calla tú (yo ya no te espero) / shut up, you (i’m no longer waiting for you)

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@dallashill
calla tú (yo ya no te espero) / shut up, you (i’m no longer waiting for you)
[flashback]
babysharkbr:
Assim que sua mão tocou a dela o sorriso da morena cresceu um tantinho a mais e, com todo carinho, a trouxe para mais perto de si. -Pior que estou bem vendo … o quanto bebeu Dallas?- falou baixinho deixando a mão passar pela cintura dela a firmando. Para uma sub Mary estava até que tomando bastante iniciativa, mas não de uma maneira ruim afinal o estado de Dallas necessitava que ela tomasse a frente para poder cuidar dela -Eu? Acho que compartilho o mesmo sentimento que você honey...- falou baixinho afastando o cabelo do pescoço dela levando os lábios para seu maxilar dando alguns beijinhos no local -O que acha da gente dar uma subidinha pra descansar en? Até deixo você tirar uma casquinha de mim.
levantou a mão livre entre os rostos delas com o dedo indicador e polegar esticados e um pequeno espaço entre eles - só um pouquinho assim. - disse, mas só pela voz dela já era perceptível que a quantidade de álcool ingerido tinha sido muito maior. o sorriso de dallas abriu ainda mais, fechou os olhos por um momento em resposta aos beijos, estava pronta para procurar os lábios dela quando ouviu a sugestão da garota, achou que não poderia ser uma ideia melhor. assentiu com a cabeça e a puxou pela mão em direção as escadas, no caminho roubou o copo de alguém e seguiu, bebericando o que deduziu ser uma mistura de vodka e algum suco até chegar no quarto. fechou a porta atrás delas e continuou conduzindo mary até a cama, quebrou a distância na intenção de iniciar um beijo, mas a falta de atenção ao copo que ainda segurava a fez derrubar o resto do conteúdo na ex. o grito seguido da gargalhada invadiu o quarto - eu... vo-u pegar uma toalha - ainda rindo levantou e foi até o banheiro com dificuldade em andar em linha reta.
[flashback]
“Parabéns pela festa Dallas. Parece que todo mundo se está divertindo.” Sorriu para ela “Não é preciso Hill. Eu estou bem…Acabei de chegar, então daqui a pouco me verá todo feliz pelos corredores deste lugar.”
- obrigada, bebê. - sua cabeça pendeu um pouquinho para o lado com um grande sorriso, o elogio tinha sido um carinho em seu ego. - bom, se você tem certeza tudo bem. ali no balcão da cozinha tem quase qualquer tipo de bebida e umas comidinhas, se ainda não tiverem acabado. fique a vontade.
heeeyjude:
w. @dallashill
📲 to dallas: desculpa por não poder ir na sua festa
📲 to dallas: parabéns pela vitória
📲 to dallas: agora vai ficar ainda mais prepotente e metida
📲 to dallas: só deus pra nos ajudar agora
📲 to dallas: 😫
📲 to jude: oi amor
📲 to jude: achei que tinha perdido o celular
📲 to jude: só aceito essas desculpas se tiver um bom motivo :(
📲 to jude: hahaha not funny
📲 to jude: obrigada mas to chateada
babysharkbr:
A morena fez uma careta quando viu o estado que o rapaz estava, não era pouco que vomitava, por sorte aquele vaso era bem grande… Com uma risada um tanto nervosa ela assentiu com a cabeça se tremendo toda -Pode deixar que eu te lembro de contratar uma empresa maravigold para ajeitar isso daqui… Vai precisar- sua voz era um tanto quando pesar mais ainda assim estendeu a mão para Dallas. Só esperou ela pegar para trazer um pouco mais para perto de si. -E como está minha amada parceira de presidência hun? Além de maravilhosa, como sempre-
assentiu com o sorriso começando a aparecer em seus lábios - vou mesmo, ou essa casa me mata antes que eu diga bom dia. mesmo que a culpa seja mais deles do que minha. - riu baixinho. segurou a mão de mary seguindo seu comando - eu estou... - apertou os olhos um pouquinho - não sóbria. - deixou a risada escapar pelo sorriso que mantinha. - e com muita vontade de te beijar. - umedeceu os lábios - e você, presidente da delta?
lhcxrt:
mesmo que nos últimos dias tivesse se afogado nas mais diversas tarefas do cargo em que fora eleito, como um bom alpha, não podia deixar passar a oportunidade de participar de uma boa festa. quando chegou, o discurso já estava em andamento, mas conseguiu captar a mensagem, vibrando junto de todos ali presentes quando o champagne estourou com um ‘uhul’. pegou um copo do que quer que fosse que estava sendo distribuído e deu um longo gole antes de se ver de frente à garota depois da colisão. foi surpreendido pelo abraço, mas apenas deixou acontecer, rindo baixo. “não poderia perder sua posse, né?” perguntou em retórica com um sorriso divertido no rosto. “e aí, curtindo sua festa?” deixou um sorriso leve se estabelecer em seus lábios, olhando ao redor pro local movimentado.
