BROOKLYN NINE-NINE (2013–2021) S06E01 | Honeymoon
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BROOKLYN NINE-NINE (2013–2021) S06E01 | Honeymoon
acho fofo pessoas que mesmo eu não conversando TANTO lembram do meu aniversário
cara eu tive ideia pra uma história e literalmente vai ter uma serie com ele…
Noite de veludo
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Ao longos dos anos as mentiras sobre vampiros foram se alastrando pela terra. Mas junto delas for correndo as verdades.
Luxuosos, amantes da noite e sofredores do próprio destino. Tudo isso era verdade e muito mais.
Transformada desde os anos noventa vi o mundo aos pouco mudando. Infelizmente não faço parte do antigo clã de vampiros que vivem no mundo antes mesmo da internet ou até telefone existirem, mas existo desde a época onde parece que feromônios preenchiam o ar que tampouco fazia diferença para nossos pulmões, mas influenciavam feit droga em nossos cérebros.
Talvez a memória me falhe mas quase certeza que nessa época que boa parte das boates e clubes “de diversão adulta não baunilha” surgiram. Para minha infelicidade alguns já fecharam e outros agora se tornaram ambientes dominados por humanos incapacitando que possamos fazer parte (afinal, o limite do BDSM é o sangue jorrando em excesso).
Dessa época me lembro de uma noite em especifico. Andava por Curitiba acompanhada de Christopher. Suas mãos geladas volta em meia voltavam para minha pela coberta pelo vestido e casaco de veludo. Seus lábios avermelhados (não pelo sangue) se encontravam com meu pescoço, causando arrepios que a anos eu não lembrava que podiam acontecer. Amava a companhia dele. Fazia-me sentir viva, contemplada como uma deusa, além de deixar qualquer caça mais interessante.
Ao chegamos no tal pub que um amigo velho dele havia inaugurado senti minha garganta tremer. Se aquilo para os mortais era um pub qualquer, para mim era “food free”. Corpos e mais corpos se juntavam.
É ai caro leitor que se explica porque dos ambientes cheios de mortais é um erro para boa parte de nosso grupo. Imagine, corpos e mais corpos, que se mexem como carnes que se vendem. Tentando provar quem é o mais saboroso, quem é mais capaz de te levar a loucura só com a carne e sangue que carrega junto da alma.
“Vai querer algo?” Cristopher me perguntou próximo de meu ouvido.
“Agora não”.
Ah sim, as mentiras. Dizem que vampiros não comem mas comemos sim. O veneno em nosso corpo que nos traz a imortalidade e desejo por sangue não impede de comermos ou nos embebedarmos, apenas dissolve tudo assim que engolimos. Como se nada tivesse existido.
Andando pelo local, sentia um cheiro que meses atrás teria me feito pular naquelas pessoas e morder cada parte de seu corpo até que a última gota tivesse esvaziado.
Sentia os olhos de Christopher sobre mim, mas sabia que ele observava outros.
Olhava aqueles que estavam mais distantes. Vivendo suas vidas e até acompanhados. Esses eram seus favoritos.
Sem perceber fomos nos aproximando do que havia virado uma pista de dança. Na verdade era apenas um pequeno ambiente sem nada e estranhamente próximo das caixas de som.
As mãos geladas passavam pela minha cintura, subindo tão elegantemente até chegar na cicatriz das mordidas em minhas costas.
Cinco vampiros. Cinco vampiros me transformaram.
Senti Christopher fazer o que eu mais odiava. Seus dedos passando pelo meu pescoço como se de alguma maneira ele fosse me fazer sentir aquela dor. Como se eu fosse voltar a vida para ser transformada novamente.
Ele sempre deixou explícito como queria ter sido quem me transformou. Ser o dono da minha imortalidade. Foi quando me virei que vi seus olhos. Vivos.
Quando te disserem que vampiros são seres luxuosos com uma sede por corpos, imagine, depois disso aumente para dez vezes mais.
Vivendo para sempre, sem metade das sensações humanas e tudo mais, com o que diabos poderíamos nos divertir?
Ah claro, existem os vampiros assexuais, mas por ironia do destino conheci pouquíssimos então não irei falar tanto por agora.
Mas sobre Christopher, sobre eu e ele. Entre eu e eles existiam a imortalidade e o desejo de possuir um ao outro. Estávamos em Curitiba porque em São Paulo destruímos um quarto e demos um fim no dono do quarto que ameaçou chamar a polícia.
Agora, naquela hora em Curitiba, tudo era demais. Sentir as mordidas em meu pescoço, todo aquele sangue naqueles corpos suados que pediam por um prazer momentâneo.
Foi quando entre tudo aquilo sentimos ele. Não apenas vimos, sentimos! Sua pele pálida como se fosse um de nós, nos olhando com curiosidade como se fosse capaz de dar a alma para fazer parte daquilo.
Dançava solto mas sabia o que estava fazendo. Tinha vinte e três anos, eu sei porque vi o documento em sua carteira depois.
Foi chegando perto, me deixando entre ele e o vampiro atrás de mim. Tinha mãos quentes que me assustaram. Me olhou nos olhos e depois nos de Christopher, como se pedisse permissão.
Puxei seu corpo para mais perto. O corpo quente fez minhas “veias” estremecerem. Christopher deixou de dar atenção ao meu pescoço, creio eu que para interagir com o rapaz a nossa frente.
Percebi que suas veias saltavam muito quando levantava o pescoço. Quase como se implorassem por mim.
Depois disso tudo foi tão rápido. Dançamos mais próximo ainda até nos beijarmos. Não um beijo a três, não ainda!
