jamesbentleyrp:
flashback
Foi boa, a Lice sabe como dar uma festa. Pois é, cara, você sumiu do nada, o que rolou?
“Tinha uma garrafa de vodka me chamando e eu precisava atender.”
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jamesbentleyrp:
flashback
Foi boa, a Lice sabe como dar uma festa. Pois é, cara, você sumiu do nada, o que rolou?
“Tinha uma garrafa de vodka me chamando e eu precisava atender.”
txnxrxgxrs:
“Nhaw, eu estava falando comigo mesma.” Fez um gesto com a mão como se dissesse para o garoto deixar para lá. “Mas eu tava falando que depois de carregar todas essas caixas eu provavelmente já bati minha cota de exércicios da semana toda, talvez até do mês.”
“Ah, você acabou de se mudar? Pera, é claro que sim, isso é óbvio. Eu tô meio aoado hoje, foi mal. Enfim, você tá mudando de casa só ou veio de outra parte do país?”
It’s a caramel miracle.
@erikapp
Oh yeah! Oh yeahhh!
@erikapp
Take my hand, take my whole life too◆ zerika
erikapp:
Erika pode sentir seu coração se acalmar e algumas de suas inseguranças serem lentamente apaguizadas ao ver a reação do namorado, não significava que tudo já estava certo entre eles, existia muito mais que precisavam conversar. - Não leve para o lado errado o que eu vou dizer, por favor. Eu queria que você estivesse lá comigo. - Começou bem hesitante, porém sem desviar seus olhos do rosto do namorado, precisava ser forte ou não conseguiria dizer tudo o que tinha para falar. - Eu também não queria ter te excluído do primeiro ultrassom ou sequer realmente precisava ter feito ele ainda, é só um pontinho, mas eu estava tão nervosa com o exame de sangue ser um falso negativo ou positivo e eu conheço a médica que me atendeu e ela ofereceu de fazer o ultrassom para ter certeza e era isso que eu podia te oferecer no momento, certeza para poder te contar antes que você tomasse alguma decisão grande às cegas, porque você se afastou e eu não sabia o que você estava pensando ou o que você ia fazer e eu estava com medo. Medo de ter te afastado por causa de um alarme falso, de ter te perdido por nada. - Havia um motivo que Erika havia contado antes de ter completa certeza sobre a gravidez, ela queria que eles tivesse tomado a decisão, não cada um com seus próprios medos, ela queria que ele tivesse a acompanhado para a primeira consulta e lhe confortado, dizendo que tudo ficaria bem, ela não tinha como contar para os pais, eles estavam muito longe para poder lhe ajudar no momento e apenas os preocuparia, e não estava pronta para anunciar da gravidez para o mundo para buscar o conforto de amigas. Então Zac era a única pessoa que realmente tinha para isso, só que… força-lo a ficar por causa disso parecia errado, ele tinha o direito de ter seu espaço, mas Erika não podia deixar de imaginar que talvez as coisas tivessem sido diferentes se tivesse dito o que realmente sentia. - Eu acho que nós precisamos ser… mais abertos um com o outro. Sobre tudo. - E as lagrimas estavam de volta em seus olhos, Erika sequer podia culpar os hormônios nesse momento, estava sentindo que estava sendo dura demais com Zac, mas ela estava prendendo isso para si havia muito tempo e se não falasse agora, nunca mais falaria. Porém, não conseguiu manter seus olhos no rosto do namorado com o que diria a seguir, se focando na barra de sua bata ao invés. - Eu vou ter essa criança e a escolha é toda sua de continuar na vida dela. Só que uma criança é um compromisso para a vida toda e se você escolher ficar conosco não tem mais volta, ok? Independente de nós estarmos juntos ou não, você não pode simplesmente desistir dela.
Zac realmente não sabia como respondê-la. Era tudo muita coisa pra proccessar ainda. Mas ele aprenderia a lidar, eventualmente. Ele e Erika teriam um filho, isto era fato. Ele não a abandonaria, isto era outro fato. Destas duas coisas ele tinha certeza. E ter certeza de alguma coisa já ajudava a acalmar, mesmo que pouco, seus nervos. Quando ela terminou de falar sobre o ultrassom, ele assentiu, entendia o lado dela e nuncca ficaria bravo com ela por uma coisas dessas. Ele sabia que havia a deixado insegura, e sentia-se muito mal por isso, não queria ter deixado Erika com dúvidas, mas se ele não se resolvesse consigo mesmo primeiro, as coisas não dariam certo.