- você é muito fofo. - disse com grande sorriso se afastando dele - eu estou, e você? por favor diga que sim. - fez um biquinho no final da frase, porquê caso ele dissesse que não, era capaz dela simplesmente cair no choro. tinha superado a necessidade de agradar todo mundo há muito tempo, mas estando bêbada não conseguia evitar aqueles sentimentos. era a primeira festa que dava, a primeira vez que era oficialmente líder de alguma coisa, todos precisavam estar se divertindo, ou ela seria uma falha. ou esqueceria aquilo depois de mais um gole. - você me parece muito sóbrio - agora fazia uma careta - toma, bebe. - colocou a garrafa de champagne contra o peito dele.
ensvetlana:
Ekaterina tinha acabado de chegar. Juro, estava literalmente na porta. Nem iria vir, por causa do que tinha acontecido entre ela e Dallas, mas então acabou por vir, por causa do que tinha acontecido entre ela e Dallas. Simples assim. Nem tinha trazido bebida, porque tinha decidido se distanciar do alcoolismo, depois de esvaziar uma garrafa inteira de Chardonnay (a situação estava ficando preocupante). Não tinha colocado nada muito arrumado, e nem tinha certeza se iria passar muito tempo, então não era a figura mais animada dali, com sua expressão impassível de sempre. Então olhou para a escada e viu a figura (talvez bêbada?) de Dallas, abrindo uma enorme garrafa de champanhe. “Mon Dieu, ça a l'air inquiétant.” (Meu Deus, isso parece preocupante), falou porque mais de uma vez vira a garrafa chegar bem perto de cair, sendo notada apenas naqueles últimos segundos antes da atuação da gravidade. Assistiu a cena com um pouco de agonia em seu peito, e deu alguns passos para o pé da escada caso algo acontecesse. Uma risada baixa escapou seus lábios quando tudo seguiu de acordo com o planejado (menos a parte frustrante do não estampido), e ia voltar a caminhar, quando a própria garota trombou em seus braços. Ela estava a abraçando? A francesa corou. “Eh… Tem certeza de que está falando com a pessoa certa?”
ela não admitiria, mas desde o início da festa se pegou olhando diversas vezes para os lados buscando por ekaterina até se conformar de que ela não iria. talvez essa frustação tivesse sido um dos incentivos que a levou a virar tantos shots. a felicidade que sentiu ao acabar cara a cara com a loira, amplificada pelo efeito do álcool, fez com que respondesse imediatamente ao impulso de abraçá-la. ah, como era bom senti-la tão próxima, fazia alguns dias desde o encontro inesperado das duas, e por mais estranho que tudo tenha sido, dallas já sentia falta inclusive do cheiro dela. - sim, achei que não ia te ver hoje. - relutante se afastou apenas o suficiente para abaixar os braços sem que se tocassem. sem saber o que falar, sentiu o silêncio constrangedor crescendo. não podia deixar aquilo acontecer. ergueu um pouco a mão que segurava a garrafa fazendo a única coisa que lhe ocorreu: oferecer bebida - quer? - disse com um sorriso, tentando, com dificuldade, controlar qualquer sinal de embriaguez.
lanamxuvec:
“Aditivos?” devolveu a pergunta sem entender, e entendeu menos ainda quando a outra garota a disse para ir com calma. “Vodka? tipo, a bebida vodka?” não que ela conhecesse alguma outra coisa com aquele mesmo nome, mas parecia tão improvável que seu suquinho fosse feito daquilo que simplesmente se recusou a acreditar de imediato. Deixou o copo na mesa quando viu que a garota não parecia estar brincando, e olhou ao redor procurando um banquinho para se sentar. “Ah pode deixar, muito obrigada… alias a sua festa está linda!”
