Cartas do Tio Celo turned 4 today!

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@cartasdotiocelo
Cartas do Tio Celo turned 4 today!
Oi crianças, tudo bem?
Mais Michael Jackson para vocês! Dessa vez é a música Beat It em uma versão do grupo brasileiro Ordinarius. A versão é quase inteira à capela, com exceção do uso da caixa pelo rapaz que fica ao fundo no vídeo e vai marcando o ritmo da música. O restante é só puro vocal. E falando em vocal, eu disse na última carta que ia contar para vocês o que era o registro vocal. Vocês conseguem perceber que cada um dos cantores tem um tipo de voz diferente? Uns são mais graves e outros mais agudos. Cada tipo de voz tem um registro vocal diferente. Por exemplo: as moças costumam ter o registro vocal de sopranos, que pode ser bem agudo, e meio-sopranos, que pode ser um pouco mais grave que o soprano, mas ainda assim bastante agudo. Há ainda para as moças o registro vocal dos contraltos, que pode ser mais grave que as meio-sopranos. Os rapazes também podem ser contraltos, com voz mais aguda, mas mais grave do que as meio-sopranos, além de tenores, com voz num registro médio entre o agudo e o grave, barítonos, com voz grave, e baixos, com voz bem grave. Cada um desses nomes são os nomes que os registros vocais humanos tem. Cada tipo de voz, um nome desses. Assim fica mais fácil para o compositor dizer para as outras pessoas como ele ou ela quer que seja a aparência sonora da música. Se ele quer uma voz bem grave, ele escreve que a música tem que ser cantada por um baixo, e assim por diante.
Beijos!
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Na última postagem eu mostrei para vocês o vídeo de Don't Stop Till You Get Enough, do Michael Jackson. O nome da música quer dizer Não Pare Enquanto Você Não Tiver Obtido O Suficiente. Como essa música é muito boa, e como não é suficiente ouvi-la uma vez só, quero mostrar agora para vocês uma versão à Capela dessa mesma música. À Capela quer dizer ao modo ou maneira da Capela. As capelas são espaços dentro das igrejas onde as pessoas costumam rezar, então quando a gente diz à Capela nós estamos querendo dizer ao modo das igrejas onde se reúne o coro de cantores para cantar as músicas litúrgicas dos cultos religiosos da Igreja Católica ou Protestante. Desde a Idade Média as igrejas contavam com grupos de cantores que se reuniam em coros para cantar músicas comemorando as histórias da Bíblia. Inicialmente, esses coros cantavam com um estilo que a gente chama de Canto Chão, que é quando todos os cantores, sem nenhum acompanhamento por instrumentos, cantam a mesma melodia ao mesmo tempo. No caso desse vídeo da música do Michael Jackson, acontece uma mudança interessante: todo o som produzido vem também apenas da voz dos cantores, sem o uso de nenhum instrumento, mas aqui não é apenas a linha melódica que é cantada pelos artistas, mas também o ritmo e a harmonia. Vejam que os artistas nos quadrinhos de baixo, dos cantos esquerdo e direito, imitam com a voz o ritmo do baixo e da bateria, enquanto há um cantor principal que canta a letra da música e os demais complementam com a harmonia. Nesse caso, cada voz realiza uma parte diferente da música ao mesmo tempo, formando um resultado que é bastante complexo, com a soma das várias partes. Se fosse como durante o Canto Chão da Idade Média, todas as vozes cantariam as mesmas notas ao mesmo tempo, sem diferença entre as vozes além do registro vocal de cada uma. Vocês sabem o que é o registro vocal? Na próxima carta eu conto para vocês! Continuem acompanhando!
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Hoje passo por aqui rapidamente para deixar esse vídeo de uma das músicas mais bacanas do Michael Jackson para vocês verem e escutarem, junto com uma pequena mensagem: quando os tempos são duros e difíceis, é muito importante não deixar de fazer 4 coisas - sonhar, cantar, dançar e rir!
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
No vídeo acima vocês podem conhecer um pouco das obras do pintor Claude Monet, que viveu na França entre 1840 e 1926. Monet foi um dos nomes mais importantes do Movimento Impressionista na pintura. O próprio nome desse movimento, o Impressionismo, foi dado pelo escritor Louis Leroy ao ver um quadro de Monet de 1874 a que o pintor deu o nome de "Impressão - Sol Nascente”, que inclusive aparece ai no vídeo mais para o final. Com esse quadro e muitos outros que ele pintou depois, Monet inaugurou um novo interesse para a arte da pintura. Monet não queria apenas pintar a realidade, como o movimento da pintura realista fazia já faz um tempo na época em que ele começou a se destacar. Não bastava para ele pintar cenas do quotidiano, Monet queria ir mais a fundo na observação da realidade. Como um verdadeiro cientista, Monet notou que a mesma cena poderia ser pintada de diversas formas diferentes, de acordo com a hora do dia em que ele escolhia para pintar. Era como se uma mesma parte da realidade fosse composta por diferentes camadas, cada uma com suas próprias cores, intensidade de luz e sombra, brilho, nitidez, etc. Todas essas diferenças saltavam aos olhos do pintor se ele prestasse atenção na forma como os elementos da paisagem reagiam à mudança progressiva da luz e das condições climáticas ao longo do dia. O amanhecer tinha certas cores, já o meio-dia outras, assim como o entardecer e também a noite. As épocas do ano, como as estações, traziam outras mudanças significativas na forma como o mundo se mostrava para o pintor.
