Bohemian Rhapsody esse é o nome do filme
Bohemian Rhapsody esse é o nome do filme, nos elucidando da história da icônica banda Queen com enfoque nos "highlights" do seu astro excêntrico freddie Mercurie (Rami Malek) , o filme começa focando bem no quanto é incomodo para o protagonista ser um estrangeiro morando em Londres e sofrendo alguns preconceitos por isso. Tudo começa e se desenrola um pouco rápido demais até a formação da banda de fato, meio que de forma genérica, o protagonista se apresenta para banda quando eles precisam de um vocalista e em um pulo temporal ele já se torna parte da equipe e se estrutura completamente. Desde o início a genialidade de freddie se mostra fora do normal e pelo menos a mim me fez pensar no quão criativo era o processo de criação nos anos 70; O gênio então se casa com a sua amada Mary (Lucy Boynton) que o faz ter uma ligação muito forte para com o filme, essa relação se é enfatiza e retratada bem no filme inclusive. E no começo de uma ascenção da banda o nosso showman começa também a se distanciar de sua amada e se desbravar em uma vida bohemia (engraçado até pelo título da música) regrada a drogas e orgias aonde o mesmo se descobre homossexual e começa uma relação com um de seus produtores que por ele é apaixonado. Se passou pela minha cabeça nesse momento como existem filmes com essa receita de redenção planejada, aonde no final o vilão se torna mocinho, de nenhuma forma aqui estou denegrindo o discorrer da história, mas fica um adendo de como essa lógica é simples e funciona bem. O filme por fim como já previsto termina com desavenças e retornos fechando com o clímax em uma das mais famosas apresentações do grupo em um concerto de 1985 no estádio de wembley.
Filme lançado no final de outubro em premiere no reino unido veio para o brasil no final de novembro (é a globalização agilizando os lançamentos), dirigido por Bryan Singer que foi demitido durante o filme e substituído por Dexter Fletcher, que mesmo assim conseguiu o deixar na mesma fluidez, o filme tem uma nota de 8,2 no IMDB.
Com algumas avaliações sobre a distorção de veracidade nos fatos discorridos no filme, o que na minha opinião se é relevado já que os fatos descritos no filme foram baseados em relatos de integrantes da banda ainda vivos, e que o fez ainda ganhar um globo de ouro como melhor filme. É obvio que com essa vitória já se mostra que o filme não é de todo ruim, muito pelo contrário o filme é muito bacana e tenta mesmo que exagerando em alguns segmentos de linhas cronológicas e outras pontas soltas como já se viu analisado em outras críticas, o que ele retrata de forma simples e rápida é como foi a história de uma das bandas mais autenticas já formadas e nos mostra alguns processos de criação, como já dito, e seus níveis de complexidade. Não é à toa que um artista é chamado de artista porque criar músicas autorais nos anos 70 não era fácil e muito menos prático.









