Babs and Greg: Jongray Moodboard parte 3
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Babs and Greg: Jongray Moodboard parte 3
Babs and Greg: Jongray Moodboard parte 2
Babs and Greg: Jongray Moodboard parte 1
Felicity Smoak!!!
A bitch with Wi-Fi
Emily Bett Rickards at SDCC - July 11, 2015
❦ Plants vs. Girls — Alicia & Babs
Alicia apagou um pouco do sorriso ao lembrar dos momentos com ouro. Quase havia perdido Babs e nunca iria perdoar Midas por isso.f A cada segundo que se envolvia mais com esse mundo dos semideuses, mais entendia o que seu pai queria dizer com esse mundo não ser seguro. Na verdade, era assustador. Mas teria de manter-se feliz por ambas, senão acabariam desistindo da missão. E muita gente dependia delas. “Separar?” Acenou em negativa com a cabeça. “Isso nunca é bom sinal. Você sabia que é isso que o povo do Scooby Doo fala antes de encontrar monstros?” Olhou a sua volta, vendo se não tinha aparecido nada. “Acho melhor ficarmos juntas. Mesmo que demore um pouquinho.. Vai ser mais seguro” Comprimiu os lábios e encolheu um pouco dos ombros. Mesmo sendo forte, por causa do poder, não queria demonstrar que estava com um pouco de medo. “Mas vamos ser positivas. Você já sabe tudo sobre a árvore, minha cara amiga de Atena, agora só temos que ser desbra..” A menina pôs as mãos na cintura, olhando ao céu em uma pose heroica. Enquanto a língua se enrola a falar as próximas palavras. “Desbrav.. Ido… Desbravadorismo. Não.. Des-bra-va-do-res. Isso!” Comemorou consigo mesma e passou a correr em frente, olhando as árvores em busca da que a amiga falou. “E o que desbravadores fazem?” Gritou a distância, olhando rapidamente pelo ombro “Descobrem coisas!” Alicia teria dado uma risada animada, mas de frente a uma árvore e caiu ao chão, esfregando o nariz. “Ai. Esse árvore apareceu do nada? Eu jurava que não tinha nada aqui antes” Estranho, realmente não tinha nada enquanto Alicia olhava pra frente. Sentou-se olhando a árvore e a amiga, sucessivamente as mãos dela, onde brilha o localizador. A cor igual ao encontro com Midas, segundos antes deles as atacarem. O rosto da semideusa ficou branco, a boca entreaberta, as pernas estremeceram. “B-babs…” Falou em um sussurro, tirando os olhos do localizador e indo as raízes que haviam subido da terra e iam em direção à sua amiga. Apontou para trás avisando a amiga, não vendo as raizes ameaçando envolver as pernas de ambas.
Tentou imaginar como devia estar sendo toda essa experiência para Alicia, pois a amiga não era de lutar e fazer parte - perigosamente - desse mundo. Para Babs, aquela até que era uma missão bacana, tinha quase morrido apenas uma vez, já estava no lucro! “Sei sim, o Fred sempre fazia dupla com a Daphne” olhou para Alicia com aquela cara: você sabe o que acontece, e depois soltou uma risada “Mas vendo pelo lado bom, eles sempre acabam encontrando o monstro e desvendando o mistério” riu mais ainda com a imitação e pose de Alicia, enquanto ia olhando as plantas que passavam, ia prestando atenção no que ela falava. “Desbravadores não desbravam coisas?” foi quando olhou para ela, comentando, e viu uma árvore surgir do nada. “Alicia! Cui..” tentou avisar, mas a amiga já tinha caído. Entenda, Babs já viu de tudo nessas suas duas vidas, mas árvores surgindo do nada não e qualquer um pode ter certeza que aquilo não era algo bom. E não era: quando raízes começam a querer te prender seus pés, o melhor que você tem a fazer é cortar e fugir. Babs devia fazer um livro: Como fugir de situações mágicas e perigosas. Ela era boa nisso. Na mesma hora que as raízes começaram a rastejar, o que foi muito rápido, Babs com a mesma rapidez, sacou uma das adagas que guardava no cinto e cortou o melhor que pode as raízes. Não foi fácil. Pegou a mão de Alicia “CORRE!” E a fizeram correr. Sim, a planta que precisavam estava naquela árvore, mas quando se tem muitas raízes e outras plantas tentando te pegar, você corre para longe. Enquanto corria, encaixou a adaga na ponta do seu bastão flexível.
