o contrato foi assinado! o mais novo membro da records music group se chama ASLAN KARTAL, tem 28 ANOS e se parece muito com ALPEREN DUYMAZ. ele estĂĄ na COUP D'ETAT como GUITARRISTA E VOCALISTA.
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@aslacn
o contrato foi assinado! o mais novo membro da records music group se chama ASLAN KARTAL, tem 28 ANOS e se parece muito com ALPEREN DUYMAZ. ele estĂĄ na COUP D'ETAT como GUITARRISTA E VOCALISTA.
millicntâ.
sĂł podia ser brincadeira, a incompetĂȘncia de alguns dos estagiĂĄrios nunca cessaria em surpreende-la, tal como tambĂ©m irritĂĄ-la profundamente. ao menos alguĂ©m por ali tinha que fazer um bom trabalho e como uma boa orgulhosa, engolir sua irritação para ajudĂĄ-lo era o mĂnimo que podia fazer. por razĂ”es legais, eu nĂŁo tenho nada a ver com essa tal estagiĂĄria, viu? se for processar Ă© bom que esquecer que eu existo. alertou com os olhos cerrados na direção dele, a garrafa de cerveja que a distraĂa antes sendo deixada sobre a bancada para buscar o kit de costura que ficava em cada um dos camarins para acidentes exatamente como aquele. nĂŁo vou pedir para vocĂȘ tirar a roupa porque temos pressa aqui, sĂł tente nĂŁo se mexer muito para nĂŁo levar outra espetada. explicou ao se aproximar do mais alto, linha na agulha e um botĂŁo extra que encontrou no kit que nĂŁo se destacaria tanto em meio aos originais da peça. mas Ă© serio, quando eu digo para ter cuidado com as roupas, Ă© pra ter cuidado. Â
âtudo bem, eu sĂł acho que ela ficou nervosa porque me pediu pra tirar a roupa e depois se atrapalhou tentando se explicar que aquilo nĂŁo era por um motivo sexual.â arqueou as sobrancelhas, sorrindo de maneira divertida assim como riu diante a garota que no fim preferiu manter a veste do prĂłprio e, trĂȘmula, acabou o espetando. nĂŁo era um bom dia. âsim senhora.â assentiu, abrindo um pouco as pernas com os pĂ©s sobre o chĂŁo para ficar ao menos semelhante Ă altura da outra. âeu juro que t... bom, talvez nem tanto, mas prometo nĂŁo voltar aqui hoje e deixar que termine sua cerveja. aliĂĄs, isso Ă© permitido? porque se nĂŁo eu vou querer um gole como suborno.â
feyrekimâ.
afinava a guitarra concentrada o suficiente para nĂŁo dar ouvidos ao redor e na banda que tocava, estava minimamente em paz sĂł por estar com o instrumento em mĂŁos. ouviu a voz masculina e abriu um sorrisinho simpĂĄtico. ânĂŁo, mas agradeço. estĂĄ nervoso?â
âum pouco.â deu de ombros, de maneira simplista. âĂ© sempre mais fĂĄcil quando os shows sĂŁo nossos, vocĂȘ sabe que o pĂșblico veio por vocĂȘ, mas aqui...â suspirou, haviam bandas que acabavam dispersando o pĂșblico vindo especificamente para assistir sua favorita, e independe se o caso fosse no plural, jamais saberia se eram eles a destinada a ter milhares de pessoas gritando ou nĂŁo. âe vocĂȘ?â
         đđđđđ đđđđđđ đđđđ đđđŒđđđż đđđđđ.
NĂŁo sendo aquele seu primeiro evento, sabia como o dia repleto de atraçÔes da empresa acolhendo a banda criada em bairro com amigos de infĂąncia podia ser estressante. Fosse o temor do pĂșblico, a empolgação ou a excitação, todos pareciam uma pilha de nervos, e por isso Aslan acabava de olho em todos ao redor. Esperando sua vez ao lado do palco enquanto assistia o show do momento, o acontecimento ao lado o fez arquear as sobrancelhas. âPrecisa de ajuda?â
mcggiesâ.
