Not today Justin
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@avidadeumaincompreendida
decepção (s.f)
1. sentimento involuntário ou não, obtido por meio da vivência 2. compreensão de que na vida todo mundo ora ou outra vai fazê-lo, sendo assim preciso ter discernimento de escolher a melhor pessoa para isso.
A vida não se trata só de uma desilusão amorosa, uma unha quebrada, ou um corte na pele, é bem maior que isso. Tudo é sempre maior que isso. Temos costume de sofrer por antecipação, falta, carência, dor ou desamor. Dói? Claro que dói, falta um pedaço da gente. Mas acredite, existem dores maiores do que essas, mas precisamos ser fortes, já que no momento que você deixar isso te abalando, no futuro, qualquer coisa, com a absoluta certeza vai deixar você mais fraco. Mas não digo que devemos ser fortes o tempo todo, aliás, ninguém consegue, mas sim tentar não deixar tudo afetar você.
Restringe em companhia de Vireipassaro. (via discursou)
A vida não se trata só de uma desilusão amorosa, uma unha quebrada, ou um corte na pele, é bem maior que isso. Tudo é sempre maior que isso. Temos costume de sofrer por antecipação, falta, carência, dor ou desamor. Dói? Claro que dói, falta um pedaço da gente. Mas acredite, existem dores maiores do que essas, mas precisamos ser fortes, já que no momento que você deixar isso te abalando, no futuro, qualquer coisa, com a absoluta certeza vai deixar você mais fraco. Mas não digo que devemos ser fortes o tempo todo, aliás, ninguém consegue, mas sim tentar não deixar tudo afetar você.
Restringe em companhia de Vireipassaro. (via discursou)
Qual a melhor parte de ser adulto?! Me questiono rotineiramente sobre isso. Somos só uma poeira esquecida embaixo do tapete, de vez em quando passamos o aspirador e deixamos tudo em seu devido lugar. Tudo é tão é efêmero e sombrio. Fugir e fingir não adianta muito, fechar os olhos para o "monstro" da vida adulta é querer viver como criança, e as vezes é hora de parar de brincar. Mas sem perder essência somos só crianças num jogo enorme onde somos controlados a sermos infelizes, aprendendo a derrubar nossos oponentes todos os dias. Dias difíceis virão e onde estarei?! -Julianna Nascimento
— Não, não é um lugar comum. Por exemplo, ensinaram-nos até aqui – “ama teu próximo”. Se eu pratico tal preceito, que é que acontece? prosseguiu Piótr Petróvich com uma precipitação talvez um pouco visível demais. — Acontece que eu rasgo meu capuz em dois, dou a metade ao próximo e ficamos, os dois, nem vestidos, nem nus. Segundo o provérbio russo: “Quando se caçam muitas lebres, não se pega nenhuma.” Ora, a ciência me ensina a amar a mim mesmo acima de tudo, porque tudo neste mundo se estriba no interesse pessoal. Se o senhor amar a si mesmo realizará os seus negócios direitinho e guardará o seu capuz inteiro. A economia política acrescenta que, quanto mais fortunas privadas se formarem numa sociedade, ou, em outras palavras, quanto mais capotes inteiros forem fabricados, melhor se assentará nas suas bases e será melhor organizada. Portanto, trabalhando para mim sozinho, eu trabalho, por conseguinte, para todo o mundo e contribuo para que o próximo receba um pouco mais da metade do capuz furado e isso não por causa das liberdades privadas ou individuais, mas em consequência do progresso geral. A ideia é simples: infelizmente, tem demorado muito para seguir seu caminho, tendo sido durante muito tempo abafada pelo espírito quimérico e sonhador. O egoísmo, talvez, seja a tão esperada solução de todas as problemáticas humanas, meu caro senhor.
Dostoiévski - Crime e Castigo. (via cartas-rasgadas)
Hoje eu não senti saudades. Nem vontade de partilhar algo importante contigo. Hoje eu não disse o quão maravilhoso você é, e como eu sou louca por você, pra ninguém. Nunca pensei que esse dia fosse chegar, mas olha só, chegou. Eu ainda te amo hoje, só que não é algo que eu desejo mais, ter você pra mim. Eu superei, da pior forma possível, mas superei. Hoje eu me olhei no espelho e sorri, mas não foi por lembrar de você, foi por perceber que o meu sorriso não precisa de você como motivo pra aparecer.
Milena Borges. (via lamuriei)
Você não saberá quantas vezes falei seu nome em conversas paralelas, e quantas musicas escutei pensando em você. Não vai saber às vezes em que escrevi seu nome no caderno, na mesa, na parede. Às vezes em que te liguei e desliguei em seguida, só para ouvir sua voz. Porque estava com saudades. Você sempre me causou uma saudade imensa, mesmo que você nunca tenha percebido. E eu nunca demonstrado. Também não vai saber que já fiquei olhando fotos suas por longos minutos, e sorrindo sozinho. Nada do que eu diga faria diferença. Nada do que eu faça mudaria alguma coisa entre nós. E é exatamente por isso, porque os meus segredos não mudam nada e as minhas verdades não são suficientes para quebrar as mentiras e ilusões criadas. Que você não vai saber. Não precisa se importar, não precisa entender. Adeus ou até logo. Que seja. Quem amou fui eu, não você.
Allax Garcia. (via discursou)
Preciso aprender a viver em menos, necessito de despertar o meu lado menos. Cansada de ser sempre a que ama mais, que se importa mais, que sofre mais. O grande problema é que sou intensa demais. Se eu estou feliz, eu estou muito feliz, mas se eu estou triste, eu estou muito triste. Se eu quero alguma coisa, eu quero muito essa tal coisa, se eu sonho, eu sonho muito alto, se eu confio em alguém, eu confio muito, tipo demais. E é aí que vem o lado mais dos tombos, das decepções, das desilusões, dores, percas. Eu coloco intensidade em tudo que eu faço, meus sentimentos sempre são tão grandes que acabam transbordando. Preciso com urgência aprender a ser menos, sentir menos, pensar menos, me iludir menos, pros tombos serem em menos também, pras decepções doerem um pouco mais. Preciso aprender a bloquear o lado intensa e manter ativado apenas o meu lado fria, que não se importa, que finge que ta tudo bem sem se importar com isso, que faz de conta que não doeu, que vive, que canta mesmo sabendo das dores que tem, preciso ser assim. O problema é que pra quem põe intensidade em tudo, até pra ser intenso dói.
Michele Valentim. (via discursou)
Eu não fui feito para ninguém, muito menos alguém para mim.
De mãos dadas com a solidão. (via discursou)
Eu estava aqui. Bem aqui. Com o meu clichê “eu te amo, te quero bem”. Eu estava aqui. Para seus problemas pessoais, suas crises de solidão, seus cortes no pulso. Amor, eu estava aqui. Pras brigas, discussões, xingamentos, abraços, amor e sono. Tudo em sequência. Eu estava aqui quando você, arredia e espalhafatosa, derramava as flores pelo caminho, as dores pelas estradas, o desamor nas esquinas de bar. Estava aqui quando você clamava por alguém, pedia proteção, ajuda e sossego. Eu estava aqui. Estava amor, e você… você não viu.
Igor Pires. (via discursou)
☼ express your inner Vintage Loser // inspiration ☾