Concordava que precisavam ser mais abertos um com o outro, especialmente ele com ela. E era exatamente isso que pretendia fazer. Ao que ela terminou de faalar, o sorriso que Zachary esboçava carregava uma certa melancolia, mas ele não estava triste, apenas doía-lhe ouvi-la duvidar que que ele continuaria com ela, com eles. Colocou as mãos sobre os ombros da namorada e olhou fundo em seus olhos, queria que ela soubesse que o que tinha a dizer era sincero. “Hey, eu não abandonar você, nem o Zachary Junior,” brincou, soltando uma risada fraca numa tentativa de aliviar o clima tenso. “Eu quero continuar na vida de vocês dois, e se você me permitir, é exatamente isso que eu pretendo fazer.” finalizou, levando uma de suas mãos ao rosto dela, afastando uma mecha de cabelo que caía sobre seu olho.
Respirou fundo, agora precisava se preparar para o que vinha a seguir. Agora ele finalment colocaria todas suas cartas na mesa. Deixaria de ter segredos, e depois disso não teria mais volta. “Hey.. Eri... eu, bom, antes de mais nada, eu tenho umas coisas pra te falar. Eu confesso que eu tenho muito medo de como você vai me ver depois disso, mas eu concordo que temos que ser mais abertos um com o outro, e é isso que eu tô tentando ser.” começou a falar, mas pausou, engolindo em seco e sentindo suas mãos tremerem de tão nervoso que estava. Deu um tempo para ela processar suas palavras e também para ele organizar seus pensamentos e se preparar.
txnxrxgxrs:
Tina estava levando as últimas caixas da mudança para dentro da sua nova casa, ela tinha um sorriso feliz no rosto poque tudo ali cheirava a recomeço e isso era tudo o que ela precisava. Encostou-se em seu carro para descansar um pouco os braços antes de conseguir levar a última caixa. “Acho que depois disso aqui eu posso fazer minha matrícula na academia só pra semana que vem.”
Estava apoiado contra a parede, fumando e perdido em seus pensamentos quando ouviu alguém falando, mas não sabia se era com ele. “Huh? Falou comigo? Desculpa, eu só ouvi a palavra academia.”
ninagonsalez:
Nina sorriu de lado e negou com a cabeça “sinceramente? não prestei atenção a nenhuma palavra, estou meio desligada hoje”, ela deu de ombros, normalmente a morena era bem avoada “Como é a letra?”
Se ajeitou em seu lugar, para ficar mais confortável e acomodou melhor o violão no colo ante de voltar a lhe dirigir a palavra. “Quer ouvir o refrão?”
chasesebastian:
[flashback]
A mão trêmula acendeu o último cigarro que ainda tinha no bolso. Amassado, sujo, mas ainda um cigarro. Sebastian já não fumava com a frequência de seus anos da escola, marcados por longas festas com drogas e bebidas. Apesar de sentir falta da sensação de perder-se em luzes e corpos, já não carecia tanto de coisas que não fosse cigarro e cerveja. “Não é que algo específico me incomode, eu só…” Tragou o cigarro. Mexeu no cabelo. Um ritual que se repetiria diversas vezes durante a conversa e a falha tentativa de se expressar. “É como se nenhuma palavra conseguisse explicar exatamente como eu me sinto. Eu ia dizer que estou confuso, mas isso é quando alguém está sem qualquer orientação. Não estou confuso em relação aos meus pensamentos ou ações. É mais…” Dessa vez, sugou com mais força a plenitude que esperava vir do cigarro. Seus cabelos castanhos se confundiam em um emaranhado de fios. “Você deve me achar um louco.” Disse, por fim, já conformado com sua incapacidade de se expressar. “Ao mesmo tempo que pareço feliz e divertido, começo esses diálogos infelizes. Ao mesmo tempo que afirmo não gostar de Izzy, passo uma madrugada falando sobre nada com ela, ao mesmo tempo que penso uma coisa, faço outra completamente diferente. E o problema está justamente nessa minha contradição, porque eu já não sei o que sou eu. Desde a morte do meu pai, me imponho a tantos papéis, que já não sei quando estou atuando, quando estou me esforçando a ser alguma coisa e quando estou sendo eu.” As palavras saiam com uma fluidez que lhe apertava o coração. E lhe desnudava. “Eu sou o Sebastian divertido ou sou o que arrasta a tristeza dos outros? Já não sei, Zac. Eu realmente não sei.”
