Essa história se passa no mesmo universo de "musa", "teoria da branca de neve", "minha modelinho safada", "maestro", "dentro do carro, hoje vai ter putaria". Então se quiser reeler para lembrar, fica à vontade ;).
pro penúltimo imagine dessa fic resolvi voltar às minhas origens e fazer aquela surubinha de lei, AGORA... SEM MAIS DELONGAS, se deliciem...
TW: ME PASSEI MUITOOOOOOOOOOOOOO e não peço desculpas.
A despedida de solteira com suas amigas tinha acontecido horas antes: brunch alcóolico seguido de baladinha. Esteban, por outro lado, manteve quase que em sigilo o que faria em sua despedida de solteiro. Não que você se preocupasse com traição, confiava demais no seu taco e ainda mais no taco de Kuku. Era literalmente você mandar um "late" e ele "au, au". É só que... você era curiosa e não saber o que ele faria na despedida de solteiro era meio... paia.
Depois de muita insistência descobriu que ele teria uma noite de jogos com os amigos na cobertura do apartamento de vocês.
Na balada depois de alguns dirty martinis uma versão sua cheia de tesão enviou uma mensagem pra seu to-be-husband...
"Quando eu chegar em casa é bom a louça estar lavada, a janta pronta e essa piroca dura."
Ele respondeu com uma figurinha engraçada, mas você não estava brincando... e logo em seguida mandou um "quando tiver chegando avisa"
Você dançou mais um pouco, aos poucos suas amigas foram indo embora até que dividiu uma corrida de carro de aplicativo com sua amiga.
- Mas eai? Vai parar com as brincadeirinhas com os outros? - perguntou sua amiga.
Você arregalou os olhos, desde que aceitou o pedido de casamento, não tinha pensado no que aconteceria depois.
- Ah, não sei... acho que sim, né? Não falei com ele sobre isso ainda.
- Mas, tipo, como funciona? Você ama todos eles?
- Não! Amo o meu, os outros me divertem. Em parte funciona porque o Kuku se diverte muito também... mas agora você me fez pensar.
Passou o resto do caminho, olhando melodramaticamente pela janela e se questionando "e agora?"
Deixou ela em casa primeiro e seguiu pra sua.
O apartamento estava limpo como o combinado e, de fato, um pratão de macarrão te esperava em cima da bancada da cozinha. Amassou o spaguetti, tomou uma água para se recompor e foi direto para o banheiro se banhar. Achou que a noite dos garotos tinha chegado ao fim e ele estaria dormindinho na cama de casal, mas quando saiu do banheiro vestindo um babydoll sexy, não encontrou Kuku esparramado pelo sofá.
"Estou pelada na nossa cama."
Não estava, mas ele não se incomodaria de arrancar quando a visse. Kuku, alguns andares acima, se arrepiou.
Você revirou os olhos para a tela do celular e digitou a coisa mais brega do mundo:
"Com minha alma."
Não obteve respostas. Dois minutos a porta do apartamento foi aberta e você já começou a sorrir maliciosa, principalmente pela posição ultra-sexual que se encontrava...
A pessoa que entrou no cômodo limpou a garganta e você deu um pulo.
- ENZO? Tá fazendo o que aqui?!
Ele riu de canto do jeito que só ele fazia.
- Vim te buscar... pelo visto já está preparada.
Olhou para a mão marcada por veias. Segurava um tecidinho preto.
- Seu noivinho preparou uma surpresa pra você, nena.
Você se arrepiou por inteira da nuca à ponta dos pés.
Enzo olhou para os mamilos arrepiados no tecido fino do babydoll.
Você, meio contrariada, virou de costas. O Vogrincic não te sequestraria, né?
Delicadamente colocou a venda nos seus olhos e pelo pescoço foi te guiando para fora do apartamento.
Sabia que estava no elevador pelo "plim" e pelo frio que tocou sua pele.
- Enzo, o que estão aprontando?
- Relaxa, você vai gostar.
O cheiro do ambiente era uma mistura de cigarros, becks, perfumes variados amadeirados, cerveja e fumaça de lareira e da churrasqueira. Ele te levou até o último andar, por quê? Ouvia a música tocando, o fogo crepitando e respirações pesadas.
- Eai, S/ninha! - era a voz de Recalt.
- Mathias? Oi! Cadê meu marido?
- Assim você deixa a gente triste, bebê! Ele não é seu marido.
Você revirou os olhos por debaixo da máscara.
- É, mas logo será e eu quero ele agora.
- Mandona, como sempre...
- Amoor? - você tentou mais uma vez.
- Ele não vai te responder, bobinha. Nós criamos uma brincadeira.
- Ah é? AH! - Você gritou pois foi retirada do chão e colocada em cima de uma bancada de mármore gelada. Reconheceu o perfume de Contigiani - Fer?
- Olha que putinha! Ela te reconheceu só pelo perfume, Fernando! - cuspiu Matí - Vamos ver se vai reconhecer por outras coisas.