Ao olhar para lado, viu que a maioria das plantas estava se mexendo, acompanhando a corrida das garotas, caçando-as. Uma risada feminina retumbou no lugar “Vocês realmente acham que conseguem fugir de mim?” Babs queria parar e gritar de volta: claro que não, sua idiota, só estava dando tempo para pensar em algo. Mas é claro que não fez isso, pois não queria morrer de novo. “Noticia ruim: não dá!” continuou falando com uma voz mais calma, quase como se estivesse divagando “Sabe, antes eu tinha loja. Ah, era uma loja linda, mas semideuses como vocês duas a destruíram, me destruíram, por isso estou aqui, para me certificar que vocês se destruam” Babs tinha quase certeza que ela estava falando da guerra entre gregos e romanos, mas a primeira parte, a parte da loja, não tinha tanta certeza. Mas a história não lhe era estranha. Sentia no ar uma vontade de parar e conversar com a mulher e relutava com esse sentimento “Está sentindo isso?” sussurrou para Alicia, que concordou com a cabeça. “Isso? Isso é o meu charme, queridas. Agora venham aqui e vamos conversar!” olhou para a amiga intrigada. Charme? Onde tinha ouvido aquilo? Então arregalou os olhos e lembrou. Lançou um sorriso para Alicia e as fizeram parar, não sucumbindo ao charme da feiticeira, mas por vontade própria. A voz soltou uma risada de triunfo. “Então” Babs começou “Acho que essas coisas com as plantas foram sua culpa, não é?” ela tinha certeza disso “E depois falam que você é filha de Atena” ironizou a voz “E porque você não vem até aqui, para conversarmos. Sabe, já vi muita coisa, mas nunca alguém com esse poder” ignorou o comentário sobre sua mãe e olhou para Alicia, para se preparar. Então uma mulher apareceu, era alta, com cabelos negros caindo nos ombros e uma beleza incrivelmente errada para um ser humano – Babs daria uns 40 anos para ela. Sua roupa e sua pele eram as coisas mais estranhas: seu vestido parecia feito de plantas e sua pele era esverdeada. Nos membro era envoltos por ramos de plantas. “Você é a Hera Venenosa!” soltou sem pensar. A mulher lhe olhou como se estivesse falando com uma louca, o que fez Babs sorrir. “Sabe, você não é como eu imaginei. E posso te chamar de Medeia Hera Venenosa?” olhou para Alicia como se falasse: ela é Medeia, a feiticeira, sabia o tempo inteiro. Mas Medeia não gostou disso, monstros normalmente são dramáticos. Levantou os braços e deu gritou, fazendo tudo explodir em vida. Todas as plantas criaram ramos grossos e vieram atrás das meninas. ”Ganhei uma nova magia, magia das plantas, bitches” Babs, usando o bastão, até tentava cortar as que chegavam muito perto, mas eram muitas. Resultado: Alicia e Babs estavam penduras, de cabeça para baixo, pelos calcanhares.
O sangue indo para a cabeça deve ter ligado alguns pontos na cabeça de Barbara e, não, isso não era bom. Enquanto Media se vangloriava por tê-las capturado e não que fazerem mais semideuses como antigamente, a filha de Atena atraiu a atenção de Alicia. “Vou tirar a gente daqui e ser a isca” sussurrou com um pequeno sorriso no rosto, Babs sempre era a isca “Você vai correr, pegar a planta e sair daqui. Se eu não conseguir, você vai embora sem mim, entende? Outras vidas dependem dessa flor!” rezava para que Alicia conseguisse e seguisse suas instruções, ao mesmo tempo, não queria. “Agora vou fazer uma das coisas mais estupidas que eu já fiz na minha vida. E olha que eu já fiz muitas”. O tempo todo estava tentando pegar sua ultima adaga e quando conseguiu, jogou na união dos ramos que as prendiam, fazendo as duas despencarem. Se os gregos tivessem uma deusa gata como os egípcios, ela estaria ajudando Babs e Alicia, pois as duas caíram de pé, como felinas. A loira olhou para a amiga como se gritasse: CORRE! E foi o que Alicia fez, com um pouco de relutância. “Querida, se você fosse checar seu horóscopo agora, ele estaria falando: não se vanglorie de suas conquistas pessoais, pois tudo pode dar errado.” Só quando Babs se manifestou que medeia percebeu o que tinha acontecido “O QUE?” gritou indignada. Enquanto isso, Barbara pegava do chão o arco que tinha caído das suas costas, e, da sua bolsa, uma flecha especial. Ela era como o Batman e seu cinto de utilidades “Acontece sempre querida, você devia estar acostumada” A feiticeira invocou suas plantas para pegarem a semideusa, mas essa em questão não era uma semideusa comum, era Babs: filha de Atena, com um corpo e sentidos melhorados. E o melhor: tinha à sua mão uma flecha com Fogo Grego (usada na época dos seus monstros). Atirou a flecha, acertando o peito verde de Medeia. Por um momento nada aconteceu, a feiticeira até soltou uma risadinha, então começou a pegar fogo. Fogo verde. Estava tudo combinando ali. “Como você mesmo disse, sou filha de Atena e sei das coisas. Sua magia ficou liga as plantas, então se você morrer, tudo para de nos perseguir e ainda nos livramos de você, sem falar que eu sou uma pessoa prevenida, tenho Fogo Grego!” era cruel fazer qualquer criatura viva queimar daquele jeito, mas Babs estava desesperada. Agora o difícil era apagar um fogo que não apagava. Para usar contra monstros, Barbara teve que aprender um pouco sobre o assunto e descobriu que apenas uma coisa no mundo pode extinguir o fogo grego: uma mistura química que Quiron tinha guardado. E é claro que a loira pegou um pouco. Rezava para que Alicia tivesse conseguido escapar. Esperava Medeia queimar até um certo ponto e acabar com a brincadeira. O problema era que a feiticeira não sabia brincar: em seu ultimo ato, ela espalhou o fogo verde, fazendo com que rapidamente a maioria das plantas em volta de Barbara pegassem fogo.