A expressĂŁo confusa no rosto de Maggie definia bem seu humor naquele momento, como se nada do que saia da boca de Aslan fizesse o mĂnimo de sentido na cabeça dela. NĂŁo que algo que ele tivesse dito desde que se conheceram fizesse de fato algum sentido, mas vez ou outra Aslan parecia ainda lhe surpreender sempre da forma mais negativa possĂvel, algo que ele tambĂ©m parecia fazer questĂŁo, e tal pensamento fez com que ela revirasse os olhos no fim das contas. âSe eles nĂŁo quiserem tocar a minha mĂșsica, acho que eles podem dizer por si mesmos. Ou agora a banda vai virar uma ditadura e vocĂȘ vai censurar todo mundo?â Perguntou num tom cĂnico, com os braços cruzados em frente ao corpo e as sobrancelhas arqueadas enquanto encarava o homem, esperando uma resposta. JĂĄ que ele ia usar a arrogĂąncia, entĂŁo ela iria devolver na mesma moeda. Um riso irĂŽnico escapou de seus lĂĄbios enquanto ela se aproximava do guitarrista, mas de fato, muitas vezes encarava aquela implicĂąncia de Aslan como infantil demais, tĂŁo infantil que lhe arrancava risadas. âNinguĂ©m quer ouvir ou vocĂȘ nĂŁo quer ouvir? Porque olha, sĂŁo coisas bastante diferentes. AlĂ©m disso, para de falar como se a sua opiniĂŁo englobasse a de todo mundo de fato. Sabe por quĂȘ? Surpresa! O mundo nĂŁo gira ao seu redor, Aslan.âÂ
Encheu os pulmĂ”es e entĂŁo liberou o ar calmamente, em busca do controle destruĂdo em fragalhos desde o dia anterior. Os olhos, a voz e atĂ© mesmo os lĂĄbios dela pareciam intoxicantes ao mesmo tempo que o embriagavam, imerso naquela raiva sem explicação. Aslan era alguĂ©m simpĂĄtico, fazia amizade relativamente fĂĄcil e nĂŁo seria um problema aceitar uma profissional de boa Ăndole na banda que sempre priorizou e queria fazer crescer diante o pĂșblico. EntĂŁo por que diabos aquela implicĂąncia com Maggie? Fosse a idade, imaturidade exposta ou simples fragilidade em ser ofuscado, detestava cada pequeno gesto e nĂŁo sabia o que fazer para interromper tal sentimento. âSe quer tanto causar uma boa impressĂŁo os defendendo, sem problemas. Falo por mim que nĂŁo quero tocar essa merda e jĂĄ que Ă© um dueto vai ter que se virar para gravar com outra pessoa. Mas nĂŁo hoje, nĂŁo com essa banda.â O tom se acalorava para um de ameaça, mais baixo, tenro apesar de forte, soando como um rosnado impaciente. Estava acostumado em expor suas ideias, porĂ©m geralmente obtendo a reação de ser ouvido, diferente da teimosia da loira. âJusto vocĂȘ me dizendo isso?â Riu rouco, tendo o ombro tocado logo em seguida. Olhou de relance para ver se tratar do produtor da banda, voltando-se para a garota para perdurar o olhar de desafio com que os dois se encaravam. âEssa porra vai vender, Aslan.â Engoliu seco. Confiava em poucas pessoas, e nĂŁo tendo uma figura paterna para lhe ensinar algo e introduzi-lo Ă mĂșsica, tal tarefa ficou para aquele agora o tranquilizando. Ergueu o queixo, a olhando de cima. âTem certeza?â Continuava puto, nĂŁo queria dar o braço a torcer. O homem assentiu cuidadosamente e o afastou da mais baixa, sussurrando no ouvido para que se comportasse e cantasse a tal mĂșsica de maneira romĂąntica, pois confiava em seu profissionalismo. âMeus parabĂ©ns.â Sorriu cĂnico em direção a Maggie, deixando o camarim em direção ao palco.
millicntâ.
