(Nikolaj Coster Waldau, 55 anos, ele/dele) Era Uma Vez… Uma pessoa comum, de um lugar sem graça nenhuma! HÁ, sim, estou falando de você HENRIK VINCENT NIELS OF DENMARK. Você veio de COPENHAGUE, DINAMARCA e costumava ser REI DA DINAMARCA por lá antes de ser enviado para o Mundo das Histórias. Se eu fosse você, teria vergonha de contar isso por aí, porque enquanto você estava CORTANDO A FITA DE INAUGURAÇÃO DE UMA NOVA PONTE, tem gente aqui que estava salvando princesas das garras malignas de uma bruxa má! Tem gente aqui que estava montando em dragões. Tá vendo só? Você pode até ser PROTETOR, mas você não deixa de ser um baita de um DESATENTO… Se, infelizmente, você tiver que ficar por aqui para estragar tudo, e acabar assumindo mesmo o papel de GAROTO CERVO na história SNOW WHITE… Bom, eu desejo boa sorte. Porque você VAI precisar!
Informações Gerais:
Apelidos: Rik, Vince ou qualquer outro que você possa inventar.
Signo: Sol em peixes, ascendente em sagitário e lua em câncer.
Orientação sexual: Atualmente, a esposa dele.
Altura: 1, 88
Traços positivos: Leal, sonhador e bondoso.
Traços negativos: Tapado, humor de tiozão e sempre acha que tá certo.
BACKGROUND
Henrik foi criado sob os ideais da família real dinamarquesa, mesmo que tivesse seus deveres desde muito cedo e fosse instruído a se dedicar a vastos estudos que lhe ajudariam no futuro como herdeiro do país, o mais importante era que isso não atrapalhasse na dinâmica familiar e no apreço que todos tinham dentro da família. E mesmo que suas conexões familiares e interpessoais fossem um fator principal em sua vida, já lhe era certo que por seu cargo real ele teria de casar com alguém de sangue azul. Na verdade, sua mãe, a rainha Margrethe II, já tinha até mesmo escolhido a pretendente ideal para ele enquanto ele estava na faculdade. E mesmo sabendo de seus deveres, ele não conseguiu evitar de se apaixonar por uma musicista que conheceu enquanto estudava fora. E foi quando ele decidiu que ela sim seria sua esposa, gerou um enorme caos não só na mídia dinamarquesa como na própria família e levou bons anos para que a mãe e ele retomassem aos bons termos.
E mesmo com a população dinamarquesa não muito contente com as escolhas de Henrik, depois de algum tempo a mídia conseguiu dar um jeito em tudo quando venderam a história de reconciliação dele com a família que teria ocorrido por intermédio de sua esposa, Isleen. E até aqueles que ainda não haviam aceitado muito bem toda essa história, tiveram que engolir ele e a esposa, já que a rainha Margrethe II resolveu abdicar do trono e fazer de Henrik o atual rei da Dinamarca. Um cargo que ele estudou a vida inteira para exercer, mesmo que seu país tenha uma monarquia constitucional e o papel do rei seja apenas uma pequena parte da gestão, servindo mais como uma figura pública e um conselheiro. Ainda é um cargo que exigiu um bom esforço dele, ao menos é o que ele sempre relata, mesmo que tudo que a mídia veja seja a presença dele e da esposa em eventos públicos e inaugurações. Foi inclusive após uma dessas inaugurações que um livro desconhecido surgiu na cabeceira da cama dele, ficou surpreso ao ver que a esposa também havia recebido um, imaginando que seria algum presente dos filhos nenhum dos dois hesitou em abrir… Bom, Henrik logo percebeu que tinha algo errado quando o livro começou a brilhar, mas já era tarde demais para fazer qualquer coisa.
