Os ventos do oeste te trouxeram até Maxence Winderwright! Ele tem 27 anos e pertence ao chalé de Zéfiro. Você pode encontrá-lo nas dependências da cachoeira ou dos estábulos nas horas vagas. Ele também é conselheiro do chalé 34 e instrutor de defesa e esquiva.
》 ORIGENS: Uma fazenda em Bibury, na Inglaterra.
》 ANIVERSÁRIO: 28 de janeiro.
》 NÍVEL: Máximo.
》 PODERES:
!Mana do ar. Através de suas mãos, Max pode moldar o ar de uma forma mais espessa. Este se assemelhará a uma esfera de cor branca, assim solidificando o elemento. Com isso poderá moldar facas, plataformas flutuantes, esferas e até animais, que obviamente seguirão o controle dele. Suas projeções, entretanto, não são tão resistentes quanto algo físico e real, obviamente.
!Controle sobre os ventos.
!Domínio de idiomas ocidentais.
!Aura calmante.
!Invisibilidade.
》 BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO: Beleza apaziguante. Dada a relação de Zéfiro com Afrodite no nascimento dela, a deusa abençoou os trejeitos como o sorriso e o olhar de Max, com uma essência capaz de hipnotizar e/ou acalmar quem está ao seu redor, seja qual for o tipo de criatura. Essa passiva faz com que Max não seja visto como ameaça em geral, o que é muito útil em situações que envolvem conflitos menores ou outras ameaças no dia a dia. Foi dada a ele logo após sua chegada ao acampamento, aos doze anos, quando se mostrou uma criança bastante medrosa.
》 ARMA: Max utiliza um bastão de aço. É uma arma simples, mas foi o item com o qual melhor se adequou após anos e anos de treinamento, onde constatou que abordagens ofensivas não eram sua praia, demonstrando ser muito melhor em defesa e contenção, estilos que são fáceis de executar graças ao uso do bastão. O nome do objeto é Anemoi e é retrátil, podendo ser levado nos bolsos ou nos sapatos de Max.
》 HISTÓRIA E CONEXÕES
Foi um escândalo para o velho casal Wright, uma dupla de agricultores no interior do interior da Inglaterra, quando a única filha, que nunca havia saído de casa para visitar a cidade grande sem a supervisão dos pais, apareceu grávida. Ela não soube explicar com propriedade o que havia acontecido, já que seus encontros com o formoso homem que aparecia em seus sonhos e entrando por sua janela no meio do amanhecer, eram bons demais para ser verdade, de modo que nunca conseguiu explicar com todas as palavras de onde Maxence poderia ter vindo.
Até que as coisas se tornaram bastante insustentáveis e ele precisou recorrer ao Acampamento Meio-Sangue após os fatídicos ataques direcionados aos semideuses, tornarem-se cada vez mais intensos, ainda que fosse filho de um deus menor. Lá, desenvolveu-se a duras penas: nunca foi o mais corajoso de todos, nem o mais disposto a encerrar conflitos, mas se virou como pôde. Honrou o nome do pai e pensou na mãe durante todos os anos seguidos, sobretudo após a morte dela, cerca de três anos atrás. Permaneceu lá até decidir retornar para sua vida rural no interior da Inglaterra, tendo sido chamado de volta após o advento da nova profecia.
Atualmente, ao regressar para o Acampamento, decidiu colocar toda sua força e seu coração no resgate e na proteção do espaço em que cresceu, tentando assegurar o único lugar que realmente tem para ir e onde ficar, no dia de hoje.
》 PERSONALIDADE
+ prestativo, gentil, tranquilo, romântico
- soturno, introvertido, ansioso, autossabotador
À primeira vista, Max demonstra ser um homem de postura tranquila, ocupado demais com seus próprios pensamentos para ser capaz de opinar sobre as coisas em geral. Sendo assim, não é tão difícil ficar perto dele: como seu pai, Maxence pode ser interpretado como uma companhia leve e agradável, comparável a um dia fresco no verão ou uma noite aconchegante rente a lareira, no inverno.
Max também é um romântico incurável, plenamente consciente dos corações quebrados que deixou para trás no Acampamento, mas sem deixar de citar as inúmeras vezes em que o seu próprio foi partido, ainda que, em momento algum, tenha deixado de acreditar no amor na forma mais literal possível, ainda que seja meio difícil para ele verbalizar alguns de seus sentimentos. Não por medo de rejeição ou qualquer coisa do tipo, apenas porque costuma ser meio tímido desde que se dá por gente.
Não é lá dos mais inteligentes por falta de vergonha na cara mesmo. Herdou do pai a necessidade de uma vida calma e mansa, então parte do pressuposto de se esforçar o mínimo possível para atingir o maior resultado possível. De vez em quando dá certo, de vez em quando, não. E pra ele tá tudo bem: contanto que não seja perturbado ou não saia machucado, dá pra resolver. Maxence é ótimo de lábia, aliás. Um ludibriador quase nato!
