Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças

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@amadamente
Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças
Era tão bom sentir o mundo mudando debaixo dos nossos pés, que até me dava vontade de sair da cama e passear por aí apostando todas as fichas. A mesma ficha que caiu ontem com o fim da nossa ligação. Eu sei, a vida passa e a gente passa de fase. Quando se ver não é mais uma necessidade, mas apenas uma iminência, os casais terminam. Minto, as pessoas nunca terminam, simplesmente se abandonam.
Gabito Nunes.
“E se você pensar em mim, avisa, não guarda não. Qualquer bobeira mesmo, nem precisa contar o que foi, só me deixa saber.”
Soulstripper.
Mas, sei lá, era bom, sabe, ter alguém com quem brigar.
Quem é você, Alasca?
Está tudo bagunçado: O cabelo. A cama. As palavras. O coração.A vida…
William Leal.
Ed, foi maravilhoso. Ficar gaguejando com você, ou mesmo parar de gaguejar e não dizer nada, era tanta sorte, tão fofo, uma conversa melhor que bater papo com qualquer outro. Depois de uns minutos a gente parava de fazer barulho, a gente se acomodava, e a conversa corria noite adentro. Às vezes eram só as risadas de comparar as preferências, adoro esse sabor, aquela cor é legal, aquele disco é horrível, nunca vi esse seriado, ela é legal, ele é um idiota, você está brincando, de jeito nenhum, o meu é melhor, seguro e hilário, como fazer cosquinhas. Às vezes eram histórias que a gente contava, se revezando e incentivando, não é chata, é legal, entendi, entendi, não precisa ficar dizendo, pode dizer de novo, nunca contei isso para ninguém, não vou contar para mais ninguém. Você contou daquela vez com o seu avô na porta. Contei daquela vez com a minha mãe no sinal vermelho. Você contou daquela vez com a sua irmã e a porta trancada, e eu contei daquela vez com a minha amiga e a carona errada. Aquela vez depois da festa, aquela antes do baile. Aquela vez no acampamento, nas férias, no quintal, descendo a rua, dentro daquele quarto que eu nunca mais vou ver, aquela vez com o pai, aquela vez do ônibus, aquela outra vez com o pai, aquela época estranha naquele lugar que eu já te contei na outra história daquela outra vez, as vezes que se ligam como flocos de neve numa nevasca que nós mesmos fizemos no nosso inverno preferido. Ed, aquilo era tudo, aquelas noites no telefone, tudo que a gente dizia até tarde, ficava muito tarde e aí mais tarde e aí bem tarde e enfim para a cama com a orelha quente e cansada e vermelha de segurar o telefone tão perto, pertinho, para não perder uma palavra do que quer que fosse, porque quem ia se importar com o meu cansaço no labutar enfadonho diurno sem o outro. Eu acabaria com qualquer dia, todos os dias, por essas longas noites com você, e foi o que fiz.
Por isso a gente acabou.
É, minha gente, temos muitos motivos para reclamar. A vida não é linear, não é um passeio de roda gigante, não tem um sabor adocicado todo santo dia. Se assim fosse, existiria algum sentimento ruim? Creio que não. Mas se não existissem sentimentos ruins será que teríamos vontade de mudar? É o que aperta o calo que nos faz querer ir mais além. É o que incomoda que nos sacode. É o que não está legal que nos motiva. É contraditório, eu sei, mas é o que nos empaca que nos impulsiona.
Clarissa Corrêa.
Ainda não inventaram uma saudade mais bonita que a nossa.
Eu me chamo Antônio.
Eu gosto de ficar sozinha. Relacionamentos são uma fria e as pessoas acabam se machucando. Quem precisa disso? Somos jovens, a gente tem que se divertir enquanto pode e deixar as coisas sérias pra depois.
500 dias com ela.
Amar é isso? Chorar escondido?
Matheus, 8 anos.
você me doí na musculatura do braço, no contorno do lábio, no meu grito agudo.
você me dói no caminho de volta, quando me solta, no tu tu tu do telefone desligando.
você me dói com a porta fechada e rosto molhado de suor, você me dói assobiando calma enquanto eu só sei ser vulcão.
você me dói porque nos fizeram clichê e com data marcada pra terminar.
você me dói porque eu. você me dói.
Gosto de dar abraços, de proteger o que é meu.
Johnny.
Dói, ter que dizer: era.
Querido John.