⠀⠀⠀[⠀.⠀ . ⠀.⠀]⠀⠀⠀Você também viu SEONYE REDWYNE ou fui só eu quem quase tropeçou em um descendente da Casa REDWYNE DA ÁRVORE no meio da rua? Nascida em CAMPINA e atualmente com 29 anos, ela ficou conhecida por trabalhar como DIRETORA DE EXPERIÊNCIA E HOSPITALIDADE, coisa típica de gente famosa. Nas matérias mais simpáticas, costumam descrevê-la como CARISMÁTICA, AUTÊNTICA e RESILIENTE; mas, nos bastidores, há quem diga que pode ser IMPULSIVA, DESCONFIADA e CARENTE. Os tabloides parecem particularmente interessados em seu nome desde que O MOTIVO DA SUA EXPULSÃO DA CASA TENHA SIDO NAMORAR COM FUNCIONÁRIAS DA EMPRESA, mas talvez seja difícil resistir a alguém cuja presença lembra CHEIRO DE GELEIA DE MORANGO, BATOM VERMELHO, ESPELHO QUEBRADO, UNHAS PINTADAS E SORRISO CONTAGIANTE.
#𝐇𝐄𝐀𝐃𝐂𝐀𝐍𝐎𝐍𝐒;
Seu perfume é sua identidade: Frutas vermelhas e baunilha. Dizem que dá para sentir a presença da mulher apenas pelo cheiro.
Por ir muito em festas sempre acaba levando um tipo de souvenir de restaurantes e bares. Em todas as fotos tiradas por paparazzo, está segurando uma taça/copo e guardanapo.
Sabe o nome de todos os trabalhadores da vinícola.
Odeia formalidade demais, quando a chamam de "senhora" ela já evita e pedem que a chamem pelo seu nome.
Sua relação com dinheiro é complicada já que odeia gastar e parecer uma herdeira mimada.
Seu hobby é fazer bolos, pudins e geleias.
#𝐁𝐀𝐂𝐊𝐆𝐑𝐎𝐔𝐍𝐃;
[TW: Homofobia e morte]
Seonye cresceu entre os vinhedos, hotéis boutique e eventos luxuosos que transformaram os Redwyne em um dos sobrenomes mais prestigiados do setor de vinhos e hospitalidade. Durante a infância e adolescência, era considerada uma das maiores promessas da nova geração da família. Carismática, espontânea e naturalmente talentosa para lidar com pessoas, parecia destinada a se tornar o rosto público da marca construída por sua mãe, Mina Redwyne.
Ela até foi preparada para trabalhar com as finanças, mas a Redwyne encontrou sua vocação na criação de experiências: eventos, gastronomia, atendimento e relações públicas. Seu talento para transformar tradição em acolhimento a tornou extremamente querida por funcionários, parceiros e clientes antigos.
Contudo, a relação com a família sofreu uma ruptura quando Seonye se recusou a esconder sua sexualidade e seus relacionamentos. O conflito com Arwyn Redwyne tornou-se cada vez mais intenso, principalmente após o escândalo envolvendo romances com funcionárias da empresa, que acabou levando à sua expulsão da casa.
Durante anos, Mina foi a única ponte entre mãe e filha, mantendo contato constante e protegendo Seonye da hostilidade do restante da família.
Longe dos Redwyne, Seonye construiu sua própria carreira como diretora de experiência e hospitalidade em empresas que já tinha trabalhado antes, consolidando-se profissionalmente sem depender apenas do seu sobrenome. Ainda assim, nunca conseguiu cortar totalmente os laços emocionais com sua origem.
A morte de Mina a trouxe de volta.
O retorno à vinícola representa tanto uma homenagem à mãe quanto um reencontro doloroso com pessoas e feridas que nunca deixaram de existir. Embora não seja considerada uma candidata ao controle dos negócios, muitos enxergam nela a verdadeira herdeira do espírito de Mina, uma pessoa capaz de preservar a alma da marca em um momento em que os Redwyne parecem cada vez mais distantes de suas próprias raízes.
#𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒;
PROCURO POR: ⠀ Alguém que já foi um antigo romance de Seonye, mas não deu certo, então se tornaram bons amigos; alguém de uma família "rival" que acabou fazendo amizade com Seonye por "dividirem" o mesmo terapeuta; alguém que sempre pede e até compra os doces caseiros de Seonye; alguém que compartilha do luto; alguém que é amigo de festa; alguém que sempre briga com Seonye para a mídia, mas que são amigos no particular; alguém que é amigo de infancia da Seonye.
Não tenho interesse em plots envolvendo shipping e smut. Seonye já namorou muito e podemos pensar em um relacionamento passado, mas a persona já tem um endgame fora da comunidade.
Como aquele era o primeiro evento público de Mylenda, imaginou que seria de bom tom ir no mesmo avião que os demais, como forma de demonstrar que era quase como eles. No entanto, um rosto novo era sempre um rosto novo e quando os repórteres perceberam sua presença no aeroporto, se aglomeraram ao seu redor, querendo saber as últimas fofocas sobre a vida da recém-descoberta herdeira Dondarrion.
Não estava acostumada a receber tamanha atenção, e aquela quantidade absurda de microfones e câmeras a deixou desnorteada, sem saber como fugir de tantas perguntas sobre sua empresa, sobre taxas, sobre o futuro. Nem mesmo ela sabia ainda, então como poderia responder?
