Esse vídeo mostra o quanto as duas ativistas podem ensinar sobre respeito às diferenças e aos direitos das pessoas com deficiências! Sensacional!
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@corpoinumano
Esse vídeo mostra o quanto as duas ativistas podem ensinar sobre respeito às diferenças e aos direitos das pessoas com deficiências! Sensacional!
Esse trecho do documentário Examined Life faz parte da minha pesquisa de doutorado.
Performances como esta, numa parada de ônibus, servem para dar visibilidade à luta pelos direitos da pessoa com deficiência. Ir a locais que não oferecem acessibilidade e fazer com que as pessoas que assistem percebem as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência e, talvez, criem empatia podendo, futuramente, auxiliar nessa luta. Ou até percebendo a necessidade de de engajar ativamente na sociedade.
No dia 08 de junho de 2017, meus alunos/atores da Escola Especial Educandário São João Batista foram até a Sala Alziro Azevedo fazer a Performance da Família Roda, que é um manifesto pela ACESSIBILIDADE.
Estou desenvolvendo minha pesquisa a partir da apresentação dessa performance e tudo que a atravessa: performance, inclusão, escola especial, escola inclusiva, alteridade, corpo, teatro, cena inclusiva...
Stella Young is a comedian and journalist who happens to go about her day in a wheelchair — a fact that doesn't, she'd like to make clear, automatically turn...
Palestra memorável de Stella Young. “EU NÃO SOU SUA INSPIRAÇÃO, OBRIGADA!!”
artistas profissionais independentes que atuam nas linguagens cênicas e visuais e que possuem deficiência
A fala de Edu Oliveira, ator bailarino me apresentado recentemente por Estela Lapponi, é sensacional! Geralmente, muitas pessoas que assistem um espetáculo, performance ou um ato feito por artistas ‘deficientes’ falam em ‘inspiração’, ‘superação’... Mas, como dizia Stella Young: ‘eu não sou sua inspiração, obrigada!’
Dia 15 de outubro Estela Lapponi leu o seu Manifesto Anti-inclusão (FALAMOS DE ARTE!) no Encontro + SENTIDOS PARA A ARTE (e para plateias) que integrou a mos...
O manifesto ‘anti inclusão’ da sensacional Performer Estela Lapponi que criou o conceito “Corpo intruso” que me deixou ‘de 4′!!! Ela tem essa persona com este óculos aí do vídeo, chamada Zuleika. Esses momentos em que nos sentimos ‘deslocadas’ num ambiente, na vida... é um momento Zuleika!
Este RAP foi criado em 2011 junto com meus alunos nas aulas de teatro e Informática.
Estamos usando novamente este ano como trilha da peça “A Família Roda” (baseado na peça ‘A Família Sujo’ do grupo ‘Cuidado que Mancha’), que conta as aventuras de uma família de cadeirantes em busca da ACESSIBILIDADE e Inclusão.
O Corpo InHumano em Cena
Pra Começar... Cá estou recorrendo ao formato Blog, como fiz no Mestrado, para ajudar a organizar minhas ideias.
Estou no primeiro semestre do Doutorado no PPGAC da UFRGS e “Corpo InHumano em Cena” é, por enquanto, o título de minha pesquisa, sob orientação de Suzi Weber.
O resumo, atualizado, do artigo que apresentei na VI Reunião Científica da ABRACE em 2011 ajuda a entender a pesquisa:
A proposta pretendida com o presente trabalho é a reflexão sobre a possibilidade e as dificuldades de inclusão dos corpos que Hans-Thies Lehmann chama de “inumanos”¹, ao mencionar alguns exemplos de atores com corpos fora do padrão comum de beleza no teatro, em seu livro O Teatro pósdramático. Atuo como professora de teatro e educação física já há 21 anos na Escola Especial do Centro de Reabilitação São João Batista, e meus alunos são crianças e adolescentes com Paralisia Cerebral e quase todos se locomovem em cadeira de rodas. Como realizar a inclusão, se as barreiras começam na sala de aula e se espalham pelas ruas, prédios públicos, locais de ensaio e teatros?
1- “A entrada em cena do mencionado ator sem braços, do rapaz com Síndrome de Down que representa Agamenon ou do autista que representa Horácio torna experienciável – no limite da norma (e da suportabilidade) – o corpo ‘inumano’” (2007, p. 344).