Você ia dar uma alfinetada no rapaz, mas se assustou novamente com outro cheiro e um suspiro no seu ouvido.
- Oi. Sou eu, de novo - era Enzo com as mãos na sua cintura, ele se aproximou e roçou o peito quente contra o seu - Kuku pediu pra avisar que... bom, se ficar desconfortável com algo, é só falar que a gente para.
- Qual foi, Enzo? Que que tá acontecendo? Cadê meu noivo?
- Caaaalma, gatinha. Vou ser o mais claro possíveç... o negócio é o seguinte - começou Matí - seu futuro maridinho está de pau duro num lugar cheio de outros homens de pau duro. E você, bom, só sai daqui, depois que descobrir qual pau é o dele.
Você tossiu de nervosa. COMO ASSIM?
- Será que ama mesmo? - começou a falar num tom de apresentador de televisão - Será que conhece cada veia do pau do Esteban? Eu to olhando pra ele agora, ei!, participante, não pode mandar o dedo do meio para o apresentador.
Você ouviu a risada de Fran e pensou "até ele tá no meio disso?"
- Entendeu, S/N? - perguntou Enzo.
- Antes, eu acho que ela precisa de uma ajudinha - disse a voz suave de Fran Romero chegou aos ouvidos e sem você saber uns 3 deles correram para te alcançar. Sentiu os dedos compridos do homem puxando suas pernas, fazendo com que você deitasse.
Soltou um gemido no processo. Você ajudou ele a abaixar o shortinho do conjunto e logo sentiu beijos delicados na testa de baixo. Ele respirou bem fundo e beijou e gemeu e...
- EI- era um protesto de Esteban pois Fran se passou demais, mas foi abafado pela mão de Recalt.
Você gemeu na lambida delicada e então quando ele afastou os grandes lábios afim de te abrir mais. Inconsientemente você levou as mãos aos cabelos loiros e rebolou contra a língua.
Cada vez mais molhada, cada vez mais cheia de tesão. Quem sabe essa roleta-russa de pau foi uma excelente ideia para encerrar essa fase de putaria mais que pecaminosa com chave de ouro.
Você gemia e rebolava até que a boca de Fran foi arrancada de sua buceta.
Ele protestou, mas tinham muito pela frente.
- Será que ela está pronta para o primeiro round? - questionou Recalt com a voz engraçada - Vamos ver - e sem aviso prévio deslisou dois dedos para dentro.
- Teremos muita hoje, prometo. E sim... ela está no ponto que a gente gosta. Venha.
E com firmeza, mas não brutalidade, te tirou da bancada e guiou até um espaço.
Você desceu poucos degraus, sentiu o tecido do tapete de couro sob os pés e reconheceu que ambiente do salão estava. Era uma área cheia de sofás que ficava meio abaixo do solo e formava um quadrado.
Estava com um frio na barriga por essa experiência esquisitíssima que estava prestes a passar.
- O negócio é o seguinte: os participantes podem te foder até que você descubra quem ele é! Assim que você disser o nome, acabou e próximo. Entendido?
- Sim! - você respondeu ansiosa.
- E VAMOS PARA O PRIMEIRO PAU!
- Eu vou ter que sentar em todos? - você questionou já com preguiça.
O primeiro par de mãos de agarrou e puxou para o colo.
De costas, do jeito que estava, não tinha como reconhecer quem era e perfume também não sentiu. Foi só quando o membro começou a brincar com a sua entrada que desvendou quem era.
O rapaz tentou segurar o gemido, mas assim que você pegou o pau fino e comprido dele e sentou... Blás Polidori se soltou.
Não pode curtir muito, pois tinha mais paus pra descobrir.
- Tudo bem, vamos lá - te encaminhou para o próximo.
Apenas dois do grupo tinham os paus tortos para a direita, mas foi a forma como ele te posicionou de quatro no sofá - bem curvada com os braços ligeiramente esticados para trás - que soube quem era. Mas diferente da rapidez do primeiro, deixou que Contigiani te fodesse.
Você aproveitou e se empinou cada vez mais, sentindo a cabecinha latejante enconstando quase que no útero.
Soltou uns gemidos, mas mordia a boca para não exagerar, atitude sexy pra caralho que deixou os próximos participantes cada vez mais tesudos.
- E QUAL. É. O. DONO. DO. PAU? - perguntou pausadamente.
Com sua respiração entre-cortada era difícil pronunciar Fernando Contigiani, então soltou um "Fer"
- CERTA RESPOSTA!
Novamente posicionada de quatro, Fran meteu não só o pau dele, como invadiu sua entrada com dois dedos. Você gemeu surpresa e até esqueceu que precisava descobrir quem era aquele pau. Não sentiu perfume, malemá sabia diferenciar que pau te invadia.