Com isso, Monet e os demais artistas que fizeram parte do movimento impressionista ampliaram enormemente as possibilidades da pintura. Antes deles, a paisagem era sempre vista como sendo uma coisa só, sem variações mais significativas além do movimento introduzido pelos personagens que compunham as cenas, como os seres humanos ou animais. Era como se, de repente, Monet e seus amigos tivessem inventado um novo instrumento óptico como o Microscópio ou a Luneta de Galileu, com a qual eles podiam enxergar detalhes da realidade que as pessoas não viam antes. Foi preciso surgir o Impressionismo para que as pessoas pudessem olhar para a natureza e a paisagem para descobrir nelas uma riqueza de cores e formas até então desconhecidas. Por isso dizemos que o Impressionismo trouxe consigo uma revolução no olhar. As pessoas passaram a ver o mundo de uma forma nova, mais colorida, mais luminosa, mais cheia de nuances, mais diversa, mais rica e mais bela do que antes. Não é maravilhoso poder olhar para o mundo como se fosse a primeira vez, e descobrir nele cenários incríveis que a gente não sabia que estavam ali? Monet e o Impressionismo fizeram o mundo abrir os olhos como se fosse a primeira vez. Esse é, inclusive, o poder especial que a Arte tem: o de nos ensinar a olhar para o universo com olhos novos. Não tem coisa mais importante na nossa vida que a forma como a gente olha para o mundo. É isso que vai determinar quem nós somos e as escolhas que vamos tomar. Por isso é tão importante se inspirar na arte, pois assim nosso olhar vai poder ser belo, forte e harmonioso, e dessa forma, nossa vida também.
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Nesse vídeo acima vocês podem conhecer um pouco sobre o maior museu de arte, história e cultura do mundo, o Louvre, que fica em Paris, na capital da França. O Louvre contém mais de 380 mil artefatos e obras de arte de todos os tipos, mas apenas 35 mil desses artefatos e obras de arte podem ser vistos quando se visita o museu, pois o restante fica guardado nas chamadas reservas técnicas do museu, que são depósitos especiais cujo acesso é restrito apenas aos especialistas, estudiosos e funcionários do museu, já que não há como expor adequadamente todos os itens da coleção. Para isso seria preciso um museu 10 vezes maior, e o Louvre já é o maior museu do mundo não apenas no número de obras conservadas mas de acordo com o tamanho do museu. Ele também é o museu mais visitado em todo mundo, tendo recebido quase 10 milhões de visitantes só no ano de 2012. Um visitante precisa passar entre uma semana e dez dias dentro do Louvre para conseguir ver tudo o que está exposto atualmente.
O Museu do Louvre é dividido em 8 grandes coleções ou departamentos: a Coleção de Arte e Artefatos Egípcios, a Coleção de Arte e Artefatos do Oriente Próximo, A Coleção de Arte e Artefatos Gregos, Etruscos e Romanos, a Coleção de Arte e Artefatos Islâmicos, a Coleção de Esculturas, a Coleção de Pinturas, a Coleção de Artes Decorativas e a Coleção de Gravuras e Desenhos. São tantas maravilhas que o Tio Celo precisaria de muitos anos e muitas cartas para mostrar para vocês. O importante é não deixar de visitar o Louvre um dia porque é realmente um passeio de tirar o fôlego!
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, com vocês, The Beatles!
Esse é o vídeo de introdução de um vídeo game para Playstation, Xbox e Wii chamado The Beatles: Rockband, ou seja, Os Beatles: A Banda de Rock. Nele vocês podem ver um resumo da história dos Beatles, desde o início da banda mais famosa da história nos shows do Cavern Club na cidade de Liverpool na Inglaterra, passando pela viagem de consagração internacional nos EUA e a famosa capa do disco Abbey Road, onde os quatro Beatles atravessam a faixa de pedestres na Rua Abbey, até os momentos oníricos vividos pela banda a partir do lançamento do álbum Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band, ou seja, a Banda dos Corações Solitários do Sargento Pimenta, e do desenho animado Yellow Submarine, ou Submarino Amarelo.
