Peeper commissions by Chris Haas
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Mike Driver
Cosmic Funnies
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

shark vs the universe
d e v o n

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occasionally subtle

Kaledo Art
we're not kids anymore.
No title available

Andulka
Not today Justin
YOU ARE THE REASON

Discoholic 🪩
One Nice Bug Per Day
untitled

No title available

Product Placement
Game of Thrones Daily
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@amarelocarmesim
Peeper commissions by Chris Haas
Outra visita que não escapou do registro.
#fotografia #foto #insetos #entomologia #photography #photo #bugs #insects #entomology #pretoebranco #blackandwhite https://www.instagram.com/p/CIkIeXAh55X/?igshid=126s8b54wvebl
Bee-autiful day! :)
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EXPURGO
Etimologicamente a palavra expurgo se relaciona com o latim "expurgare" e nos revela uma ideia de limpeza total ou purificação. Mas que tipo de conspurcação deve sair? A artista Melissa Giowanella nos mostra, em sua performance fotográfica, um processo intenso e visceral na busca de limpar a mácula que o mundo se encarrega de nos fazer guardar. O imaginário humano é bem desenvolvido na questão de ligar o sofrimento e não perfeições com a ideia de sujeira e suas representações simbólicas. Que tipo de nuances e resgates a obra trará nos leitores do Amarelo Carmesim? Não sabemos! Conta para nós como foi tua catarse nos comentários...
Todo grupo tem AQUELA AVENTURA memorável, que matou geral, exceto pelo personagem que viveu para contar a história!
Será que foi você?
#pensandoemrpg #jogo #rpg #personagem #humorrpg #humor #jogador #roleplayinggames #worldofdarkness #mundodastrevas #wod #cofd #chroniclesofdarkness #cronicasdastrevas #survival #sobrevivente #lastmanstanding https://www.instagram.com/p/CIVd6oGhlnE/?igshid=qaeq6craei5z
Nós, do Amarelo Carmesim, buscando uma interação maior com os nossos leitores e no ímpeto de espalhar DARK ARTS pelas redes sociais, estamos promovendo a iniciativa #ACTOBER, também chamada de #outubrocarmesim. Cujo objetivo é criar uma arte por dia utilizando as inspirações da imagem desta postagem. Não esqueça de utilizar as TAGSEntão? Vamos pintar a internet de Amarelo Carmesim e DARK ARTS?
Olá, pessoas!
Outubro chegou e a moda do Inktober também! Estivemos pensando e chegamos a uma ideia: que tal um WODTOBER?
Pois é, um mês inteiro de desenhos inspirados No Mundo das Trevas* (WoD, World of Darkness). Além de trazer ideias à tona, vocês poderão curtir artes incríveis e conhecer seres com os quais [possivelmente] ainda não jogaram!
Obviamente, com apenas 31 dias, não foi possível abordar tudo, mas tentamos pegar algumas coisas interessantes para vocês. Preparem as canetas (o desenho deve ser a caneta, mas pode ter rascunho à lápis sob ele!), as folhas, chamem as Musas e deleitem-se em inspiração!
Estaremos fazendo 1 desenho por proposta também! Postem seus desenhos nas nossas áreas de comentários de cada dia! Queremos ver a produção de vocês!
(Por aqui, já começaram as ideias e os rascunhos!) 🙂
*Aliás, noS MundoS das TrevaS! 😉
#WODTOBER #pensandoemrpg #mundodastrevas #rpg #magoaascensao #mumiaaressurreicao #demonioaqueda #vampiroamascara #lobisomemoapocalipse #changelingosonhar #aparicaoolimbo #hunterthereckoning #hengeyokai #idadedastrevas #hunter #vampiro #demonio #mago #lobisomem #mumia #aparicao #metamorfos #fadas #changelings #scion #promethean #geist #inktober #desenhos #fanart https://www.instagram.com/p/CFyr8UgBDEc/?igshid=upexgpjo4chb
Cuidado, porque vocês não são os únicos querem sair por aí!
Na Netflix, vocês encontram alguns filmes desconhecidos, como a sugestão de hoje: ATERRORIZADOS.