Foi quando ele se abaixou e você sentiu a correntinha nas suas costas que disse:
Eles aplaudiram como um reality show.
- Que vadiazinha a gente conseguiu, ein? - disse o "apresentador".
Dali a pouco o outro pau torto pra direita entrou rapidinho, na mesma posição, mas não pode aproveitar por muito tempo, pois sem pensar você disse:
- Matí, não sabia que você tava na brincadeira.
Ele revirou os olhos e os outros rapazes começaram a protestar que ele tinha que sair dali, já que foi descoberto.
Um grito quase que pornográfico ecoou na cobertura pela forma com que foi fodida pelo próximo "participante". Você não tinha acesso à pessoa, mas estava deitada, com as pernas abertas e apoiadas no estofado e sentia a cabecinha brincando com a entrada molhada, quando entrou tudo você não conseguiu segurar os gemidos.
O pau não tão comprido, compensava na grossura.
Sabia que era Vogrincic, mas tava tão bom que começou a gaguejar.
- FALA, SN! - Matí chato querendo acabar com o momento.
Não conseguia formular a frase, mas também não queria gozar agora... queria o pau do seu homem.
- ENZO! - soltou depois de muito tempo.
Depois de um minuto de respiro, para acalmar o coração e tomar um gole de água, a brincadeira voltou.
Você foi praticamente empurrada para o colo do último e só de sentar nas coxas grossas e sentir o nariz comprido no pescoço, soube que era Kuku.
- Finalmente - você sussurrou e sorriu. Os braços fortes te rodearam e finalmente sentiu o único pau sem camisinha daquela noite... o do seu marido.
"Where is my husband?" da RAYE começou a tocar e você sabia muito bem onde o seu estava... em baixo de você.
A primeira sentada foi bizarra e logo tombaram os corpos para trás.
Ele continuou metendo por baixo e te puxava para perto, fazendo com que suas costas deitassem no peito dele, procurando um ângulo melhor para atingir seu ponto G.
Os dedos cumpridos e ágeis que fazem carinho no seu rosto pela manhã, estavam ocupados dedilhando seu grelinho inchado que buscava alívio.
A boca que sempre lhe dizia palavras românticas, gemia no seu ouvido.
Os seios balançando a cada estocada.
Os corpos quentes e suados e cansados buscando alívio.
- A-amor - você gemeu trêmula e FINALMENTE a venda tinha sido retirada.
O auge do harém reverso: aqueles homens todos encarando a cena erótica que você e seu noivo faziam, os paus latejando de desejo, o cheiro de sexo no ar, o som da foda e dos gemidos. Foi loucura demais, informação demais.
E você deitou contra o peitoral masculino.
A última coisa que ouviu antes de pegar no sono foi Recalt e Blás rindo:
- Alá, a S/N é goza e dorme, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
É, foi uma sessão bem intensa, não poderiam te julgar.
Seu noivinho te levou de volta para casa, sem nem dar bola para os amigos.
Te carregou de lá pra cá, te deu banho e vestiu, no fim, estava deitado com você e te enchia de beijinhos. Os selinhos ali não eram sexuais. Ele te abraçava como se fosse a última garrafa de água no deserto. Estava feliz demais com a loucura que tinham feito.
- Eai, curtiu a despedida de solteira?
Você suspirou cansada e se esparramou na cama rindo. QUE PORRA vocês tinham feito? Kkkkkkkkkkkkk.
Esteban teve que aguentar muito seu jeitinho saideiro de ser - inclusive tinha apoiado e inventado, muitas das peripécias - mas estavam finalmente casados.
Agora, deitadinhos juntinhos em sua noite de núpcias, pós um sexo amoroso e selvagem e amoroso e selvagem, relembravam os momentos mais loucos e sexys que tiveram. Tipo quando transaram na sala da aula de aula da faculdade, no museu, no cinema, entre outros, mas principalmente, as atividades... em grupo.
Não que quisesse algum deles romanticamente, mas era divertido. Lembrou brevemente de Enzo, Matí, Blás e Fran... os padrinhos de casamento!
Você suspirou fundo e se aconchegou mais no peito pincelado de sardinhas do homem.
- Agora acho que acabamos com essas folias, né? Sr e Sra Kukurizca. Um casal de respeito - você disse encarando suas mãos unidas e as alianças reluzentes.
Ele demorou um pouco para responder, mas quando o fez, te surpreendeu.
- Jamais - ele disse e você ergueu a cabeça para encará-lo - Acabamos de começar, mi amor.
- Sim - respondeu Kuku rindo da sua carinha de choque e felicidade. Você se ajoelhou na cama eufórica. Jurava que ele ia querer acabar com essa coisa bizarra que vocês faziam de vez em quando.
- Mas, espera... tá falando sério mesmo?
Ele assente pela segunda vez, colocando uma mecha de cabelo atrás da sua orelha.
- Desde que faça minha esposinha feliz...
E você o atacou... de novo e de novo.