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Infelizmente a coitada se quebra toda
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*Chega no quarto de Maethe batendo na porta, fazendo o possível pra equlibrar a bandeja de madeira com uma xícara de chá e alguns biscoitos amanteigados caseiros.*
Maethe? Trouxe um presentinho pra você se sentir melhor.
Misha pula no colo dela, assustado pela movimentação, e Maethe o segura sem muitas surpresas.
"Pode entra-" Sua fala é interrompida por uma tosse, provavelmente por usar sua voz após tanto tempo calada "Pode entrar, tô de roupa."
Assim como Misha volta a se acomodar em seu colo, ela levanta os travesseiros para se sentar na cama, e descobre um pouco de seu corpo para parecer menos doente, cruzando as pernas em volta do gato.
*Abre a porta com todo cuidado pra manter o equilíbrio da bandeja, sorrindo ao ver ela de forma reconfortante e amigável, a pequena mulher se aproxima da cama, mas respeitando espaço o suficiente pra conseguir entregar a bandeja sem incomodar o gato em colo.*
Shiro me disse que você precisava comer algo e eu fiz esses biscoitinhos pra você, tentei fazer em formato de coração e gatinho, mas não deu tão certo...
*diz um pouco envergonhada dos biscoitos estarem um pouco tortos.*
Aliás, prazer, meu nome é Millene, sei que não eramos próximas, mas... Espero que goste.
Ela observa atentamente a garota, Millene, e recebe a bandeja com certa surpresa. Seus olhos voltam para ela, com um sorriso e bochechas ruborizadas – o que é facilmente percebido em sua pele pálida.
"Eu... Valeu, nossa, sei nem como agradecer." seu olhar divaga alguns segundos pela bandeja "Meu nome é Maethe, mas acho que cê já sabe disso, heh..."
A garota começa a comer os biscoitos sem nem se importar com o formato, apenas feliz pelo gesto.
"Millene, né? Tá aí faz quanto tempo? Eu- nossa, esses aqui tão muito bons. Valeu!" ela toma um gole do chá, feliz por tomar alguma coisa quente.
*A mulher segura suas mãos a frente do corpo, feliz da garota comer os biscoitos tranquila, até se surpreendendo com a reação alegre dela.*
Ah bem, faz algum tempo já, Gwen trouxe eu e o Christopher, meu namorado...
Ela disse que aqui teriam mais como nós e bem, realmente existia, é meio estranho como tem tantos...
*Ela suspira, vendo a situação da garota.*
Maethe, poderia tirar uma dúvida? Claro, se sentir confortável pra isso...
Maethe estranha o questionamento: nada de bom vem depois desse tipo de pergunta. Ela evita demonstrar, e segue com a postura aberta, mas suspira discretamente antes de acenar com a cabeça.
"... Tudo bem, é só falar."
*Chega no quarto de Maethe batendo na porta, fazendo o possível pra equlibrar a bandeja de madeira com uma xícara de chá e alguns biscoitos amanteigados caseiros.*
Maethe? Trouxe um presentinho pra você se sentir melhor.
Misha pula no colo dela, assustado pela movimentação, e Maethe o segura sem muitas surpresas.
"Pode entra-" Sua fala é interrompida por uma tosse, provavelmente por usar sua voz após tanto tempo calada "Pode entrar, tô de roupa."
Assim como Misha volta a se acomodar em seu colo, ela levanta os travesseiros para se sentar na cama, e descobre um pouco de seu corpo para parecer menos doente, cruzando as pernas em volta do gato.
*Abre a porta com todo cuidado pra manter o equilíbrio da bandeja, sorrindo ao ver ela de forma reconfortante e amigável, a pequena mulher se aproxima da cama, mas respeitando espaço o suficiente pra conseguir entregar a bandeja sem incomodar o gato em colo.*
Shiro me disse que você precisava comer algo e eu fiz esses biscoitinhos pra você, tentei fazer em formato de coração e gatinho, mas não deu tão certo...
*diz um pouco envergonhada dos biscoitos estarem um pouco tortos.*
Aliás, prazer, meu nome é Millene, sei que não eramos próximas, mas... Espero que goste.
Ela observa atentamente a garota, Millene, e recebe a bandeja com certa surpresa. Seus olhos voltam para ela, com um sorriso e bochechas ruborizadas – o que é facilmente percebido em sua pele pálida.
