— BLAISE AKINGBADE ZABINI
IDADE:18 anos
SANGUE: Puro
SEXUALIDADE: Pansexual.
FACE CLAIM: Keith Powers.
LABEL: The Cynical
HABILIDADE: Pocionismo aprimorado.
— HISTÓRIA:
A vida de Blaise é banhada em ouro 24 quilates e um véu de mentiras. Sua história é ancestral, fruto de duas famílias importantes no mundo bruxo. Os Akingbade são famosos no cenário Africano por sua influência na corte dos bruxos, e por possuir exímios formandos de Uagadou. Os Zabini, em contrapartida, ganharam notoriedade na aristocracia purista por seus investimentos, aplicações inteligentes da fortuna que acompanhava as linhagens. Essa característica os colocava em evidência, mas talvez os tornava alvos.
Núbia Akingbade, uma bruxa esplendorosa e astuta foi atraída por essa cobiça, determinada a controlar o monopólio de poder dos Zabini. As relações diplomáticas entre os continentes, com auxílio de seu pai Babajide, eram meras desculpas para que atingisse o sucesso. Alguns jantares regados ao melhor frisante, uma sedução capaz de embriagar o velho Sr.Zabini, e o casamento estava agendado! Foi na lua de mel que a semente daquela ambição foi gerada e seu nome era Blaise.
Os anos se passaram e Núbia e Blaise prosperaram com o Zabini, sorvendo até a última gota de conhecimento sobre os negócios da família. Quando o garoto tinha idade o suficiente para entender que o mundo luxuoso que assistia era construído em cima de ruínas que se varria para debaixo do tapete foi quando sua mãe lhe disse pela primeira vez “Busque o seu melhor, não importa o que aconteça!”. Este foi o aviso que recebeu da matriarca, e o silenciamento de seu rígido, preconceituoso e esnobe pai.
A fama da família aumentou, desta vez por manchetes maldosas — porém não tão distantes da realidade — pelo profeta diário. Núbia se tornava a viúva que conquistava seu império sobre corpos sepultados. Foram cinco casamentos após seu pai, cinco perdas, e cinco heranças que preencheram mais cofres no Gringottes. Blaise nunca teve tempo de se afeiçoar a qualquer padrasto, e sua mãe sempre lhe garantiu que só havia dois verdadeiros amores que deveriam cultivar: por si mesmo e entre eles. Não havia nenhum homem que pisasse em sua casa que iria lhe tirar o lugar ou ameaçar o que construíram. O sétimo casamento, no entanto, era o mais adequado de todos. Por pura conveniência da guerra que se aproximava e da necessidade de se manterem ilesos aos olhos da lei, por qualquer especulação que fosse feita. Era adequado: não via o padrasto, ele moraria em sua própria mansão, mas em encontros da alta sociedade o elo da família feliz seria mantido, preservado.
Foi em seu sexto ano que a reputação voltou a se elevar, com o cargo de seu avó Babadije como cacique supremo da Confederação Internacional dos Bruxos, sucedendo o exonerado Alvo-Dumbledore. A vida voltava a adquirir nuances além do preto e branco, e sua trajetória havia moldado um sonserino mais forte, mais astuto e preparado para a guerra que se aproximava, ou era o que ele imaginava.
O anseio por se tornar comensal da morte partia de seu ideal purista de que a supremacia deveria ser reservada aqueles que realmente eram merecedores. O sangue que corria em suas veias estava repleto de magia, e de ambição para conquistar essa grandeza. Um ideal deslumbrante, como tudo a que foi acostumado. Crescer neste ambiente refletia em seu comportamento, afinal, sedimentando uma máscara através dos anos. Poderia ser hipócrita, precisar se adaptar às realidades que a vida lhe oferecesse, mas era engenhoso. Aprendeu a lidar com as pessoas, enxergar escapes mesmo nas situações truculentas, e manter o equilíbrio e a lábia para atingir a ascensão.












