— Não, eles não te obrigam a fazer faculdade para jogar quadribol profissionalmente. Mas alguém tem que bancar a babá da minha irmã e é interessante ter alguma coisa já decidida para quando eu me aposentar, então aqui estou.
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— Não, eles não te obrigam a fazer faculdade para jogar quadribol profissionalmente. Mas alguém tem que bancar a babá da minha irmã e é interessante ter alguma coisa já decidida para quando eu me aposentar, então aqui estou.
From Ash Stymest as Basileios To Ruby Rose as Vasya
•• HEADCANONS ••
— Começou a jogar quadribol aos treze anos de idade, para afastar a mente dos problemas em sua casa, e a bagunça que sua vida era, pelo menos enquanto jogava podia esquecer dessas coisas o que acabou tornando o esporte um vício para ela. — Apesar dos acontecimentos depois que o pai descobriu sua sexualidade, ela se jogou mais a fundo no vício pelo esporte, fazendo do vício sua obsessão completa já em Hogwarts. — No dia que completou dezessete anos, deixou a escola para trás para jogar profissionalmente, já que não havia para ela mais nenhuma outra opção de vida além daquilo. Não consegue pensar em sua vida muito além do campo de quadribol e não se importa com isso, poderia estar muito pior se não tivesse o esporte como sua linha de vida. — Suas tatuagens foram feitas inicialmente para esconder cicatrizes de auto-mutilação, e então tornou-se um de seus gostos.
remember those little kids living life like they only get a little bit — flashback.
(Março de 2013).
Ele observava pela janela com cuidado, assistia no canto cauteloso para não estar muito visível e pronto para se esconder se necessário, seu pai não gostava de ser observado. Basil, observou o homem andar pelo jardim até passar pelos portões da propriedade e então aparatar para sabe-se lá onde, ele se permitiu soltar o ar que segurava quando o homem desapareceu. No dia anterior Persephone tinha comentado que ele ficaria fora por um tempo, ela não usara as palavras exatas de um aviso, mas ele tinha o tinha percebido que ela o mandava não aparentar aliviado demais com aquilo. Mas aí estava o negócio, ele não conseguia não estar aliviado com aquilo, então optou por não sair de seu quarto por nenhum segundo até o progenitor não estar mais no mesmo lugar que ele para não arriscar ofendê-lo com sua alegria momentânea de se ver livre dos sofrimentos infligidos pelo mais velho mesmo que temporariamente.
No segundo que ele estava bem convencido de que o Mulciber mais velho não estava mais por lá e não voltaria por ter esquecido algo em casa, ele saiu de seu posto de vigia e deixou o quarto. Aquela casa era terrivelmente desprovida de sons que denunciariam que dois garotos de nove anos viviam ali, e era até um pouco estranho para Basil pensar na probabilidade de que naquele momento ele poderia fazer o que ele bem quisesse sem se importar que seu pai surgiria subitamente para puní-lo por aquilo, seus passos ecoavam pelo corredor, mas por um milagre não era um som assustador daquela vez. Então ele se decidiu por fazer algo que era quase tão raro quanto a falta da presença intimidadora do pai, ele foi até o quarto de Deimos, não bateu na porta, nem pensou em fazê-lo, abriu-a o suficiente para ele estar visível por completo..
— Ei, Demo… Eu estou indo para o riacho, aquele depois do salgueiro. — Disse e balançou um pouco nos calcanhares sabendo que tinha que continuar falando se quisesse ser compreendido pelo irmão, afinal, Deimos era estranho, mas até onde Basil sabia ele ainda não podia ler mentes — Mamãe disse que lá tem bastantes sapos e imps, você quer vir também? — Ele deixou uma das mãos na maçaneta da porta, pronto para fechá-la se Deimos o dissesse não, ou não dissesse nada, ele iria com ou sem o irmão gêmeo, mas se perguntassem ele preferia ir acompanhado de Deimos naquilo, até porque, com um dos braços imobilizados por estar no meio da recuperação de tê-lo quebrado há pouco tempo, seria um pouco desafiador demais conseguir pegar qualquer criatura nas margens com apenas uma mão.
@fckgodofpanic
fckgodofpanic:
As brigas eram um dos momentos em que ficava bem claro que Deimos não era uma pessoa comum, que havia algo de errado com a funcionalidade do cérebro do Mulciber mais velho. Ele se deliciava com aquele tipo de demonstração gratuita de violência -para ser justo, ele se deliciava com qualquer demonstração gratuita de violência- ainda que envolvesse a ele e seu irmão. Principalmente por envolver a ele e seu irmão. Não que Deimos tivesse a intenção de machucar gravemente ou matar seu irmão, bem longe disso. Basileios era seu oposto, seu pilar de segurança, e exatamente por isso era divertido para o gêmeo vê-lo se alterar e perder a pose apática que normalmente possuía.