Em se tratando de conflitos, ele se metia e se mete em algumas confusões, mas no geral, consegue fugir das presepadas em que se enfia graças a benção que Afrodite lhe conferiu: basta um sorriso, um toque ou um olhar de Max, para que a pessoa ao seu lado se acalme e se sinta tranquila. Ele usa essas habilidades tanto para se safar, quanto para ajudar os amigos, estes que são parte fundamental da vida de Maxence: sem uma família de sangue agora que todos faleceram, o pessoal do Acampamento é tudo o que lhe resta.
》 DETALHES
Heterossexual, 1, 87 de altura, falante de inglês e francês principalmente, mas capaz de entender todos os idiomas do lado Ocidental do mundo (que está sob o domínio de Zéfiro);
Ele usa apelidos carinhosos com bastante frequência, o que nem sempre quer dizer que ele quer algo a mais. Mas de vez em quando, quer sim. Depende;
É um ótimo cozinheiro;
Adotou o prefixo Winder em seu sobrenome em homenagem ao pai. Originalmente, era apenas Wright;
Por ser filho de um dos ventos, é comum que, se você precisa encontrar o Max ou minimamente pense em procurá-lo, vai ser muito fácil encontrá-lo: as brisas naturalmente sopram no seu ouvido onde ele pode ser achado (apenas não no caso de ameaça);
Por ser bastante preguiçoso, não é difícil encontrá-lo no contexto do acampamento: deitado em uma rede em seu chalé, descansando rente à raiz de uma árvore frondosa, colhendo morangos vagarosamente como se o tempo não importasse… A vida é como um rio para Max. E para ele, tanto faz se tá indo pra cima ou pra baixo, contanto que não atrapalhe seus planos. No entanto, desde que foi nomeado conselheiro e instrutor, tornou-se mais ativo.
》 Atualmente
Em meio ao caos no mundo semideus e a união de todos os acampamentos, após ter perdido vários amigos e alguns de seus próprios irmãos em meio à guerra e instabilidade da magia, acabou saindo do local, retornando a sua fazenda abandonada em Bibury. Ali, viveu por cerca de um ano, até a noite em que foi atacado por criaturas sombrias e precisou retornar às pressas ao acampamento. Isso foi cerca de oito meses atrás; desde então, ocupou uma posição como conselheiro de Zéfiro, instrutor e passou a namorar novamente um antigo interesse amoroso, filha de Perséfone. Entretanto, nos últimos tempos, a relação dos dois anda bem estremecida, tanto pelas inseguranças de Max em relação a sua suficiência, quanto ao ciúme absurdo da semideusa das amizades femininas dele, incluindo Piper, com quem ele se envolveu casualmente por todo os últimos meses do período antes de sair do acampamento e que está de volta recentemente.
Sobre o chalé 34:
São cinco moradores, dois em cada quarto e Max sozinho no seu de conselheiro. O chalé de Zéfiro é um sopro de alívio, como a brisa fresca que atravessa os campos ao fim da tarde. Sua estrutura é leve, acolhedora e completamente integrada à natureza que o circunda. O chalé é todo feito em madeira clara e pedra esbranquiçada, com janelas amplas que jamais se fecham por completo. É como se ele mesmo respirasse, puxando o ar de fora e devolvendo-o mais leve, mais puro, mais doce. A temperatura em seu interior nunca é extrema, pois remete ao equilíbrio de Zéfiro. Isso se deve a uma lareira encantada, posicionada no centro do salão principal, cuja chama não serve apenas para aquecer, mas para equilibrar o ambiente: em dias frios, sua brasa aquece com suavidade; em dias quentes, emite uma brisa fresca, como se o próprio ar se curvasse ao bem-estar de quem ali habita.
Por todos os cantos do chalé, há redes esticadas entre colunas de madeira, algumas cobertas por mantas de algodão cru, outras cercadas por cortinas translúcidas que balançam com o menor sopro. São espaços para descanso, contemplação e reflexão — e também um lembrete da leveza de Zéfiro, o vento oeste, que traz as flores da primavera, sendo um vento de paz, com essência de renovação.
Pequenas fontes de água doce se projetam entre as paredes e os jardins internos, construídas com pedras claras cobertas de musgo, por onde a água escorre com calma e pureza. Plantas crescem por todos os lados, mas não de forma caótica — há uma estética natural e bem cuidada, como um bosque dentro de casa: samambaias, lavandas, heras e flores silvestres transformam o chalé em um verdadeiro santuário.
Há almofadas no chão, estantes com pergaminhos de poesia e mapas celestes, pequenas esculturas de pássaros e vento, e sons naturais preenchendo o silêncio: o correr da água, o canto de pássaros à distância, o farfalhar suave das folhas. A luz natural invade o espaço de todos os lados, em feixes dourados ou prateados, refletidos por espelhos d'água espalhados estrategicamente. O cheiro de seu interior emana também rosas brancas, lírios e tuberosa. É tudo muito fresco e agradável.
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