Até chegou a abrir a boca para dar uma resposta genérica, mas um sapato lhe salvou. Um sapato! Ergueu a cabeça na direção de onde o objeto havia sido arremessado, arregalando os olhos para a mulher que não estava muito longe. E observou, com o mesmo choque, toda a imprensa se dispersar. ━ É sempre assim? ━ Questionou sinceramente, caminhando na direção da desconhecida. ━ Acho que está tudo bem. Pago quantos drinks quiser! Você realmente me salvou! Eu sabia que eles seriam carnívoros, mas não tanto assim. Eu estava chocada, não tinha nem como me mover.
Fez um biquinho, assentindo ao se aproximar de Mylenda.
— Sempre que encontram um rostinho novo. Mas não posso julgar tanto; você é ainda mais bonita pessoalmente! — Confessou, com um grande sorriso no rosto. Logo calçou o sapato novamente e desamassou a roupa. — Você precisa ser um pouco selvagem com eles também. É como aquele ditado: o remédio para um doido é um doido e meio, sabe? — Riu e ajeitou os cabelos longos, até fazer uma expressão de quem acabara de se lembrar de algo. — E eu nem me apresentei! Sou Seonye Redwyne, prazer!
Após um jogo péssimo que deixou diversos jogadores e torcedores do Tempestade de Westeros furiosos pela quantidade de gols perdidos por Cassian, era hora de ganhar os ares para comparecer ao casamento mais comentado pela mídia naquele, que aconteceria naquela semana no Hotel Harrenhal. O Barratheon que estava com sua mala de mãos segura, percebia toda balburdia causada pela falta da mala de diversas famílias ali, mas diferente de vários dos presentes, o homem estava seguro, mas toda essa tranquilidade durou apenas o suficiente para algum paparazzi o reconhecer e começar a se aproximar, perguntando sobre o resultado do jogo, seu gol contra e as diversas oportunidades perdidas.
Por mais que tentasse se desvencilhar, sempre surgia mais um e mais um, todos com suas câmeras em mãos apontando uma chuva de flashs em sua direção. — Vocês poderiam por favor, me dar licença? O que estão pensando? SAIAM! — No meio de suas suplicas, sentiu o vento de um objeto atirado cruzar a lateral de seu rosto, Cassian arregalou os olhos e finalmente percebeu se tratar de um sapato. Ao apurar a vista, percebeu se tratar de Seonye, sorriu em direção a ela, negando a cabeça incrédulo pelo feito da morena. — Seonye Redwyne! Eu não sabia que você havia virado arremessadora de sapatos. Esta tudo bem agora! Muito obrigado pela ajuda. O drink será pago, pode deixar. Tudo bem com as suas malas? Soube que sumiram muitas.
⠀⠀⠀Sentiu-se querida com a forma como Cassian disse seu nome, como se ela fosse uma estrela ou uma heroína salvando o dia dele. Queria ser assim, queria se sentir daquele jeito mais vezes. Passou correndo para o lado dele, pegando o sapato e se apoiando em seu ombro para calçá-lo.
— Acredita que perderam minhas três malas?! Eu estou ENFURECIDA! — Poderia até ter dito aquilo, mas seu sorriso era enorme; ela parecia estar de ótimo humor. — Mas e as suas? Você conseguiu achar? Se disser que sim, eu vou ficar triste.
⠀⠀⠀Seonye adorava ter atenção, sendo bonita e simpática, era a definição de media darling, mas havia momentos certos para ser um doce com os fotógrafos, e com toda certeza o caos que se encontrava no aeroporto logo na chegada não era um deles. Aquela deveria ser uma viagem simples: embarcar, pousar, sorrir para algumas câmeras e aproveitar alguns dias cercada de luxo e pessoas interessantes. No entanto, bastaram alguns minutos dentro do terminal para que tudo se transformasse em uma verdadeira guerra. Jornalistas disputavam espaço com seguranças, famílias inteiras pareciam incapazes de andar em linha reta e alguém gritava sobre uma bagagem desaparecida como se estivesse anunciando o fim do mundo.
⠀⠀⠀Talvez fosse por isso que Seonye não conseguia levar a situação tão a sério. Toda aquela gente rica agindo como se uma mala perdida fosse uma tragédia irreparável chegava a ser engraçada. Foi enquanto observava o espetáculo que seus olhos encontraram muse, aparentemente prese em uma emboscada de fotógrafos particularmente insistentes.
⠀⠀⠀Sem pensar duas vezes, retirou um dos saltos dos pés. O gesto acabou chamando mais atenção do que pretendia, mas já era tarde demais para voltar atrás. Com uma pontaria surpreendentemente boa, lançou o sapato na direção do grupo. Não queria machucar ninguém, Seonye não seria capaz de machucar uma mosca! Era só pra assustar.
⠀⠀⠀O salto passou raspando por um dos fotógrafos, arrancando um coro de reclamações indignadas e criando distração suficiente para que o círculo em volta de muse finalmente se desfizesse.
— O próximo vai com mais força! — Anunciou, apontando para eles com o outro sapato ainda na mão. Satisfeita com o resultado, ela se aproximou de muse e recuperou o salto do chão com toda a dignidade possível. — Pronto. Problema resolvido! — Sorriu como se não tivesse acabado de atacar a imprensa com um sapato de grife. — Você me deve uma bebida depois dessa, viu? Está tudo bem? Tudo no lugar?