"Eu... Valeu, nossa, sei nem como agradecer." seu olhar divaga alguns segundos pela bandeja "Meu nome é Maethe, mas acho que cê já sabe disso, heh..."
A garota começa a comer os biscoitos sem nem se importar com o formato, apenas feliz pelo gesto.
"Millene, né? Tá aí faz quanto tempo? Eu- nossa, esses aqui tão muito bons. Valeu!" ela toma um gole do chá, feliz por tomar alguma coisa quente.
*Chega no quarto de Maethe batendo na porta, fazendo o possível pra equlibrar a bandeja de madeira com uma xícara de chá e alguns biscoitos amanteigados caseiros.*
Maethe? Trouxe um presentinho pra você se sentir melhor.
Misha pula no colo dela, assustado pela movimentação, e Maethe o segura sem muitas surpresas.
"Pode entra-" Sua fala é interrompida por uma tosse, provavelmente por usar sua voz após tanto tempo calada "Pode entrar, tô de roupa."
Assim como Misha volta a se acomodar em seu colo, ela levanta os travesseiros para se sentar na cama, e descobre um pouco de seu corpo para parecer menos doente, cruzando as pernas em volta do gato.
pq vc ta morrendo?
Meu corpo tá reagindo aos experimentos desde que fugi daquele lugar. Eu achei que ia parar uma hora ou outra, mas só tem piorado. Nem eu sei quanto tempo vou durar.
Pronunciamento sobre a Cabana dos Proxies.
Bom dia gente! Tudo bem com vocês? Comigo não tá nada bem.
Eu odeio cortar a vibe do perfil pra ter que vir falar de algo sério, mas aparentemente vai ser necessário visto as últimas recentes desse querido site. Pra quem não me conhece, eu sou Constance, escritore e estudante, criadore da proxy M8/Maethe, que faz parte da Cabana desde 2017. Estive distante dessa personagem por vários motivos, e um deles foi justamente para me afastar da toxicidade desse site bendito. Agora, estou de volta, mas sem nenhum comprometimento com essa questão.
Até porque a Cabana nunca foi um projeto sério.
Nós não somos um grupo formado com estratégia para entretenimento, nós não somos uma "panelinha", nós não somos um coletivo de artistas.
Somos amigos se divertindo.
É nisso que percebo que muites de vocês se confundiram, nos levando como uma espécie de coletivo com metas, sendo que apenas algumes de nós realmente se consideram produtores de conteúdo. Pasmem!! Boa parte de nós só quer compartilhar a própria arte por diversão! Nisso, incluo que ainda assim, temos responsabilidade por nossas falas, posicionamentos e formas de expressão na internet, pois ainda somos pessoas públicas, por mais que não tenhamos o alcance de grandes artistas com milhares ou milhões de seguidores.
Agora, falando unicamente sobre a Cabana; é por toda essa lista de motivos e mais alguns itens que nós NÃO SOMOS o tipo de pessoa a fazer seleção ou permitir entrada de alguém na Cabana. Não é um projeto criativo, é pra entretenimento próprio. Vocês podem ver que por isso, pouquíssimas pessoas fazem parte. Nós convidamos amigos por PROXIMIDADE, AFETO, e não por interesse! Entendo que nosso pequeno universo de diversão cativou muita gente, mas nós nunca assumimos essa posição de PROJETO. Vocês têm liberdade para se inspirar, tentar interagir com nossos personagens, mas entendendo que é um universo entre amigos, vocês têm de entender que existem limites que não devem ser cruzados; ao interagir e tentar se aproximar, tenha plena noção que VOCÊ NÃO NOS CONHECE E NÃO TEM INTIMIDADE CONOSCO. Não muito recente, um dos nossos amigos MENOR DE IDADE recebeu asks extremamente explícitas sobre seu personagem. Vocês NÃO CONHECEM as pessoas por trás das telas. Poderia ser uma pessoa com traumas sexuais, poderia ser um menor de idade, poderia ser QUALQUER UM que não se sente confortável com esse tipo de coisa. Não estou tirando a liberdade criativa de ninguém, pelo contrário, adoro ver as criações de todo mundo, as interações, os OC's, as histórias e tudo mais! Mas existem limites que devem ser colocados.
Deixando isso claro, parto para outro item da lista:
Em que ponto na vida vocês acharam que é uma boa ideia propagar racismo, machismo e homofobia na internet?
