tem gente que tem medo de usar IA no processo criativo. tem gente que usa IA e entrega o trabalho pra ela.
eu fiz diferente.
passei meses desenvolvendo um sistema de skills personalizadas — protocolos que ensinam o Claude a pensar como editor, como diretor, como parceiro de pós-produção. não é prompt genérico. é uma linguagem construída em cima do meu universo criativo.
pra Clock ThroatFXT eu escrevi o prompt no Suno que gerou a música do zero. deixei as skills escreverem o roteiro, sugerirem as imagens, os overlays, os LUTs.
depois peguei tudo isso e joguei fora o que não servia.
montei do meu jeito. cortei onde meu instinto mandou. escolhi os frames que me deram aquela sensação de desconforto certo.
IA não sente o beat. IA não sabe quando o corte tem que doer.
mas ela pode pensar junto. e quando você treina ela do jeito certo, ela pensa no seu idioma.
faça você mesmo. ou morra tentando.
— SELVAGEM