Olhou meio estranho para o rapaz. Ele estava tentando ser positivo? Não compreendeu bem o tom de sua fala. Era um deles? Qual era a daquele personagem? Era difícil acreditar que um perdido, depois de tudo, estava quase defendendo Merlin, dizendo que "ele estava em choque". Aquele cara realmente se deixou ser manipulado. O que estava acontecendo? Bom, talvez, na verdade, depois de tudo, estivesse cética demais. Entretanto, ainda assim, para Pollyana, era difícil engolir suas falas. Ele estava muito calmo, não parecia bravo nem triste. Era como se tudo aquilo não lhe afetasse. De alguma forma, soava irritante. "Mas, sério, não deveríamos estar sob ameaça. Merlin não garantiu que nos protegeria e tinha tudo sobre controle?Escute, ele não é uma pessoa qualquer no comando. Que eu bem me lembre, aquele cara era poderoso e fazia previsões. Esse cara na história ia e voltava do futuro então provavelmente sabia que isso aconteceria mas ainda assim, não fez nada. Era uma mentira então? Bom... se acredita que ele não fez nada por estar em choque, vejamos quanto tempo mais demorará agora para ele nos trazer uma solução, isso se tiver. Na verdade, pouco importa, nós e até mesmo eles não estão tendo controle sobre nada, nem mesmo o controle de nossa mente temos com toda essa magia demoníaca." Proferiu de forma rápida, como uma boa tagarela, logo começando a respirar fundo e inspirar ao ver que poderia ter se alterado um pouco, sentindo um pulsar em sua cabeça. "E não estou fugindo, eu apenas estou cansada. Você parece bem... até demais" disse agora um pouco mais calma, sussurrando sua última fala. "Enfim me desculpe... mas então, como se chama?"
❝Se me permite, sequer deveríamos estar aqui. E se realmente Merlin possuísse tudo sobre controle dele e fosse tão poderoso como a senhorita bem o descreve, nenhum de nós estaria aqui e ele já teria nos mandado todos de volta para a casa em um simples estalar de dedos. Compreendo que esteja abalada e que talvez está noite tenha lhe abalado expectativas que tenha criado em cima de uma figura tão mística, contudo não creio que seja sábio entrar em desespero ou em uma espiral de possíveis futuros ruins. Mas claro, compreendo suas frustrações plenamente, eu mesmo gostaria de estar em casa na companhia de meus filhos e em segurança.❞ E realmente não havia outro lugar que Henrik preferisse estar no momento, por mais que o mundo ali fosse cheio de magia e tivesse lhe permitido certa liberdade que ele nunca teve antes, ainda sentia terrível falta de sua família e sabia que a esposa pensava de mesma forma. ❝Eu pareço bem? Bom, acredito que sejam anos seguindo protocolos e professores de etiqueta bem rígidos, mas também ser pai lhe ajuda a criar uma máscara mais bem trabalhada de tranquilidade em meio ao caos.❞ Aprendeu desde a morte de seu pai que precisava ser forte por aqueles que tinha a sua volta, que de nada ajudaria as pessoas que se importava se ele entrasse em desespero ou cedesse inteiramente a suas emoções e sentia que era mais fácil lidar com tudo isso através do bom humor, mesmo em tempos difíceis, era melhor tirar a mente das coisas ruins na visão dele. ❝Henrik Vincent Niels of Denmark, o atual rei da Dinamarca ao seu dispor... Ou pelo menos eu era antes de vir para cá, a senhorita seria?❞