Olha, entendo essa onda de adolescentes que recém teve contato com "humor ácido" e tudo mais, mas por favor, eu imploro, toquem uma grama. As pessoas REALMENTE sofrem com isso fora da internet, o que vocês estão propagando com esses "personagens politicamente incorretos" é EXTREMAMENTE problemático. Não, a arte não te deve nada, e sim, existem personagens com problemas e nem todo personagem vai ser completamente correto das ideia, mas isso não quer dizer que seja correto interpretar um personagem com FALAS RACISTAS. Com personagens não-éticos, você tem que ter o máximo de cuidado possível, pois se vocês não sabem, a cada 10 pessoas assassinadas no Brasil, 8 são negras. Existem pessoas fora do alcance de vocês que realmente já APANHARAM NA RUA por serem LGBTQ+, eu mesmo já fui perseguido! As falas descuidadas de vocês, em nome de seus personagens, reproduzem violência e incentivam isso como algo correto! Não há necessidade de interpretar personagens racistas; na verdade, não há necessidade de criar personagens racistas! Nós já temos violência suficiente fora da internet, não propaguem ódio aqui dentro também. Vocês estão, além de tudo, INCENTIVANDO RACISTAS.
Sempre que forem postar algo aqui, se perguntem: "eu faria/diria isso na vida real, em uma praça pública?" Até porque a internet é nada mais que isso; uma plateia gigante, um lugar onde MILHÕES de pessoas podem ter acesso ao que você pública.
Encerro meu pronunciamento dizendo que minha fala é apenas sobre mim, expresso aqui minha opinião por minha vontade. Como eu disse lá em cima, diante dessa situação, eu tenho responsabilidade de posicionamento.
Agradeço pela atenção, e estou disponível caso alguém queira conversar! Um beijo pra vocês e um ótimo dia a todes :))
como foi sua primeira missão?
Não me lembro muito bem dos detalhes... É tudo bem... confuso. Eu não sei se... deveria... lembrar...?
qual é sua comida preferida?
Eu gosto das comidas diferentonas que meu pa- O SHIRO. O Shiro faz. Comida.
tu costuma escutar vozes?
Não que me lembre, isso é mais coisa do Luquinhas!
... Eu deveria escutar vozes?
"Todo mundo na cabana saindo brigando e saindo na porrada"
Shiro e Maethe :mó paz ✌ vou da até um mergulho
Shiro sempre vai comigo dar um mergulho! Até quando o lago tá congelado. A gente inventou de nadar no gelo pra experimentar e gostamos, virou tradição, vamo' todo final de inverno.
Bem... Pelo menos, a gente ia né... Hoje não aguento muito aquele frio.
@ask-m8 nossos filhos sendo amiguinhos
eles dão rolê juntos
Me deixa pegar o seu gato. Agora. (por favor)
Só cuida com o Tatá, não me responsabilizo pela fome do Misha.
quando a M8 fica no controle?
Não gosto muito de falar sobre isso... É complicado. Não controlo as trocas.
ADM: Ela precisa dissociar, então qualquer coisa violenta costuma funcionar.
OIIIIII :D como vai???
Não muito bem, pra ser sincera... Mas o Shiro tá cuidando de mim.
qual é o nome do seu gato?
Misha. Ele parece aquele urso da copa russa.
Feliz aniversário, Maethe.
Após alguns anos na cabana, os sintomas da amnésia dissociativa de Maethe apenas se agravam, sem sinal de melhora, e seus companheiros se preocupam severamente com isso.
Angst, no comfort.
°:. *₊ ° . ☆ ☾ °:. *₊ ° . ° .•
Shiro fecha a porta silenciosamente, na medida do possível, e solta um suspiro aliviado quando consegue o fazer sem ouvir um grito raivoso em resposta – era tal qual ninar uma criança, exceto que a criança em questão gritava que queria voltar para casa, xingava em russo e precisava dormir amarrada à cama. Dimitri está encostado na parede logo ao lado, com o rosto franzido em preocupação; por sua postura, é possível perceber que não havia acabado de chegar, e muito menos estava ali a pouco tempo. O ruivo coloca uma mão no ombro de seu companheiro, que se assusta um tanto com a aproximação, absorto em seus próprios pensamentos.
"Ela dormiu?" ele indaga
"Finalmente, sim." Shiro responde "Vou ter que cobrí-la na missão de hoje, ou teremos problemas."