Enquanto Sebastian falava, Zac ouvia tudo com atenção, apoiando-se com o cotovelo no violão, sem desviar seu olhar do amigo por nenhum momento sequer. Aquilo era mesmo complicado. Odiava ver o melhor amigo daquele jeito, e queria conseguir ajudar de alguma forma, mas Zac era péssimo naquelas situações, apesar do peso que sentia sobre o coração. Procurou em sa mente alguma música que pudesse tocar ali, mas não lhe vinha nada condizente. “Não tem tipo, uma crise existencial que a gente assa nessa idade?” questionou, nem ele mesmo sabia direito o que estava falando, mas não queria deixar um silêncio constrangedor ocupar o espaço entre eles. “Mas sabe, dude, você não devia ficar tentando ser algo que você não é. Tipo, tu é o Seb, é essa pessoa que você tem que ser, e foda-se o que os outros quere ou esperam de você. Tá, eu sei que tô sendo meio hipócrita, porque eu ainda escondo muita coisa. Mas não somos atores, então pra quê ficar atuando pros outrs se ninguém tá pagando?”
ninagonsalez:
Nina observava o garoto completamente concentrado e mergulhado em seu próprio mundo com a canção, sem pensar muito ela caminhou até ele e sentou perto “muito bonita essa musica”
Ao ouvir o elogio, não conseguiu soltar uma risada fraca, afinal, Head Like A Hole era uma de suas músicas favoritas, de fato, mas não era o que tipicamente seria considerada bonita. “Você prestou atenção na letra?”
alicexn-malibu:
“ — Nos dias em que Alice só queria relaxar, longe de toda a correria que era a sua vida no dia a dia, sua primeira opção era a praia. Costumava andar descalça na areia, na parte mais afastada das pessoas que ela conseguia encontrar e por ali ficava, até que se sentisse melhor. Era o que estava fazendo aquele dia, caminhando pela praia até ouvir o som de um violão pouco distante que lhe chamou a atenção e depois de alguns passos seguindo a música, encontrou Zac. —— Hey… — disse com um fraco sorriso, se aproximando a passos calmos pela areia —— Não sabia que você tocava. ”
Ouviu Alice antes de vê-la, e a recoheceu imediatamete pela voz. O susto que levou não foi por ela ter aparecio ali repentinamente, e sim pois ele se sentiu um tolo por estar tocando ao ar livre em um lugar público onde qualquer um pudesse vê-lo. Não gostava que muitas pessoas soubessem que ele tocava, sabia que era apenas uma paranoia desnecessária sua, mas ainda estava se acostumando com a ideia de seguir isso como carreira, como havia sido sugerido por Sebastian. “Ah...” perdeu-se um pouco nas palavras, sem saber o que dizer, “É, eu... eu toco,” disse com uma risadinha fraca. Que coisa ptética de dizer, afinal ele estava com um violão na mão, era óbvio que tocava. “Quer que eu toque alguma coisa pra você, Lice?”
igfaith:
Georgia acabará de voltar de uma viagem longa em busca de tecidos para sua nova coleção de vestidos e o motor de seu carro morre, o que a faz parar no meio da estrada e pegar o celular que por mera coincidência estava com a bateria tão morta quanto a de seu carro. Pelo menos já estava em Malibu, pensou. Deu um suspiro pesado e desceu sem mesmo tirar a chave da ignição, azar de quem tentasse roubar o veículo. Após algum tempo caminhando, encontrou uma praia que nunca havia prestado muita atenção das vezes que passava por ela e continuou o caminho na esperança de encontrar alguém até finalmente ouviu o som de uma música antiga e se aproximou calmamente do garoto que tocava o violão enquanto se perdia na brisa do oceano, esperou um tempo antes de interrompe-lo.
“Hm… Com licença?”
Estava tão absorto em acertar a melodia que demorou para perceber que havia alguém atrás dele falando consigo. “Oh, hey,” disse, levando um pequeno susto mas logo levantou-se para se dirigir à desconhecida com mais educação. “Você tá perdida?” era a única explicação que tinha, ao menos que conseguia pensar, pois duvidava muito que uma mulher aleatória na praia o paraia para elogiar sua tentativa de modificar a música.
