Ah se Tatiana soubesse o que era o calor... Mas também não era essa palavra que descreveria o momento, não havia o fogo da paixão naquele ato, ou a chama quente da espera... Ali estavam no puro e delicioso desejo carnal, aquela sensação tão simples e crua como o gelo que chegava a queimar. Apesar de normalmente ser mais rápida e ativa, Tatiana esperou, deliciou-se em seus dedos e apreciou cada um dos movimentos dele, aguardando tão educadamente ser preenchida pelo rapaz.
O problema foi que ele não veio, pelo contrário, ele a colocou para ficar em cima dele e, apoiando as duas mãos no peito dele, Tati começou a rebolar, roçando seu corpo no dele mas guiando o movimento de um jeito torturante afinal ela que decidia "Eu devia te dar uns bons tapas na cara por isso sabia?" Perguntou retoricamente, sondando seu caminho. A blusa cinza da mulher foi ao chão deixando o corpo alvo da mulher completamente exposto, os mamilos em um rosa doce estavam duros completando aquela visão angelical. Porém era apenas isso de angelical. A mulher se ajeitou sentindo-se preencher por completo, movendo-se em um rebolar lento, explorando as sensações independente do rapaz. Nao havia pudor, nao havia vergonha... Seus labios se partiram em um gemido livre lhe usava pelo seu prazer.
Com os cabelos movendo no ritmo das estocadas ela apoio-se para frente, espalmando as mãos peito do filho de Zéfiro para melhorar as estocada sentindo-o sair quase por inteiro antes de preenchê-la "Me aperta..." mandou antes de morder o lábio inferior já imaginando aquelas grandes mãos marcadas em seu corpo. Ah, ela sabia que ele não era seu dono e talvez nunca fosse algo seu, mas ela queria a dor, queria as marcas daquele momento, queria se deliciar por dias vendo o espelho e sentindo o toque do homem em sua pele...
"Tapas podem ficar para uma outra oportunidade, que acha? Eu estou me comportando direito, não estou?" Gemeu em um tom levemente sôfrego, os lábios entre abertos na pura essência e visão do que mais soava como uma súplica. Maxence tinha a pele naturalmente mais bronzeada por conta do tempo que passava nas dependências dos riachos e praia daquele acampamento. Ainda assim, era perceptível, contanto que Tatiana observasse atentamente, como as bochechas do filho de Zéfiro estavam começando a ficar avermelhadas, além de esquentarem a cada novo segundo, bem como seu corpo e o espaço, mesmo que o toque frio da mais velha fosse algo tão excitante quanto preocupante: sua consciência dava indícios de existência, atormentando-o com lembranças do rosto e da voz de Nicki, alternando entre os momentos bons e os ruins que haviam se tornado maioria nos últimos tempos.
Nada que o fizesse baixar a guarda nem perder a rigidez abaixo de seu ventre, principalmente quando sentiu o contraste entre o toque da russa e seu interior, tão quente e aconchegante, que foi quase instintivo forçar os dedos contra a carne alheia quase no mesmo instante em que Tatiana o orientou a fazer aquilo. Os próprios quadris começando a se elevar abaixo dela, forçando mais a penetração até o fundo, latejando e apertando-o de modo a fazer com que Maxence tivesse de se controlar ao máximo para não finalizar ali mesmo, com tão poucos minutos tendo se passado dentro dela, porque aquela era realmente sua posição favorita.
Pensando nisso, mesmo que estivesse em seus planos deixá-la em cima de si por mais algum tempo, Max acabou por inverter as posições outra vez: no caso, deitá-la de lado, de frente para si, com uma das pernas sobre seu quadril, enquanto sua sestra agora alcançava a parte de cima das vestes dela, livrando-se do que havia por ali, para que pudesse lhe tocar os seios, apalpando com gentileza, mas logo em seguida com firmeza, ao mesmo tempo que seus lábios iam de encontro ao pescoço de Tatiana. A penetração ainda sendo profunda, mas mais curta por conta da posição, e os lábios de Maxence desfrutando da pele mais gelada que a sua, enquanto tentava abafar nela os gemidos que deixavam sua garganta. Até voltar a ajeitar a cabeça e, desta vez, recostar sua testa na dela, arfando enquanto a admirava por alguns instantes. Olhos claros eram uma fraqueza sua desde os últimos relacionamentos que tivera. "Puta merda, Tati. Você é gostosa pra caralho." Suspirou, com a voz meio trêmula. Por ter recém saído do banho e ainda estar sem camisa, sua pele do tronco demonstrava ainda mais sensibilidade no quão arrepiada estava. "Me arranha, me morde, faz o que quiser comigo. Por favor."
O mais gostoso naquele momento, não era aquele homem delicioso deitado em baixo de si implorando por mais, não era sentir seu corpo preencher completamente a cada rebolada ou gemer quando atingia seu ponto de prazer, era saber que Maxence estava ali de pura vontade, pecando deliciosamente consigo. Que mesmo em um relacionamento era ela que ele desejava, era para ela que ele gemia, era seu corpo que apertava e implorava por mais... Ela queria vê-lo sofrer, não tinha pressa ao deslizar o corpo e rebolar sobre o membro rijo, deleitando-se com cada momento passando a mão na pele oliva do rapaz, as vezes intensificava o movimento querendo mais rapidez, mais contato, estar mais perto do orgasmo... Mas ele não pensou o mesmo que si, a colocou na cama a fodendo de um jeito que ela não conhecia direito, mas amou cada segundo. Cada estocada profunda fazia com que os olhos de Tatiana revirassem e os lábios se partissem soltando gemidos indecentes ao sentir-se extasiada. Uma de suas mão apoiou no ombro dele usando para apara-la quamdo movia o quadril, aumentando ainda mais o atrito, a outra foi ao clitóris dando só o que faltava para o momento ser perfeito. Os arranhões já começavam a ser involuntários, marcando o ombro dele, assim como os lábios que foram a pele do homem sugando e deixando traços quentes de seu desejo. Já não havia racionalidade no corpo da mulher, que o apertou contra si já não sabia se rebolava ou sentia o orgasmo que a deixou completamente sem palavras. O ar já era curto no peito da loira, os lábios rosas repartidos, os seios movendo-se naquele ritmo frenético e o corpo respondendo a cada um dos estímulos que ele lhe proporcionava. Ela precisou de uns segundos para entender o que realmente estava acontecendo, respirando quase com dificuldade "Puta que pariu Maxence" soltou baixinho movendo novamente o quadril para aproveitar aquela sensibilidade gostosa após o ato "Onde você estava escondendo isso?"
