O video game explora a história da banda e o universo das suas inúmeras músicas. Eles são certamente a banda que criou mais sucessos musicais em toda a história. Os jogadores do video game podem recriar as músicas ao tentar tocá-las com os aparelhos apropriados associados ao jogo. E vocês, conhecem ou gostam de alguma música dos Beatles?
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Esse é um vídeo que mostra um tipo de obra de arte que surgiu nos últimos anos graças ao desenvolvimento da tecnologia. Vocês podem reparar que há pessoas circulando dentro da sala em cujas paredes fica a obra de arte, que chama Type Dynamics, que pode ser traduzido como O Movimento Das Letras. Um aspecto interessante dessa obra é o fato dela combinar aquilo que nós vemos (o visual) com aquilo que nós ouvimos (o som). Dessa forma os artistas querem mostrar que as obras de arte não são coisas distantes da gente, que ficam trancadas dentro de um museu, mas são coisas que a gente pode habitar, como se habita uma casa ou um quarto. Em vez de nós olharmos de fora para dentro das obras, aqui nos olhamos e ouvimos a obra de arte de dentro dela. Esse tipo de obra, que é pensada para que nós possamos entrar dentro dela, costuma ser chamada de Instalação. Existem muitos tipos diferentes de instalação feitos pelos artistas, e essa que vocês podem ver no vídeo chama a atenção para uma forma de habitar os espaços que não são mais considerados como coisas imóveis e sempre iguais. Normalmente, quando estamos dentro de um edifício como na nossa casa ou na sala de aula da nossa escola, tudo em volta de nós (as paredes, o teto, o chão, etc) é fixo e permanece praticamente sem alteração ao longo do tempo. No caso dessa obra chamada O Movimento das Letras, os artistas propuseram uma outra forma de pensar a nossa relação com a arquitetura que nós costumamos ocupar, criando um conteúdo para as paredes e dando a esse conteúdo um movimento e um som. Dessa forma, as paredes deixam de ser coisas sem vida e passar a estimular nossas sensações e nosso pensamento de um modo mais intenso, multiplicando e enriquecendo a experiência de ocupar um cômodo, que costuma ser na maior parte das vezes bastante chata quando nada se altera e as paredes são sempre as mesmas paredes de sempre. Dessa forma, estar entre quatro paredes deixa de ser algo entediante e passa a ser algo estimulante, como se estivéssemos olhando a paisagem, que está sempre em movimento. Essa é uma forma bastante interessante de estimular a sensação de estar vivo, porque, afinal, vida é movimento. É por isso que sentimos prazer ao olhar pelas janelas, pois é através delas que vemos a vida se desenrolando lá fora. Uma coisa parecida acontece quando olhamos para um espelho na parede ou para quadros pendurados na parede: todos eles funcionam como janelas, que estimulam o nosso olhar e nos dão uma sensação refrescante de estarmos vivos.
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Esta é a Lola, a andorinha, personagem da cartunista Laerte. E vocês, crianças, o que fizeram hoje?
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Hoje o Cartas do Tio Celo faz dois anos de idade! Parabéns para todos vocês que acompanham o blog e tem dado o seu apoio nesses dois anos!
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Quero mostrar para vocês a gravação original de Asa Branca, cantada e interpretada pelo próprio Luiz Gonzaga com a sanfona, nome que a Harmônica tem na região do Nordeste, onde vivia Luiz Gonzaga. Copiei para vocês a letra da música no final da carta, que é particularmente interessante de se conhecer, além da melodia, é claro, porque a letra fala de um problema muito atual, que é a seca e a falta d'água pela qual passou o Nordeste durante décadas seguidas. Essa música foi composta pelo Luiz Gonzaga e pelo Humberto Teixeira em 1947, ou seja, quase 70 anos atrás, e serve como testemunho de um período histórico em que os governantes não faziam nada para resolver o problema da seca no Nordeste.
A gente sabe, pela experiência de outros lugares do mundo, como Israel no Oriente Médio, que era um grande deserto de areia e foi transformado numa região fértil, com plantações de alimentos graças aos sistemas de irrigação de água promovidos pela ação do governo, que é possível resolver o problema da seca em muitas regiões. Tanto é assim que hoje em dia a seca no Nordeste do Brasil foi em grande parte superada pela ação do Governo Federal através de programas de construção de cisternas para coleta e armazenamento da água, o que propicia o retorno da vida para a região, já que toda forma de vida que conhecemos está intimamente ligada à existência da água.
Na letra de Asa Branca é dito que "até mesmo asa branca bateu asas do meu sertão", ou seja, durante muito tempo, os nordestinos eram obrigados a deixar o Nordeste e migrar mais para o sul do país para outros estados onde havia a água, como os estados do Sudeste do Brasil. O próprio Luiz Gonzaga veio viver no Sudeste também, então a música fala de algo que aconteceu com ele e com muitas outras pessoas que ele conhecia.
