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First month of homeschool - Identity - K-2
For this first month of homeschool, I decided to focus on the theme of Identity, lines.
For Identity, we have been following the Artful Teaching, Whole Beings, Wonder League.
For Math, we have been doing Wild Math.
Habitat Schoolhouse
Aurore is preparing to enter First Grade at the end of the year, so for this year, we'll be working on learning numerals, letters and forms.
I started applying the Wonder methodology, in which we start learning the basic forms before getting introduced to letters and numbers.
For this first month, we had practiced doing straight vertical and horizontal lines, diagonal lines and curved lines.
We have also been practiced some new handwork, such as embroidery, needle felting and crochet. Because of this, I had her present her final projects of the forms by embroidering in small canvases.
Money
We started giving money to Aurore at 2 ½ years old (January 2018) while on a trip. Her first expense was a chocolate bar.
Nowadays we give her money often, there's nothing she does or doesn't do to deserve it, my husband gives it to her out of his own change. It's not necessarily weekly or monthly, it's when he has something to give. She doesn't spend as much as you might imagine, so she often cumulates and always has money on her.
She uses for cheap kidly things so she always keeps money on her. Like for extra chocolates we don't agree on giving her, she pays for it herself ; to go to parks etc.
Language Relativism
The theory of linguistic relativity states that the structure of a language influences the way its speakers conceptualize the world.
Knowing different languages actually changes your brain and so expands it to new thoughts, improves problem-solving and communication skills.
Cognitive-Behavioral Therapy
Language and thought (or “cognition“) tend to interact in a dual and cyclical relationship, a theory known overall as linguistic relativity. What one thinks becomes what one communicates, and what one communicates can lead to new thoughts.
According to the theory that drives cognitive-behavioral therapy, the way a person thinks has a huge impact on what she or he says and does. Founded by Aaron T. Beck, this school of thought discusses the interplay among emotion, behavior, language, and thought.
Since internal dialogue is a form of language, the way we speak to ourselves can influence our daily lives. Problems with our internal dialogue, known as cognitive distortions, can lead to negative behaviors or serious emotional problems.
Personal Conclusion
I believe teaching different languages to small children is a radical way to diminish barriers between people around the world, by amplifying the respect for other cultures and languages, growing a sense of empathy, building more and stronger friendships and expanding the love. We all need more of this.
Links:
https://stanford.library.sydney.edu.au/archives/spr2015/entries/relativism/supplement2.html
What you didn't know about language barriers https://youtu.be/hiM48j_NZOU
How language shapes the way we think https://youtu.be/RKK7wGAYP6k
Creating bilingual minds https://youtu.be/Bp2Fvkt-TRM
Sapir Whorf Hipothesis https://youtu.be/-z3QswCgdoU
Melhores TEDs Brasileiros sobre Educação
Educar para poder confiar https://youtu.be/C-MoChugxZk
https://youtu.be/fL0Fgl0Q6oQ O que a escola não ensina
E se a educação fosse personalizada https://youtu.be/EjQZ9hVz0Gk
Educação para o futuro https://youtu.be/B_x8EccxJjU
Escolas matam a aprendizagem https://youtu.be/WauIURFTpEc
O mundo sob a perspectiva da criança https://youtu.be/VW87Oa14tMQ
Multiplas Linguas pra Criancas
Quanto às diferentes línguas pra crianças pequenas pra mim existem 3 pontos: o aprendizado das línguas, o desenvolvimento dos circuitos cerebrais, e o relativismo linguistico (visão ao redor do mundo).
Não tivemos escolha quanto às línguas pra Aurore. Minha família fala exclusivamente português e a família de Florian, exclusivamente francês, e como gostaríamos e achamos importante que ela se comunique com ambas, ela aprende todas.
O começo
Quando ela estava na fase de aprender a falar, estávamos no Brasil, e pra minha mãe, era super importante que ela aprendesse logo o português, então naturalmente e também com um esforço extra, podemos dizer que foi a "sua primeira língua". Mas não acredito que ela tenha uma primeira língua, acho que crianças naturalmente bilingues (ou mais), tem todas as línguas como suas "línguas maternas".
Pra quem não tem uma família multi-culturalmente linguística, acho que tem duas formas de ensinar uma outra língua à criança: esperar que ela "cresça" e então introduzir uma outra língua através de cursos (o que a maioria faz), ou ensiná-la naturalmente em casa por você próprio.