caos era o melhor substantivo para descrever aquele dia, tanto trabalho para tĂŁo pouco tempo. o prazo agravado por conta de tantos estagiĂĄrios incompetentes que nĂŁo pareciam saber fazer absolutamente nada sozinhos. em meio a toda correria de se certificar de que todos os artistas estavam perfeitos, alguns gritos e desentendimentos certamente a seguiram â culpa da pressĂŁo, claro! era Ăłbvio que camille nĂŁo gostava de gritar com os outros, ela sĂł o fazia por pura necessidade. claro. seu primeiro momento de paz naquele inferno interminĂĄvel de dia foi quando encontrou o camarim da banda que performava naquele momento completamente vazio, os trĂȘs segundos de paz muito bem aproveitados pela mulher antes de ser retirada rapidamente daquele oĂĄsis de serenidade. se fosse um pouco menos racional, a garrafa de cerveja que tinha em mĂŁos seria sua arma de escolha para arremessar contra o infeliz que ousou interrompĂȘ-la em sua misĂ©ria, mas como era, tudo que fez foi apontar na direção de muse com uma expressĂŁo de poucos amigos em seu rosto. vaza. eu nĂŁo preciso disso agora. Â
Jamais fez o tipo preocupado quando o quesito era direcionado a roupagem, porĂ©m, naquele dia em especial pediram para que mostrasse uma boa imagem, e acreditava que aquilo seria impossĂvel com o botĂŁo logo abaixo do jĂĄ aberto caĂdo ao chĂŁo. Claro que renderia boas fotos na internet e se a intenção fosse ter alguns bons gritos direcionados a si poderia abrir a camisa por inteiro, mas aquilo tambĂ©m nĂŁo lhe cabia muito bem. Correu atrĂĄs de alguĂ©m entre os corredores e pensou estar salvo quando fitou Camille junto ao sorriso mĂnimo esculpindo o rosto, mas logo foi arrebatada com a expressĂŁo carrancuda indicando um momento de poucos amigos. âEu... Desculpa, meu botĂŁo caiu. Pedi pra uma estagiĂĄria mas ela furou meu peito.â Adentrava o prĂłprio camarim ao falar, a destra tocando o topo da cabeça alheia amenizando as linhas faciais masculina. âVai, por favor. Somos os prĂłximos.â
vit-yoovidhyaâ.
VocĂȘ tem certeza que quer tomar isso aĂ?
O que Ă©? Fez xixi aqui?
ellayangâ.
        se entendiar com facilidade Ă© uma caracterĂstica que se destaca entre as vĂĄrias outras que ella possuĂ. seja por esperar comportamentos excessivos e constantes dos artistas do festival e acabar se distanciando do clima divertido que Ă© estar na multidĂŁo com outras pessoas. preferia assistir shows da plateia, sentir o calor e emoção da galera e se aventurar de forma anonima. importar-se era o que menos fazia e, sabendo disso, o agente da empresa constantemente a perturbava para evitar tudo que tornava o festival acolhedor para ela. estava fugindo naquele momento, buscando diversĂŁo entre o pessoal que se apresentaria ou jĂĄ tinha o feito, assim poderia manter a imagem â que jĂĄ nĂŁo era muito boa â estagnada por algum tempo. esperava que no backstage, pelo menos, encontrasse alguĂ©m divertido para acompanhĂĄ-la. â e se colocĂĄssemos um bonĂ© e nos misturĂĄssemos com o pessoal lĂĄ fora? tĂĄ cheio de coisa legal pra fazer. vamos lĂĄ? â propĂŽs para muse, o olhar vivo em expectativa e empolgação. afinal, um entretenimento extra nĂŁo faria mal a ninguĂ©m.
Dedilhava algo desconhecido no violĂŁo entre os bastidores enquanto assistia alguns artistas irem e virem. Aslan nĂŁo era alguĂ©m glamouroso, estava sempre com as mesmas vestes simplesmente vivendo de algo que se tornou absolutamente tudo que tinha desde a perda irreparĂĄvel, e se uma das Ășnicas pessoas considerada famĂlia aparecia para um convite qualquer, nĂŁo seria ele a recusar. â'TĂĄ entediada?â Ergueu os olhos, logo assentindo. Abriu a mochila e pegou dois do acessĂłrio sempre usado graças aos fios extensos, enfiando um na cabeça de Ella com a intimidade costumeira antes de sorrir e fazer o mesmo consigo. âPreciso de uma cerveja antes do show.â Disse a abraçando pelos ombros.
mcggiesâ.
