Proposta 3 - vídeo
vídeo
imagens utilizadas no vídeo:
programa de edição utilizado: Wondershare filmora

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Proposta 3 - vídeo
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Proposta 3
ex1
P2 - Exercício 1
Nesta segunda proposta utilizei como referência para a maior parte das fotografias o fotógrafo Leonard Freed. O artista nasceu em Brooklyn e incialmente queria ser pintor, no entanto, nos anos 50 aquando uma viagem que fez, apaixonou-se pela fotografia e desde então focou aí a sua carreira. Começou a viajar o mundo onde captou diversos acontecimentos e pessoas, como polícias de Nova Iorque e eventos em Israel. Também filmou algumas curtas para a televisão Japonesa, Belga e Alemã. Expôs também em museus como The Museum of Modern Art (MoMA) onde foi muito elogiado pelo conceituado fotógrafo Edward Steichen e pelo próprio diretor do museu.
Também utilizei como referência o fotógrafo David Seymour e Bruce Davidson.
Seguem-se as imagens:
Refugees from the civil war areas, Ioannina, Greece, 1948. David Seymour
Abertura diafragma maior
Girl playing with her Mickey Mouse toy. Harlem, New York. USA. 1963. Leonard Freed
Abertura diafragma maior
A young boy plays "tough" in the streets of Harlem. New York City. NY. USA. 1963. Leonard Freed
Abertura diafragma maior
Dr Herbert Lewin, professor of medicine, in his final years he practised at the Woman's Clinic at Offenbach, Mainz and is a leading figure in the Jewish Association and Director of the Central Comm. Leonard Freed
Abertura diafragma maior
An American soldier stand guard in front of the Berlin Wall. West Berlin. West Germany. 1965. Leonard freed
Abertura diagragma mais fechada
The exterior of the newly built Synagogue. Dusseldorf, Germany. 1961. Leonard Freed
Abertura diafragma mais fechada
Harlem. New York City. USA. 1963. Leonard freed
Tempo de exposição longo
Members of the Jewish Association gather in the social club for Simchat Thora Ball. Cologne, Germany. 1961. Leonard Freed
Tempo de exposição longo
Police attack on a civil rights demonstration. Brooklyn. New York City. USA. 1963. Leonard freed
Tempo de exposição longo
Giving out voting information and neighborhood activities. Washington D.C. USA. 1963. Leonard freed
Tempo de exposição curto
The Selma March. Alabama, USA. 1965. Bruce Davidson
Tempo de exposição curto
Fotografias retiradas de https://www.magnumphotos.com/ acessado a 20 de Abril de 2021
ex.1 lanterna mágica
Nesta parte final da primeira proposta fiz algumas experiências com diferentes fontes de luz: candeeiros de quarto, luzes led e uma lanterna de telemóvel. Usei as paredes e os armários como lugares para as projeções. Filmei também alguns vídeos pequenos que ajudam a ter outra perceção por trás das fotografias;
Esta foi a 1ª experiência. Retirei a parte de cima do candeeiro para ficar visível apenas a lâmpada interior
Depois adicionei espelhos para ver que efeitos diferentes iriam proporcionar. +vídeo (criei novamente uma lista de reprodução no youtube com todos os vídeos desta fase)
com 2 espelhos
as mãos à frente +video
Aqui voltei a colocar a parte de cima do candeeiro e formou uma imagem interessante porque dá para ver o interior do mesmo +video
Desta vez coloquei a lente em frente ao candeeiro led e formou uma imagem interessante também. no vídeo temos outra perceção
Aqui peguei noutro candeeiro diferente e também refletiu o seu interior
Voltei ao quarto e comecei a experimentar com a lanterna de um telemóvel
E de seguida utilizei os espelhos que tinha no quarto
Aqui, decidi apontar a luz e a lente diretamente para a câmara do telemóvel para verificar que efeitos faria
Por último tentei fazer as projeções com uma distância maior (no teto por exemplo)
P1 ex.1 Câmara micro
Nesta experiência não obtive o resultado que estava à espera. Sei que com a ajuda de lentes ou lupas podia ter melhores resultados. Para minha sorte tenho um pai que tem todo o tipo de artilharias imagináveis na sua oficina. Mas para meu azar estou a mudar de casa. Não por mudar de casa em si, mas porque essas bugigangas já se mudaram antes de mim. De qualquer das formas tentei fazer a câmara mais simples que a professora deixou no blog. A da caixa de sapatos. Mai uma vez, com receio de abrir demasiado diâmetro no furo da caixa, fui fazendo o furo gradualmente. Tão gradualmente que terminei por pôr fita cola por cima do furo, para furar novamente, com o diâmetro inicial. Gravei alguns vídeos de várias experiências que fiz com a caixa. Com candeeiros diferentes, luminosidade diferente, e tamanho da abertura diferente.
O processo:
+video:
Resultados finais:
1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª
(criei uma lista de reprodução no youtube com os vídeos todos por ordem, pode ser mais fácil para ver)
Também tenho algumas fotografias:
P1 ex.1.2 Câmara obscura macro
Em prol do pedido pela professora, testei e gravei os resultados da experimentação da câmara obscura macro. Gravei o processo todo no entanto tive alguns problemas técnicos (o meu telemóvel ficou sem memória porque os vídeos ocupavam muito espaço!) e sendo assim, tenho algumas partes aleatórias da construção. De qualquer das formas organizei-os todos por ‘’ordem cronológica’’ de maneira a tentar fazer mais sentido os pedaços de vídeo.
