é como dizem os poetas: nosso combustível é a tristeza.
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@ca-ju
é como dizem os poetas: nosso combustível é a tristeza.
Já ouvi muitas coisas sobre o que o amor seria: talvez o frio na barriga, o sentimento de lar, os sorrisos ao lembrar de um momento bom, cuidado, sei lá. Mas o que seria o amor? Talvez a vontade de ficar, mesmo quando as circunstâncias me fazem querer sair. É… talvez isso seja amor.
Por tanto tempo eu fui abrigo pros outros e casa vazia pra mim.
Eu vi um oceano dentro do seu olhar e você sabe que eu amo o mar. Em você eu até gostaria de mergulhar, mas você não tem alma e eu tenho medo de me afogar. Mas afinal, o que é o medo? Eu sou tão profundo, meu coração é gigante, enquanto você é tão pequeno que nem te vejo, nem te desejo mais. Você é um sentimento passageiro, e eu não me contento com pouco, porque sou muito. E o muito te assusta, intensidade e frequência não fazem parte da sua realidade, e você nem sente vontade de aprender. Que bom. Eu não sou professor.
Um beijo.
Nosso amor é daqueles bandidos. A gente fode como se amasse, depois eu saio da sua casa como se não te conhecesse. Você é um livro diferente, mas eu já sei qual é o fim dessa história. Um dia, a gente se ama loucamente, faz amor gostoso… até posso dizer que te amo. Mas não importa o que você me diga, nem o que vai acontecer: eu sempre vou entrar na sua casa como se te amasse e voltar para a minha como se não te conhecesse. Somos esse sentimento temporário.
Depois daquele amor de carnaval, o gosto do seu beijo não tinha mais gosto de sal, e, de repente, te vi tão distante, a ponto de não te enxergar mais. E, como naquele dia azul, quando você retornou, estava tudo cinza e o céu chorava. Após sua partida, na segunda-feira o céu resolveu aparecer. Eu demorei muito pra entender, não me ver covarde e perceber que eu não sou pra você. Foi só um amor de carnaval, mas passou como um vendaval.
O que as pessoas não enxergam é que há muito mais. Há poesia e arte em Deus, no mar, no céu, no amor, no coração partido, na vida, na morte e nas memórias. A vida é uma longa jornada, feita de emoções impossíveis de descrever, de caminhos desconhecidos que se entrelaçam, até que, no fim, todos chegamos ao mesmo lugar.
Sempre me pego pensativo sobre isso. Por mais que existam altos e baixos, tudo se encaixa de um jeito estranho e perfeito. É um mistério onde alegria e sofrimento se entrelaçam, e, de alguma forma, faz sentido.
Sempre ouvi dizer que pessoas são um lar, um refúgio onde podemos habitar e nos sentir seguros. Porém, descordo completamente. Para mim, pessoas são como o oceano. Elas mudam constantemente, se transformam sem aviso, desaparecem como as ondas que se desfazem na areia. E muitas vezes, levam tudo o que depositamos nelas. Nossos sentimentos, esperanças, confiança. O mar nunca é o mesmo, as pessoas também não.
Por ser exato O amor não cabe em si Por ser encantado O amor revela-se Por ser amor Invade, e fim
Aquele cantinho beira-mar já não é mais o mesmo sem você. Esses dias, passei por lá e lembrei de nós.
Saudade é amor. Te sigo esperando.
Depois que entendi que você não me deve nada, muito menos seu falso afeto, parei de implorar. Estou mentalmente cansado, mas também decidido. E, na real? Você nem vale tanto assim.
Nunca foi, nem jamais será, minha fortaleza. Me chama de amor, mas suas palavras não carregam afeto verdadeiro, são apenas jogadas ao vento. Isso é tão exaustivo.
Engraçado... Quando sinto seu abraço, já não há mais o calor de antes, apenas um frio que gela a alma. Acho que o tempo já deu. Pena que você só percebeu quando me perdeu. Mas, felizmente para mim, percebi isso antes que fosse tarde demais.
saudades daquele domingo de manhã, cara a cara. saudades dos seus braços envolvendo minha cintura, você é meu? eu tento ficar bem, mas acho que hoje não posso lutar contra a saudade. é um tipo de sentimento para o qual não há palavras. eu não queria que você fosse embora, desejei que não fosse. porque sem você aqui, quem eu seria? eu abri meu coração naquele dia, me pergunto se você abriu o seu também. nos amaríamos para sempre, eu tenho certeza disso.