- isso mesmo. - assentiu, agora abertamente se divertindo com a sua surpresa. se não coisa pior, pensou. não achava difícil algum dos colegas da fraternidade ter se achado no direito de colocar drogas na bebida, coisa que dallas era abertamente contra, além de obviamente ser crime, e se por acaso acontecesse ela faria questão de descobrir e denunciar os responsáveis. preferiu ser otimista e não assustar ainda mais a garota. - obrigada! está se divertindo? - sorriu, querendo manter a conversa por mais tempo para checar o estado dela.
em certo ponto da festa, após vários shots de tequila, alguns copos de cerveja e diversos goles em bebidas duvidosas que os outros a ofereciam, dallas decidiu que era hora de abrir uma champagne, afinal, era uma comemoração, ou não era? subiu até seu quarto onde tinha estrategicamente deixado a garrafa em um balde de gelo pra que ninguém a encontrasse e tomasse tudo antes que a garota tivesse chance de estourá-la. na escada mesmo, chamou a atenção das pessoas mais próximas para fazer um pequeno e pouco compreensível discurso de agradecimento finalizando com -... E EU AMO MUITO VOCÊS, CARALHO! - teve mais problemas do que imaginou para abrir a bebida, e quando finalmente conseguiu, depois de minutos, não fez o grande estouro com a rolha que tinha imaginado. deu de ombros descendo da escada e dando um grande gole direto do gargalo. a distração rendeu um choque com muse no final da escada, assim que viu quem era, dallas abriu um grande sorriso e se jogou em seus braços - eu to tão feliz que você veio!
Lá pela metade da festa Alana já se apoiava em uma das pilastras perto da mesa, se equilibrando e segurando seu copinho enquanto enchia-o de ponche novamente. “Humm… muito bom esse suquinho, sabe do que é? Parece… framboesa? Não sei, já to no meu oitavo copo e ainda não descobri ao certo.” riu baixinho, comentando com a pessoa do outro lado da bancada.
- definitivamente é framboesa com... aditivos. - riu baixinho da inocência dela enquanto enchia seu copo de cerveja - eu iria com calma nisso ai se fosse você, juro que disse pra só colocarem um pouco de vodka, mas bom, não confio muito. - balançou a cabeça e deu de ombros. - se você se sentir alguma coisa estranha me chama, ok? eu te ajudo. - disse com sinceridade, mesmo que era provável que nem tivesse condições de cuidar de si própria em pouco tempo.
( 📲 mensagem para ??? ): você vai na festa lá na gamma?
( 📲 mensagem para ??? ): fiquei meio assim…. será que eu deveria ter feito uma tbm? para comemorar minha eleição?
( 📲 mensagem para ??? ): tô pensando se vou ainda, acho que dá tempo de me arrumar e aparecer né?
( 📲 pippa ): é a minha festa dãr
( 📲 pippa ): fazzzzzzz, semana que vem
( 📲 pippa ): e você vem sim, to que esperando com um shot de tequila 😘😘
Luke estava na festa da fraternidade Gamma. Ali estava ele, bebendo uma coca-cola e não uma cerveja como normalmente bebia. Não queria acordar com uma ressaca novamente, quando ainda curava de outra “Então? Que está achando da festa?” Perguntou há pessoa que olhava para ele.
naquela altura dallas já estava alterada, andava com um copo de cerveja pela festa querendo garantir que todo mundo estava aproveitando. até que encontrou luke e já se aproximou julgando-o por estar bebendo uma coca - não, não, não. o importante é o que você está achando da festa? - a voz já entregando o consumo que do álcool - pela sua carinha, acho que ficaria bem mais divertido se você trocasse sua bebida comigo.
Festa na Gamma era basicamente outro nome para uma boa diversão e Mary Alice não perderia algo assim. O problema era que algumas pessoas passavam um tantinho da conta, em diversos aspectos… “Por favor, diz que não estou bebada e você também tá vendo isso?” falou para a pessoa ao seu lado
dallas estava mais aproveitando ao máximo a festa, já tinha algumas horas que estava completamente bêbada e já tinha até esquecido de suas responsabilidades como anfitriã, isso até ouvir o comentário de mary, de se aproximava com outras intenções. girou a cabeça em direção ao problema: um bêbado vomitando dentro de um dos vasos caros da sala. - ew, você precisa muito me lembrar de jogar aquela coisa fora. acho que não lembrei o quanto bêbado da trabalho quando inventei essa festa. - disse dando as costas para a cena com expressão de nojo.