Além de impactada, Pollyana estava indignada. Como Merlin pôde ficar parado apenas assistindo a toda aquela situação? Ela errou ao acreditar e confiar nele. Aquele que tanto defendeu agora parecia um ser patético. Respirou fundo, tentando recuperar os sentidos. Ainda parada, refletia sobre tudo. Então, aquele que incorporou Jacob era o verdadeiro vilão da história e fez Lancelot acabar com a própria vida, por pura psicopatia, para causar toda uma comoção? O que ele queria dizer com as coisas acontecendo como ele quer? Ele era o culpado? Ele que mudou todas aquelas histórias? Quem raios era aquela incorporação do diabo? Aquilo ainda era muito incerto e confuso. "Ei... Eu entendi certo? Merlin está sob a ameaça daquele cara? Digo, quem está no controle é o Jacob, que não é verdadeiramente o Jacob, mas enfim... você me entende, certo? Eu ainda não acredito, e no fim Merlin não dirá nada... Cadê o discurso para nos tranquilizar depois desse show de horrores?", indagava a garota para a pessoa ao lado, balançando a cabeça negativamente. "Pobre Guinevere. Eu ainda acho que consigo dormir de alguma forma, mas ela... talvez depois de muito chorar, durma de cansaço. Como podem deixar alguém usar magia assim deliberadamente? Esse tipo de manipulação deveria ser proibido. Espero que ele não saia impune por isso", continuou a dizer, encarando a rainha aos prantos ao lado de seu amado, desviou o olhar passando a mão na face assim que começou a sentir vontade de chorar ao se lembrar daquela cena tão brutal. "Certo... eu duvido que dê para se divertir mais depois de tudo. Vamos embora?"
❝Acredito, que seja algo por estas linhas realmente... Ainda que acredito que todos estejam sob ameaça? Bem, acredito que a falta de algumas palavras afete a todos, mas imagino que ele deva estar chocado também.❞ O que não seria incomum, mesmo que como uma pessoa no cargo dele devesse mascarar esse tipo de coisa, tal como Arthur e Guinevere, mas sendo alguém tão próximo era difícil manter-se frio e pragmático, Henrik mesmo jamais conseguiria. ❝É realmente péssimo tudo que ocorreu, sinto muito por ela e todos que eram próximos de Lancelot. Eu sinceramente não faço ideia, mas tenho certeza de que não vão deixar a pessoa sair impune.❞ Ao menos era isso que ele gostava de pensar, lhe trazia mais calma ao coração e ele optava por manter-se com esperanças acima de tudo. ❝Claro, eu posso lhe acompanhar para que fique em segurança, não sou exatamente um guerreiro, mas sou uma ótima distração até que você possa fugir.❞
Toothiana sentia choque , medo e incompetência. Como uma guardiã não conseguiu fazer nada? Ela ficou parada, como todo mundo, como ele conseguiu? Depois desses pensamentos , veio onde estarão os seus amigos, a sua familia, os guardiões "Jack! Bunnymund! North! Sandman!" Ela gritava, procurando por eles, entre a multidão e apenas desejando que eles estavam bem
Estava buscando pela esposa depois daquele show de horrores que havia ocorrido ali, não negava que estava um tanto sobrecarregado mentalmente e por isso acabou esbarrando na jovem. ❝Perdão... ❞ Pediu de imediato, ainda que um pouco atordoado, demorando alguns segundos para compreender que a voz que ouvia gritando previamente era a dela. ❝Receio que não os vi, mas também busco minha esposa, talvez possamos os procurar juntos? Ainda que recomende que não grite para não desesperar mais os outros, isso pode tornar difícil para que os encontremos.❞
Mary Anne estava a ter um fora do corpo momento. Em que sentia que o que via parecia ser apenas um sonho, talvez a magia que lhe foi colocada ainda ajudou mais nessa situação. Depois do mágico ter desaparecido, ela apenas caminhou por um bocado e ao encontrar um canto, ela apenas sentou e observou todo mundo. Não sabendo como reagir.