#I freaking hate these dorks!
Emily Bett Rickards - SDCC
I’ve been building computers since I was seven.
❦ [Titulo here gema] — Alicia & Babs
Nova Zelandia não fora tão simples quanto Alicia julgou que seria. Estava exausta, sentada sobre uma pedra, relembrando do frio do ouro tentando encobrir sua perna. O poder de Midas era forte, mas quem diria que o poder da menina em um surto de pânico seria maior ainda? Conseguiu quebrar ouro antes dele pegar seu corpo inteiro. Mas isso foi só um pequeno detalhe do que passou, além do que Babs passou, além do que passaram juntas. E só tinham U-M-A flor até aqui. Ai. Falta outra. Já estavam na floresta que Leonardo havia indicado para pegar a outra flor. “Por onde começamos?” Alicia perguntou, passou a ponta da camiseta no rosto para limpar o suor. Queria terminar isso o quanto antes, para que os romanos ficassem bons de novo. Para que pudesse ver os amigos de novo. E principalmente, que Evan não se machucasse ou machucasse ninguém. A filha de Kratos, ainda arfando, olhou sobre a mão de Barbara, onde estava com o localizador. “Por enquanto não está com luz nenhuma, bom sinal. Agora só encontrar a flor” Sorriu, tentando ser positiva. “Você que conhece essas planta tudo, onde ela estaria agora?” Olhou pela extensão da floresta, tentando pensar onde encontra-la. “Se eu fosse uma flor, onde estaria?” Falou alto, pra si mesma. E torcendo, inocentemente, para nenhum inimigo enfrentar.
Por que a vida de Babs sempre tive que ser agitada? Acontecer um monte de coisa tudo junto? qual é o problema de ficar um tempo em casa, criar e seguir uma rotina para quando estiver de saco cheio dela, acontecer algo? Era tão difícil? Bem, aparentemente para Babs sim. Quase morreu - de novo - matou seus monstros, continuou viva, seu irmão parecia que tinha tido um ataque esquizofrênico porque a deusa da magia achou legal falar com ele quando ele estava em publico, Leo anunciou que o acampamento teve um ataque e os gregos e os romanos estava entrando em guerra e que o pessoal tinha que ir em missões pegar flores. Faltou algo? Não sei, isso aqui é um resumo e Babs esta muito irritada para lembrar de tudo. Mas o pior foi o que aconteceu na Nova Zelândia. Babs foi com Alicia - a parte boa - e para pegar a flor, tiveram que invadir a mansão do Golden Boy, de ninguém menoos que Midas. E já da para imaginar o que aconteceu. Babs só lembra de Midas estar com a flor na mão e indo atacar Alicia de novo, que supreendentemente – e fodasticamente – se livrou do outro que queria cobrir seu corpo. Só sabe que atacou Midas, tentando pegar a flor e desviar sua atenção e PA! Já tinha ouro subindo por seu corpo. Babs ainda tinha sua força, mas por mais que tentasse, não conseguia reproduzir o que a amiga tinha feito e em poucos minutos seu corpo tinha virado ouro. Seu ultimo pensamento foi: vou morrer de novo, me desculpe pessoas que eu amo. Mas não morreu. Depois de um tempo, seu corpo foi voltando ao normal. Quando voltou a si, a estufa de Midas estava praticamente destruída e Alicia ainda lutava com o dono. Babs foi cruel ao enfiar uma das flechas nas costas de Midas, passando por seu coração e o chutou, fazendo-o cair no chão. “Não é nada legal transformar as pessoas em ouro” Midas não era uma pessoa, era praticamente um monstro, mas mesmo assim isso ficaria preso na consciência dela. Lembrava disso ao caminhar na floresta ao lado da amiga. Além da força, Babs ainda tinha o poder de se curar. “Acho que teremos que no dividir, isso aqui é cem vezes maior do que a estufa de Midas” falou, seu quase pessimismo sendo um contraste ao positivismo de Alicia. “Bem, ela é uma orquídeas, então estaria no caule de alguma árvore” lembrou o que aprendeu nos inúmeros livros que lia e por acaso essas flores estavam la. “É uma orquídea, procure por árvores grandes. Eu acho”
∞ ship asthetic: jongray;
“You aren’t just something. You are my best friend, the love of my life, the mother of my children. You are e v e r y t h i n g.”
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One day I will have a little human like this one 😍
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