Esse amigo de Christopher, um vampiro rico de origem carioca, tinha alguns quartos no ambiente.
23.10
Foi o nosso.
Quando chegamos nele entrei primeiro virando para trás oferecendo minha mão as rapaz. Matias. Era assim que se chamava.
Entrou seguindo de Chris. Deixei que os dois ficassem juntos enquanto fechava a porta. Tranquei ela e joguei a chave. Literalmente. Longe.
Quando me virei vi o quanto se beijavam. Eram tantos pecados em um ambiente só que pude jurar sentir meus coração bater.
No momento que Chris tirou sua camiseta vi como era lindo. Tinha algumas pintinhas e marcas nas costas, mas era lindo. Aquilo o fazia lindo.
Tal qual como Chris. Tirou a camiseta por conta própria mas a calça recebeu ajuda de Matias.
Não era tão alto, mas a segurança de si mesmo o vazia parecer um gigante. Como se qualquer outro ser fosse seu servo. Não parecia o mesmo vampiro que beijava meus pés implorando pelo meu toque.
Quando me aproximei Matias me puxou me beijando. As pequenas veias em seus lábios fizeram eu mesma me perder no beijos. Aproveitei do momento para tocar seu peito.
O coração batia forte. Disso sentia saudade. Sexo antes da transformação tinha um desespero que eu sentia falta. O coração entregava tudo. Ele que controla, por mais que seja algo de uma noite, ainda é ele que comanda. Bombeia o sangue, entrega onde os toques acertam e pula quando o encaixe se satisfaz.
Ele sorriu para mim e então olhou para Chris o beijando mais uma vez. Quase como se dissesse “está tudo bem, podem fazer o que querem”.
Sentia as mãos geladas em mim fazendo-me virar. Encarei aqueles olhos cor de mel e beijei aquela boca. O gelado era provocante, vingativo. De igual para igual tinha isso. Mordia seu lábios sabendo que não encontraria nada, mas aquilo ainda sim, era o caminho para algo.
Enquanto nos beijávamos Matias abaixou o tomara que caia que eu usava. Deixando por alguns segundos nós, os outros dois, a sós. Foi nesse segundo que percebemos que queríamos a mesma coisa.
Quando utilizando de beijos por meu corpo voltou ao nosso deleite virei Matias deixando ele no meio daqueles dois corpos gelados.
Ele era quase da minha altura, com meu salto ficava igual. Deixei beijos pelo seu pescoço e ombros enquanto ele e Christopher faziam o que queriam. Ele para meu parceiro pela última vez, e então, o mordi. Ele gemeu, todos gemem.
Christopher me contou dias depois que estavam se beijando e no mesmo estante mordeu o lábios de Matias. Sem combinar sentimos seu sangue no mesmo momento.
Levantou seu pescoço e sentiu mais um par de dentes. Dessa vez mais dolorido.
Quando Christopher enfiou os dentes, ele gritou! Acho que gritou… Sou uma má “pessoa” por não lembrar?
De qualquer maneira, seu corpo veio para trás e automaticamente parei de morde-lo. Fui para seu pescoço no lado contrário que estava sendo atacado. Mordi forte! Agora não era hora de voltar atrás, não podia! Não dava!
Sua mão foi de encontro com o braço de Christopher onde apertou forte! Se tivesse circulação teria ficado marca.
Soltei sua pele e vi seu corpo ir ao chão.
Semi-nu olhava para nós com medo.
Pediu para que deixássemos viver ou virar um de nós. Mas, não podíamos! Não depois do que aconteceu da última vez.
Nossas bocas tinham sangue, os olhos estavam escuros e os corpos se aproximando dele.
Christopher foi até onde sua cabeça estava permanecendo de pé. Enquanto eu me aproximava até sentar em seu colo.
Olhei para Christopher uma última vez, fecheis os olhos e senti sua mão acariciar minhas bochechas. Abri os olhos e olhei para baixo.
Ele sabia, odiava não ser a primeira a atacar. Era mimada quando humana, agora na eternidade não seria diferente.
Fiz como sempre fiz. Vocês não precisam dos detalhes! Quem é sabe como funciona, quem não, vai descobrir quando chegar sua vez.
Após alguns segundos deixei que o outro presente na sala se deleitasse com todo aquele sabor.
Obviamente que não transamos naquela noite, por Deus. Somos vampiros não sádicos doentes!
Não sei o que houve com o corpo, sei que não foi o único.
Naquele tal pub voltei apenas mais umas quatro vezes. A última vez foi pós a morte de Christopher. Avisar aquele amigo.
HARI NEF as DR. BARBIE Barbie (2023) dir. Greta Gerwig
Addams Family Values (1993) dir. Barry Sonnenfeld
TITANIC 1997, dir. James Cameron
EU ACHO ESSE CLIPE tudoooo
Não lembro do teu rosto nem mesmo me recordo qual o tom da sua voz.
Em minha mente não existe uma memória nossa.
Penso e crio teorias sobre quais são seus gostos e desgostos (talvez eu?).
Mesmo assim, com tudo isso o seu sangue corre em minhas veias, e isso já é o bastante para me entristecer.
Se fosse para você não existir em minha vida, que fosse por completo.
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The Mummy Returns (2001) dir. Stephen Sommers
I’ve said it before and I’ll say it again: if I had gone through life with the name Hugh Jass, and this was how a ten-year-old reacted to meeting me, I would probably think he was a nice young man, too.
Daredevil: Born Again 1x05 "With Interest"
he was ready.
fofos
HEREDITARY (2018) dir. Ari Aster SMILE 2 (2024) dir. Parker Finn