Henrik ainda estava chocado com tudo que ocorreu, não esperava a morte de Lancelot na frente de todos e menos ainda esperava ter que lidar com tudo aquilo, sem a esposa por perto, por isso saiu em busca dela. Imaginando que talvez ela tivesse ido para mais longe, mas acabou por encontrar outra perdida que parecia bem abalada. ❝Você está bem? Precisa de algum tipo de ajuda?❞ Indagou preocupado, poderia acontecer de todos estarem focados demais na tragédia com Lancelot e deixarem passar outras pessoas que poderiam ter sofrido com algo. ❝Precisa de um copo de água? Ou talvez apenas de companhia? Posso lhe guiar para fora daqui se desejar.❞
where: Castelo Abandonado no BIZARRO, FANTÁSTICO E ATORMENTADOR BAILE DE MÁSCARAS
with: @cabecadepiolho
Não era como se Mulan tivesse medo de fantasmas. Modéstia parte, não que ela não tivesse medo, mas conseguia se controlar para não deixar que eles a dominassem e a impedissem. Ainda sim, ouvindo os boatos e presenciando algumas pessoas que haviam sido possuídas, não podia evitar de ficar arisca conforme andava por aquele castelo abandonado. A arma que havia trazido consigo havia caído bem no querido de defesa, ainda que não soubesse se isso funcionava com espectros. Bom, pessoas possuídas seriam palpáveis, não? Não sabia, mas a mão se mantinha constante atrás das costas, onde a espada repousava adornando as costas do vestido negro quase como um enfeite na própria organização da peça. Quando ouviu um barulho estranho, foi rápida em desembainhar o item, parando apenas pouco centímetros do pescoço do rapaz que havia dobrado o corredor. Não era o primeiro com quem topava daquele jeito naquela noite, mas com certeza não esperava uma feição tão imparcial com alguém tendo uma arma apontada para seu pescoço. — You're not even a little bit impressed?
A coisa mais estranha para si quando entrou naquela festa foi a máscara que surgiu em seu rosto, se sentia tão perdido ali no mar de desconhecidos que parecia quase o primeiro dia naquele mundo, exceto que agora até mesmo sem a companhia da esposa, ele estava. Não era bem do tipo de acreditar em fantasmas, mas até mês passado ele também não acreditava em fadas e olha onde isso levou ele. Notou que algumas pessoas pareciam estar um pouco fora de si ou talvez fossem fantasmas? Ele não sabia dizer, mas não ficou exatamente feliz quando pela terceira vez naquela noite teve um arma apontada para ele, a expressão já nem era mais de surpresa. ❝Sendo sincero? Não quando essa já é a terceira vez só hoje... Devo indagar o que fiz? Ou talvez você também possua alguma teoria da conspiração?❞
Franziu o cenho com a reação dele. Reconhecia aquele rosto de algum lugar, provavelmente do C.C.C., mas ele parecia destoar dos outros perdidos quase da mesma forma que os integrantes originais dali, só nao sabia explicar o porquê. “Deixa as mãos pra cima desse jeito, vou checar se está armado ou não” instruiu no tom mais autoritário que pôde, se aproximando dele lentamente e procurando por possíveis esconderijos de armas. “Ok. Liberado.” declarou, dando três passos para trás de precaução. Darcy não era uma mulher baixa, mas ele ainda era uns sólidos 10 cm mais alto que ela e apesar da idade e tudo mais, ela ainda não tinha arrumado muito tempo para melhorar o seu condicionamento físico péssimo. Mesmo sem armas, não confiava muito bem em si mesma para vencer aquela luta corpo a corpo. “Você é perdido também, não é? Eu acho que já te vi por aí. Existem planos sim, planos terríveis. Se eu fosse você, não confiaria em ninguém por enquanto. Os perdidos devem ser ok... mas nunca se sabe, né, vai que temos algum infiltrado.” explicou muito séria, mas sem realmente explicar muita coisa.