► dallas hill’s outfit to Γλτ party
toda vitória merece ser comemorada, e ser eleita para presidência da gamma lamba tau com certeza é um motivo para festa lê-se beber muito.
todo o campus está convidado e será bem vindo em nossa casa, estamos prontos para mostrar que não só arrasamos numa discussão, como também sabemos nos divertir.
ensvetlana:
Jesus. É, parte sua ainda estava chocada. Nunca dera beijos assim. Beijos que ela iniciava. Sempre esperava que a outra pessoa viesse até ela e lhe tomasse os lábios para que retribuísse. Então aquilo era tão fora do normal que mal conseguiria imaginar a cara das pessoas que a chamariam de hipócrita se soubessem que descaradamente deu um beijo de supetão nela, na primeira vez que engajavam uma conversa que não insulto. Ela insistia tanto para que beijos fossem especiais, e lá estava. Mas acreditava que a situação era tão única que seria impossível não ser especial. A Nikolaevitch prolongou o beijo por mais alguns segundos e se afastou, levemente ofegante, olhando para Dallas sem saber o que dizer. Simplesmente mordiscou o lábio e esperou que a garota saísse de frente da porta para fugir. Sim, fugir. Era o que sabia fazer melhor em situações constrangedoras ou que não sabia como lidar. Ajeitou a mochila sobre o ombro e saiu da sala sem mais nem menos.
ela não estava preparada para a separação dos corpos, ainda queria mais dos lábios da loira, muito mais, mas ao olhar para ekaterina sabia que, pelo menos por enquanto, aquele era o fim. recolheu a bolsa do chão e deu um passo para o lado, abrindo o caminho. uma vez sozinha, deixou que o sorriso tomasse conta dos seus lábios ainda anestesiados pela sensação dos beijos. definitivamente não entendia o que se passava na cabeça da garota, e aquilo deixava dallas confusa, mas muito mais interessada. respirou fundo antes de sair da sala exalando uma alegria suspeita, os dedos coçando para pegar o celular e mandar mensagem para alguém, contar sobre tudo o que tinha acontecido. se conteve, guardaria aquilo para ela, de alguma forma sabia que era o que ekaterina queria, e não estragaria a chance de ter mais daqueles beijos. isso caso a garota não decidisse que a odiava novamente.
CLOSED.
bullstrode:
Os lábios selados exibiam seu famoso sorriso malicioso, o que guardava segredos inimagináveis. Assim como ajudava-o a manter a pose por um pouco mais de tempo, fazendo ficar mais fácil os passos que a acompanhavam - e não ceder a corrida e esperar docemente no seu lugar de honra. “Reina?” A risada mal contida saiu disfarçada de tosse, de lágrimas acumulando no canto dos olhos. “Ainda bem que não soube disso. Dios mio, perder uma festa dessas para acompanhar o cortejo real.” Porque o faria mesmo, ficaria sentado do lado de fora falando pelos cotovelos. Ou a convencesse a deixar a porta aberta para enxergar o monitor estrategicamente posicionado para verem algum filme. “Uau. Incrível.” E esperou pela tapa no braço, os músculos contraindo para receber o golpe. Porque… Porque Dallas veria a expressão em seu rosto, o significado de cada nunca de suas palavras. De que já tinha visitado aqueles quartos, aquela sororidade antes. Guillermo tomou a frente e se acomodou na tampa da privada, cruzando as pernas por cima e educadamente deixando o olhar baixo para que ela prosseguisse no banho. “Eu participei de três jogos de Verdade e Desafio no Bonfire. Todos com muitos integrantes. Dallas, na minha última rodada eu saí exigindo beijo de todo mundo. Todo mundo mesmo. Eu dei em cima de gente comprometida, acho até que servi de vingança para outra. Hm… O banco traseiro do meu novo carro é confortável demais. Nem parecia um carro.”
revirou os olhos, mas seus lábios não escondiam que também achava graça da situação. - acho que eu liberaria meu fiel súdito, iria precisar de um informante de qualquer forma. - retribuiu a brincadeira, querendo encerrar o assunto e ouvir tudo o que ele tinha a lhe contar. o tom de sua voz fez com que dallas virasse a cabeça, o olhar inquisitivo, logo que compreendeu a mão aberta acertou o braço alheio - a cara nem treme, né? - balançou a cabeça indignada. bom, esperava que ele chegasse na parte em que explicaria aquilo, citando nomes de preferência. entrou no banheiro atrás dele, agarrando a toalha de rosto e jogando sobre a cabeça dele antes de começar a tirar a roupa. confiava nele e ficar nua em sua frente não seria nada demais, mas ainda assim preferia manter aquele mínimo de privacidade. com o chuveiro ligado, fazia breves comentários e sons de concordância para que prosseguisse com a história - obviamente só putaria nos três. - a risada alta ecoava pelo banheiro. - muita sorte mesmo ter um motel ambulante. - terminou o banho, enxugou o corpo e se enrolou na toalha. - quem foi a ou o, ou as ou os que tiveram esse privilégio? - falou puxando a toalha que estava na cabeça de gui e saindo para o quarto - você sabe que trabalho com nomes.