Não é uma promessa de bilheteria, não é uma película com proposta de fantasma “comum”, mas é um filme com uma proposta cruel. Começa com um grupo de investigadores paranormais conversando com um homem acusado de matar a própria esposa. Os investigadores afirmam acreditar na versão do marido e que desejam investigar mais de perto o que realmente houve na casa. Um policial bem intencionado, mas com problemas, se envolve na investigação por causa de uma amiga (outra vítima), apenas para encarar horrores.
Conforme o filme se desenvolve, é possível compreender que alguma coisa maior está se manifestando na rua inteira, indo de casa em casa. Assombrações, paranóia, filmagens de pessoas dormindo, objetos fora do lugar e truques de luz estão no repertório desse filme.
Não, este não parece um filme para ver várias vezes, mas a ideia da perda de controle que vai sendo tecida pela história, certamente ajuda a pensar no Horror Pessoal que um jogo de RPG implora para ter. Pensamos num cenário mais Caçadores Caçados, pensamos até no aniversariante do mês passado (agosto): Howard Phillip Lovecraft.
*****
SPOILER ALERT!!!
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É impossível pensar em propostas de jogo sem saber algo do filme:
1) As manifestações paranormais podem ser captadas nas câmeras e áudios (na verdade, elas só aparecem em filmes com pouca iluminação!).
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O ALIENISTA está na Netflix há algum tempinho, e nós amamos tanto que fizemos uma maratona! Recomendamos! Continua lendo que damos uma dica de como explorar isso em Era Vitoriana! (E, desta vez, sem Spoilers TÃO SPOILERS assim! Só o suficiente para ficar com vontade de assistir!) ***
=== O SERIADO === Baseada num livro, ela se passa antes do celular, mas depois das máquinas a vapor, o recorte temporal da série flerta com a Era Vitoriana (o que nos fez amá-la ainda mais, como uma possível referência para uma aventura do RPG “Vampire, The Victorian Age”).
A série já começa com cenas que podem ser consideradas fortes (aliás, quem é sensível a ponto de se impressionar bastante, evite o seriado!). Num cenário cuja luz das velas, e pequenas lamparinas, é sempre engolida pelo manto da escuridão noturna, as personagens são cobertas de segredos, traumas e mentes com pensamentos perturbados, por mais que tentem manter aquela postura de autocontrole associada à época. Um aviso: os coadjuvantes também não são santos!
É assim que vamos acompanhar Dr. Laszlo Kreuzer, John Moore e Sara Howard através de uma Nova Iorque cheia de fuligem que contrasta com os salões dos ricos e poderosos. A missão deles é encontrar o assassino serial que aterroriza as camadas mais baixas da população, enquanto a polícia está em conflito interno por causa da corrupção dos oficiais.
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Esta história típica da Região Sul fala do encontro inesperado entre a Teiniaguá e um sacristão. Segundo a lenda, o sacristão encontrou a Teiniaguá (um réptil com uma pedra preciosa imensa na cabeça), enquanto estava a usufruir de um rio por causa do calor. Conhecedor das lendas de que a Teiniaguá era mágica, o sacristão a capturou e levou para seu quarto. Lá, a Teiniaguá voltou a sua forma verdadeira: uma belíssima princesa moura com lábios vermelhos sedutores. O sacristão caiu de amores por ela ao ponto de que, quando lhe pediu por algo para beber, ele deu o vinho da sacristia (mesmo sabendo que aquilo teria alguma represália). A Teiniaguá não ficou indiferente ao sacristão, então consumaram seu amor. Os demais religiosos desconfiaram de que havia algo estranho no comportamento do seu irmão e foram averiguar. Ao descobrirem a Teiniaguá, tentaram prendê-la como uma bruxa, mas ela escapou. O sacristão apaixonado não teve a mesma sorte e ficou preso. No dia de sua execução, a Teiniaguá foi ao seu Socorro e conseguiu salvá-lo, usando o brilho de sua jóia para cegar aos outros. Fugiram juntos para uma caverna no Cerro do Jarau, no Rio Grande do Sul.