Fazia parte da loucura de Deimos gostar de ver o irmão em um estado tão louco quanto o próprio.
Não pensou que, se o irmão não tivesse desviado do golpe, poderia ter ferido o mais novo além do que pretendia. Não tinha intenção de causar nenhuma fatalidade, mas também não era bom se controlando. Dependia completamente da habilidade do irmão de se proteger e de finalizar a briga porque, se dependesse dele, aquela brincadeira não teria um final agradável e Deimos se arrependeria depois. Mas, como sempre, podia contar com o irmão para controlá-lo quando estava se divertindo. Só era uma pena que Bazz decidisse parar tão cedo.
A mão que segurava a faca permaneceu parada ao lado de seu corpo quando o irmão pegou-o pela blusa, reconhecendo que aquele era o momento final da briga, porém o sorriso extasiado ainda estava presente. Sentir o leve ardor do corte em seu pescoço o fez rir, jogando cuidadosamente a cabeça para trás ao fazê-lo e bem longe de se preocupar por estar se expondo ainda mais à lâmina do irmão. Das poucas certezas que tinha, uma delas era que Bazz não iria matá-lo. Se ele não o fizera tantas outras vezes quando até mesmo Deimos concordava que seria melhor para o mais novo, ele não o faria agora. “Precisa de um pouco mais de força nessa lâmina para cortar a minha garganta, Bazz.” declarou com um tom jocoso, ainda com a cabeça esticada para trás, mas ajeitou-se para olhar para o irmão. “Ok, irmãozinho. Já entendi, a briga acabou.” declarou, falando em búlgaro com o irmão por simples costume, levantando as mãos para o alto em sinal de rendição, ainda que não tivesse soltado a faca.
Se manteve parado na mesma posição por alguns instantes a mais, precisava daquilo para centrar-se de volta. Basileios era uma pessoa controlada, mesmo que todas suas explosões de violência e comportamentos baseados em impulsos pudessem contrariá-lo, ainda assim ele era uma pessoa regida por um autocontrole que apenas alguém que havia tido isso completamente tirado de si poderia ter. Conhecia submissão de uma forma que fazia seu estômago revirar furiosamente, e isso era algo que ele se recusava a reencontrar em sua vida, fosse submissão a uma pessoa ou aos seus impulsos. Mas momentos como aquele não era uma cessão para Basileios, eram um afrouxar daquele punho cerrado que tinha ao redor de sua vida e tudo que fazia. Era soltar a coleira do cão, mas não tirá-la de seu pescoço.
Como último movimento de indulgência impetuosa, bateu na mão erguida do irmão com o cabo para própria faca, para fazer com que Deimos soltasse a sua, não que não confiasse no irmão para poder dá-lo as costas naquele momento enquanto ele tivesse uma arma na mão. Não, era exatamente isso. Não confiava em Deimos na maior parte do tempo. Confiar para não matá-lo? Sim. Confiar quando ele diz que aquela lista indesejadamente memorizada por Basil iria deixar de respirar item por item? Com certeza. No entanto as coisas que não confiava no irmão gêmeo estavam em número maior, sempre estiveram, não era apenas o fato que Basileios havia se tornado uma pessoa que não confiava em mais ninguém que havia aumentado aquilo. Ele conhecia o próprio irmão quase tão bem quanto se conhecia. E aquilo era o suficiente para a desconfiança.
Ele se afastou do irmão e com um estalar da língua era o fim, havia pegado toda a raiva e ira que usara contra o mais velho e fez retornar para dentro de si por completo, introspectivo como ele era, aquele era contraste e tanto para si. Sua expressão retornou à apatia usual e seus ombros não relaxariam, mas fizeram algo muito próximo disso para aquele momento. Se não fossem as provas físicas daquela briga em ambos os Mulciber, Basileios poderia muito facilmente deixar o lugar fingindo que nada havia acontecido. Mesmo assim a capacidade de poder fingir que nada havia acontecido, não significava que ele o faria mesmo assim.
Ele podia ter o controle que fosse, podia ter retornado aos seu comportamento usual, podia estar em pose de como se ele próprio não tivesse começado tudo aquilo, mas não se colocaria num espaço tão pequeno e limitado com o irmão, não se colocaria em um carro com Deimos naquele momento, principalmente sabendo que se ele continuasse vendo aquele sorriso ele provavelmente provocaria um “acidente” automotivo sem hesitar em quebrar sua promessa. — Volte para casa por sua conta. — Foi tudo que ele disse para o irmão, e deu mais dois passos para trás antes de virar para deixar aquilo tudo e ir procurar seu carro estacionado, não seria difícil encontrá-lo, afinal, o veículo se destaca com facilidade. Ele não voltaria para a mansão Mulciber naquela noite nem fodendo.
pierrestjean:
A única coisa que vai quebrar é sua cabeça, a monotonia desse lugar é indestrutível.