Permaneceu parado como lhe foi instruído para que não acabasse sendo atacado, era a última coisas que precisava naquele dia. Respirou um pouco mais relaxado quando ela o liberou, ele havia perdido a arma que ganhou no inicio da festa já tinha algum tempo, por isso buscava um esconderijo, era um alvo fácil. ❝Obrigado.❞ Agradeceu, ainda que tentasse entender toda aquela situação e buscasse alguma forma de lidar com tudo aquilo. ❝Ah, sim, eu sou... Henrik. Infiltrado? Você acha que os personagens podem estar tramando alguma coisa contra nós? No meio de alguma das festas?❞
Se as circunstâncias fossem diferentes, Valentina provavelmente não grudaria seu braço ao de pessoas como Henrik. Sua profissão exigia um certo decoro, era claro, mas em sua festa de despedida daquele mundo ou o que quer que aquele lugar fosse, a pilota não poderia estar dando a mínima para qualquer coisa. Ainda assim, recolheu os braços em sua postura descontraída, pegando de volta o milkshake para um último gole. “O karaokê. Estou doida para cantar com a Cindy Lauper.” O olhar faiscante da Santiago pousou sobre o karaokê, e como se aquilo já não fosse uma resposta, apontou para o palco no meio de tudo, esperando que ele aceitasse o convite. Encolhendo os ombros com indiferença, assentiu para o pedido dele, não seria nada difícil na verdade. “Sem problemas, parceiro, vamos praticar a distância social daqui para frente, pode apostar.”
❝Cindy é uma ótima opção, devo concordar... Mas já devo lhe avisar que se quiser que eu cante junto, posso estar um pouco desafinado.❞ Sorriu brincalhão, ainda que não fosse tão longe da realidade, era sua esposa a musicista entre eles e que possuía uma paixão pelas artes. Henrik pelo outro lado era apenas um cantor medíocre, talvez fosse melhor se tivesse levado suas aulas de canto a sério, contudo nunca imaginou que as usaria de verdade. Olhou para o karaokê antes de se voltar para ela, não é como se fosse passar tanta vergonha se todos esqueceriam, não é mesmo? ❝Então, vamos lá... Deixo você escolher a primeira música, que tal?❞
"Acontece que sou muito melhor nos cálculos, sabe? Acabo me distraindo mais do que participando desse tipo de brincadeira... Apesar que andar de patins eu gosto, com certeza vou naquela atração depois!" Também gostava de se pendurar em cipós, o que exigia muito de seu corpo, mas demorou muito para aprender ao ponto de dizer que podia fazer aquilo bem e sem preocupações, como fora sugerido pelo perdido. Não achava que conseguiria fazer isso agora. "Inclusive, acho que vou desistir de vez do boliche. Não é para mim..." Como ainda estava segurando a bola em mãos, voltou-se novamente para o ouriço e esperou que ele a olhasse para falar. "Você me desculpa?" Notava que ele não parecia muito feliz que não participaria de mais uma brincadeira com Jane, mas a professora garantiu que em breve apareciam mais pessoas por ali. Colocou a bola no lugar de antes e depois chamou a atenção da sua companhia. "Você quer ir comigo pegar alguma coisa para comer, Henrik? Acabei de perceber que ficar tensa com jogos me deixa com fome."
❝Compreendo, devemos nos apegar aquilo que somos bons, realmente... E patinar é bem divertido realmente, eu recomendo.❞ Ainda que não fosse algo que fizesse com frequência estava aproveitando para fazer as simples, coisas que já não tinha mais a oportunidade por conta de seu cargo. Ser um membro da realeza não era fácil. Deu uma pequena risada quando ela optou por desistir, era uma festa não deveria se insistir em jogos que não estavam indo para frente realmente. Não pode deixar de achar adorável a pequena conversa dela com o ouriço, ainda que fosse algo novo e um tanto estranho pra ele, não sabia dizer se ela realmente o escutava. ❝Claro, posso lhe acompanhar sem problemas, acredito que faria um ótimo uso de uma comida agora.❞
"aí a magia é falha e eu vou ficar bem decepcionada." respondeu com um leve dar de ombros, como se não houvesse muito o que fazer. "e vou ignorar tudo o que eu fiz, claro." acrescentou com humor, dando uma piscadela amigável. "com sua imagem...? você é político, por acaso?"