Então, este é o primeiro vídeo. Milagrosamente consegui ficar com o início da construção. Um início, devo avisar, bastante longo. Tinha em mente gravar o processo todo e depois pôr tudo em fast motion. Mas as coisas nunca acontecem como queremos não é verdade? Não me tendo lembrado eu que tinha o sony vegas no meu pc anterior, que se encontra agora encostado na cave, com uma rachadela no meio do ecrã, sem botão no rato e com metade das colunas, definitivamente não aconteceu como eu quis. E como já não sou a hacker que era quando tinha 15 anos, já não sei fazer esse tipo de piratarias (se calhar não devia dizer isto, apesar de toda a gente saber que somos todos piratas, enfim!) Lembrei-me porém, que não há nada como a simplicidade, e que este novo computador devia vir com algum programa de origem de edição de vídeo. Opá! Falhei outra vez. Mas não desisti! Pensei então, DEVE HAVER ALGUM PROGRAMA DE EDIÇÃO ONLINE!! E há, mas não suportam o tamanho dos meus vídeos. Não sei porque raio, este primeiro vídeo tem + de 2GB. Talvez seja ignorância minha, mas achei que uns meros vídeos gravados com o telemóvel teriam no máximo 100/200 MB. Que é o limite de memória que esses editores online aceitam de upload de vídeo. Ah e não esquecendo, tenho um huawei. Não é publicidade. É um bocado frustração na realidade. Estes vídeos tem uns 20 minutos, então não dá para passar do telemóvel para o PC por WhatsApp, nem Messenger, nem e-mail….. Então vamos regressar aos velhos tempos e ligar o telemóvel ao PC por USB e ‘’abrir pasta e ver ficheiros’’. SÓ QUE, com a huawei não é assim simples. É preciso instalar uma app no PC e uma app no telemóvel para transferir ficheiros. OK! Instalei. Exportei os vídeos para o ambiente de trabalho, fui ao ambiente de trabalho e cadê os vídeos? Tentei exportar novamente, mas não dava porque já lá estavam, apesar de não aparecerem! Pensei (mais uma vez) será que foi ter ao ambiente de trabalho do administrador (que é a minha mãe, o PC é dela, o meu está na cave, a decompor-se) e estava. Agora só era preciso passar do ambiente de trabalho dela, para o meu. Que não estava a ser fácil também porque os vídeos tinham milhões de GB’s. Não dava por email, não dava por wetransfer… Ao queimar o fusível pela última vez, cheguei à conclusão de de que serviria ter os vídeos no meu ambiente de trabalho, se o sony vegas está na minha cave?
Fiz upload no youtube. Com uma vibe super amadora (pode ser encarada como artística?). Eis:
1/4
Nesta primeira parte, tem o processo inicial. Comecei por tapar a janela com sacos de plástico, mas um deles não era 100% opaco e não estava a funcionar. Retirei os sacos e comecei novamente. Optei por tapar a maior parte da janela com cartão (bem opaco). Um restante com o saco de plástico ( o que era opaco, claro) e o resto está na parte 2,
2/4
Aqui, falta tapar um pedaço da janela. Começo por mostrar a folha de alumínio que fui buscar à cozinha onde recortei um retângulo. De seguida colei nesse retângulo, outro, mas de cartolina preta, e com um furo feito por um furador de folhas. Na parte 3:
3/4
tapei o resto das frinchas com mais folha de alumínio, e até um soquete preto serviu de tapa furos por baixo dos sacos do lixo.
4/4
Nesta última parte gravei o estandarte resultante
(criei uma lista de reprodução no youtube que pode ser mais fácil para ver os vídeos seguidos)
---
Foi mais uma vez frustrante, pois não estava a funcionar. Fiz isto no sábado. Estava um dia muito cinzento, chuvoso e pouco luminoso. Mas, na luz da esperança, olhei outra vez para o meu botão e decidi “vou esperar até segunda-feira porque dizem que vai estar sol e esperança é a única coisa que me resta”. Quem espera sempre alcança é o que ouço desde pirralha. E até alcancei. (Não esquecendo de referir que estava prestes a destruir a câmara que fiz no quarto e fazer de novo na casa de banho onde a janela era mais pequena, quando decidi “vou aumentar a abertura da folha de alumínio talvez seja esse o problema. E era, mas como estava na ideia que quanto mais pequena fosse a abertura mais focado ficava o resultado estava com receio de abrir demasiado).
Desta vez gravei e tirei fotos. Tenho 2 vídeos. Estes já dão para ver até ao fim. Têm menos de um minuto cada. No primeiro mostro o resultado final no quarto. No segundo mostro o resultado final no quarto mas com um cavalete e uma folha branca lá no meio. Para dar algum ênfase às nuvens.
vídeo nº1º
vídeo nº2º
Fotografias do vídeo nº1
com uma abertura um pouco maior:
fotografias do vídeo nº2 (cavalete)
Já me ia esqucendo, mas na primeira tentativa falhada do dia chuvoso acabei por tirar umas fotografias. A única coisa que aparecia na parede era um poste de eletrecidade muito desfocado. Então a única forma que arranjei de captar o que estava lá fora foi a pôr à frente da abertura da luz uma folha de papel vegetal e tirar fotografia do que aparecia, como se a folha fosse a parede. Parecido com o que fiz com o cavalete, mas com resultados bem diferentes:
Se rodar-mos estas fotografias todas ao contrário consegue ver-se bem os telhados das casas dos vizinhos. E o poste que falei.
ex.1 Imagem - dressed up in love
Esta foi a fotografia que escolhi. De analógica e efémera, a digital e infinita. Já existe há 3 decadas. Apesar da sua carência “megapixelar”, transporta uma carga emocional bonita. Este é o inédito momento do primeiro beijo do José e da Olga (os meus queridos papás). O amigo fotógrafo deles, esteve no momento certo à hora certa. Eles já me contaram esta história inúmeras vezes, mas todas elas, com o mesmo olhar brilhante e apaixonado.