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@amore-perspiciatis
Bem. A vida segue, não sei como, mas é confortável pensar assim.
Gabito Nunes. (via riquezinhoz)
Abaixa o volume do teu orgulho, e escuta o meu coração.
Gabriela. (via esplandecer)
• tattoo blog •
Livrar-se de uma lembrança é um processo lento, impossível de programar. Ninguém consegue tirar alguém da cabeça na hora que quer, e às vezes a única solução é inverter o jogo: em vez de tentar não pensar na pessoa, esgotar a dor. Permitir-se recordar, chorar, ter saudade. Um dia a ferida cicatriza e você, de tão acostumada com ela, acaba por esquecê-la.
Martha Medeiros. (via promessasvazias)
Meu avô costumava dizer que amadurecemos com os danos, não com os anos.
Desconhecido. (via futuro-heroi)
Eu sempre soube que eu iria ser desajeitado. Não digo no mal uso da palavra, porém nem no bom. Eu chego em casa, e a rotina é a mesma, reviro meu quarto a procura de um objeto que está a minha frente, desarrumo meu guarda roupas a procura de uma blusa, sendo que ela está para lavar. Procuro um lápis, não o acho, pego uma caneta, e quando já resolvi tudo eu o encontro. Vou sair, e lembro que esqueci o dinheiro. Essas pequenas coisas é que fodem a gente, sabe? Esses pequenos esquecimentos que te atormentam, e te levam a pensar; po, se eu não consigo nem lembrar de coisas tão pequenas, como eu iria conseguir não me esquecer de alguém? Complexo, não? Deve haver uma explicação para isso, mas se eu já vi, eu não me lembro. Porque não esquecemos o amor, a tristeza, a raiva, a angústia? Parece que esses míseros sentimentos são um tipo de câncer, que você pode retirar por um momento, mas depois ele acende de novo, como uma árvore de natal. Estou dentro do ônibus e lembrei que esqueci minhas chaves em casa, desajeitado… Posso esquecer o dinheiro, as chaves, o lápis, o cigarro, a bebida, mas eu só não esqueço o amor que eu sinto por ela.
64 dias sem ela
Bárbara Duarte
(via transborde–se)
*highlights my ear*