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@caminosilencio
Pirante. É só o que tenho a dizer sobre os sons que habitam aqui.
Mindblowing. That’s all I have to say about the sounds that inhabit this place.
O ponto de encontro da caminhada silenciosa em Manaus foi em frente ao Teatro Amazonas. Neste dia um grupo de estudantes surdos se apresentava na praça. A caminhada silenciosa foi apresentada no sistema de som do evento, por ideia da Damares D’arc artista e produtora que trabalhou comigo para realizar a performance em Manaus. Pelo microfone, ela anunciou a última chamada.
The silent walk’s meeting point was in front of the Amazon Theater (one of the main Brazilian opera houses). On this day, a group of deaf students was performing at the square. The silent walk was presented on the event’s soundsystem thanks to an ideia of Damares D’arc, who’s an artist and producer from Manaus that worked with me for a month to make this edition happen. Through the microphone, she announced the last gathering before the silent walk’s leave.
photo: João Machado, 2015.
Os primeiros minutos da caminhada no centro de Manaus em direção ao porto do Rio Negro.
The first minutes of walking in downtown Manaus to the Rio Negro’s harbor.
photo: João Machado
Um dos momentos que mais gostei nessa caminhada foi a intervenção que propus aos anunciantes de promoções das lojas do Bate Palmas, bairro de comércio popular em Manaus. Eles sabiam o horário em que passaríamos pela rua e anunciaram nossa caminhada pelo microfone, muitos deles inventando histórias, dizendo que iríamos para uma tal “terra prometida” e que ficaríamos muito quietos.
One of my favorite moments of this silent walk was the intervention that I proposed together with the street hosts that work for the stores of Bate Palmas, a neighborhood of popular retail in downtown Manaus. The knew the exact time we would walk down the street and they started announcing our walk on the microphone, many of them creating stories of how our day would be, of how we were seeking the “promised land” and of how we would be super quiet.
photo: João Machado, 2015.
Tchau Manaus!
Goodbye Manaus!
Produzi uma intervenção sonora para ser tocada no sistema de som do barco, aqueles paredões feitos pra pancar um forró e um tecnobrega no último. Quando chegamos no igarapé mais lindo do caminho, a faixa tocou, no meio da natureza. Ouçam tudo. Divirtam-se.
I made a sound work for the boat’s soundsystem. The stereo was pimped up like a hip-hop car so local styles like forró and tecnobrega can be played deadly loud. When we arrived at the most beautiful igarapé, the track was played in the middle of nature. Listen till the end. Have fun.
photo: João Machado
Igarapé Julião, local de onde a caminhada silenciosa partiu em direção à praia de Tupé, passando por uma comunidade cabocla chamada “Colônia Central”. O caminho tem trilha, descampado, mata fechada, poste de luz elétrica, cachoeira, vilarejo, madeira de lei cortada, geladinho de cupuaçu, um belo exemplo do progresso nacional. A última imagem mostra Seu Baru e Luiz Salgado representando uma luta entre um homem e uma onça em silêncio.
Igarapé Julião, site from where the silent walk departed towards Tupé beach, crossing a cabocla community called “Colônia Central”. The path consists of hiking paths, open fields, dense jungle, electricity lines, waterfalls, villages, torn down noble wood, and cupuaçu sorbet, a nice example of Brazilian progress. The last image depicts Seu Baru and Luiz Salgado reenacting a silent battle between a man and a jaguar.
video: edição de Vivian Caccuri a partir de imagens de Damares D’arc e Ronaldo Lemos, 2015.
photo: João Machado
A menor cachoeira que já vi foi aqui neste lugar do caminho para a Colônia Central. Paramos, tiramos a roupa, tomamos um banho e comemos. O prato do dia foi o famoso “x-caboquinho” o sanduíche mais gostoso que comi nos últimos anos: pão, queijo coalho e tucumã, uma fruta que deixa os manauenses ma-lu-cos. Sem molho. Minimalista. Sensacional.
The tiniest waterfall I’ve seen was in the middle of our path to Colônia Central. We stopped, took our clothes off, showered under the fall and ate. The main dish was the “x-caboquinho” the yummiest sandwich that I’ve eaten: bread, local ‘coalho’ cheese and tucumã, a fruit that makes the manauenses go craaazy. No dressing. Minimal. Amazing.
video: Damares D’arc, 2015.
photo: Damares D’arc, 2015. João Machado, 2015.
O projeto federal "Luz Para Todos" (http://luzparatodos.mme.gov.br/luzparatodos/asp/) instalou postes de luz na região do Igarapé Julião ao Fazendinha, cortando alguns quilômetro de mata para que o vilarejo Colônia Central, fundado por Seu Baru, pudesse crescer. Pensando na clareira que se abriu, inventei um guarda-chuva coletivo, a partir de materiais que encontrei no centro de Manaus nos dois dias anteriores. The federal program "Luz para Todos" [Light for All] has installed an electricity line at the Igarapé Julião/Fazendinha areas, cutting through a few quilometers of forest so that the Colônia Central village could grow. Thinking of the open field that has changed the landscape, I made a collective umbrella from materials that I found in downtown Manaus, two days before.
photo: João Machado, 2015.
E o momento que estávamos todos esperando, a chegada na praia de Tupé, onde ficamos por quase duas horas nadando, dormindo, descansando e assistindo à performance de Damares D’Arc, que deu banhos de ervas em diversos dos participantes.
And the moment we were all thriving for, the arrival at Tupé beach were we rested for almost two hours, swimming, sleeping and watching Damares D’arc’s performance, who had bathed many of the participants with tropical herbs.
photo: Vivian Caccuri, 2015.
A primeira paisagem em Manaus, da janela do hotel no bairro de Adrianópolis. Do avião, fica bem claro como a cidade é um enclave no meio da floresta, mas assim que cheguei ali, a sensação era de estar em qualquer cidade brasileira - se não fosse o calor de matar, o abraços de um diabo peludo e quente que só pode ser amazônico. Essa foi a primeiro relance de “natureza” que tive.
The first landscape I had in Manaus, from the hotel window in Adrianópolis neighborhood. From the plane, it’s quite obvious how the city is concealed in the middle of the jungle, but as son as I got there, the overall sensation was being in any Brazilian city - obviously, if the deadly heat is not considered, the hug of a hot hairy demon that could nothing but Amazonian. This is the first glimpse of nature I had there.
photo: Vivian Caccuri, 2015.
Ir para a mata é muito fácil. Barcos saem de Ponta Negra (Marina do Messias) a cada 20 minutos e circulam em todos os igarapés (vilarejos, bairros ribeirinhos) do Rio Negro e os braços mais próximos de Manaus. A 30 minutos do centro, a sensação para esta paulistana/carioca que lhes escreve é já de estar na floresta.
To go to the jungle is quite uncomplicated. Boats leave Ponta Negra neighborhood (Marina do Messias) every 20 minutes and go round the igarapés (meaning neighborhood and villages by the river) of Rio Negro and through its closest wings. At a 30min distance from downtown, the sensation for this paulistana/carioca that writes y‘all is to be in the forest.