A quentura daqueles dedos não lhe era estranha, tampouco as repreensões que ele lhe lançava por seus esquecimentos; o que, honestamente, só deixava tudo mais divertido e agridoce para o ator. “E quem disse que eu não bati? Você não tá vendo porque eu passei maquiagem no nariz, sem nada ele tá vermelho.” Ele brincou, sentindo imediatamente falta da mão alheia quando ele parou de tocá-lo. “Nah, agora eu consigo ver direito e eu quero o ponche. Ponche misterioso, que negócio será que enfiaram aqui? Eu só espero que não tenha tequila.” Ele disse, sorvendo um gole do copo no qual serviu-se rapidamente. “Nope, boa e velha vodka.” E encarou Cameron, então, os olhos vagueando para além dos alheios, avaliando as pessoas próximas. “Ah... Você sae o que tem lá pra cima? É uma casa bem grande, não é? A gente podia explorar um pouco.”