>> Curiosidade: Em outra versão da lenda, a Princesa Moura está fugindo da cidade de Salamanca, na Espanha, e o Anhagá-Pitã (um espírito indígena) tem piedade dela, dando-lhe o poder de se transformar em um lagarto. - - - - Como sempre, perguntas para explorar a lenda! Quais são? Confere a nossa página no Facebook!
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Imagem proposta #003
Surpresas por: Filipe Tassoni
Ficus organensis ou apenas Figueira do Mato, minha avó dizia que as raízes desta árvore mantinham as portas do inferno fechadas. Que não importava onde se plantasse, as pontas das raízes sempre iam afundando até chegar numa porta de pedra onipresente. Cá estou, cabeça escorada na árvore das lendas das avós de minha família. Lua cheia no céu, chega a tingir de carmesim as poucas nuvens. Será que até a lua compartilha de minhas mágoas? Marília casa nesta noite. Marília… tanta dor, maldita Marília. Noite quente, noite infeliz. Não é amor, é ódio, raiva, talvez inveja da forma como conseguiu arrasar minha alma e ainda sair como vítima de toda situação. Faz bem escorar a cabeça na figueira do inferno e chorar. Logo a árvore será cortada. Marília venderá tudo, Carlos fará isso, eu sei.
Com a fazenda vendida, não terei um canto para ficar. Serei a metáfora da agonia que já é minha mente, sem cantos que me protegem. Só o sentimento de saber que me arrastei no fundo dos lamaçais por aquela mulher e não passei de um objeto, um meio para um fim. Maldita hora que a tirei do rio. Maldita hora em que salvei o punhal que cortou minha carne. Talvez a exaustão emocional ou algum poder da noite me faz adormecer.
E, num mundo outro, desperto…
Raízes se espalham e formam paredes, paredes que correm pela escuridão formada por retalhos de noite, mas cheios de olhares inexplicavelmente luminosos. No centro, da sala de raízes, um trono ou altar, os dois são a mesma coisa. Gargalho de medo, uivo e tento escapar, acordar. Aquilo, sentado no trono, me olha; vê, em meu íntimo, todos os desejos. Me torno parte da coisa… ela aprende enquanto toca minha alma, tece encantos, destila sabores, sublima. Nove dedos de sua mão esquerda tocam meu peito. Seu hálito é fumaça acre e nevoeiro. Tonteio.
Há amparo, o ar ao meu redor inibe minha queda. Formas se formam por debaixo de minha própria pele, a criatura ainda me observa, vários olhos, nenhum na face, todos me observam, me agitam como trapo na ventania. Ri, ri comigo e de mim, ri para mim. Sou presente, sou porta, sou a coisa esperada. Entendo. Não é inferno, é pior, mais denso, algo que dá origem a todas as lendas, algo que vive antes da humanidade ser plantada. Leio a história da família na pele do estranho ser. Leio seu assombro ao perceber o destino da fazenda. Barganhamos, saio perdendo, sempre se perde quando se bebe o abismo, entretanto há pequenas vitórias na sujeira e na derrota que podem saciar.
Acordo. Não há mais lua no céu. Nuvens pesadas. A árvore agora é quente, quente pois sei do que nela flui. No celular a hora, faltam duas para o casamento. Passos firmes, risada insana, começa a chover sangue ao meu redor. Os céus também sabem o que sei. Vou tramando, nas línguas que aprendi, os tecidos da roupa que usarei no casamento. Meus gritos loucos atraem enxames de coisas escondidas desde que o homem aprendeu a usar o fogo. Hoje, nesta noite, Marília aprenderá que pagar somente com a vida é pouco.
Esperastes anos para sair do nó da taquara, do chapéu do cogumelo, para te tornarem brinquedo de menino. Infelizmente, Saci mudaram-te. Tua perna única, coriácea e com garra se tornou humana demais. Te humanizaram. De espírito selvagem, de guardião, de antítese da ordem do colonizador te fizeram capturável em garrafas. Te acorrentaram a uma fé que não é a tua. Liberta-te mito brasileiro. Liberta-te com olhos de fogo, com fogo em brasa, com vento e redemoinho. Que teus captores possam, mesmo que nas covas da ignorância, ouvir o barulho pesado de teu passo.