— Acho inspirador isso, sabe? Você achando que conseguiria me ferir de qualquer forma.
insanitylaughsx:
—— Na verdade, o meu turno já acabou —— William respondeu, desamarrando o avental com o logo dos Três Vassouras que vestia.
Já era final da noite e o estabelecimento começava a ficar vazio. Percebendo a ausência dos outros funcionários, porém, o loiro mudou de ideia.
—— Sabe de uma coisa? Deixa que eu te atendo. Qual é o pedido? —— Perguntou, abrindo um sorriso de canto.
// ooc: Gente, quis fazer algo mais diferente! Seu char pode ser da faculdade ou da escola em um dia de excursão. O Will é garçom no Três vassouras e também dá aulas particulares de Feitiços e Transfiguração, então se teu char for de Hogwarts pode conhecê-lo de vista ou já ter tido aula com ele. <3
— Eu não perguntei? — Ele disse um tanto confuso, mesmo que não fosse expresso tanto assim, enquanto se sentava ao balcão. Ele deixou os olhos acompanharem o outro enquanto ele parecia se decidir o que faria ou o que quer que aquele rodeio todo realmente significasse. — Um funcionário exemplar, impressionante. — Disse sem emoção nenhuma na voz, mas um movimento da mão direita foi o que fez voltar para parte do motivo para ter entrado no Três Vassouras. — Firewhisky e gelo. De preferência separados, sim? E se tiver um pano ou pedaço de trapo para colocar o gelo, melhor ainda.
pierrestjean:
Primeiro eu externo minha raiva e xingo quem eu quiser, até você se continuar de gracinha. Depois, eu faço um feitiço para consertar, jogo no lixo ou….termino de quebrar o violão na sua cabeça. O que acha?
— Well, priyatel, sinta-se livre para tentar, com certeza vai quebrar a monotonia de hoje.
roxienothart:
“Eu suturei um cacho inteiro de uvas hoje. É melhor se cuidar, porque eu estou bem afiada.”
— Amedrontador.
pierrestjean:
Fils de pute, ma guitare! Merde! Blaise! -praguejava o rapaz em francês, claramente irritado após achar seu violão praticamente destruído no jardim
— Se você não apontar a varinha e dizer reparo, nada disso vai ser útil.
lucky-rheyna:
Rheyna parou na entrada com uma alegria que não tinha com qualquer outra coisa estava mais aerea com aquela noticia do que qualquer outra coisa. Foi só quando ouviu passos atrás dela quando percebeu que talvez parar no caminho da porta não fosse uma boa ideia.
“Eu sinto Muito. Estou no caminho, não?”
Dando um passo adiante, Rheyna voltou-se para quem estava impedindo de passar.
— Tem dúvidas disso? Quanta perspicácia.
corazaodepapelao:
Sim, sim. Já voltei. Escusas de fazer essa cara como se o teu mundo tivesse acabado no momento em que me vês outra vez. Não tenho cabeça para brigar com ninguém a essas horas da manhã.
— Então... eu continuo fingindo que te conheço?
leo-notdicaprio:
Leo Flint de carne e osso e pronto para o resto do ano. Se quiser um autógrafo eu dou, não precisa de chorar não. Já viu o quão bom que é viver no mesmo espaço que eu?
— Mas que porra? Eu não falei nada, cara.
Basileios Mulciber aesthetics moodboard [ 2/?? ] slightly minimalist
I am a human being Capable of doing ter • ri • ble things
jonnhyhills:
- você está falando sério?
— Mas que merda? Sarcasmo existe para algo.
todosereio:
Não é tão inacreditável assim. Eu entrei no Hellish, é isso mesmo que você ouviu!
— Você quer um parabéns ou algo do tipo?
helxnka:
“É, eu estou bem no comecinho do meu curso, o que significa que minhas matérias ainda são bem semelhantes às de todos os outros estudantes de alguma academia. Já pode parar com as perguntas densas assim que eu não sou nenhuma palestrante. Agora me diz, você entrou no jogo?”
— Não está mais aqui quem disse isso. Eu não sei, usar meu celular para o imbecil que eu tenho que dividir genes poder mandar desafios e ainda ser um dos jogadores conta como entrar no jogo?