Acredito existir motivos para esperar a criança crescer mas também acho que muito dessa espera vem da ignorância coletiva de achar que a criança estaria mais madura ou preparada pra tal, o que é um engano. O outro motivo de tal espera pode ser simplesmente uma preferência parental, por não querer "atrapalhar" o desenvolvimento da criança, ou, querer que ela se desenvolva mais rapidamente, linguisticamente falando, pra acompanhar os colegas. Este segundo motivo é compreensível, e deixo a cada um sua escolha pessoal. Porém me refiro aqui ao primeiro caso.
Diferenças cerebrais de pessoas que falam mais de uma língua
Sim, falar mais de uma língua pode trazer um certo "atraso" momentâneo, utilizando uma forma simplificada de falar, porém, traz um avanço no pensar crítico e mais, além de uma abertura de a culturas, a pessoas. O que eu sinto, e percebo no cotidiano, é que o simples fato de crescer ao redor de outras culturas, e de falar ou entender outras línguas, faz o mundo parecer "normal" sem ter que passar pelas explicações básicas e até corriqueiras que muitas outras famílias hoje têm, sobre deficiências, cores de pele, tipos de cabelo, e por aí vai. Uma adaptação natural ao ambiente se ocorre.
Isso também é algo interessante, pois uma das maiores questões quanto à escolarização caseira, seria a tal socialização. Ao mesmo tempo que minha filha tem sim uma dificuldade talvez simplemente decorrente da sua personalidade, da idade ou até da falta de palavras em determinado idioma, ela também tem uma abertura aos outros, independente da idade ou do sexo. {O que já percebi muito em crianças escolarizadas, é uma separação em grupos por sexo e também uma preferência por idades próximas, até pelo costume de assim ser na escola. Ou ma certa importância dada a cores ou brinquedos serem "de meninas ou de meninos".}
Como os neuro-circuitos são formados até os 7 anos, significaria que uma língua aprendidade após a chamada etapa da alfabetização já seria uma maior dificuldade no aprendizado, talvez e provavelmente a presença de um sotaque exista, e esta será considerada uma segunda (ou mais) língua. Acredito que aprendendo até os 7 anos, o seu cérebro será formado incorporando duas ou mais línguas ao seu desenvolvimento geral (ou completo, me refiro aqui de forma holística).
Ao aprendermos uma ou mais línguas além da nossa principal, o cérebro começará a se adaptar e a pensar de maneira automática à língua mais natural à determinada ideia. Culturas são diferentes, e línguas fazem parte de culturas. O que quer dizer que, ao falarmos certas línguas, tambem adotamos junto certos aspectos de tal cultura. Na forma de organizar uma frase ou pensamento, ou até mesmo na forma de comunicação. Certas línguas podem parecer ser mais doces ou mais agressivas ou mais masculinas ou mais femininas e mesmo neutras, e isso, também representa a forma de encarar o mundo nesta nação. Línguas que possam conter muitas palavras masculinas podem indicar uma preferência à títulos importantes a homens, por exemplo.
Nós preferimos esse pensamento lúdico e aberto a formas de pensar e integração na sociedade de forma natural desde bebê.
Ensinando
Uma coisa importante se você quiser ensinar a seu filho outra língua além da já considerada principal, seria de não fazer traduções.
Mesmo que você só saiba uma língua fluentemente, ainda é possível passar adiante outras línguas. Quase que do mesmo modo, através de: cantigas, músicas, poemas, contos e estórias, livros, filmes ou desenhos animados. Caso você não se considere fluente e não consiga pronunciar as palavras corretamente ou tenha um sotaque forte, a complementação com falantes nativos da língua seria necessária. Não recomendo um curso, os falantes nativos podem ser família ou amigos, ou se não os tiver, podem ser os rádios, podcasts ou televisão. Acho que o importante seria não traduzir, principalmente dependendo da idade da criança (também caberia ao responsável dedicado à isso de decidir), e ajudá-lo a compreender, no início na sua língua principal se ele já a tiver desenvolvido, e com o passar do tempo, na língua a ser aprendida mesmo. Durante ou ao final, questões podem ser perguntadas pra ajudar no raciocínio lógico. E palavras principais podem ser introduzidas relacionando à língua a ser aprendida. Pro desenvolvimento de uma outra língua, seria importante que esse processo fosse feito frequentemente e até o mais naturalmente possível, e não esquecido e feito de tempo em tempo.