Mas hoje em dia, graças à ineficiência e falta de ação dos governantes, onde falta água é no Sudeste, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Não seria legal falar para os governantes escutarem Asa Branca e pensarem na música para, quem sabe, eles resolverem tomar alguma atitude?
Segue aqui a letra da música:
Asa Branca (1947) - Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
"Quando oiei a terra ardendo Qual a fogueira de São João Eu preguntei a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação.
Eu preguntei a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação.
Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão.
Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão.
Inté mesmo a asa branca Bateu asas do sertão "Intonce" eu disse, adeus Rosinha Guarda contigo meu coração.
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha Guarda contigo meu coração.
Hoje longe muitas légua, Numa triste solidão, Espero a chuva cair de novo Pra mim vortar pro meu sertão.
Espero a chuva cair de novo Pra mim vortar pro meu sertão.
Quando o verde dos teus óio Se espaiar na prantação Eu te asseguro, não chore não, viu Que eu vortarei, viu Meu coração.
Eu te asseguro não chore não, viu Que eu vortarei, viu Meu coração."
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Trago nesse vídeo o grande violonista brasileiro Baden Powell interpretando Asa Branca, a mais famosa composição de Luiz Gonzaga, conhecido como o Rei do Baião, e Humberto Teixeira. Essa é uma música que quase todo mundo no Brasil conhece ou consegue reconhecer a melodia do tema como familiar. Aqui, Baden Powell pega a pequena jóia que é Asa Branca e a transforma com um arranjo incrível em uma grande coroa com muitas jóias. Vejam quantas vezes e com quantas formas diferentes ele toca o tema da música.
Feliz Ano Novo, crianças!
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Essa pintura se chama Noite de Natal, e foi feita pelo artista francês Gustave Doré (se pronuncia "dorrê"), que viveu no século XIX. Uma dica é olhar para a imagem enquanto vocês ouvem a música que eu apresentei para vocês na última carta.
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Quero mostrar para vocês uma última música de Natal, mas dessa vez o estilo não é mais o Jazz, mas uma ária de Wolfgang Amadeus Mozart, ou seja, é Música Clássica do século XVIII. Uma ária é normalmente uma parte de uma composição maior de música que tem como característica principal ser quase sempre cantada por uma única voz e ser bastante rica melodicamente. Aqui, a ária se chama Et incarnatus est (que em latim quer dizer E - Jesus - nasceu, ou seja, encarnou sob a forma de gente, sendo propicia para o dia do Natal), que é parte de uma das várias Missas que Mozart compôs para ser executada durante o serviço religioso nas igrejas católicas. Quando essa obra estreiou, em 1783 em Salzburgo, a cidade natal de Mozart na Alemanha, a pessoa escolhida para cantar essa ária foi Constanza, com quem Mozart havia se casado recentemente. Aqui, nessa gravação do vídeo, quem canta a ária é a soprano Barbara Hendricks, que vocês podem ver ai na foto. Vejam que voz magnífica ela tem! Vejam como os instrumentos de sopro, especialmente o oboé, de som mais sério e agudo, e o fagote, de som mais brincalhão e grave, acompanham a voz. Mozart compôs inúmeras jóias, e essa é uma delas. Sintam a paz que a música transmite. Vocês conseguem reconhecer a expressão Et incarnatus est no canto?
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Essa é a última música da Ella Fitzgerald que eu quero mostrar para vocês por enquanto. Não poderia faltar nessa seleção o maior clássico de Natal, Jingle Bells, que quer dizer "Soam Os Sinos".
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Mais um clássico do Jazz para o Natal na voz da dama Ella Fitzgerald. Agora, a música se chama Have Yourself A Merry Little Christmas, ou seja, Tenha Um Feliz Natal. Uma característica desses clássicos de Jazz, que a gente chama de Standards, é que eles são extremamente agradáveis de ouvir, e são particularmente bons como música de fundo para ambientes alegres e festivos, como costuma ser muitas vezes a celebração do Natal. São músicas que harmonizam com qualquer coisa praticamente.
Beijos,
Tio Celo
Oi crianças, tudo bem?
Dando continuidade às Cartas sobre os clássicos do Jazz e o Natal, apresento para vocês a mesma música tocada pelo Bill Evans na Carta anterior, Santa Claus Is Coming To Town ("Papai Noel Está Vindo Para A Cidade"), mas aqui o arranjo é diferente: além da participação da orquestra, quem conduz essa versão é a cantora Ella Fitzgerald, uma das grandes damas do Jazz de todos os tempos. Vejam que vozeirão potente ela tem!
Beijos,
Tio Celo