Enquanto o albino sai, um pouco apressado e claramente cansado, Dimitri abaixa uma mão, que se estendia para afagar seus cabelos em um gesto de afeto antes que o outro saísse. Ele suspira, não alterando muito de sua expressão habitual de estresse e poucos amigos.
"Manter essa garota viva é como ter um cadáver que anda e respira. O Operador só não matou ela por uma piada de mau gosto."
As palavras de Magda caem duras e fortes na consciência de Shiro, enquanto o homem pega um moletom limpo em seu armário, após passar uma madrugada inteira sendo chutado e agarrado. Antes de colocar a roupa usada no cesto, ele encara uma mancha de sangue em seu ombro, com flashes de memória do momento em que Maethe, abraçada nele, esfregou o rosto molhado de lágrimas em seu ombro, e se assustou com o rastro de sangue de seu nariz.
Os surtos nunca foram tão aleatórios assim, por mais que vira e mexe acontecessem sem explicação aparente. Toda a casa sabia que época era essa: o aniversário de chegada de Maethe. Essa data sempre trazia problemas desde seu segundo ano de estadia na cabana. Conforme o passar do tempo, os proxies perceberam que sua amnésia parecia piorar, junto de outros sintomas cruéis que fazem com que ela precise ser substituída em missão com muito mais frequência que os outros proxies. Esse ano, com seu aniversário de 20 anos, não seria diferente. Após duas noites em claro, é difícil para Shiro dizer o que vem de sua personalidade serena e o que representa o cansaço de virar o dia cuidando de Maethe – às vezes M8, o que era mil vezes pior. Por mais que o corpo fosse o mesmo, enquanto Maethe se mantinha em seu estado de confusão eterna, M8 era cruel. Seu único objetivo é machucar, atingir, ferir, usando todas as memórias de Maethe para jorrar veneno em todos que tentavam contê-la, mirando nos pontos mais fracos – isso quando não partia diretamente para a agressão física, e acredite, por mais frágil que o corpo seja ou esteja, isso nunca impediu M8 de se jogar, arranhar, arrancar, morder e rasgar. Ela era uma besta, e o pior, treinada. Maethe havia alertado em diversas situações sobre M8, como ela age, e como eles poderiam usar de qualquer método necessário para pará-la; mas que merda, como dói. Só Shiro sabe como é a sensação de ver a garota que uma vez o chamou de Pai lembrá-lo de seu fracasso com sua família, ou pior, tentar matá-lo, sem mais nem menos. Dimitri finge não sentir, mas igualmente sofreu com os momentos de acesso de M8 ao corpo – algo que se tornara muito mais frequente com o passar dos anos.
Com os passos pesados, Shiro sai de seu quarto com um papel amassado, rasgado e rabiscado em mãos – suas instruções, escritas cuidadosamente pelas mãos trêmulas de Maethe –, baixando a máscara e indo na direção da porta da cabana. Quando Shiro abre a porta principal, o sol está abraçando as últimas árvores no horizonte, antes de esconder-se atrás dos pinheiros mais altos que cercam a cabana como uma muralha. Com o clima de junho começando a esquentar, o chão que rodeia a cabana não mais está molhado e lamacento, mas firme e quase batido, com alguns resquícios de grama, flores invasoras e ervas daninhas se precipitando. Até mesmo os crisântemos que plantaram ano passado começam a desabrochar, sendo contemplados pelos últimos raios de calor do dia. Shiro sorri, um tanto melancólico, pensando que Maethe vai gostar de vê-los quando melhorar. Alguns passos para fora, o homem é interrompido em seu caminho ao ouvir um sibilar suave vindo de suas costas. Na porta, encostado no batente, estava Dimitri com sua melhor expressão de carinho, na medida em que o ruivo consegue ser carinhoso fora de 4 paredes.
"Eu cuido dela, mas vê se não morre."
Ele não vê, mas Shiro sorri, novamente, por trás da máscara, antes de desaparecer na vasta escuridão. Ao menos, um pouco de conforto lhe é fornecido.
°:. *₊ ° . ☆ ☾ Notas finais °:. *₊ ° . ° .•
Maethe my beloved, você só sofre!
Eu senti que precisava Escrever Coisas pra postar nesse blog, então me puxei um pouco pra trabalhar essa curtinha aqui e postar antes de sumir com minhas obrigações. Vida de terreiro mis amores.
Extra: Dimitri é um fofo quando quer, o problema é ele querer.