O progresso
Sim, minha filha faz frases com palavras misturadas e achamos uma graça.
No início, aos 2 anos de idade, ela quase não conseguia se comunicar. Antes disso, ela já tinha tido contato com mais outras 3 línguas, então ela já estava "confusa".
Mais recentemente, ela tem contato com 5 línguas diferentes e sabe três.
Noto que crianças da mesma idade, ou até mais novas, já se conseguem se comunicar muito bem - enquanto ela não. A principal vantagem dela não se comunicar ainda seria que ao momento da sua formação de linguagem e "alfabetização", ela saberá 3 línguas de modo natural.
Saber mais de uma língua tão cedo também facilitará o aprendizado de mais ao decorrer da vida.
Faça a sua própria pesquisa sobre métodos de ensino adaptados à tua criança e também a sua própria personalidade.
Recomendo a busca de leituras amplas a respeito do assunto e talvez de diferentes métodos. Não recomendo a contratação ou um horário específico de ensino, pois a melhor forma de aprendizagem é a natural e o melhor professor de seu filho é você mesmo. Acredite no potencial de ambos!
Links
How language shapes the way we think (Como a língua molda a maneira que pensamos): https://youtu.be/RKK7wGAYP6k
What you didnt know about language barriers: https://youtu.be/hiM48j_NZOU
Learning and Development of Language: The First 5 Years of Life (Aprendizado e Desenvolvimento da Linguagem: Os Primeiros 5 Anos de Vida): https://youtu.be/u49uLLCUlEk
Language Strategies: https://www.trilingualchildren.com/p/language-strategies.html?m=1 (Bringing Upna Trilingual)
We taught our daughter 8 languages in 6 years: https://bilingualkidspot.com/2017/10/04/raising-multilingual-kids-diplomat-foreign-service/
5 different countries, On 4 different continents, In 6 years.
The pros and cons of teaching children two languages: https://babyology.com.au/baby/development/raising-a-bilingual-baby-the-pros-and-cons-of-introducing-two-languages/
Brinquedos do Chão
Extrato do Livro: Brinquedos do Chão de Gandhy Piorski
https://vimeo.com/184911946
Territorio do Brincar
https://www.youtube.com/watch?v=nWbcLVzmj7E
Calming Bottle
Glass Bottle, small or not
Water
Transparent or Glitter Glue
Glitter (if not glitter glue)
Other calming items or favorite figurines
Strong Glue
Fill a bottle with water.
Then mix it throughly with glue (and glitter).
Add any extra itens of choice.
Close tighthly, with a strong glue.
And shake it.
Now, relax and be mesmerized with the beautiful moving water.
Calming Ball
Materials
Plastic Balloon
Flour
Let's just fill a balloon with flour enough to make it solid and then close it with a knot.
It is a job that requires patience, this process can be very slow and messy.
It also teaches children to be extra careful with fragile items, as it can be easily perforated. So keep it in a safe place to avoid any unnecessary further messes (and an extra job from your part doing it again).
Play Areas
Theather Room costumes dress up
Dolls Room
Loose Parts Area
Nature Space
Home Corner (or Imitation)
Calm Spot
Small World
Free Play (Music and other materials)
Seasonal Table
Art Center
Recycling Space
Sensory Bins
Movement
I'll go thru each one of them in separate posts.
Resources
Picture books that will have kids asking big questions.
Dolls Spaces
We have different and many types of dolls for play: wooden mini dolls, rag and plastic miniland dolls, peg dolls, plastic figurines (LOLs).
They're played with every single day, in one way or another.
The wooden mini dolls have their own little (or big) wooden doll house.
They're also played with cars and trucks.
My daughter likes to create stories giving each character a family role based on her own family - grandma taking a nap, papa watching tv etc.
The peg dolls are sometimes also found in the dolls house, playing with their friends.
Mostly they're played along with other Grimm's toys.
The baby dolls have their own bed. They can also have their own space including a doll's closet, kitchen, table, tea set and more. This might be added as well into the "home corner".
Because we don't have a big enough house for all this (and it could also get needlessly expensive), we simply compact and organize things in different boxes.
Autumn Books, Waldorf and Nature-Inspired
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Here are some of my favourite Waldorf and nature-inspired books for Autumn - for Harvest Time, Halloween, Samhain, Michaelmas and Thanksgivi
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