Hop-Frog (Os oito orangotangos acorrentados) - Egar Allan Poe
Um rei que amava piadas vivia com seus "bobos" e, para garantir seu humor, contava também com um anão cujo corpo era tão deformado que mais parecia uma rã saltadora, de modo que lhe deram o nome de Hop-Frog. As piadas e seu jeito faziam dele o motivo de orgulho do rei.
Até que um dia ele resolve dar uma festa e chama hop-frog e sua melhor amiga, Trippetta para ajudar com os preparativos para pregar uma peça na festa. No meio da agitação o rei ofende Trippetta e enche o pobre Hop-Frog de vinho, para que as idéias lhe brotassem.
Embebedado pela raiva do que fizeram com Trippetta, Hop-Frog tem um plano para realizar sua vingança. Diz ao rei e aos bobos que vestissem roupas de orangotangos acorrentados e que no baile, aparecessem aterrorizando à todos.
O rei adora a ideia e no dia faz como Hop-Frog sugeriu. E Hop-Frog interpreta seu papel. Ele mostra-se temeroso e faz com que prendessem os "orangotangos" em cima do lustre, e com uma vela na mão ilumina o rosto dos orangotangos. Os homens começam a gritar porque o fogo da vela em contato com a fantasia queima a pele. Mas ninguém ouve os gritos devido a distância que estavam do chão e Hop-Frog continua a atuar. Por fim os homens caem queimados, fedidos e mortos, e Hop-Frog conta para as pessoas do baile quem eram eles, homens cruéis, que não respeitavam nem a sua amiga. Amiga que, assim como ele, fugiu depois do espetáculo e nunca mais foram encontrados.
