Zachary gostava muito de ocasionalmente fugir para uma das praias mais isoladas deMalibu quando queria ficar sozinho, geramente com o violão na mão. Estaa trabalhando numa versão indie de Head Like a Hole e não percebeu que havia mais alguém por perto.
jamesbentleyrp:
Eu sou um ótimo mentiroso, Zachary. E pelo amor de Deus, não sopra essa fumaça na minha cara.
“Sorry, sorry,” disse, virando um pouco o corpo para que não acabasse soprando fumaça no amigo. “So... como foi lá na festa? Quer dizer, nos momentos em que eu não estava contigo. Que foram muitos, eu acho. Fuck, eu não lembro de metade daquela merda.”
Take my hand, take my whole life too◆ zerika
erikapp:
Zachary não hesitara em ir direto ao ponto e Erika estava ao mesmo tempo grata e nervosa ao ouvir as primeiras palavras do namorado. Enquanto ela estava olhando para ele, ele estava desviando o olhar e seu nervosismo aumentou ainda mais, sem querer atrapalhar a linha de raciocínio do namorado, Erika limitou-se a acenar a cabeça e incentiva-lo a continuar falando com um aceno de cabeça e alguns sorrisos, por mais que ele não estivesse a olhando, não sabia o que fazer além disso. Não podia negar que a semana havia sido uma montanha russa de emoções e por muitas vezes, para sua vergonha, duvidara de Zac. É claro que sabia que o amor deles era reciproco e ela não poderia força-lo a participar da vida de uma criança, Erika queria acreditar que um fato não interferia o outro, mas era difícil de saber o que passava na cabeça de Zac, eram muitas decisões e muitas responsabilidades repentinas, ela tinha precisado de um momento para si, sozinha, para pensar. Só que pelos próximos meses era impossível realmente estar sozinha. Ainda assim, escutar que ele a amava depois do que parecia uma eternidade era mais do que reconfortante.
Era interessante que o namorado tivesse escolhido dizer o que sentia através de uma música, mas Erika não estava muito surpresa. Estava namorando um cantor no final das contas. Não foram poucas as vezes que teve que se segurar para não o interromper e beija-lo profundamente, se esforçando ao máximo para entender todas as letras da música. Quando Zac terminou de cantar, Erika tinha lagrimas nos olhos e um sorriso de ponta a ponta em no rosto e nada a faria esquecer esse momento, independente da conversa que viria depois. “ Oh, kotynok. ” Foi impossível não se jogar aos braços de Zachary, colocando uma perna em cada lado do garoto e abraçando seu pescoço, a posição era meio estranha com Maribel entre os dois, mas havia passado tempo demais que se deixara ser espontânea com o namorado por medo de afasta-lo ainda mais, logo começou a encher o rosto do namorado de rápidos beijos. “ Você sabe que eu te amo, certo? ” Suspirou entre eles.
Se ele realmente chamasse o filho deles de stupid shit, Zac ficaria no sofá da casa inexistente deles por uma semana, era como Erika queria começar a conversa, mas não era a melhor maneira e não estragaria o momento, ela esperava que o que tinha a mostrar para ele não arruinasse completamente o clima, mas assim como Zac tinha ido direto ao ponto, Erika precisava tirar esse peso de si. “ Antes de qualquer coisa, eu tenho algo para você, só não fique bravo, ok? ” Disse enquanto se sentava nas pernas do namorado, dando espaço para ele e Maribel, enquanto tentava alcançar com graça sua bolsa para pegar o ultrassom. Ela não precisava ter tido um tão cedo, mas esses eram os bônus de se trabalhar em uma clínica obstetrícia. Ainda sentia que não havia sido justa com Zac de priva-lo desse momento quando ele sequer havia tomado uma decisão, mas também precisava ter certeza de tudo. “Independentemente do que acontecer de agora para frente, eu quero que você tenha isso. ” Disse entregando o envelope para o namorado.
Não sabia o que fazer agora que Erika estava chorando, mas pelo menos eram de felicidade, então sabia que não havia nenhum problema ali. Mas ser chamado novamente, depois de tanto tempo sem ouvir a palavra, de kotynok, apesar de não entender o que significava, o deixara bastante feliz. Sentia falta dela, sentia falta de suas palavras estrangeiras, sentia falta daquele carinho. Pela primeira vez encontrava-se se perguntando o que faria sem ela. Era estranho pois, depois de tantos relacionamentos falhados, Zachary havia deixado de acreditar que exisitia alguém com quem se poderia passar o resto da vida ao lado em plena felicidade. Mas agora ele tinha Erika, que estava o fazendo questionar esta crença, fazendo-o ver que ele tinha sim esta chance de ser feliz ao lado de alguém pelo resto de sua vida. E ele queria isso, por mais fantasioso que parecesse, era o que ele queria.