❝Bom, nada é perfeito.❞ Nem mesmo aqui, ao menos era isso que Henrik observou ao longo do tempo passado ali. ❝Ignorar pode ser uma boa saída, pode evitar qualquer constrangimento.❞ E ninguém gostava de lidar com constrangimento. ❝Ah... Rei, na verdade, sou o rei da Dinamarca... Mas lido com política de certa forma, não está errada.❞
Henrik estava longe de ser o melhor cantor do mundo, mas não desafinava tanto assim e considerando que a esposa era musicista, estavam em um mundo mágico e que ninguém lembraria de nada, o que era passar um pouco de vergonha na frente de todo mundo. Escolheu para cantarem juntos a música you're the one that I want, ainda que tivesse sido difícil escolher dentre tantas músicas boas daquela época. Pegou um microfone e entregou o outro pra esposa, sorrindo enquanto os pés já começavam a se mover no ritmo da música e ele tomava sua deixa pra começar a cantar. ❝I got chills, they're multiplying and I'm losing control. 'cause the power you're supplying it's electrifying.❞
após cantar no karaokê como se sua vida dependesse daquela apresentação, chloe quase saltitou até a fila da cabine de fotos, parecendo mais agitada do que o normal. realmente, estava. "cara..." puxou assunto com a pessoa em sua frente, sem se importar se seria ouvida ou não. "não faz o menor sentido ficar com medo de fazer as coisas hoje. todo mundo vai esquecer! dá para fazer tudo o que você sempre quis fazer sem se preocupar com consequências." tagarelou, gesticulando também. "diz aí: o que você quis fazer nesse tempinho aqui, mas nunca teve coragem?"
ou
comente c + uma atração para um starter fechado com chloe (0/3)
comente n + uma atração para um starter fechado com nicole (0/5)
Era uma pena que ainda não tivesse encontrada Isleen para que tirassem fotos juntos, contudo, ele ainda poderia irar algumas fotos dele e dar de presente para esposa depois, ela certamente iria adorar. Virou para a jovem assim que ouviu a voz feminina, buscando lhe dar atenção para que não falasse com as paredes. ❝É uma forma de se pensar, mas acredito que a consciência deva pesar para uma boa parcela de pessoas... E se de algum jeito você acabar lembrando?❞ E não poderia ser tão cético em meio a tanta magia, mas mesmo assim era de se imaginar que a magia tinha suas falhas. Senão tivesse, teriam sido enviados para casa bem mais rápido. ❝Bom, acho que é difícil pensar em uma coisa só, mas creio que eu já esteja fazendo boa parte do que não consigo fazer no meu dia a dia... Por mais que tenha sido um tanto estressante, foi bom passar um tempo aqui sem ter que me preocupar tanto com minha imagem, não vou negar. Mas e você, o que pretende fazer?❞
starter aberto !
onde: acampamento de aventuras na floresta, durante a caça ao urso.
Agora com certeza era a hora. Ela não tinha comprado absolutamente nada do discurso da academia de magia sobre uma festa de despedida – podiam chamar do que fosse! Ela sabia o que era um pão e circo quando via um na sua frente. E uma "caça" a um "urso centenário" onde "um monte de vikings e caçadores sairiam juntos numa floresta"? Quem iria ser caçado eram os perdidos, ela tinha certeza! Da maneira mais Ready or Not e bizarra que ela já tinha visto. O pessoal do mundo das histórias tinha o senso de humor mais esquisito do universo.
Ao invés de se juntar ao grupo maior quando a caça começou, ela se afastou o máximo que pôde, encontrando esconderijo numa caverna, onde ficou, com uma besta na mão, pelo que pareceram horas (mas qualquer mínima espera podia dar essa impressão quando não estava fazendo nada). Estava quase adormecendo quando ouviu os passos de outra pessoa adentrando no local, e imediatamente se posicionou com a arma apontada para a entrada. “Não se aproxime! Eu sei dos planos de vocês e não vou deixar me levarem sem brigar!”
