reunião de emergência que tinha acabado de ter. Tinha acabado de comprar um sorvete para si, e estava prestes a jogar o papel no lixo quando Rita - a cachorra - soltou-se e saiu correndo em direção a Cake&Bake Dawnson, talvez porque sabia que seu dono sempre dava comida para ela quando entrava lá. Lua entrou as pressas no local para segurar o cachorro - Calma, calma. - falou, mas agora rindo baixo por todo o exagero de expressão dela - Ele não vai comer sua perna, o bolo talvez, mas não a perna. - Riu segurando o chiuaua nas mãos, tirando um biscoito do bolso e dando para ele parar de latir - Tá vendo, não mais que um biscoito já sacia essa pequena. -
Agora que observava o tamanho do cachorro, sentia vontade de rir. E se sentiu à vontade para expressar tal reação, quando a garota, que acusara ser dona do cachorro, riu. Era meio automático, reagir da mesma forma que era tratada, ainda que mais vezes do que o ideal optasse por reações passivo agressivo. ❝—— Eu não entendo muito de cachorros, mas acho que glacê não faria muito bem para essa coisinha... estranhazinha, mas fofinha.❞ Concedeu um pequeno sorriso, um leve enrrugar do nariz ao observar o cachorro agora no colo da garota. Era uma bolota de pelos que poderia ser fofa, se ignorasse os latidos agudos e dentinhos afiados.Estremeceu levemente, voltando à si com um sorriso sendo exibido. Preferia os de pelúcia. ❝—— Mas muito obrigada por tirar ela daqui. ❞