De alguma forma, minh’alma saiu do meu corpo e foi te visitar em algum lugar. Foi tão estranho… Eu nunca te vi, mas já te conhecia. No meio da semana, em um carnaval qualquer, sem comunicação, mas com ligação, o destino, de alguma forma, nos uniu. E, como no sonho, foi à beira-mar que nossas almas se encontraram. De alguma forma, eu já conhecia o universo em seus olhos castanhos e puxados.
Não sei descrever o que senti, mas não foi algo momentâneo, foi algo terno, embora tenha sido nosso primeiro encontro. Seu calor, seu cheiro, seu toque, seu beijo salgado, seus lábios carnudos… Eu tenho certeza de que já provei disso antes, mesmo sendo a primeira vez que nossas almas se encontraram no mar. Se pudesse, viveria aquele domingo de carnaval outra vez.
Agora entendo quando Liniker cantou: “Pra guardar na memória o tom do meu veludo cor marrom.” Eu realmente não quis desgrudar naquele calor de 40 graus e fiz daquele dia a minha paz. Você me ajudou a salvar meu domingo.
Você é tão lindo. Eu não sou fã de quem fuma, mas, amor, você fica tão sexy quando solta sua fumaça. E quando machuquei meu dedo, você, todo preocupado, estancando meu sangue, perguntando se estava doendo… Cada detalhe foi tão único e terno. Tudo tão íntimo. Não tivemos nossos corpos expostos um ao outro, mas nossas almas se tocaram, e esse foi o ápice da nossa intimidade.
Não sei quando te verei de novo. Espero que em breve. E, como no sonho, que nossas almas se encontrem em um ato físico, num beijo salgado. Hoje, tenho uma parte de você comigo – a pulseira que nós dois estamos usando.
Se cuida, pretão.
Dizem que vão partir meu coração em dois, mesmo sabendo que sou o fodão. Mas você faria isso?
Sou a faísca do seu cigarro, basta você trazer, que eu acendo. Sou o cara, você só ainda não percebeu.
Corra antes que seja tarde, porque o tempo está passando. Não fique apenas me assistindo me afastar, até que não consiga mais alcançar a chave do meu coração.
Se o amor é cego, talvez você ainda esteja lúcido, porque continua me enxergando, mas não sente que sou o cara.
Você não encontrará outro com um coração tolo como o meu. Me conquistar é fácil, mas me fazer dançar conforme a sua música já são outros quinhentos. Sou o cara que todos querem ter, mas ninguém quer pagar o preço para manter.
Eu preciso daquele dia de praia, com você. Do som das ondas, do sol aquecendo minha pele, e da sua mão envolvendo minha cintura. Você é meu? Tento não me sentir mal, mas acho que não consigo mais lutar contra esse sentimento. É algo que não sei nomear, algo que cresce dentro de mim sem permissão.
Você fugiu. Talvez tenha me entendido errado. Mas eu me entreguei, abri meu coração. Tudo o que eu queria era encontrar um espaço dentro do seu. A gente se amaria para sempre, eu tinha certeza disso.
As vezes olho no espelho e não gosto do que vejo. Tem dias que ele me diz verdades sobre mim, mas sempre acabo acreditando em suas mentiras, e elas me quebram por dentro. Já tentei consertar o que está fora de mim, mudei meu cabelo para me sentir melhor, mas e por dentro? Você conseguiu mudar também? Eu acho que ainda não.
Dizem que estou ficando mais bonito. Talvez eu realmente esteja, mas, para mim, parece tudo tão normal. Não sei explicar. Um ou outro leu meus olhos e enxergou uma tempestade lá dentro. Eu sorri e disse que era apenas cansaço e sono, mas estava a ponto de explodir essa tempestade.
Minha mãe diz que são tempos de vitórias. Tento acreditar nisso, mesmo sabendo que ela não sabe um terço do que se passa na minha cabeça. Se ela soubesse, talvez chorasse eternamente com minha partida. Mas, como diz Luther, "dias bons estão por vir". Tento levar a melodia dessa canção como mantra, algo em que eu possa acreditar. Sim, ainda tenho fé, mas sinto que preciso de algo. Queria que isso se materializasse, que eu pudesse ao menos tocar, sentir que é real.
Mas esse mundo não é meu. É seu.
Talvez eu esteja me apaixonando, caindo profundamente nas suas palavras que embora pareçam rasas, me envolvem. Me diga se eu mergulhar, você será capaz de corresponder à minha profundidade infinita? Ou ficará na superfície, deixando-me confuso? Por favor, não brinque com a minha mente. Se não puder ser verdadeiro, prefiro manter as coisas no talvez, pelo menos consigo regressar daqui.