na nossa última noite juntas no dia 5 de janeiro, me lembro que conversamos sobre como seria caso a gente decidisse que seria a hora do nosso afastamento definitivo, como iríamos nos sentir em relação a isso. hoje sinto na pele, ou melhor, no coração o quanto dói estar longe de você, o quanto dói não ter notícias suas, não ouvir sua voz na madrugada, não saber como foi o seu dia de trabalho e suas birras com sua gerente, as minhas tardes são puta entediantes sem você me ligando, me tirando a “soneca da tarde”, sinto falta do seu ciúmes, da sua teimosia, sinto falta de tudo, e acima de tudo de você dizendo o quanto era surreal o seu gostar por mim. hoje em dia prefiro dormir, para não sentir a sua falta. mas agora estou aqui, ouvindo “need you now”, e por mais que eu precise de você, eu não quero ter você assim, pela metade. e você sabe, eu não poderia continuar naquilo. eu ainda amo você, com todo o meu coração mas não posso desistir de mim, sabe? continuar seria como estar abordo do Titanic, assistindo o meu próprio naufrágio. prefiro que você continue aí, longe de mim. mas saiba que eu continuo aqui, torcendo pela sua felicidade. e olha, não ria do meu drama, cê sabe, né? sou canceriana. espero que esteja bem meu bem, amo você.













