Saudações campuseiros, campuseiros-to-be, simpatizantes e afins!!!
Vamos falar sobre a tão aguardada palestra do Grant Imahara.️
Grant já chegou declarando seu amor pelos campuseiros, perguntou até "do you know how much i love you all?".
Ele voou 12 horas e logo depois da sua palestra já voltou para os EUA. É minha gente, parece a Campus Party: não para!
Pra introduzir a palestra, esse gênio sinistro começa dizendo que, basicamente, seu conteúdo pra a #CPBR9 aborda engenharia e entretenimento.
"Por mais que não pareçam, esses dois temas são muito, mas muito próximos. Nós solucionamos problemas, construindo coisas."
Um dos exemplos dados foi o Hwacha (vale a pena dar uma olhada). Uma antiga ferramenta que junta flechas sob uma estrutura um tanto quanto medieval, ele disse que o negócio ali é hiper eficiente em lançar essas lanças pra beeeeeem longe.
Desenvolver novos procedimentos, pegar as informações e analisar os dados, trabalhar esses dados, enfim, a coisa é séria. Então, Grant segue seu discurso propondo uma volta no tempo para contar um pouco sobre como começou no programa MythBusters, como chegou à equipe de robótica do Star Wars, e como sua brilhante trajetória o guiou para estar aonde ele está hoje.
1 - Encontre um mentor pra te guiar
Se você tá perdido, procure alguém que já faz o que você gostaria de estar fazendo. Em resumo, ele conheceu seu mentor quando se ofereceu para ser assistente dele, sem cobrar nada.
"Comecei organizando o escritório dele. Ele me deu coisas pra ler, materiais pra estudar, fui participar de inúmeras reuniões e foi assim que absorvi tudo que podia.
2- Esteja disponível para as oportunidades
Elas aparecem a qualquer momento, e você não tem o poder de saber quando. Por isso, be available.
3 - Medo é parte da equação
Não desista do seu trabalho diário. O medo te faz hesitar, mas é melhor tentar, praticar e começar, do que somente imaginar.
Construir robôs unindo diferentes materiais à inúmeras funcionalidades envolve a tecnologia ensinada na escola de engenharia, junto à algo totalmente criativo e inovador. Por mais medo que ele estivesse de ousar, foi o medo também que, de alguma forma, o motivou.
Pra ilustrar isso aí, ele contou sobre algumas experiências daquelas que faz o sujeito babar level HARD.
Uma delas foi a dos coelhos Energizer. Parece só um bichinho de pelúcia? Não. Nem um pouco. Por dentro daquela "pelúcia" rosa tem a mais desenvolvida tecnologia. Eles valem uma nota preta, e por mais até retrô que eles soam, as gerações desse coelhinho são cada vez mais hightech.
2 coisas o coelho tem que ter: Bater sem parar (sem contar os joysticks dos coelhos anteriores), e usar pilhas Energizer.
"Da perspectiva de um engenheiro eu digo que pilhas são horríveis por não transmitirem muita energia, e é claro, você não quer que eles peguem fogo no seu bolso."
Pra solucionar isso ele fez o pacote: 44 pilhas AA, um sistema que comparou como uma quase AK-47... Aquele chinelinho de boas, óculos escuros, e uma pele sintética de um material raro do mais alto nível.
Falando um pouco de Star Wars, Grant disse que teve certeza que queria trabalhar com robôs aos 7 anos, quando foi assistir o primeiro episódio com sua mãe no cinema. Ele pôde realizar o sonho de trabalhar e transformar os sistemas do R2-D2. As fotos que ele passou, meu amigo, sem comentários.
4 - A busca por respostas
Crie, ouse, junte materiais que você não está acostumado a usar. Use os recursos que você tem, e acredite em você.
Saia do seu nicho normal, saia da onde você está acostumado, só assim você vai encontrar maneiras diferentes e criativas de construir e chegar onde você quer.
6 - ‘Take a chance’, arrisque.
Esse ponto Grant diz ser um dos mais importantes da lista. No Myth Busters, pra ele, criar máquinas que as pessoas nunca viram na vida é o que o motiva.
Seja e transpire o que você realmente acredita. Se tu não arriscar, vai continuar nos padrõezinhos de fácil acesso.
Seguindo pelas perguntas e respostas, quase já no fim da palestra, ele termina esses minutos fodásticos provocando infinitos sorrisos-arrepios-palmas-assobios.
Em suma, não teve como não falar: me senti no futuro!