Enquanto dedilhava algumas notas no violĂŁo que havia levado para o camarim, Maggie conseguia escutar o que ela julgava ser mais um dos escĂąndalos de Aslan â algo que havia presenciado bastante desde que havia chegado na banda. Foi inevitĂĄvel nĂŁo revirar os olhos enquanto escutava a voz alterada cada vez mais prĂłxima. A loira sabia que uma tempestade estava prestes a cair, e como sempre, nĂŁo seria nada agradĂĄvel, porque Aslan parecia fazer questĂŁo de dificultar tudo, principalmente se Maggie estivesse minimamente envolvida, o que era o caso na mĂșsica que havia escrito para a banda. Com a chegada do guitarrista e ao ouvir a fala alheia, nĂŁo aguentou e acabou respondendo. âEssa banda nĂŁo Ă© só sua, Aslan. Ou vocĂȘ nĂŁo vĂȘ que tem outras trĂȘs pessoas aqui que sĂŁo tĂŁo partes quanto vocĂȘ?âÂ
Juntamente ao suspiro irritadiço, o indicador e polegar englobaram o nariz ao mesmo tempo que os olhos fecharam em busca de controle racional. Caso seus amigos estivessem tĂŁo insatisfeitos, tinha certeza que uma vida inteira os conhecendo daria intimidade o suficiente para falarem suas frustraçÔes, coisa que sĂł cabia Ă outra com seu molde e personalidade tĂŁo mimada afim de tornar uma banda jĂĄ existente, em sua. NĂŁo havia espaço ali, gostava de deixar isso claro por simplesmente saber que, sem ele, estariam ferrados. Todos pareciam ter noção disso, menos a salvadora da pĂĄtria, Maggie. O nome dela era amargo na boca, franzia o cenho automaticamente e arrepiava a espinha saber que precisaria em breve cantar com ela no palco aquela porcaria de mĂșsica enfiada pelas entranhas obrigatoriamente. âNĂŁo precisar falar como se importasse com eles, jĂĄ deu pra entender que sĂł quer que a gente toque sua mĂșsica.â O tom pouco usado de arrogĂąncia tambĂ©m nĂŁo era de seu gosto, mas vĂȘ-la agir tĂŁo cĂnica o enfurecia. âMas Ă© uma droga, ninguĂ©m quer ouvir esses seus dramas, nĂŁo... Olha, quando sair da banda pode tocar o que quiser, mas esse nĂŁo Ă© nosso estilo, ok?â
Percorreu todo o solo em passos semelhantes a um marchar furioso e fundo, simplesmente ignorando os funcionĂĄrios ao redor lhe oferecendo sorrisos e cumprimentos amigĂĄveis incapaz de enxergar por cima da fĂșria borbulhando o sangue. Tinha um papel em mĂŁos recebido no dia anterior e que, primeiramente, havia rasgado. Possivelmente contando com isso, existia mais um o aguardando num envelope mais resistente, o obrigando a ler relutante para descobrir se tratar de uma nova canção nĂŁo composta por si. âQue porra Ă© essa?â A palma virou o ombro do guardiĂŁo oficial da Coup D'Etat e o homem ergueu as mĂŁos rendido, mas tranquilo. âCalma lĂĄ, sem escĂąndalo.â Um suspiro audĂvel ecoou entre as ferragens da lateral do palco, necessitando gritar para ser ouvido apesar da mĂșsica. âNĂŁo concordei com isso, nĂŁo vou tocar essa merda.â O seguia para fora dali enquanto falava, direcionado aos bastidores onde todos os outros membros aguardavam sua vez. Sabia o que estava acontecendo, fariam a porcaria de uma votação e Ă© claro que sairia perdendo. Mas para o inferno, o que fariam? Tocariam sem a guitarra? Tornariam um dueto em solo? âA minha banda nĂŁo faz esse som, faz favor.â
elveda manyak đ€đ