Não fazia ideia de como havia parado naquela história de caça ao urso, mas tinha certeza de que estava um pouco enferrujado demais para aquele tipo de coisa. E esperava que não fosse acabar aquilo sem conseguir se despedir da esposa, tinha certeza de que ela o traria de volta a vida apenas para o matar de novo e ela sequer era uma bruxa. Ele saiu com o grupo grande no meio da caça, achava que teria melhores chances assim, contudo, desatento como era não demorou muito para acabar se perdendo. Quando viu uma caverna, adentrou ela com cuidado, talvez fosse um bom esconderijo por hora. No entanto, foi pego de surpresa pela outra que apontava a besta para ele, que não demorou a erguer ambas as mãos em sinal de rendição. ❝Calma, eu venho em paz... Que planos está falando? Eu não tenho a menor ideia de quais sejam os planos... Existem planos?❞
Àquela altura, ver Merida chegando com os cabelos bagunçados e partes da sua roupa rasgadas não deveria ser novidade para ninguém, perdido ou não. A sua blusa da discoteca havia sido furada por um dos monstros da floresta, ela tinha folhas grudadas nos fios ruivos e um machucado na bochecha. Isso sem falar no temperamento: estava estressada (mas de novo, qual era a novidade? Decerto brigara com a mãe). Honestamente, se não fosse pela máscara mágica que havia surgido em seu rosto no momento em que entrara naquele castelo bizarro, e que agora escondia a sua identidade, não seria difícil distingui-la como a princesa de Dunbroch. "Me dá isso." Se aproximou, arrancando a bebida da mão alheia sem mais nem menos. Bebeu tudo em um gole só, então fez uma careta. "Ugh, que coisa horrível! O que é isso? Sangue de bode? Quer saber, deixa pra lá. Onde que tem cerveja aqui?"
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Depois da discoteca, aquela era segunda festa que ele entrava e não estava exatamente muito animado com o ambiente. Contudo, ao ver um furacão em forma de mulher se aproximando dele, considerou que talvez os fantasmas não fossem tão ruins assim. Há considerar as roupas alheias furadas e as folhas no cabelo da ruiva, imaginava que ela não estava tendo uma boa noite, no entanto, tão pouco ele esperava tão pouca educação da garota a lhe tomar o copo da mão e beber todo seu conteúdo de uma vez só. ❝Olá, como vai? Eu estou muito bem, obrigado por perguntar.❞ Revirou os olhos, pelo jeito rude e o pouco que conseguia ver do rosto encoberto pela máscara, imaginava que ela não devia ser muito mais velha do que sua segunda filha. Nessas horas, agradecia por ter educado todos os filhos bem, ficaria desapontado se soubesse que saiam por aí agindo dessa forma com desconhecidos. ❝Acho mais certo a senhorita me dizer o que era considerando que sequer cheguei a beber o que estava no copo... Receio dizer é possível que não encontre cerveja por aqui, talvez o sangue de bode seja mais viável ou ectoplasma.❞
Quando aquele dia se iniciou, Valentina foi tomada por um sentimento que se assemelhava muito a nostalgia, mas em teoria, o que tinha vivido naquele lugar era novo demais para ter aquele significado. A ociosidade enquanto esperava instruções para a festa possibilitou que ponderasse sobre uma melancolia muito inesperada, se fosse pensar em como se sentia quando chegou no mundo dos perdidos, jamais imaginaria que estaria melancólica sobre ir embora. Apesar disso, uma festa era sempre uma boa escolha, estava animada, mal podia conter a ansiedade para saber como seria, onde seria, o que poderia fazer. Sabia que os personagens naquele lugar eram muito bons com festas, eles se esforçavam muito, era notável.
