"Sensação?" Ecoou o bruxo, sua voz carregada de sarcasmo. "Essa é, sem dúvida, a coisa mais idiota que você me disse hoje. Mas quem sabe, temos até o fim do dia para ver se consegue superar esse seu score de burradas." Com uma expressão derrotada, Arthas se levantou, ciente de que a insistência de Zac não seria facilmente contornada. Enquanto procurava por um mapa e fósforos, o anjo tagarelava incessantemente, como se suas palavras sem sentido pudessem resolver os desafios que os esperavam. O bruxo estava imerso em seus pensamentos, buscando desesperadamente um feitiço que pudesse ser poderoso o suficiente para localizar Lilith. No entanto, cada encantação que conhecia parecia insuficiente diante do mistério que envolvia Lilith. Mas quem sabe, talvez eles pudessem encontrar alguém próximo a ela, alguém que os conduzisse em direção a esse enigma sombrio. "Hipoteticamente, se você chegar lá e dar de cara com ela, o que vai dizer? 'Oi, sou um anjinho, posso fazer parte do seu grupinho especial de demônios?'" A provocação veio em uma voz patética, que, na mente do bruxo, combinava perfeitamente com a imagem de Zac. Colocando o mapa sobre a mesa, o loiro continuou sua busca, agora em busca de um isqueiro para acender um dos fósforos que segurava. A inquietude do momento o levou a ponderar em voz alta. "Quer saber, acho que devíamos ligar para Hel." Sugeriu, quase falando consigo mesmo. A presença da mulher poderia ser um valioso recurso em sua busca, alguém com conhecimentos e habilidades que poderiam se provar úteis em seu propósito sombrio.