Fora surpreendido pelo ato repentino da morena de sentar em seu colo que mal conseguiu processar que precisava tirar Maribel de entre eles, e apenas a deixou lá, se permitindo se perder nos olhos dela. Porém isso não durou muito tempo, pois ela logo estava o enchendo de beijos, que o fez começar a rir. “Tô vendo,” brincou, deixando ela se divertir ali. Não, é claro, que não estivesse divertido para ele. Mas ainda haviam muitas questões a serem resolvidas cutucando-o no fundo da mente, implorando para serem colocadas logo na mesa.
Não gostava quando algo começava com não fique bravo, mas não disse nada, afinal, provavelmente era algo importante. Então apenas concordou com a cabeça, sentindo a euforia de segundos antes se esvair lentamente. Enquanto ela se ajeitava ele aproveitou para pegar o violão e colocar sobre o lençol ao lado deles para que não os atrapalhassem mais. A observou, curioso para ver o que ela tinha para lhe entregar, e logo tinha em mãos um ultrassom. Sentiu seus olhos encherem de lágrimas imediatamente. Ali tinha uma imagem de um ser vivo, um ser vivo que ele havia criado, um que seria posto no mundo por causa dele. Não haviam palavras para descrever o que estava sentindo. E também não fazia ideia de responder. “Thank you,” praticamente engasgou nas palavras, não conseguindo tirar os olhos da foto. Aquilo havia deixado infinitesmalmente mais difícil as coisas que ele ainda tinha que dizer para ela.
jamesbentleyrp:
Eu não estou de ressaca, é só impressão sua. Ok..talvez e esteja levemente de ressaca.
“Você é um péssimo mentiroso, James.”
Take my hand, take my whole life too◆ zerika
erikapp:
Apesar de nada estar como deveria ser, a vida não pausava apenas porque Erika precisava de um momento. Seguir com sua rotina como se nada tivesse acontecido era quase reconfortante, ainda estava muito cedo para que houvesse grandes mudanças em sua aparência física (e Erika esperava que não fosse uma daquelas mulheres que inchavam completamente, mas isso não era uma preocupação, ainda) e todo o cansaço que parecia ser mais emocional do que físico era fácil de esconder ou cobrir como apenas tpm.
Se não fosse por uma vozinha insistente no fundo de sua cabeça lhe dizendo que toda a distância estava sendo mais prejudicial do que benéfica para o seu relacionamento com o Zac e que deveria correr atrás dele, dane-se espaço pessoal, antes que o dano fosse irreparável. Erika havia sido forte, no entanto, e se limitado a passar a semana inteira esperando por alguma notícia de Zachary, mais apegada ao seu celular do que o costume.
Esperar por algum sinal de vida de Zac não impediu que ela ficasse surpresa quando viu o nome de Zac na tela de seu celular. Foram algumas tentativas de escrever uma resposta decente sem parecer animada demais para encontra-lo, sem ter certeza do que iriam conversar, a morena ainda tinha um leve receio de que poderia ser um tiro em seu próprio pé. A viagem fora curta e Erika conhecia o caminho bem o suficiente para não precisar de ser guiada por GPS, porém ao chegar, torceu para que o ronronar familiar do motor de Charles não denunciasse sua presença na praia praticamente deserta, salvo pela silhueta de Zac e alguns pássaros.
Estar ali era algo como real demais e sua ansiedade definitivamente tomaria o melhor de si novamente se não se controlasse e não precisava do fiasco da festa se repetindo. Dando uma última olhada em si pelo retrovisor de seu carro, ajustando seu chapéu e seus óculos de sol, e checando que tinha todo o necessário em sua bolsa de praia, Erika finalmente saiu de seu carro e seguiu em direção à praia. Anunciando sua presença com um tímido “Zac?” para não pega-lo desprevenido e encostando levemente no ombro do namorado. Não muito certa de como começar a conversa, optou por um tópico mais neutro enquanto estendia sua toalha de banho ao lado de Zac para sentar-se. “Por favor me diga que você se lembrou de passar o filtro solar. ”
A última vez que se viram definitivamente não foi das melhores interações que já tiveram. E ele tinha consciência de que o único que podia ser culpado ali era ele, e por isso havia passado os últimos dias brigando consigo mesmo. Sentia que não merecia uma pessoa tão maravilhosa quanto Erika, não depois de duvidar de seus sentimentos por ela, e especialment não depois de ter sido um péssimo namorado justo quando ela mais precisava ele. Estava sendo uma época complicada para ambos e ele simplesmente a abandonou. Entenderia se ela quisesse que ele ficasse bem longe dela. Sendo assim, ficou um pouco upreso que ela havia aceitado encontrar-se com ele. Uma chama de esperança se acendou dentro do rapaz, e ele ficava cada vez mais ansioso pela sua chegada.