Nada havia preparado Vale para uma discoteca no espaço. Como sua sorte poderia ser tão grande a ponto de parar numa festa que reunia vários elementos que ela amava? Pensava que a decoração e os pôsteres em seu quarto teriam dado a eles alguma dica de como agradá-la, certamente. Seu primeiro impulso foi caminhar até aqueles milk-shakes muito atrativos, e enquanto aprovava o sabor deles, considerava qual das atrações deveria testar primeiro. Se decidindo bem a tempo de cruzar o olhar com alguém a seu lado, o pensamento de lhe arrastar junto a fez puxar seu braço para junto dela. “Vamos comigo, por favor, eu nunca te pedi nada!”
Não podia negar que havia adorado o tema da festa que havia caído, sempre foi um grande fã de discotecas, ainda se lembrava da adolescência nos anos oitenta. Claro, sempre teve que dar uma fugida considerando a vida regrada da realeza e como sempre esteve nos holofotes, mas isso nunca o impediu de ter uma boa diversão quando ainda era jovem. Então, era bom poder experienciar um pouco disso sem ter o tormento de estar cercado de abutres da imprensa a sua volta. Contudo, não pode evitar surpresa quando sentiu algum o puxar pelo braço de forma tão abrupta e trivial, não estava ne, acostumado com aquele tipo de coisa. ❝Ahn... Ir aonde exatamente?❞ Perguntou completamente alheio ao que a outra falava, a lembrava por vista por que haviam ficado no mesmo conto ou algo assim, acreditava que ela seria a irmã de Snow, se não se enganava. Contudo, não sabia muito mais que isso. Observou em volta ainda meio perdido ao que ela se referia, ao mesmo tempo em que gentilmente afastou as mãos dela de seu braço, Isleen o mataria se visse ele de braços dados com outra mulher no meio de uma festa. ❝Posso lhe acompanhar sem problemas, apenas peço por um pouco de espaço pessoal, certo?❞
Jane pegou a bola e a segurou com cuidado. Já sabia que se tratavam de ouriços e quase que automaticamente criava conexão com os animais. "Olá coisinha fofa." Sorriu para o animal e o observou sair de sua forma de bola para poder olhá-la com os olhinhos brilhantes. "Por favor, me dê boa sorte, ok?" Após o pedido feito ao ouriço e vê-lo voltar a forma de bola, ela virou-se para sua companhia com o mesmo olhar pidão. "E você, não dê risada quando me ver jogar! Não estou com roupa adequada para esse tipo de coisa." Apontou para o vestido preto longo que estava usando por ter adentrado primeiro o baile de máscaras bizarro e atormentador. Na verdade, Jane sabia que não iria acertar os pinos independentemente da vestimenta que estivesse usando, mas aquela parecia uma boa desculpa para o seu péssimo desempenho em esportes. "É bem mais difícil do que parece! Juro! Já tentei até fazendo cálculos e mesmo assim não funcionou."
Talvez ele já estivesse velho demais para se adaptar aquele tipo de coisa ou tratar tudo com tanta leviandade como os mais novos faziam, mesmo assim Henrik estava se esforçando para manter as aparências e ser simpático com todos. Agir com naturalidade em meio caos era uma habilidade bem requerida para membros da realeza, ele havia sido criado para se rum exemplo aos outros. ❝Jamais riria, não tens de se preocupar.❞ E reconhecia que talvez o vestido alheio pudesse realmente atrapalhar um tanto, ele por sua vez estava com as roupas da discoteca, logo não tinha tantos problemas com isso. Sorriu de forma gentil para a mulher, não querendo a desmotivar de maneira alguma. ❝Eu apenas posso imaginar, contudo eu devo dizer que talvez seja melhor jogar sem preocupações, eu jamais acertaria um pino se eu mesmo tivesse de fazer cálculos.❞