Uma homenagem do Amarelo Carmesim ao Saci. Pois agosto é Folclore Brasileiro e também é HorrorBR
Segue link do continho carmesim sobre o saci - https://amarelocarmesim.blogspot.com/2020/04/o-bichode-um-olho-so-nem-meioda-tarde-e.html
Imagem proposta #002
Drag Queen por: Filipe Tassoni
Certa vez, RuPaul disse que todos nascem nus e todo o resto é Drag. Aquela era uma das várias frases que levaram Cássio a se descobrir e enveredar por um caminho completamente diferente da carreira de pastor que seus pais tinham idealizado. Viver numa redoma de olhos opressores sabendo que em seu íntimo existia L’Angela Lolabouche o preparou para o futuro.
Após os shows, após cada ensaio, após cada desfile nos clubes, L’Angela se refugiava em seu apartamento modesto. Ali, ao lado dos objetos comuns do cotidiano, existiam seus vestidos de shows, máquina de costura, maquiagens e perucas, muitas perucas. Havia também um cômodo escondido atrás de uma estante. Pequeno, não maior do que uma antiga dependência de empregada que fora reformado e escondido pelo próprio Cássio.
Lá, no interior do coração de seu lar, lá, onde a única luz é um facho carmesim que inunda o ambiente, não existe nem Cássio nem L’Angela. Ali a única criatura que reza para os Antigos é Nydanlor. Realmente a vida dupla lhe preparara muito bem para viver uma terceira vida. Uma vida que flerta com aqueles que caíram queimando como estrelas. Aqueles que regem o mundo sem serem nomeados ou conhecidos pela humanidade.
Imagem proposta - 001.
Dois mundos por: Filipe Tassoni - Amarelo Carmesim
O som do mar era discreto dentro do quarto, a luz do dia inundava o ambiente ressaltando tons amarelos. A casa da praia fora construída no lugar certo. A mistura era perfeita entre o barulho das ondas, a luminosidade e a brisa refrescante. Os pais alugaram o lugar para veraneio e aquela era a primeira noite de Verônica no lugar, se atrasara com algumas entregas da faculdade e perdera o início de suas férias. O vilarejo de Caneleiras, próximo de Poço do Padre é conhecido por suas praias calmas, desertas. Por ser próximo ao manguezal, a jovem decidira que aproveitaria alguns dias para estudar a fauna e flora locais. Aquele verão seria a junção perfeita entre lazer e pesquisa. O corpo mole, atirado languidamente na cadeira enquanto observava o movimento do oceano pela janela, já tinha consumido algumas cervejas.
Os pais foram ao mercado próximo, abastecer a dispensa era necessário. A sexta-feira ia se despedindo com o sol beijando as águas. Logo a noite chegaria, e, com esta, a doçura noturna que somente a praia possui. No devaneio relaxante causado pelo pôr-do-sol, Verônica percebeu um som mais baixo que o barulho do mar. Não vinha da praia ou da cidade, mas sim de dentro da própria construção. Andou pela casa, abriu portas, será que algum eletrônico ficara ligado? Nada. Apenas aquela nota constante.
Na cozinha, o som era maior, reverberava nas paredes azulejadas. Comentaria com os pais, aquele som era chato, irritante. Talvez fosse o encanamento com algum problema, julgou. Pegou mais uma cerveja e o som despareceu por completo. Voltou ao quarto, desabou na cadeira, mirou os olhos no topo das cristas das ondas e tentou relaxar.
Num mundo morto onde o tempo e o espaço se restringiam apenas ao ambiente da casa e cercado por uma névoa barulhenta de um oceano revolto, a criatura observava a jovem mulher debruçada contra a janela a observar um mundo ensolarado e vivo. Sua tentativa de contato fora bem-sucedida, a moça ouvia seu chamado, seu encanto. A mulher logo adormeceria e seria possível mondar-lhe os sonhos ou até mesmo tentar uma comunicação mais efetiva. Presa nas pedras que faziam divisa entre seu mundo e o outro por tempo além da própria contagem, o ser vislumbrava, pela primeira vez, uma criatura capaz de lhe ouvir.