Ouviu o motor de Charles, um dos sons que Zac reconhecia com a maior facilidade do mundo, ainda mais depois de tanto ter trabalhado no motor daquele carro, mas ele não se virou para olhar para ela, não sabia se tinha a coragem necessária para tal. Sabendo que ela estava cada vez mais perto, as mãos que seguravam o violão imediatamente começaram a tremer. Ele sentia que seria capaz de derreter ali, e não tinha nada a ver com o calor. Abriu a ela um pequeno sorriso quando ela finalmente se aproximou, e uma risadinha fraca pôde ser ouvida vindo da boca de Zac quando ela lhe fez aquela pergunta. “Não se preocupe, Sunflower, eu não esqueci.” Por um lado estava grato por ela não ter simplesmente começado a falar sobre o que precisavam muito falar, mas por outro, não podiam enrolar mais do que ja haviam enrolado.
“Bom,” começou, limpando a garganta antes de continuar. “Acho que você já sabe que eu não sou o melhor com palavras, que eu não me expresso muito bem falando.” cantando, era outra história, pois se expressava bem nas canções que compunha, mas optou por deixar aquilo de fora. “Acho que você já percebeu isso faz tempo,” disse com uma fraca risada, meio sem jeito, semsaber exatamente como agir. Parecia mesmo um adolescente bobo. Seus olhos iam de um lado para outro, estava sem muita coragem de olhar diretamente para Erika. “Primeiro quero que, antes de tudo que eu tenho pra falar, você saiba que eu te amo. Segundo: aquilo que você me disse me fez pensar muito, mas eu não tenho as palavras certas. Tem, uh, tem uma música que eu ouvi demais essa última semana que meio que expressa o que eu sinto. Então… a Maribel vai me dar uma ajudinha com isso.”
Não deu a ela muita chance de falar alguma coisa, pois sabia que se não colocasse tudo pra fora logo de uma vez, não colocaria nunca. E aquele era só o começo, e ainda por cima era a parte mais fácil de tudo que tinha pra dizer. Começou, então, a tocar os primeiros acordes de Hourglass, e não demorou muito para adicionar os vocais, “[…] I wanna bring you home myself // Bring you home myself // And I’m so impatient when you’re not mine // I just want to catch up on all the lost times // And I’ll say I’m sorry if I sound sordid // ‘Cause all I really ever want is you // Offer my hand and I’ll take your name // Share my shower, kiss my frame // 'Cause I wanna carry all of your children // And I wanna call them stupid shit.” estava com um sorrisinho bobo no rosto ao terminar a música, mas ao mesmo tempo cada parte de si tremia em antecipação ao que ela diria ou faria. O pior de tudo é que não acabava aí.
fcnnly:
“jesus christ— ” finn exalou cada sílaba por debaixo da respiração ao notificar a presença súbita do outro ali no meio e, sucessivamente, a destra tomou o próprio espaço por cima do tórax do castanho em automático com a constatação inesperada da existência de alguém ali quando afastou-se meio centímetro para o lado. “há quanto tempo você tá ai? for fuck’s sakes. eu sou meio cardíaco, cara.” brincou, libertando uma quantidade de ar por entre os lábios e umedecendo ambos, antes de proferir qualquer outra coisa ao rapaz.. “you alright?”
“Não sei... que horas são?” perguntou, esfregando os olhos como se aquilo fosse magicamente acordá-lo. “Uh, tô sim, eu só caí no sono mesmo,” respondeu enquanto se levantava, usando a máquina de apoio. Olhando para a mesma, notou queas roupas já tinham terminado de lavar e ele não havia secado-as ainda. “Damn,” disse para si mesmo, abrindo a tampa para pegar suas roupas lá dentro.